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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Análise da contribuição da pecuária bovina nas mudanças de uso da terra: uma abordagem multiescala no estado do Pará.
    (Universidade Federal do Pará, 2021-02-19) THALÊS, Marcelo Cordeiro; RUIVO, Maria de Lourdes Pinheiro; http://lattes.cnpq.br/9419564604488031; https://orcid.org/0000-0002-6222-5534
    A Amazônia brasileira passou por vários ciclos econômicos, vinculados a exploração dos recursos naturais e integrados ao mercado mundial, os quais se intensificaram a partir da década de 1960 e mais recentemente com a expansão do agronegócio. Nesse processo de construção territorial, as mudanças de uso da terra ocorreram de forma heterogênea no espaço e no tempo, com mecanismos atuando em diferentes escalas. O objetivo desta pesquisa é analisar as mudanças de uso da terra e a contribuição da pecuária bovina no processo de construção territorial com a proposição de métodos e indicadores de monitoramento em diferentes escalas, do regional ao local, que colaborem na gestão territorial. No estado do Pará foi elaborada uma cartografia diacrônica das frentes pioneiras que permitiu representar e delimitar os contrastes regionais em regiões pioneiras. Posteriormente, essas frentes pioneiras foram relacionadas à dinâmica dos desmatamentos, por períodos, entre 2002 a 2017, o que possibilitou qualificar os territórios em consolidados, voltados à intensificação agropecuária ou em expansão, usados como estratégia de ocupação, além daqueles livres de desmatamento. No município de Paragominas, localizado em um território em consolidação, a dinâmica da paisagem foi analisada ao se sobrepor os mapas de uso da terra com os de aptidão do solo e distanciamento das rodovias principais e, ao final, propõem-se um modelo de restauração da paisagem. A dinâmica da paisagem pode ser representada em dois sistemas de uso da terra: o primeiro, baseado na expansão das pastagens nos vales arenosos e, o segundo, na agricultura mecanizada que atualmente se expande nos planaltos argilosos. Desses dois sistemas foram extraídas três lições para ajudar no processo de restauração da paisagem. A primeira aponta que a intensificação do uso da terra aumenta a pressão sobre as florestas, principalmente nas áreas mais adequadas; a segunda indica que a intensificação do uso da terra libera áreas não adequadas à mecanização que podem ser utilizadas para restauração florestal; a terceira, por sua vez, é uma governança local que poderia definir políticas espacialmente explícitas capazes de conduzir a uma transição da paisagem. Em áreas amostrais, no sudeste paraense, foram coletados os pontos de observação com a descrição visual das características das pastagens, as quais possibilitaram a construção de uma tipologia associada a processos de degradação das pastagens. Ao relacionar essa tipologia das pastagens aos índices da vegetação (NDVI, EVI-2, NDII-5, NDII-7), extraídos das imagens Landsat 7 (ETM+), observa-se que nas pastagens bem formadas ao se reduzir os percentuais de cobertura verde e de altura houve uma redução nos índices de vegetação. Nas pastagens degradadas e em degradação houve certa imprecisão em relação às pastagens bem formadas. As pastagens degradadas ou em degradação biológica foram melhor identificadas, mas apresentaram imprecisão em relação as pastagens bem formadas com baixa cobertura verde, enquanto as pastagens degradadas ou em degradação agrícola se confundiram com as pastagens bem formadas com alto a médio percentual de cobertura verde. Essa abordagem tem potencial para ser utilizada no monitoramento das áreas de pastagens, mas necessita ser aprimorada. As análises em diferentes escalas refletem a importância da compreensão das mudanças de uso da terra no processo de construção territorial cujo objetivo principal é de transformar esse conhecimento em um instrumento de fácil entendimento e de apoio às tomadas de decisão.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Cura ou conservação: um dilema socioambiental na formação continuada de professores da educação
    (Universidade Federal do Pará, 2017-04-10) BARBOSA, Lidiane Amaral; RAPOSO, Elinete Oliveira; http://lattes.cnpq.br/6737474841439654; https://orcid.org/ 0000-0001-8995-0296; FREITAS, Nádia Magalhães da Silva; http://lattes.cnpq.br/2982253212145468; https://orcid.org/0000-0003-0042-8640
    Alterações climáticas, desertificação, desmatamento, queimadas, extinção de espécies da fauna e da flora, são algumas das questões que marcam a crise ambiental e, deste cenário, emergem alguns questionamentos, tais como a racionalidade do pensamento da atual civilização, o homem como centralidade do universo, os valores de dominação da natureza, o processo incontrolável e insustentável de produção, o reforço à cultura do consumo, a constituição de um mundo economizado. É nesse contexto, que se apresentam os desafios socioambientais contemporâneos, a saber: qualidade socioambiental e a sustentabilidade das cidades, mitigação e enfrentamento da mudança climática, gestão da água e dos resíduos sólidos, gestão das florestas, demanda crescente e alternativas energéticas, entre outros. O significado aqui atribuído ao termo desafio diz respeito às possibilidades de superação dos agravos que importam em insustentabilidade. Este trabalho trata o que hoje representa um dos desafios socioambientais contemporâneos – a floresta. Assim, a pesquisa foi conduzida pela seguinte questão: como professores, em processo de formação