Logo do repositório
Tudo no RIUFPA
Documentos
Contato
Sobre
Ajuda
  • Português do Brasil
  • English
  • Español
  • Français
Entrar
Novo usuário? Clique aqui para cadastrar. Esqueceu sua senha?
  1. Início
  2. Pesquisar por Assunto

Navegando por Assunto "Feiras livres"

Filtrar resultados informando as primeiras letras
Agora exibindo 1 - 9 de 9
  • Resultados por página
  • Opções de Ordenação
  • Carregando...
    Imagem de Miniatura
    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Análise higiênico-sanitária de polpas de cupuaçu e bacuri comercializadas na cidade de Belém, Pará
    (Universidade Federal do Pará, 2005-05-30) CAVALCANTE, Rejane Maria Sales; FRAIHA NETO, Habib; http://lattes.cnpq.br/9202245658963683
    O consumo de polpas de frutas e seus derivados vem sendo notavelmente incrementado, dadas suas propriedades nutricionais, a grande variedade de sabores e aromas, e a demanda cada vez maior por produtos com características sensoriais do alimento “in natura”. As polpas são utilizadas para consumo direto ou como matéria-prima na indústria de sucos, sorvetes, iogurtes etc. O processo de sua obtenção deve ser realizado em condições de higiene adequadas, seguido de acondicionamento e armazenamento também apropriados, de modo a assegurar a integridade e a qualidade do produto. O objetivo deste estudo foi o de avaliar as condições higiênico-sanitárias de polpas de cupuaçu e bacuri comercializadas no município de Belém, considerando que o seu processamento implica manipulação direta dos frutos, nem sempre por mãos convenientemente preparadas para este ofício. Sua realização contou com o indispensável apoio da Divisão de Vigilância Sanitária da Secretaria Municipal de Saúde, do Laboratório Central do Estado do Pará (LACEN) e do Laboratório de Parasitologia do Centro de Ciências Biológicas da Universidade Federal do Pará. O método correspondeu a análises microbiológicas, microscópica e parasitológica de 33 amostras coletadas em 11 feiras-livres, precisamente aquelas em que esses produtos são regularmente oferecidos à venda, distribuídas em igual número de bairros da cidade de Belém e da vila de Icoaraci. Foram examinadas 22 amostras de cupuaçu e 11 de bacuri. A análise microbiológica correspondeu à pesquisa de coliformes a 45ºC, mediante a técnica do número mais provável (NMP), e à pesquisa de Salmonella sp., em obediência ao prescrito na resolução RDCnº12/2001/ANVISA. Os resultados foram todos negativos. O exame microscópico, realizado em observância à Instrução Normativa nº1/2000 do Ministério da Agricultura e Abastecimento, não logrou revelar a presença de sujidades em qualquer das amostras. A análise parasitológica foi feita pelo método de Faust, todas as amostras apresentando ausência de cistos de protozoários e ovos de helmintos. A despeito da observação macroscópica das condições higiênico-sanitárias do ambiente das feiras-livres, muito sugestivas de fácil contaminação do produto, todas 33 amostras de polpas de cupuaçu e bacuri foram consideradas adequadas para o consumo, por atenderem às exigências da legislação vigente. Isto talvez seja devido ao grau de acidez e à presença de ácido cítrico em ambos os produtos, e ainda ao processo de congelamento a que são submetidos.
  • Carregando...
