Logo do repositório
Tudo no RIUFPA
Documentos
Contato
Sobre
Ajuda
  • Português do Brasil
  • English
  • Español
  • Français
Entrar
Esqueceu sua senha?
  1. Início
  2. Pesquisar por Assunto

Navegando por Assunto "Filme cinematográfico"

Filtrar resultados informando as primeiras letras
Agora exibindo 1 - 2 de 2
  • Resultados por página
  • Opções de Ordenação
  • Carregando...
    Imagem de Miniatura
    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Do cinema à educação: trânsitos musicais na concepção de videoaulas
    (Universidade Federal do Pará, 2016-06-16) SAMPAIO, Nilze de Sá; SOUZA, Erasmo Borges de; http://lattes.cnpq.br/5387951750537371; FREITAS JÚNIOR, Áureo Déo de; http://lattes.cnpq.br/9902320223569217
    Esta pesquisa teve como objetivo fazer o estudo da concepção musical de videoaulas a partir dos usos musicais do cinema, utilizando-se como referência principal os conhecimentos de Michel Chion, por meio das obras “A audiovisão” (2011) e “La música en el cine” (2014). Embasaram também este estudo, no que se refere: à estrutura da linguagem cinematográfica, Martin (2013) e Mascelli (2010); à semiótica discursiva, Barros (2005) e Souza (2015, 2008, 2006); à arte e educação, Duarte (2000); à educação a distância, Litto (2010), Santos, Fassbender e Evangelista (2015) e Moran (2002); à videoaula, Santos, Fassbender e Evangelista (2015), Moran (1995, 2009, 2015), Anderson e Dron (2011, tradução 2012), Mattar (2014), Filatro (2009), Silva (2015), Spanhol e Spanhol (2009), Vargas, Rocha e Freire (2007). A presente pesquisa se justificou pela mudança que vem ocorrendo no âmbito da educação, fortemente influenciada e dinamizada pelas tecnologias da informação e da comunicação, e ainda pela necessidade de unir a estética à educação, em busca de processos de ensino-aprendizagem que considerem as particularidades humanas, incluindo a dimensão do sentir nesse processo. Para a análise realizada foi utilizado o percurso gerativo de sentido, conforme a semiótica discursiva, e dois instrumentos criados pela pesquisadora que foram o Mapa sonoro/musical e a Lista sintética dos usos musicais. O Mapa sonoro/musical procurou identificar de um modo geral o discurso e questões didáticas, e de um modo específico, aspectos musicais como a questão das dominantes sonoras, dos usos musicais e dos pontos de utilização e sincronização da música na produção de sentido. Na Lista sintética dos usos musicais foram apresentados os usos musicais segundo Chion, a descrição e a exemplificação respectiva, inclusive com indicação de links na internet. Também para auxílio na análise foi definida uma tipologia de videoaulas em que foram identificadas semelhanças nas estruturas das videoaulas disponíveis na internet, chegando-se à seguinte classificação: videoaula informativa/ instrutiva, videoaula educativa modelo presencial e videoaula educativa com recursos de pós-produção. Mediante esses conhecimentos buscou-se esclarecer a questão de “Como a música pode ser utilizada na concepção de videoaulas, a partir dos seus usos no cinema?”. Percebeu-se após as análises que a presença da música varia conforme o tipo de videoaula e o seu momento de utilização. Assim, nas videoaulas com maior variedade de recursos discursivos, como os tipos videoaula informativa/ instrutiva e videoaula educativa com recursos de pós-produção, notou-se maior presença da música para a materialização do discurso. Inversamente, nas videoaulas com menor variedade desses recursos, notou-se uma menor presença musical, como no tipo videoaula educativa modelo presencial. Quando a música é pensada na concepção da videoaula, de um modo geral, também é maior sua possibilidade de uso do que quando trabalhada na videoaula já gravada. Esses são processos de trabalho distintos, mas que deverão ter em vista o uso da música para reiteração e materialização do discurso. Os usos musicais mais frequentes foram: continuidade e fluência do filme; representação simbólica; continuidade e descontinuidade dos planos sonoros; sincronização; temporalização da imagem; coestruturação e coirrigação; e movimentação das imagens. Diante do exposto, concluiu-se que a música é um recurso pedagógico, um componente discursivo da videoaula que pode ser utilizado para a sua coestruturação e para questões audiovisuais fundamentais, possibilitando uma educação estética.
