Navegando por Assunto "Fitomassa"
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Dissertação Desconhecido Estoques e fluxos de carbono em plantações florestais jovens de Acacia mangium e Schizolobium parahyba var. Amazonicum na Amazônia Oriental(Universidade Federal do Pará, 2010) FREITAS, Jorge Fernando Barros de; VASCONCELOS, Steel Silva; http://lattes.cnpq.br/0719395243841543Plantações florestais são consideradas como alternativas de uso da terra para mitigação dos efeitos das mudanças climáticas, devido ao potencial de sequestro de carbono em espécies arbóreas. No entanto, há poucas informações sobre estoques e fluxos de carbono em espécies comumente usadas em plantações florestais, sobretudo na Amazônia. O objetivo deste estudo foi determinar o estoque de carbono na fitomassa e o efluxo de dióxido de carbono do solo em plantios de Acacia mangium Willd e Schizolobium parahyba var. amazonicum em diferentes espaçamentos. O estudo foi conduzido em Dom Eliseu, Pará, cujo clima apresenta temperatura média anual em torno de 25 ºC e precipitação anual de 2250 a 2500 mm; o solo predominante é Latossolo amarelo distrófico típico A moderado textura muito argilosa. Neste estudo foram selecionadas duas espécies (A. mangium e S. parahyba) em dois espaçamentos (4,0 m x 2,0 m e 4,0 m x 3,0 m), com duas repetições, totalizando 4 tratamentos e 8 parcelas, estudadas por um período de um ano, dos 2,5 aos 3,5 anos de idade. As parcelas mediram 48 m x 60 m. Mediram-se altura total, diâmetro à altura do peito, fluxo de CO2 do solo, e estimou-se o estoque de carbono na fitomassa acima do nível do solo. O efluxo de CO2 do solo nos plantios de A. mangium tiveram uma média global de 5,61 ± 1,30 Mg C ha-1 ano-1, e, em S. parahyba, a média global foi 7,07 ± 1,50 Mg C ha-1 ano-1. O acúmulo anual de carbono na fitomassa acima do solo nos plantios de A. mangium foi 16,41 ± 1,16 e 14,03 ± 0,82 Mg C ha-1 ano-1, no 4,0 x 2,0 m e 4,0 x 3,0 m, respectivamente. Em S. parahyba o acúmulo anual global foi 8,93 ± 1,87 Mg C ha-1 ano-1. O plantio de A. mangium acumulou mais carbono na fitomassa acima do solo em relação a S. parahyba, com efluxos anuais de CO2 menores em relação ao plantio de S. parahyba em ambos espaçamentos. Dessa forma, plantios de A. mangium, no espaçamento 4,0 x 2,0 m, são recomendados para projetos de sequestro de carbono. Entre os espaçamentos de plantio testados para S. parahyba, 4,0 x 3,0 m seria recomendado devido a mesma eficiência no sequestro de carbono em relação a 4,0 x 2,0 m, porém com menor requerimento de mudas. A continuidade no monitoramento nessas plantações florestais é fundamental para que conclusões mais definitivas sejam feitas a respeito da dinâmica do carbono.Dissertação Desconhecido Produção e características estruturais de capim-Tanzânia sob diferentes frequências de desfolhações em clima tropical Am(Universidade Federal do Pará, 2016-12-09) MACEDO, Vitor Hugo Maués; CÂNDIDO, Ebson Pereira; http://lattes.cnpq.br/3646672308700905; SILVA, Wilton Ladeira da; http://lattes.cnpq.br/1593390000423230; RÊGO, Aníbal Coutinho do; http://lattes.cnpq.br/4330113577933018Objetivou-se com o presente trabalho determinar o efeito de diferentes frequências de desfolhações (FD) de Panicum maximum cv. Tanzânia durante as estações climáticas (EC) chuvosa (ECH) e seca (ES) de 2015, na região amazônica, em clima tropical Am, sobre as características estruturais e de produção do capim. O delineamento utilizado foi em blocos casualizados com seis tratamentos correspondente as FD baseadas em seis intervalos fixos entre desfolhações: 14; 21; 28; 35; 42 e 49 dias, com cinco repetições, dispostas na forma de parcelas de 12 m2 a campo em esquema de parcelas subdivididas no tempo. Foram avaliados os padrões demográficos de perfilhamento (PDP), a densidade populacional de perfilhos (DPP), altura do dossel (AL), índice de área foliar (IAF), interceptação luminosa (IL), acúmulo total (ACT) de biomassa, e suas proporções em folha (PF), haste (PA) e material morto (PMM). A média das variáveis dos tratamentos dentro de cada EC foi submetida a análise de variância e o desdobramento da interação entre as diferentes FD e a EC (FD × EC) foram efetuados quando significativos pelo teste F. As médias foram analisadas por contrastes polinomiais ortogonais utilizando o procedimento PROC MIXED do software SAS. A DPP, AL, IL, IAF e ACT tiveram interação (P < 0,05) entre as FD e as EC. A DPP diminuiu linearmente (P < 0,0001) de 891 para 560 perfilhos/m² na ECH, e de 533 para 369 perfilhos/m² na ES, da FD de 14 para a de 49 dias, respectivamente. A AL apresentou ajuste linear (P < 0,0001) caracterizado pelo aumento do seu valor com a diminuição das FD. O aumento da AL variou de 58,72 a 117,42 cm com a redução da FD durante a ECH. Devido a menor disponibilidade hídrica na ES, a AL teve uma pequena variação de 37,69 para 49,03 cm, caracterizada por um ajuste quadrático (P = 0,0002). Tanto o IAF quanto a IL, na ECH, apresentaram efeito quadrático (P < 0,05) com aumento de 3,60 para 6,05 e de 90,85% para 98,30% nas FD de 14 a 49 dias, respectivamente. O ACT, que representa a soma dos ciclos dentro de cada EC apresentou ajuste quadrático (P = 0,0028) na ECH com maiores valores para as FD de 14 e 21 dias, e ajuste quadrático (P < 0,0001) na ES. Na estação chuvosa recomenda-se frequências de desfolhações por volta de 21 dias, correspondente à interceptação de luz de 95% e altura média do dossel em 71 cm. Na estação seca, recomenda-se menores frequências de desfolhações como a cada 49 dias, devido ao alto acúmulo de forragem em relação as outras frequências no período seco.
