Logo do repositório
Tudo no RIUFPA
Documentos
Contato
Sobre
Ajuda
  • Português do Brasil
  • English
  • Español
  • Français
Entrar
Novo usuário? Clique aqui para cadastrar. Esqueceu sua senha?
  1. Início
  2. Pesquisar por Assunto

Navegando por Assunto "Fish"

Filtrar resultados informando as primeiras letras
Agora exibindo 1 - 6 de 6
  • Resultados por página
  • Opções de Ordenação
  • Carregando...
    Imagem de Miniatura
    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Cytogenetic analysis of Baryancistrus xanthellus (Siluriformes: Loricariidae: Ancistrini), an ornamental fish endemic to the Xingu River, Brazil
    (Sociedade Brasileira de Ictiologia, 2016) MEDEIROS, Larissa Azevedo de; GURGEL, Eduardo Gentil Ginani; SOUSA, Leandro Melo de; PY-DANIEL, Lúcia Helena Rapp; FELDBERG, Eliana
    Baryancistrus xanthellus é uma espécie da tribo Ancistrini conhecida popularmente como "amarelinho" ou "cascudo pepita de ouro". É um dos peixes ornamentais mais populares e valorizados, devido aos padrões de cor. Também é uma espécie endêmica do rio Xingu, ocorrendo a partir da Volta Grande do Xingu, região onde a Usina Hidrelétrica de Belo Monte está sendo construída, até São Félix do Xingu. O presente estudo teve como objetivo caracterizar citogeneticamente B. xanthellus . Os resultados apontam para a manutenção do 2n=52, considerado a condição mais comum para a tribo, e região organizadora de nucléolo (RON) simples. O mapeamento do DNAr 18S confirmou a marcação da RON e o DNAr 5S foi localizado na posição intersticial de apenas um par cromossômico. A localização dos DNAr 18S e 5S em diferentes pares configura uma apomorfia em Loricariidae. Grandes blocos de heterocromatina estão presentes nos pares 1 e 10 e nas regiões equivalentes à RON e ao DNAr 5S. Os dados obtidos neste estudo corroboram a hipótese filogenética atualmente mais aceita para Ancistrini e demonstram evidências que o gênero Baryancistrus ocupa uma posição basal na tribo.
  • Carregando...
    Imagem de Miniatura
    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Desenvolvimento de métodos por CL-EM/Em e ocorrência de antimicrobianos em peixes de aquicultura
    (Universidade Federal do Pará, 2016-11-22) GUIDI, Letícia Rocha; GLÓRIA, Maria Beatriz de Abreu; http://lattes.cnpq.br/6895373188728113; SILVA, Luiza Helena Meller da; http://lattes.cnpq.br/2311121099883170
    O consumo de peixes no Brasil vem aumentando nos últimos anos, especialmente devido à divulgação de que a sua ingestão pode trazer inúmeros benefícios à saúde e também devido ao seu alto valor nutricional (proteínas de alto valor biológico, teor elevado de ácidos graxos ômega-3). A qualidade, a inocuidade e a segurança de peixes cultivados para alimentação humana constituem, portanto, tema de saúde pública e devem ser monitoradas. No Brasil, há uma carência de informações no que diz respeito ao uso de antimicrobianos destinados à aquicultura. Apesar de apenas dois antibióticos serem permitidos para uso em aquicultura no Brasil, existe uma grande diversidade de antibióticos que podem ser utilizados ilegalmente ou que podem chegar aos peixes devido a contaminações do meio ambiente, principalmente dos recursos hídricos. Este trabalho teve como objetivo geral desenvolver métodos de análise multirresíduos de antimicrobianos em músculo de peixe e avaliar a qualidade dos peixes cultivados nos Estados de Minas Gerais e do Pará no que diz respeito à presença destes resíduos. Além disso, foi realizada uma extensa revisão da literatura com relação aos métodos existentes de análise e à ocorrência de cloranfenicol (antibiótico banido) e anfenicóis em alimentos. Foi validado um método de screening por CL-EM/EM para análise de 40 antibióticos de seis classes diferentes (aminoglicosídeos, beta-lactâmicos, macrolídeos, quinolonas, sulfonamidas e tetraciclinas) em músculo de peixe. Apenas 15% das amostras (n=29) foram positivas para enrofloxacina. Um método quantitativo por CL-EM/EM de análise de quinolonas e tetraciclinas em músculo de peixe também foi otimizado e validado. A precisão, em termos de desvio padrão relativo, foi abaixo de 20% para todos os analitos e as recuperações variaram de 89,3% a 103,7%. CCα variou de 17,87 a 323,20 μg.kg-1 e CCβ variou de 20,75 a 346,40 μg.kg-1. No geral, as amostras de peixe analisadas apresentaram qualidade adequada quanto à presença de resíduos de antibióticos. Todas as 29 amostras positivas para enrofloxacina continham teores abaixo do Limite Máximo de Resíduo permitido pela legislação brasileira (100 μg.kg-1).
