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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Antibodies to Leishmania spp. in domestic felines
    (Universidade Federal do Pará, 2015-12) OLIVEIRA, Gabriela Capriogli; PAIZ, Laís Moraes; MENOZZI, Benedito Donizete; LIMA, Michele de Souza; MORAES, Carla Cristina Guimarães de; LANGONI, Helio
    As leishmanioses são zoonoses vetoriais causadas por protozoários do gênero Leishmania, características de ambientes rurais e periurbanos. A leishmaniose visceral americana (LVA) é causada pela Leishmania (Leishmania) infantum chagasi, cujo principal vetor no Brasil é Lutzomyia longipalpis. O cão (Canis familiaris) possui papel ativo na transmissão da doença, pois é um reservatório muito próximo do humano e uma fonte de infecção para o flebotomíneo. O aumento do número de casos de leishmaniose felina, descritos na literatura a partir de 1990, sugere que gatos também podem atuar na epidemiologia dessa enfermidade. O presente estudo avaliou a prevalência de anticorpos anti-Leishmania spp. em gatos domésticos (Felis catus) de diferentes bairros do Município de Belém, Pará (PA), pela Reação de Imunofluorescência Indireta (RIFI) e pelo Teste de Aglutinação Direta (TAD), utilizando-se como ponto de corte o título de 40 UI. Entre os 443 gatos estudados, 18 (4,06%) apresentaram reação sorológica positiva na RIFI. Os títulos observados foram de 40 UI em 0,90%. No TAD, foi encontrada positividade em 25 (5,64%) animais. Os títulos observados foram de 40 UI, em 4,97% dos gatos, e 80 UI, em 0,68%. A concordância entre os testes foi considerada baixa (coeficiente Kappa: 0,10).
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Colonic epithelial nodular hyperplasia associated with strongyloidiasis in cats in the Amazon region, Pará State, Brazil
    (Universidade Federal do Pará, 2017) MOURA, Márcio Alan Oliveira; JORGE, Ediene Moura; NASCIMENTO, Kelly Karoline Gomes do; CORREA, Gabriela Riet; ABEL, Isis; CAVALCANTE, Gustavo Góes; OLIVEIRA, Carlos Alberto de; BEZERRA JÚNIOR, Pedro Soares
    Strongyloides spp. são helmintos que podem parasitar o intestino de diversas espécies animais. Quatro espécies desse gênero têm sido descritas em felinos domésticos: S. felis, S. planiceps, S. stercoralis e S. tumefaciens. Trabalhos sobre o parasitismo por estrongiloides em gatos domésticos no Brasil são escassos. O objetivo deste trabalho é descrever os aspectos patológicos do parasitismo por Strongyloides spp. em dois gatos da região amazônica, no estado do Pará. Estes apresentavam numerosos nódulos esbranquiçados no intestino grosso, medindo cerca de 0,2 centímetros de diâmetro, que na microscopia eram constituídos por projeções do epitélio hiperplásico da mucosa para submucosa, formando túbulos contendo várias fêmeas adultas, ovos e larvas com morfologia compatível com a de Strongyloides spp. e margeados por larvas e remanescentes do aglomerado linfoide. As alterações histológicas foram compatíveis com as descritas no parasitismo por S. tumefaciens.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Ocorrência de micoplasmas hemotrópicos em caninos e felinos domésticos na região de Belém, PA
    (Universidade Federal do Pará, 2014-02-07) MORAES, Leopoldo Augusto; GONÇALVES, Evonnildo Costa; http://lattes.cnpq.br/8652560763793265; PEREIRA, Washington Luiz Assunção; http://lattes.cnpq.br/9266281009742277
    Micoplasmas hemotrópicos compreendem um grupo de bactérias que podem causar anemia hemolítica e diversas doenças crônicas em animais. Em felinos três espécies infectantes de hemoplasmas são relatadas: Mycoplasma haemofelis, ‘Candidatus M. haemominutum’ e ‘Candidatus M. turicensis’, sendo o primeiro considerado mais patogênico, enquanto que os caninos são normalmente infectados por pelo menos duas espécies de micoplasmas: M. haemocanis e ‘Candidatus M. haematoparvum’. Com o objetivo de avaliar a ocorrência de micoplasmas hemotrópicos em população canina e felina da cidade de Belém, Estado do Pará, foi analisado através de PCR o material genético oriundo de 299 amostras sanguíneas de animais domiciliados e errantes. Em 8,03% (24/299) das amostras foi amplificado o DNA de micoplasmas hemotrópicos, sendo 1,78% (3/169) de cães e 16,15% (21/130) de gatos infectados. Entre os felinos as maiores taxas de infecção foram encontradas nos animais domiciliados 22,86% (16/70) e em animais machos 29,51% (18/61), sendo a espécie ‘Candidatus M. haemominutum’ 8,46% (11/130) a de maior ocorrência quando comparada a espécie M. haemofelis 6,92% (9/130). A infecção em caninos foi observada somente no grupo de animais errantes, sendo o ‘Candidatus M. haematoparvum’ a única espécie identificada com taxa de 1,78% (3/169). Foi possível avaliar que micoplasmas hemotrópicos circulam nas duas espécies estudadas, felinos domiciliados e machos formaram o grupo com maior risco para a infecção e que o bioagente ‘Candidatus M. haematoparvum’ parece ser o único em circulação na população canina.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Pesquisa de anticorpos anti-Toxoplasma gondii (Nicolle & Manceaux, 1909) em felídeos selvagens nos municípios de Capitão Poço e Belém, Pará
    (Universidade Federal do Pará, 2008-02-29) SILVA, Carolina Costa; SOUZA, Nazaré Fonseca de; http://lattes.cnpq.br/1616332835810182
