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Navegando por Assunto "Feminismo negro"

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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Ensino de História, feminismo negro e educação antirracista: vivências de Professoras negras em São Miguel do Guamá, Pará (2019 a 2022)
    (Universidade Federal do Pará, 2024-08-22) NASCIMENTO, Vânia Albuquerque do; LIMA, Maria Roseane Corrêa Pinto; http://lattes.cnpq.br/0040917069487308; https://orcid.org/0000-0002-8396-0618; LOPES, Siméia de Nazaré; http://lattes.cnpq.br/8791203591623509; https://orcid.org/0009-0005-4933-1251; https://orcid.org/0000-0002-8396-0618
    Este estudo discute ensino de história, feminismo negro e educação antirracista, a partir de práticas e vivências de professoras autodeclaradas negras que lecionam o Componente Curricular de História da Educação Básica de São Miguel do Guamá, Pará. Baseou-se nas contribuições de intelectuais negras, especialmente da obra Escrevivências de Conceição Evaristo que permitiu reflexões sobre o ensino de história e a prática docente com foco nas discussões que articulam ensino, raça e gênero. Apresentam-se aqui os resultados da pesquisa bibliográfica e de campo, esta última resultante da aplicação de entrevistas e questionários com professoras do Ensino Fundamental – Anos Finais de escolas públicas do referido município. Fomentar o ensino de História voltado para uma perspectiva antirracista dentro das escolas do interior da Amazônia, propicia o protagonismo de vivências e conhecimentos de professoras negras como um dispositivo que questiona padrões normativos de poder. Concluímos, portanto, que as narrativas apresentadas contribuíram para a desconstrução das ausências, trazendo para o centro do diálogo professoras negras, confrontando a narrativa hegemônica ao reconstruir outras histórias numa perspectiva decolonial e interseccional de raça, gênero e classe e na compreensão do desenvolvimento de negritudes na Amazônia.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Homem negro, negro homem: masculinidades e feminismo negro em debate
    (Universidade Federal do Pará, 2017-04) CONRADO, Monica Prates; RIBEIRO, Alan Augusto Moraes
    De início, situamos a emergência dos conceitos Blackness, Black Experience e de interseccionalidades no marco da história do pensamento feminista negro, marcadamente nos Estados Unidos. Depois, por considerar que bell hooks e Patricia Collins elaboraram reflexões teóricas sobre homens e masculinidades negras a partir de uma perspectiva interseccional, damos destaque aos textos por elas elaborados, ao buscarmos pontuar, com outros autores e autoras, dentro ou fora do Brasil, de que modo estes mobilizaram ideias e perspectivas de análise que estejam ou não em conexão vinculativa com os posicionamentos teóricos dessas autoras. E, finalmente, o nosso interesse é de tornar ainda mais elucidativa a necessidade da discussão de estereótipos que possam contribuir na construção de outros sentidos, outras narrativas, outras versões acerca do debate proposto.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Marcha virtual das mulheres negras amazônidas: dimensões interseccionais na comunicação ativista em tempos de pandemia
    (Universidade Federal do Pará, 2023-07-11) RIBEIRO, Flávia Andrea Sepeda; LAGE, Danila Gentil Rodriguez Cal; http://lattes.cnpq.br/4593992869253877; https://orcid.org/0000-0003-3243-8368
    Invisibilizadas na historiografia oficial, as mulheres negras vêm elaborando estratégias para mostrar que a história única (ADICHIE, 2019) é uma história escrita por mãos brancas (NASCIMENTO, 2021) e também uma história que tem a colonialidade (QUIJANO, 2005) como pano de fundo. Nesse mesmo fluxo, a Amazônia tem sido subalternizada (LOUREIRO, 2019) e estereotipada ante o imaginário social nacional. A partir desse contexto, a pesquisa analisa a Marcha Virtual das Mulheres Negras, que foi realizada em 25 de julho de 2020, primeiro ano da pandemia de Covid-19. O evento, que durou cerca de quatro horas, foi mobilizado, divulgado e realizado por meio das redes digitais, reunindo mulheres negras ativistas de oito dos nove estados da Amazônia Legal. A interseccionalidade (BILGE; COLLINS, 2021) é acionada ao longo de todo o percurso investigativo e será a nossa lente para compreendermos, dentre outras indagações, como as interseccionalidades atravessam e são mobilizadas no ativismo digital das mulheres negras na Amazônia a partir da sua Marcha Virtual. Quais as repercussões desse processo na luta política das mulheres negras amazônidas? No aporte teórico, trazemos principalmente, o pensamento feminista negro, por exemplificar a decolonialidade do saber e por ser uma ferramenta de atuação adotada pelas mulheres negras