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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Caça às bruxas: a criminalização do aborto e as implicações para as mulheres na atualidade
    (Universidade Federal da Bahia, 2019-04) ZAHLUTH, Carolina Messeder; LIMA, Maria Lúcia Chaves; DIAS, Bárbara Lou da Costa Veloso
    O artigo visa discutir as semelhanças entre o atual debate sobre a criminalização do aborto e a histórica caça às bruxas na Baixa Idade Média e na Modernidade, buscando pontuar os efeitos que essa relação ocasiona nos corpos e nas vivências femininas. Para tal, faz-se uma breve contextualização da história da caça às bruxas como um evento essencial para a difusão do capitalismo e expropriação dos corpos e funções reprodutivas das mulheres, além de contextualizar o atual debate sobre aborto no Brasil como uma tensão entre os movimentos feministas e os grupos conversadores e religiosos. Foram identificadas três semelhanças principais entre a caça às bruxas e a criminalização atual do aborto: a dominação e expropriação dos corpos e funções reprodutivas femininas; os dois períodos perseguem, matam e deixam mais vulneráveis mulheres negras, pobres e periféricas; e ambos criam e perpetuam uma cultura misógina que incita a violência e os crimes de ódio contra mulheres.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    É possível compatibilizar abolicionismos e feminismos no enfrentamento às violências cometidas contra as mulheres?
    (Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões, 2020-04) SOUZA, Luanna Tomaz de; PIRES, Thula Oliveira
    O presente artigo tem como objetivo refletir acerca dos atravessamentos entre feminismos e abolicionismos no enfrentamento às violências cometidas contra as mulheres. Parte-se de uma metodologia feminista decolonial, utilizando-se pesquisa bibliográfica e documental. Foram analisadas, além da legislação referente ao tema, artigos submetidos ao Dossiê Gênero e Sistema Punitivo da Revista Brasileira de Ciências Criminais e a eventos nacionais na mesma área. Ao final, propõe-se que a interlocução entre abolicionistas e feministas precisa ser conduzida pelas mulheres em situação de violência, para que seja capaz de produzir abolicionismos feministas antirracistas, anticapitalistas e anticoloniais no enfrentamento às diversas violências existentes em nossa sociedade.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Feminismo do Extremo Norte: trajetórias e reivindicações do Departamento Paraense pelo Progresso Feminino (Belém/PA, 1931-1937)
    (Universidade Federal do Pará, 2023-12-15) REDRIGUES, Bárbara Leal; CAMPOS, Ipojucan Dia; http://lattes.cnpq.br/0380400211532063
    A dissertação visa analisar as trajetórias e as reivindicações do Departamento Paraense pelo Progresso Feminino (DPPF), em Belém, entre 1931 a 1937. Em específico, tem como argumento central a formação e a caracterização de um feminismo extremo-nortista, a partir da diversidade e das particularidades do grupo e das suas integrantes. Compreendê-lo em sua complexidade, a partir das estratégias empregadas, dos desafios enfrentados e das diversidades internas, além de problematizar os temas propagados e os direitos pleiteados. Por conseguinte, na configuração de Filial Estadual no Pará da Federação Brasileira pelo Progresso Feminino (FBPF), organização feminista do Rio de Janeiro, o grupo paraense apresentou características semelhantes da instituição matriz e singularidades locais, de acordo com as experiências e as oportunidades vivenciadas, definidoras de um Feminismo do Extremo Norte. O período demarca os anos de maior atividade e publicidade do Departamento, desde sua fundação em 1931 até a reestruturação política com a instalação do Estado Novo, em 1937, onde ocasionou o enfraquecimento e o esvaziamento das mobilizações feministas nacionais. Dessa forma, há em perspectiva as movimentações do DPPF em múltiplos âmbitos, nacional/local e individual/coletivo. Nesse intuito, a pesquisa busca empreender uma micro-história política das feministas belenenses, representadas no Departamento Paraense, ao analisar as configurações sociopolíticas, as escolhas e as ambiguidades nas vivências e nas percepções das integrantes do DPPF. A partir do cruzamento crítico documental, principalmente dos jornais e das correspondências, identificou-se a participação do grupo em campanhas nacionais, com destaque para os momentos de reformulação legislativa, na ampliação e na consolidação dos direitos às mulheres: o Código Eleitoral (1932) e a Assembleia Nacional Constituinte (1933/1934). Simultaneamente, com suas atividades e demandas locais, na consolidação e na propagação do feminismo na capital paraense; ressalta-se a individualidade das integrantes, por meio dos seus escritos e atuações feministas, políticas e profissionais. Tais questões tornam-se intrínsecas à coletividade, ao reivindicarem pela tríade do feminismo – voto, educação e trabalho – atrelado com suas demandas e outros eixos pleiteados; demonstrando a diversidade feminista, na composição de suas associadas, nas temáticas requeridas e nos conflitos vivenciados.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    A literatura infantil: (menor)idade e desterritorializações
    (Universidade Federal do Pará, 2018-06) SANTOS, Aline Rodrigues dos; COITO, Roselene de Fátima
    Pensando o lugar da literatura infantil e da criança na sociedade como um lugar de uma possibilidade de dizer, do dizer e de se dizer, a investigação aqui proposta se pauta nas miragens infantis, femininas e feministas que se projetam a partir de uma personagem da literatura infanto-juvenil. Assim sendo, nosso objetivo é discutir como se entende a literatura infantil e juvenil como literatura menor, a partir da filosofia de Deleuze e Guattari, tendo como corpus o texto Procurando Firme, 1984, de Ruth Rocha, procedendo com análises discursivas, pela perspectiva foucaultiana, das miragens femininas, feministas e infantis, que se constituem linguisticamente na narrativa. Pudemos perceber a literatura da criança, mesmo marginalizada pelo cânone, pela academia e pelo discurso literário tradicional, constituindo sua menoridade como máquina de revolução, máquina de expressão coletiva e desterritorialização da servidão infantil à palavra do adulto e da servidão do gênero feminino à palavra do gênero “majoritário”, desvelando que a própria condição de menor, faz dessa literatura arte transgressiva que se abre ao devir
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