  • Carregando...
    Imagem de Miniatura
    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    A música nos filmes "Um dia qualquer" e "Brutos inocentes" de Líbero Luxardo
    (Universidade Federal do Pará, 2016-07-08) ALONSO, Wagner de Lima; SILVA, Joel Cardoso da; http://lattes.cnpq.br/6918547599708778
    Nesta pesquisa, exploramos, com base nos filmes ficcionais Um dia qualquer e Brutos inocentes de Líbero Luxardo, ambos integrantes do chamado Ciclo Amazônico de sua produção de cineasta, as relações entre música instrumental e cena em sua síntese, naquilo que se pode afirmar não ser mais apenas imagem e tampouco música isoladas, mas um amálgama característico da linguagem cinematográfica, ou das expressões. Nesse estudo, que se inscreve na linha de pesquisa Trânsitos e estratégias epistemológicas em artes nas amazônias, pretendemos explicar o processo de criação cinematográfica de Líbero Luxardo ao utilizar a música nos filmes do Ciclo Amazônico referidos; contribuir para as pesquisas teórico-reflexivas sobre o cinema a partir da produção local; e colaborar para a difusão da relevância da música na constituição da linguagem cinematográfica. Dessa maneira, consideramos, neste trabalho, um filme como obra singular, dotada de autonomia, capaz de estabelecer um texto em que a leitura seja engendrada pelas características de sua narrativa e seus dados visuais e sonoros. Para realizar o estudo, não empregamos integralmente nenhuma proposta metodológica fundada em pré-concepções, antes utilizamos um modelo diverso, fundado na Filosofia que nos oferece uma abordagem do objeto denominada Fenomenologia, a qual julgamos mais adequada ao nosso trabalho, por valorizar um modo de tentar dizer o que as coisas são pela sua descrição enquanto fenômeno, por entender que o exterior e o interior das coisas coincidem, ou seja, que uma coisa é como ela é, de tal modo que, se desejarmos dizer o que algo seja, devemos percebê-lo, contatá-lo como fenômeno, como algo que se processa em nosso campo perceptivo e, a seguir, sem pré-noções, descrevê-lo. Essa abordagem norteará todas as etapas descritivas. Assim, nosso percurso na análise dos filmes foi direcionado pelo seguinte ciclo: identificação das sequências do filme nas quais há música instrumental incidental; descrição das imagens das sequências selecionadas; descrição da música das mesmas sequências; identificação das relações entre música e imagem; e, finalmente, comentários sobre as relações entre imagem e música em cada cena, relacionando-os, quando possível, com a bibliografia sobre o assunto. Também consideramos que os filmes de Luxardo devem ser tomados como obras inscritas numa história das formas e estilos cinematográficos, assim, na última etapa proposta, estabelecemos um diálogo das relações identificadas entre música e imagem de seus filmes estudados com algumas teorias existentes sobre o tema, e utilizamos como pressupostos teóricos, principalmente, Carrasco (2003), Chion (2011, 2015), Matos (2014), Radigales (2008), Tragtenberg (2008) e Xalabarder (2013), signatários da ideia de que música e cena em suas relações ampliam as possibilidades de significações e ressignificações na percepção do espectador. As teorias que subsidiaram a pesquisa foram obtidas por pesquisa bibliográfica em meios impressos e digitais. Com esse modelo, buscamos um equilíbrio entre o teor interpretativo dos comentários e o fornecimento de informações que possam torná-los verificáveis, estimulando o debate e a continuidade da construção desse conhecimento.
Logo do RepositórioLogo do Repositório
Nossas Redes:

DSpace software copyright © 2002-2026 LYRASIS

  • Configurações de Cookies
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
Brasão UFPA