amazônidas. Os procedimentos metodológicos que nos conduzem são a Roleta Interseccional (CARRERA, 2021), que proporciona análises qualitativas que abranjam sujeitos, objetos e processos comunicacionais, ao aproximar a interseccionalidade ao campo da Comunicação, e a Escrevivência (EVARISTO, 2020) que permite a nossa inserção na pesquisa, ativando a memória e as linguagens oral e escrita para contarmos uma história que não pode ser invisibilizada. Por meio do aporte e das metodologias acionadas compreendemos que as mulheres negras amazônidas compartilham e politizam de uma identidade regional; que são norteadas pelo pensamento feminista negro, isto é, valorizam saberes de lideranças comunitárias e religiosas e que a marcha aciona diversas dimensões interseccionais não só nas falas das ativistas, mas até mesmo na proposta e realização do evento on-line. Apresentamos esta pesquisa como parte da estratégia das mulheres negras amazônidas para se marcarem como protagonistas e sujeitas de suas histórias.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Representações sociais da mulher preta universitária sobre o feminismo: a realidade da Amazônia Marajoara
    (Universidade Federal do Pará, 2022-03-07) BRITO, Camila de Cássia; NEVES, Joana d’Arc de Vasconcelos; http://lattes.cnpq.br/5658289632563411; https://orcid.org/0000-0002-3110-3649
    O presente estudo tem como objetivo principal analisar quais representações as mulheres pretas universitárias marajoaras constroem sobre o Feminismo e as implicações sobre seu autorreconhecimento como mulher preta sob a ótica descritiva – exploratória de natureza qualitativa tomando como base teórica – metodológica as Representações Sociais de Serge Moscovici (1978; 2005) e Denise Jodelet (2001) aplicando sua construção na Teoria Ego – Ecológica de Marisa Zavalloni (1980). A discussão gira em torno do Feminismo de modo geral, onde acionamos autores como Simone de Beauvoir (1967), Judith Butler (2003 [1990], 2013), Djamila Ribeiro (2002, 2013), atrelando essa discussão maior ao autorreconhecimento de cor-raça da mulher marajoara preta, apoiando-se nos debates de autores como Alessandra Devulsky (2021), Silvio Almeida (2019), Kanbegele Munanga (1994, 2003, 2004, 2012), Branca Alves (1991) entre outros. Para a obtenção dos dados foram realizadas entrevistas semiestruturadas com três mulheres autorreconhecidas pretas, entre 20 e 34 anos de idade, originárias da Região Marajoara (Amazônia), cenário de desenvolvimento deste estudo. A análise dos dados se fundamenta nas três etapas de análise da Teoria Ego-ecológica articulando com as dimensões das Representações sociais. As etapas analisaram a Contextualização da identidade das sujeitas (Primeira Etapa), os Sentidos de sí construídos (Segunda Etapa) e as Representações Identitárias – valores e graus de pertença ao grupo (Terceira Etapa), apresentando as estruturas de abordagem da pesquisa a partir da Ego – ecologia pelos processos de pertencimento através dos polos positivo ou negativo, seja egomórfico ou alomórfico, concluindo na identificação positiva ou negativa das sujeitas no processo de compreender os valores atribuídos e representações assimiladas. Como resultados, identificamos a falta de diálogo na Universidade sobre como o seu ambiente influencia e contribui para a construção identitária da mulher preta marajoara a partir de discussões em âmbito acadêmico levando em conta a produção de conhecimento delas e sobre elas em prol do combate ao epistemicidio do conhecimento negro. No entanto, a pesquisa mostra que as representações sociais das sujeitas, dialogam com as suas realidades e contribuem com a formulação e (re) construção de uma identidade social positiva dessa mulher preta marajoara e universitária a partir do rompimento de um cotidiano histórico-sociológico e acerca de seu corpo, sua cor e sua origem. Elas têm orgulho de sí registrados em seus discursos, mas ainda lutam, contra a invisibilidade, a subalternidade, a inferioridade e o silenciamento. Lutam individualmente e coletivamente quando encontram referências na Universidade e acabam por se tornarem referências para esta pesquisa como protagonistas e contadoras de suas próprias histórias em que contribuem com novas possibilidades de estudos e investigação cientifica acerca das representações do feminismo como fenômeno social na vida de mulheres pretas trazendo suas narrativas carregadas de histórias e de vozes e, se colocando como sujeitas ativas na história para novos estudos neste campo considerando suas especificidades de origem, etnia, classe social e gênero, levando em conta ainda suas experiências advindas de uma realidade especifica: a tal bela e majestosa Mulher Preta - Amazônia Marajoara.
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