  • Carregando...
    Imagem de Miniatura
    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Estudo dos riscos e benefícios associados ao consumo de três espécies de peixes da Amazônia
    (Universidade Federal do Pará, 2019-09-20) GOMES, Luciana Cristina Mancio; LOURENÇO, Lúcia de Fátima Henriques; http://lattes.cnpq.br/7365554949786769
    A pesca é uma das atividades mais exploradas na Região Amazônica, o pescado é uma importante fonte proteica, no entanto, pode representar um dos principais veículos de contaminação devido uma grande capacidade de bioacumular substâncias em tecidos como músculo e órgãos, sendo considerados excelentes bioindicadores do seu habitat. O objetivo do presente trabalho foi estudar as espécies amazônicas, curimatã (Prochilodus nigricans), pescada-gó (Macrodon ancylodon), e piramutaba (Brachyplatystoma vaillantii) investigando os riscos ou benefícios associados ao consumo. No tecido muscular e fígado dos peixes em diferentes períodos sazonais (período chuvoso e seco) foram realizadas análises do perfil de aminoácidos e de ácidos graxos por cromatografia líquida e gasosa. A determinação de elementos essenciais (Cu, Fe, Mg, Na e Zn) foram quantificadas por espectrometria de emissão atômica com chama e os contaminantes, chumbo (Pb) e mercúrio (Hg) por espectrometria de absorção atômica com forno de grafite. A validação da metodologia foi realizada através do método de adição e recuperação. Os resultados obtidos no músculo e no fígado foram correlacionados com dados biométricos, hábito alimentar das espécies e os limites estabelecidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária para consumo humano. O cálculo do índice de ingestão semanal tolerável (PTWI) foi aplicado para os elementos tóxicos Pb e Hg em diferentes períodos sazonais. De acordo com os resultados, as espécies apresentaram ácidos graxos poliinsaturados oleico (n-9), linoléico (ômega-6) e araquidônico (ômega-6) no músculo, enquanto que, no fígado nas três espécies foram C18:0, C18:1ω9, C18:2ω6, C20:4ω6, C22:6ω3. Os teores totais de ácidos graxos saturados identificados foram superiores na piramutaba, os poliinsaturados na pescada-gó e os monoinsaturados no curimatã. Quanto ao perfil de aminoácidos dos filés detectou-se maior predominância a histidina, alanina e serina. As espécies estudadas apresentaram altos teores de ácidos graxos monoinsaturados e poli-insaturados. Os monoinsaturados apresentaram maiores teores na espécie curimatã e os poli-insaturados foram mais elevados na pescada-gó, ambos no músculo e no fígado. Em relação aos minerais, os teores de cálcio foram bastante expressivos entre as espécies nos diferentes períodos sazonais, sendo predominante no período de seca, enquanto que, Fe, Cu, Na e Zn apresentaram maiores teores na estação chuvosa. No fígado, no período chuvoso, os valores de Mg, Zn e Cu tiveram concentrações média em exemplares de curimatã. Enquanto que no período de seca os teores de Ca, Mg, Na e Zn obtiveram maior predominância entre as espécies. Quantos aos contaminantes, níveis de Pb foram superiores ao limite permitido pela legislação, apresentando comportamento significativo em relação à sazonalidade. O teor de Hg nas três espécies foi superior no período de chuva, a espécie curimatã alcançou maiores níveis no músculo. No fígado, os teores de Hg no período de chuva apresentaram-se acima do limite preconizado pela legislação. No período seco a espécie curimatã foi a que mais contribui com 131,79%, ultrapassando o limite semanal tolerável de consumo de Hg, sendo considerado impróprio. Segundo a estimativa de ingestão semanal de elementos tóxicos (PTWI) na estação chuvosa verificou-se limites aceitáveis entre os contaminantes, entretanto, no período seco, o curimatã foi a que mais contribui com 131,79%, ultrapassando o limite semanal tolerável de consumo de Hg. Esse estudo mostrou que é necessário o biomonitoramento constante das espécies comercializadas em Belém-PA e arredores que possam apresentar algum tipo contaminação por elementos tóxicos, evitando-se assim, possíveis reflexos e o comprometimento da saúde do homem e do processo reprodutivo dos peixes.
  • Carregando...