    Imagem de Miniatura
    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Caracterização do uso comercial e de subsistência da fauna silvestre no município de Abaetetuba, PA
    (Universidade Federal do Pará, 2006-02-24) BAÍA JÚNIOR, Pedro Chaves; GUIMARÃES, Diva Anelie de Araújo; http://lattes.cnpq.br/2891287458034896
    Este trabalho analisou o uso da fauna silvestre pelas populações rurais e urbanas do município de Abaetetuba, PA (S 1°42.008’ W 048°54.009’), tendo como meta a geração de conhecimentos que viabilizem as ações futuras de implementação de programas de produção comercial de animais silvestres nesta região. Para tanto foram: 1) aplicados questionários aos vendedores e aos freqüentadores da feira livre do município, assim como realizado o monitoramento do comércio de carne silvestre ao longo do ano de 2005; 2) realizadas visitas as comunidades ribeirinhas e aplicados questionários aos moradores das ilhas Capim, Xingu e Quianduba; 3) verificado o nível de conhecimento dos produtores rurais a cerca da viabilidade ou não de implementação de programas de criação de animais silvestres na região. As atividades na feira livre mostraram que em 2005 aproximadamente 5.970 kg de carne de animais silvestres pertencentes a oito etno-espécies (mucura, veado, capivara, paca, tatu, jacaré-açu, jacaré-tinga e matamatá) foram comercializadas, sendo que as carnes de capivara e jacaré foram as mais representativas, 64% e 34%, respectivamente. Os comerciantes apresentaram alta dependência financeira desta atividade, obtendo mensalmente uma renda de até R$ 600,00. Os consumidores moravam no município ou em regiões próximas e compraram os produtos mais por hábitos culturais do que necessidades financeiras. As principais atividades de subsistência (pesca e agro-extrativismo de açaí) praticadas pelas populações ribeirinhas encontram-se em declínio ou não atendem as necessidades alimentares da comunidade ao longo de todo o ano. A caça ainda se constitui uma atividade comum para os ribeirinhos entrevistados, cerca de 38% (n= 55) destes caçaram durante o último ano um total de 68 animais de pequeno porte, incluindo a mucura, a cutia, o tatu, a paca, o soia e o camaleão. Os animais maiores podem estar localmente extintos em função da sobre-caça. Os produtores rurais indicaram como fatores favoráveis para a criação de animais silvestres a proteção das populações naturais e a geração de renda; e como desfavoráveis a falta de assistência técnica e de apoio financeiro, a burocracia e os altos custos de produção. A formação de um sistema participativo de manejo, envolvendo a comunidade, o governo e o setor privado, que garanta o estabelecimento uma cadeia produtiva funcional, é apontada como uma ferramenta necessária para a implantação de sistema de criação comercial de animais silvestre neste município.
  • Carregando...
    Imagem de Miniatura
    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Diversidade de maçãs (Malus Domestica Borkh.) nas feiras de produtores de Nova Iorque
    (2013-06) GUERRA, Gutemberg Armando Diniz; MING, Lin Chau; MENEZES, Maria de Nazaré Angelo
    Visitando feiras de produtores locais na cidade de Nova Iorque por um ano, entre junho de 2008 e maio de 2009, verificou-se significativa amplitude varietal das maçãs, demonstrando-se um aspecto particular da diversidade vegetal. Evidenciadas no verão pela presença volumosa, é no outono e inverno que se nota a diversidade intraespecífica, atravessando todos os períodos sazonais. Verificou-se a existência de mais de quatro centenas de espécies vegetais disponíveis no mercado, escolhendo-se a maçã como um dos tipos mais evidentes para a análise da diversidade, uma vez que se oferecem em 65 cultivares nas feiras do estado ao qual emprestam o apelido. Representam um tipo de diversidade que extrapola ao conceito de especialização, usualmente atribuído à agricultura dos países desenvolvidos, uma vez que convivem com outras espécies nos espaços em que são cultivadas. O objetivo deste artigo é demonstrar a diversidade genética e de usos das maçãs que se expressa na atividade comercial exercida nas ruas e praças nova iorquinas.
  • Carregando...