    A toxoplasmose, uma das zoonoses mais difundidas no mundo, é causada pelo Toxoplasma gondii, um protozoário que tem os felídeos como únicos hospedeiros definitivos. Avaliou-se 21 animais de quatro espécies, gato-mourisco (Herpailurus yaguarondi), jaguatirica (Leopardus pardalis), gato-maracajá (Leopardus wiedii), onça-pintada e preta (Panthera onca) a fim de averiguar a situação da toxoplasmose em dois municípios do estado do Pará, utilizando dois testes sorológicos, a hemaglutinação indireta (HAI) e aglutinação direta modificada (MAT), além de exame coproparasitológico. Dos animais testados, 18 (85,72%) foram positivos. Doze (57,14%) animais foram soropositivos pela técnica HAI e, 14 (66,66%) pela técnica MAT. Não houve diferença estatística entre a soropositividade e os gêneros, nas duas técnicas utilizadas. No gênero Herpailurus encontrou-se 4,6% de soropositividade em ambos os testes; no Leopardus, 19,05% na HAI e 28,57% na MAT; e, no Panthera, 33,33% nas duas técnicas. Foi constatado resultado coincidente em 11 animais. Comparando-se as duas técnicas, não houve diferença estatística. A titulação mais alta foi verificada em um gato-maracajá (1024), na MAT. Não foi encontrado oocisto de T. gondii nas fezes de nenhum dos animais estudados. Verificou-se que há uma alta ocorrência da toxoplasmose nos municípios estudados e que ambas as técnicas utilizadas são eficazes no diagnóstico sorológico desta doença.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Swimmer syndrome affecting an entire litter of kittens
    (2013-06) CARDILLI, Diogo José; JOÃO, Carolina Franchi; VOORWALD, Fabiana Azevedo; FARIA, Joice Lara Maia; COSTA, Mirela Tinucci; TONIOLLO, Gilson Hélio
    A síndrome do filhote nadador é uma anormalidade do desenvolvimento caracterizada pelo atraso na capacidade de marcha e deslocamento, a qual se manifesta por volta dos 15 a 20 dias de idade. Os animais apresentam a articulação coxofemoral em constante abdução, deslocando os membros pélvicos lateral e caudalmente. Este trabalho relata uma ninhada de três filhotes felinos, sem raça definida, de 26 dias de idade, acometidos por síndrome do filhote nadador, e discute possíveis causas, complicações e tratamentos. Os filhotes foram submetidos à fisioterapia, algemas e bandagens, as quais mantiveram os membros pélvicos flexionados junto ao corpo. Ao final de sete dias, todos os filhotes apresentavam deambulação normal, e o tratamento proposto pode ser considerado curativo para felinos.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Vitrificação de tecido ovariano de gata doméstica (Felis catus): um modelo para a preservação da fertilidade em felinos silvestres
    (Universidade Federal do Pará, 2016-09-06) BRITO, Danielle Cristina Calado de; SANTOS, Regiane Rodrigues dos; http://lattes.cnpq.br/0500967766886604; PIECZARKA, Julio Cesar; http://lattes.cnpq.br/6644368250823351
    Esta tese tem como principal objetivo desenvolver um protocolo eficiente de vitrificação de tecido ovariano de gata doméstica (Felis catus). O estudo foi dividido em: Fase I: Efeito de diferentes tipos de meios-base durante a vitrificação de tecido ovariano de gata; Fase II: Efeito de diferentes crioprotetores extracelulares e técnicas de vitrificação em tecido ovariano de gata; Na fase I, a morfologia de folículos pré-antrais foi similar ao controle fresco (p > 0,05), quando o RPMI-1640 foi utilizado como meio-base. RPMI-1640 não contém vermelho fenol que, adicionado ao meio, intensificou a toxicidade do crioprotetor etileno glicol durante a vitrificação. Na fase II, a percentagem de folículos morfologicamente normais foi similar ao controle, apenas quando o meio de vitrificação foi suplementado com 0,1 M ou 0,5 M de trealose (p > 0,05). Além disso, através dos parâmetros como a morfologia, proliferação celular e espessura de fibras colágenas pode-se dizer que a combinação de trealose com etilenoglicol (EG) sozinho ou adicionado de dimetilsufóxido (DMSO), aplicando os métodos Solid-surface vitrification (SSV) ou Ovarian Tissue cryosystem (OTC), apresentaram sucesso na preservação do tecido ovariano vitrificado. Apesar do OTC com EG não apresentar diferença significativa dos demais tratamentos, uma vez que este protocolo apresentou o maior percentual de folículos morfologicamente normais (56%), sendo similar ao controle (64%). Adicionalmente, nenhum efeito sobre a regulação de expressão gênica foi observada nos grupos testados, quando foram avaliados marcadores de apoptose (BAX - proteína X associada ao Bcl-2), de estresse do retículo endoplasmático (ERP29 – proteína do retículo endoplasmático 29), de canais de água como as aquaporinas 3 e 9 (AQP3 e AQP9), e os transportadores de membrana ABC (ABCB1 e ABCG2), com exceção do método SSV com EG que apresentaram, após 7 dias de cultivo in vitro, um aumento da expressão da ERP29 (indica estresse no reticulo endoplasmático) e a diminuição da expressão da AQP9 (afeta canais de transporte de agua). Com isso, para a manutenção da preservação do tecido ovariano de gata é necessário o uso de um protocolo de vitrificação contendo meio-base livre de vermelho fenol, suplementado com trealose, como crioprotetor extracelular, e EG sozinho ou associado com DMSO, como crioprotetores intracelulares. Ambos os sistemas abertos (SSV) e fechados (OTC) são equivalentes na eficiencia em manter a sobrevivência folicular durante o processo de vitrificacao.
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