Navegando por Assunto "Festa"
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Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Uma "kermesse essencialmente brasileira" no Largo Nazaré(Universidade Federal do Pará, 2009-06) PANTOJA, VandaO texto analisa a origem da celebração a Nosso Senhora de Nazaré em Belém-PA, manifestação religiosa conhecida como Círio de Nazaré, partindo da introdução da esfera católica eclesial na devoção. Psoteriormente, analisa as tranasformações pelas quais passou o espaço do arraial de Nazaré, por meio de relatos dos séculos XVIII, XIX e XX, além de dados coletados na primeira década do século XXI pela autora.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Memória e cultura: sairé, espaço poder e conflitos - 1996 a 2004(Universidade Federal do Pará, 2010-06) FERREIRA, Cláudia LauridoO presente trabalho analisa as tensões que se estabeleceram entre o poder público municipal de Santarém e lideranças da vila de Alter do Chão no período de 1996 a 2004, quando a prefeitura introduziu mudanças no Sairé, apropriando-se de parte da Festa. A pesquisa é feita a partir da utilização da metodologia da história oral, desenvolvida através de entrevistas com lideranças, professores, artistas e representante do governo. São analisados também os discursos de jornais locais do período que articulados aos depoimentos mostram a Festa como território de poder e conflitos, sendo a memória, instrumento fundamental para compreender as tensões estabelecidas nesse contexto de mudançasArtigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Música, temporalidade e emoção nos bailes da saudade de Belém, Pará, Brasil(Universidade Federal da Paraíba, 2020-12) CASTRO, Fábio Fonseca deO trabalho apresenta os resultados de uma etnografia realizada nos “bailes da saudade” de Belém, Pará, e busca discutir os artifícios e dispositivos de produção da temporalidade na cultura urbana dessa cidade. No horizonte dessa perspectiva, tenta-se compreender a relação entre música, temporalidade e emoção utilizando as reflexões de Heidegger (2012) sobre a temporalidade quotidiana, Derrida (1972; 1994) sobre a questão da “metafísica da presença” Schütz (1967; 2012), sobre os processos intersubjetivos que compõem a cultura.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) A natureza comunicativa da cultura: a Festividade de Carimbó de São Benedito de Santarém Novo - Pará(Universidade do Vale do Rio dos Sinos, 2016-04) GOMES, Gleidson Wirllen Bezerra; CASTRO, Fábio Fonseca deEste artigo reflete sobre a natureza comunicativa da Festividade de Carimbó de São Benedito de Santarém Novo, que acontece anualmente no estado do Pará. Em um primeiro plano, pensamos a festa como um fenômeno cultural maior, presente em todas as sociedades humanas e compreensível como estrutura social – ou como aquilo a que Simmel (1999) chama de forma social – em sua dimensão cultural e comunicacional. No plano subsequente, pensamo-na enquanto conteúdo social, ou seja, a variante específica da forma social, localizada em um plano cultural específico, consubstanciado pela experiência social em curso e como dinâmica intersubjetiva a um só tempo cultural e comunicacional. Discutimos esse processo com apoio das noções de natureza comunicativa da cultura em Martín-Barbero (2006) e em França (2001). A pesquisa foi desenvolvida a partir de um campo etnográfico composto por observação participante e entrevistas em profundidade. Procuramos pensar a experiência social em sua dimensão cultural e comunicacional e partir de sua dimensão endógena.Artigo de Evento Acesso aberto (Open Access) Temporalidades liminares e liminoides. Música e semiotical blues nos bailes da saudade de Belém(Associação Nacional dos Programas de Pós-Graduação em Comunicação, 2020-06) CASTRO, Fábio Fonseca deEste artigo resume os resultados de uma etnografia realizada nos “bailes da saudade” de Belém, Pará. Busca-se refletir a respeito da sensibilidade musical e dos artifícios e dispositivos de produção da temporalidade na cultura urbana dessa cidade. Relacionamos etnografia e fenomenologia busca-se compreender fenômenos culturais relacionados a essa sensibilidade, identificando seus componentes nostálgicos por meio de uma categoria analítica: o semiotical blues. No horizonte dessa perspectiva, tenta se compreender a relação entre música, temporalidade e emoção utilizando as reflexões de Heidegger (2012) sobre a temporalidade quotidiana, Derrida (1972; 1994) sobre a questão da “metafísica da presença” Schutz (1967; 2012), sobre os processos intersubjetivos que compõem a cultura.Tese Acesso aberto (Open Access) Turismo das Origens: resistências nas práticas festivas e turísticas da Comunidade Quilombola Dona Juscelina na região norte do Tocantins, Brasil(Universidade Federal do Pará, 2024-12-18) SUDRÉ, Stephanni Gabriella Silva; FIGUEIREDO, Silvo José de Lima; http://lattes.cnpq.br/2578700144404800; https://orcid.org/0000-0002-6810-1639O presente estudo destaca o papel das festas na Comunidade Quilombola Dona Juscelina como expressões fundamentais da identidade e memória quilombola, que embora atraiam visitantes, transcendem o caráter recreativo do encontro. Essas festividades se configuram como espaços de construção política e social e, por meio da ancestralidade, promovem a consciência coletiva e o fortalecimento dos laços comunitários. Nesse contexto, levanta-se as seguintes questões: quais elementos e práticas sociais estão presentes em festas quilombolas? Como as práticas sociais podem contribuir para uma visão múltipla do turismo e na noção de Turismo das Origens? Em vista disso, o presente estudo tem como objetivo principal: analisar as práticas originais-ancestrais em festas quilombolas no norte do Tocantins e identificar sua interface no Turismo. Assim, foram estabelecidos os seguintes objetivos específicos: caracterizar as festas quilombolas, a comunidade e seus agentes; identificar as práticas originais-ancestrais das festas quilombolas; e investigar os elementos e estratégias da comunidade em festas no turismo. Nesse sentido, foram empregados métodos qualitativos e interdisciplinares, incluindo entrevistas e grupo focal, com base na pesquisa social, na Comunidade Quilombola Dona Juscelina, no norte do estado de Tocantins. Utilizou-se para a geração de dados, a análise multidimensional das práticas festivas e turísticas, as quais revelaram a profundidade desses encontros, que incorporam elementos simbólicos, rituais e interações sociais, proporcionando uma experiência turística imersiva na cultura quilombola. Além disso, as festas atuam como ferramentas educacionais, antirracistas e de conscientização social, desencadeando debates sobre temas amplos, como autogestão, reconhecimento cultural e justiça social. Observou-se que as festas quilombolas podem ser compreendidas como redes dinâmicas de reafirmação da autonomia e da organização comunitária, essenciais para as experiências turísticas na comunidade. Surge, portanto, a noção de Turismo das Origens que enfatiza o valor dos saberes e práticas quilombolas, em uma ruptura paradigmática com os modelos turísticos tradicionais ao valorizar os conhecimentos ancestrais questionando as estruturas de poder impostas pelo mercado turístico. O turismo das origens promove uma perspectiva nas múltiplas oportunidades de entender o Turismo, voltado às práticas das comunidades quilombolas, as quais são determinadas pelo protagonismo e pelos valores étnicos quilombolas. Destaca-se, por fim, a resistência das comunidades quilombolas frente a pressões econômicas, sociais e ambientais enfrentadas, onde o turismo seja capaz de se tornar uma ferramenta de fortalecimento social e coesão comunitária, consolidando uma abordagem que respeita e fortalece a identidade ancestral quilombola.