    Imagem de Miniatura
    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    A feira e o campo: impactos da experiência da UFPA em lógicas familiares de produção
    (Universidade Federal do Pará, 2021-12-16) GUALDEZ, Jean Michel da Silva; SILVA, Luis Mauro Santos; http://lattes.cnpq.br/7285459738695923
    Esta dissertação teve como objetivo geral analisar o processo de consolidação da Feira da Agricultura Familiar da UFPA-Belém e impactos nas lógicas de produção das famílias que dela participam. Para além desse foco, apresentam-se reflexões acerca do processo de construção de novos mercados adaptados à realidade da agricultura familiar, inseridos na dinâmica dos Circuitos Curtos de Comercialização (CCC). A pesquisa tem enfoque na abordagem qualitativa, com procedimentos voltados ao estudo de caso. A coleta de dados ocorreu por meio de entrevistas, com auxílio de roteiros, realizadas com dez famílias no ambiente da feira e nos estabelecimentos familiares em diferentes territórios do estado. De maneira geral, os resultados demonstram que a feira foi instituída a partir da demanda dos agricultores familiares que não participam das chamadas públicas destinadas às compras institucionais e o processo de inclusão no projeto ocorre de forma desordenada. As famílias são oriundas de quatorze municípios do Nordeste paraense e região metropolitana de Belém, e são representadas, na maioria, por mulheres que desempenham um importante papel na feira. Inseridas em diferentes organizações sociais, as famílias criam vínculos, estabelecem parcerias com a universidade e captam benefícios destinados ao desenvolvimento das atividades no campo. A feira da UFPA é interpretada, por algumas famílias, como uma oportunidade comercial, criação de vínculos institucionais, troca de saberes e conhecimentos entre os participantes, assim como um ambiente para atribuir visibilidade aos alimentos e produtos agroecológicos. A partir da caracterização dos agroecossistemas, constatou-se que a feira da UFPA tem impactado nas lógicas produtivas familiares de diferentes formas, em alguns casos ocorre o processo de ampliação e diversificação dos arranjos produtivos impulsionados pela intensificação das vendas e a demanda por novos produtos, em outros a feira causou um efeito de baixo impacto na lógica socioprodutiva das famílias.
  • Carregando...
    Imagem de Miniatura
    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Feiras-livres e feiras de exposição: expressões da relação cidade-floresta no sudeste paraense
    (Universidade Federal do Pará, 2015-02-19) NUNES, Débora Aquino; TRINDADE JÚNIOR, Saint-Clair Cordeiro da; http://lattes.cnpq.br/1762041788112837
    Tendo por base as teorias dos circuitos da economia urbana de Milton Santos e da vida cotidiana de Henri Lefèbvre, as reflexões deste trabalho vão ao encontro do tema “relação cidade-floresta na Amazônia oriental”. Analisar tal relação em face da atual dinâmica regional é o nosso principal objetivo. Nesse sentido, as feiras-livres e as feiras de exposição da cidade de Marabá aparecem como recortes empíricos analisados, sendo espaços de mudanças e de permanências da relação cidadefloresta na região do sudeste paraense. Para realização desta pesquisa lançamos mão dos seguintes procedimentos metodológicos: a) revisão bibliográfica teóricoconceitual de temas, teorias, conceitos e noções pertinentes à realização da pesquisa; b) revisão bibliográfica de caráter histórico-geográfico e levantamentos de dados secundários sobre o sudeste paraense, a cidade de Marabá e suas feiras-livres e feiras de exposição, e também a respeito das políticas públicas pertinentes a relação cidade-floresta; c) levantamento fotográfico nas feiras-livres e na feira de Exposição Agropecuária de Marabá (EXPOAMA); d) observação sistemática de campo sobre a interação cidade-floresta; e) realização de entrevistas individuais gravadas com questões semiestruturadas com técnicos, planejadores e representantes do poder público, ligados às políticas de planejamento e de gestão de Marabá; com os atuais e/ou antigos representantes das feiras-livres; com os representantes do Sindicato de Produtores Rurais de Marabá (SPRM) e da Associação Comercial e Industrial de Marabá (ACIM); com os frequentadores das feiras; com principais feirantes e atravessadores das feiras-livres; e com representantes de empresas que participam da EXPOAMA; f) análise e sistematização dos dados coletados à luz do referencial teórico-conceitual previamente definido e revisado. A floresta no sudeste paraense é negada e também derrubada em prol da produção econômica e vida cotidiana capitalista, ganhando destaque as atividades de mineração e da agropecuária. O Estado produz e dá base para tal processo, que destrói traços do passado e constrói novas representações e práticas socioespaciais na região. Com isso, ganham destaque os espaços que estão inseridos e que reproduzem a lógica da modernidade e do capital, como as feiras de exposição. Estas estão orientadas pelo valor de troca e pela ausência da floresta, servindo de vitrines da cidade dentro do mercado nacional e internacional. Em Marabá, a modernidade, e junto com ela a negação da floresta, invade até mesmo os seus espaços de feiras-livres. Estas possuem um importante papel na reprodução de grupos sociais de menor poder econômico, e vêm sendo invadidas, cada vez mais, por produtos e lógicas distantes. Negligenciadas pelas ações e intervenções do poder público, as feiras-livres são tratadas no máximo de maneira setorial, ignorando as atividades agroextrativistas praticadas e possíveis na região. Dessa forma, em Marabá a floresta é negada na sua multidimensionalidade (econômica, ecológica, simbólica e lúdica), apresentando-se apenas de maneira residual.