    Imagem de Miniatura
    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Length-weight relationship in ten fish species from the Nhamundá River, the Amazon Basin, Brazil
    (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, 2017-03) FREITAS, Tiago Magalhães da Silva; SOUZA, João Batista de Souza e; PRUDENTE, Bruno da Silveira; MONTAG, Luciano Fogaça de Assis
    Estudos acerca da relação peso-comprimento em peixes são importantes ferramentas para descrever diversos aspetos biológicos das espécies. Consequentemente, estes estudos são importantes em decorrência da necessidade de compreensão do ciclo de vida dos peixes. Sendo assim, este estudo visou estabelecer a relação peso-comprimento de dez espécies mais comuns de peixes na região do baixo Rio Nhamundá, afluente da margem esquerda do Rio Amazonas. A captura dos peixes foi realizada em janeiro de 2008, utilizando redes de emalhar. Foram analisados 807 indivíduos, pertencentes a dez espécies e três Ordens (Characiformes, Siruliformes e Clupeiformes). O coeficiente alométrico "b" variou de 2,680 à 3,698. A relação peso-comprimento é apresentada pela primeira vez para duas espécies: Anostomoides laticeps e Ageneiosus polystictus. Por fim, esse estudo enfatiza a importância de estudos de relação peso-comprimento de peixes na Amazônia e o uso de dados primários para fins conservacionistas.
  • Carregando...
    Imagem de Miniatura
    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Obtenção de filmes de colágeno de peixe para biomaterais: peixes da amazônia (Heros Severus e Cichla Temensis) e tilápia do nilo (Oreochromis Niloticus)
    (Universidade Federal do Pará, 2023-10-27) COELHO, Katherine Elice Paes Leão; LAMEIRA, Aladim Gomes; http://lattes.cnpq.br/7739057853603135; DIAS, Carmen Gilda Barroso Tavares; http://lattes.cnpq.br/2113791118142177
    Filmes de Colágeno derivados da pele de peixe vêm ganhando destaque na engenharia tecidual, com ênfase no grande número de pesquisas sobre as propriedades daqueles obtidos de Tilápia do Nilo - TN (Oreochromis niloticus). Paralelo a isso, a Bacia Amazônica apresenta inúmeras espécies de peixes, os quais ainda não foram abordados profundamente no campo da bioprospecção. Neste sentido, esta pesquisa buscou preparar e analisar filmes derivados de peles de peixes amazônicos, como o Tucunaré –açú - TA (Cichla Temensis) e o Acará-severo - AS (Heros Severus), comparando-os com o do peixe africano (TN). A partir dos resultados verificou-se que o de TN foi o de que se obteve maior rendimento de colágeno. As proteínas foram extraídas e purificadas para o preparo de soluções aquosas com álcool polivinílico. Os filmes obtidos por evaporação de solvente apresentaram os seguintes resultados de resistência à tração: 327 MPa para TN; 299 MPa para AS e 228 MPa para TA. Por microscopia eletrônica de varredura foi possível notar que a maior porosidade estava presente em filmes de TN, os quais receberam revestimento de esferas e nanofibras depositas a uma distância de 3 cm sob tenção de 6,3 KW geradas em fonte COCKCROFT – WALTON. Portanto, verificou-se que apesar de os polímeros de TA e AS apresentarem bons resultados, os filmes elaborados a partir de Tilápia foram os que melhor corroboraram com os de biomateriais de uso odontológico. Por fim, acredita-se que os de peixes amazônicos possibilitaram a reprodução de métodos já aplicados com veemência na literatura e podem vir a suprir as necessidades mercadológicas.
  • Carregando...
    Imagem de Miniatura
    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Rapid assessment of the ichthyofauna of the southern Guiana Shield tributaries of the Amazonas River in Pará, Brazil
    (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, 2020-03) DUTRA, Guilherme Moreira; FREITAS, Tiago Magalhães da Silva; PRUDENTE, Bruno da Silveira; SALVADOR, Gilberto Nepomuceno; LEÃO, Manuela Dopazo de Vasconcellos; PEIXOTO, Luiz Antônio Wanderley; MENDONÇA, Marina Barreira; NETTO-FERREIRA, André Luiz; SILVA, Fabio Roberto Ribeiro da; MONTAG, Luciano Fogaça de Assis; WOSIACKI, Wolmar Benjamin
    O Sistema de Drenagens do Norte do Pará abrange os afluentes da margem esquerda do Rio Amazonas, na região sul do Escudo das Guianas no estado do Pará, Brasil. Cinco das áreas estaduais protegidas da região são consideradas estratégicas para a conservação da biodiversidade. No presente estudo, nós acessamos a ictiofauna das cinco áreas de proteção estadual do Sistema de Drenagens do Norte do Pará. Sete expedições foram realizadas entre os meses de janeiro de 2008 e janeiro de 2009, amostrando trechos das bacias dos rios Cuminá, Cuminapanema, Curuá, Jari, Mapuera, Nhamundá e Paru. As expedições resultaram em 286 espécies pertencentes a 38 famílias e oito ordens, incluindo sete novos registros de peixes para o Brasil, seis deles também representando novos registros para a bacia Amazônica. Nossos resultados fornecem uma base sólida para futuros programas de pesquisa e conservação nas áreas de proteção da região.
Logo do RepositórioLogo do Repositório
Nossas Redes:

DSpace software copyright © 2002-2026 LYRASIS

  • Configurações de Cookies
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Entre em Contato
Brasão UFPA