  • Carregando...
    Imagem de Miniatura
    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Mulheres, desenvolvimento local e sucesso: as feirantes em Belém (PA) e as políticas públicas de geração de renda
    (Universidade Federal do Pará, 2007-07-30) LOPES, Walena Soares Brasil; SIMONIAN, Ligia Terezinha Lopes; http://lattes.cnpq.br/6620574987436911
    A presente pesquisa tem como propósito analisar as políticas públicas de geração de renda para mulheres, da Prefeitura Municipal de Belém, através de estudo de caso do projeto Fundo Ver-o-Sol. A escolha dessa temática deve-se ao interesse de continuar pesquisas anteriormente desenvolvidas e analisar as mudanças que ocorrem com as mulheres em processo de geração de renda e seu potencial transformador de realidades sociais. A pesquisa tem como objetivo geral analisar como são formuladas e implementadas as políticas públicas de gênero pela prefeitura de Belém. Especificamente pretende-se identificar e descrever os métodos e instrumentos políticos sociais adotados pela prefeitura para a política de geração de renda do projeto FV Sol e compreender como a interação entre os atores influenciam o seu processo de trabalho e as possíveis mudanças na vida cotidiana dessas mulheres. A opção de pesquisa pautou-se por uma metodologia dialética, específica das Ciências Sociais, baseada na observação da realidade com ênfase nas contradições e mudanças da sociedade. Desse modo, o público alvo constituiu-se das mulheres feirantes de Belém em sua forma de produção complexa e também singular do ponto de vista social e cultural. A pesquisa trabalha com uma abordagem interdisciplinar que permite interpretações fundamentais sobre a relação mulheres, gênero e desenvolvimento.
  • Carregando...
    Imagem de Miniatura
    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Ver-o-Peso a obra: trabalho, imagem e som
    (Universidade Federal do Pará, 2014-08-19) NABIÇA , Cilene das Mercês Barreto; CAMARGO, Giselle Guilhon Antunes; http://lattes.cnpq.br/2551648142775344
    Este trabalho consiste em uma tradução visual e sonora das intervenções cotidianas produzidas por trabalhadores do Complexo do Ver-o-Peso – maior feira a céu aberto da América Latina – e do centro comercial em seu entorno, localizados em Belém (PA). Considerando esses espaços como um Corpo Espalmado Movente – proposição desta dissertação –, que compreende a totalidade urbana e humana como uma imensidão, espaço obrado dinamicamente espalhado, fragmentado, organismo em expansão regido por suas movências. Essa tradução em som e imagem é representada através de fotografias e gravações em áudio e vídeo, tudo com uso de baixa tecnologia de captação e produção, coletadas em pesquisa de campo a partir de uma Etnografia de Passagem, em que descubro a dinâmica cultural desse universo do trabalho, traçando meus próprios caminhos e refazendo-os sempre que necessário, mantendo-me perto e dentro.De passagem, percebo a Semiosfera desse corpo, baseada nos estudos do semioticista da cultura Iúri Lotman; seu estado de Liminalidade, a partir do conceito de Victor Turner; e as correlações entre Trabalho, Obra, Arte-Ação, apoiada nas teorias de Hannah Arendt. No atravessamento entre diversas linguagens, aproprio-me da Intermidialidade, presente em Claus Clüver; dos princípios da Música Aleatória, representada por John Cage; da Paisagem Sonora, explorada por Murray Schafer e Carlos Fortuna; e da Antropologia Fílmica, aprofundada por Claudine de France. Como resultado, apresento os tecidos fotográficos, um ensaio de imagens recriadas pelas frestas saturadas do Ver-o-Peso; além de uma (inicial) grafia sonora, mapas construídos a partir das ocorrências sonoras das paisagens; e um ensaio audiovisual experimental, discurso em que abstraio a realidade e exercito a composição em som e imagem.
  • Carregando...
    Imagem de Miniatura
    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Ver-o-peso, patrimônio(s) e práticas sociais: uma abordagem etnográfica da feira mais famosa de Belém do Pará
    (Universidade Federal do Pará, 2008-05-30) LIMA, Maria Dorotéa de; CONRADO, Monica Prates; http://lattes.cnpq.br/6141735247260273
    Identificar e interpretar, a partir de abordagem etnográfica, o patrimônio cultural dos trabalhadores do Ver-o-Peso, a feira mais famosa de Belém do Pará, é o objetivo deste trabalho. Não o patrimônio cultural brasileiro, reconhecido por meio do tombamento em 1977, como conjunto arquitetônico e paisagístico, mas o patrimônio que constitui elemento agregador para esse grupo social, fator de pertencimento e identidade coletiva, que é detentor de valores e significados, ainda que, raramente, seja percebido e identificado por esses trabalhadores dessa forma. A pesquisa, realizada por meio de observação participante, entrevistas semi-estruturadas e informais aconteceu no período de 2005 a 2007, em quatro etapas. O patrimônio cultural identificado é, sobretudo de natureza imaterial, mas também está presente em tomo de coisas materiais como o espaço, no sentido de um território com temporal idade própria que é também um lugar, demarcado por práticas sociais e operações cotidianas, as quais envolvem múltiplas dimensões da vida social. Nesse espaço objetos, expressões corporais, sentimentos e sociabilidade associadas e desenvolvidas no fazer diário, prenhes de significados e possibilidades estimulam o imaginário e ativam memórias. De geração a geração esse legado é o responsável, juntamente com aqueles que o preservam, reinterpretam e transmitem, pela manutenção da "essência" do Ver-o-Peso, assim como pelo sentido de pertencimento e identificação de seus trabalhadores com esse lugar ao longo dos anos. A despeito da negligência por parte de muitas instituições, esses trabalhadores e trabalhadoras preservam sua cultura.
  • Carregando...
    Imagem de Miniatura
    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Ver-o-Peso: poesia em postais do[s] submundo[s]
    (Universidade Federal do Pará, 2014-06-30) OLIVEIRA, Raphaella Marques de; COSTA, Luizan Pinheiro da; http://lattes.cnpq.br/5390750292706184
    Esta pesquisa valoriza o acaso e os encontros cotidianos a partir de uma experiência corpo[+]gráfica pelos labirintos do Complexo do Ver-o-Peso, maior feira livre da América Latina, localizada em Belém do Pará e considerada artão postal. Encontro as pessoas e os lugares que não estão nos cartões postais da cidade, mas que constroem diariamente as narrativas sub-escritas da história [!] artisticamente o trabalho localiza-se no tempo da poesia e constitui uma coleção de crônicas feitas a partir das experiências estéticas vivenciadas no Ver-o-Peso. [Além de uma escrita intuitiva, inspirada por obras de poetas brasileiros, locais e nacionais]. Cientificamente os campos da Arte, filosofia e Comunicação e compila metodologias, sendo ao mesmo tempo uma poética autoetnográfica e uma corpografia rizomática poética. [:] juntas, articiência, fazem deste caderno de afetos uma reunião de escritos e colagensdo mundo sub-escrito do Ver-o-Peso, do resultado dos encontros com as pessoas de lá do submundo. O que dizem e não dizem estampam postais poético-narrativos.
Logo do RepositórioLogo do Repositório
Nossas Redes:

DSpace software copyright © 2002-2026 LYRASIS

  • Configurações de Cookies
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Entre em Contato
Brasão UFPA