continuada, fundamentam sua tomada de decisão frente a um dilema socioambiental envolvendo o tema floresta? A pesquisa apresentou abordagem qualitativa, e se deu no contexto de um processo de formação continuada de professores da educação básica, que tinha como objetivo problematizar os recentes desafios socioambientais. As análises apresentadas referiram-se aos dados secundários produzidos em uma das atividades formativas, precisamente de um estudo de caso (fictício, mas verossímil) intitulado “Cura ou conservação: as questões de saúde humana e o ecossistema”, que envolvia um dilema socioambiental, o qual envolvia a extração de um bioativo antitumoral (paclitaxel – nome comercial taxol), encontrado no Taxus brevifolia, presente curiosamente em terras indígenas da Amazônia, o que implicaria na depleção desta espécie florestal. Os posicionamentos dos professores, em linhas gerais, manifestaram a integração de conhecimentos de duas áreas: ciências naturais e ciências sociais, aproximando-as. E, os professores chamaram atenção, em certa medida, para a necessidade de abolir o fosso existente entre essas duas áreas, constituindo-se movimento de quebra de paradigma e de diálogos entre disciplinas. Os professores consideraram aspectos como identidade, cultura e conhecimentos tradicionais, esquivando-se de posicionamentos que exorcizam a alteridade e a soberania dos conhecimentos científicos, em relação aos demais. As questões socioambientais mostramse de difícil abordagem, dado o seu caráter complexo. Assim, pensar a floresta, notadamente a Amazônica, requer abordagem diferenciada, ao consideramos sua natureza multidiversa e, assim, o fizeram os professores, ao apresentarem seus posicionamentos. Evocaram aspectos para além da sua formação específica, integrando conhecimentos, em uma autêntica atitude interdisciplinar na consideração do dilema socioambiental proposto na formação. As discussões dos professores foram legítimas, seus posicionamentos pertinentes e mostraram-se atuais, ao considerarmos as preocupações que incidem no campo socioambiental.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Dinâmica da cobertura florestal a partir de análises realizadas em áreas de extração seletiva de madeira no Estado do Pará
    (Universidade Federal do Pará, 2023-09-29) ROCHA, Nívia Cristina Vieira; GALBRAITH, David; http://lattes.cnpq.br/2145475131329843; ADAMI, Marcos; http://lattes.cnpq.br/7484071887086439; https://orcid.org/0000-0003-4247-4477
    A exploração seletiva de madeira na região amazônica é uma atividade que possui relevância nos aspectos sociais, econômicos e ambientais. Em muitos dos casos esta é uma atividade considerada de baixo impacto ambiental nas florestas quando comparada ao desmatamento. Esta pesquisa avaliou a abertura do dossel em áreas de floresta explorada com impacto reduzido na Amazônia Oriental ao longo de diferentes anos. Nestas áreas foi realizado um monitoramento detalhado usando tanto imagens hemisféricas como imagens orbitais para avaliar a persistência dos impactos ao longo do tempo. As fotografias hemisféricas foram utilizadas para medir a abertura do dossel e fornecer uma avaliação de alta resolução das áreas exploradas. Este estudo também utilizou imagens obtidas pelos satélites Landsat, Sentinel e Planet. Nestas imagens orbitais foi aplicado o Modelo Linear de Mistura Espectral e realce para detectar impactos na abertura do dossel causados pela exploração seletiva de madeira. As imagens hemisféricas revelaram que mesmo 17 anos após o término da exploração madeireira, os impactos causados pela exploração seletiva ainda foram identificados. Já as imagens orbitais permitiram identificar a exploração em diferentes intervalos de tempo de acordo com a resolução de cada uma delas. A partir dos resultados, este estudo destaca a importância do uso combinado de imagens hemisféricas e imagens de satélite para monitorar os efeitos da exploração seletiva de madeira ao longo do tempo na Amazônia. Isso permite uma compreensão mais abrangente da dinâmica florestal, a persistência dos impactos e a importância do monitoramento contínuo das áreas de exploração para avaliar os efeitos em longo prazo e adotar estratégias de manejo sustentável.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Dinâmica da paisagem na porção norte da Ilha do Bananal-TO e adjacências ao longo do Quaternário tardio.
    (Universidade Federal do Pará, 2019-08-30) MENDES, Laís Aguiar da Silva; COSTA, Marcondes Lima da; http://lattes.cnpq.br/1639498384851302
    Estudos paleoclimáticos e paleoambientais visam entender os processos de evolução de paisagens globais, contribuindo para reconstituição das paisagens quaternárias e das mudanças climáticas e ambientais a que foram submetidas ao longo deste período da história geológica da Terra. Alguns estudos na Amazônia, mas, principalmente aqueles realizados em regiões mais sensíveis, como os ecótonos e wetlands, mostram que estas áreas sofreram várias mudanças paleoecológicas durante o Pleistoceno e Holoceno. O presente estudo foi realizado na região da Ilha do Bananal situada em uma área de transição entre os biomas amazônicos e cerrado. A Ilha do Bananal considerada por diversos autores como a maior ilha fluvial do mundo, ocupa uma área de cerca de 20.000 km2 e está situada entre o curso médio do rio Araguaia e o seu afluente pela margem direita, o rio Javaés, no Estado do Tocantins. A porção norte da ilha, se destaca por um complexo mosaico de feições geomorfológicas (diques marginais, meandros abandonados, paleocanais e lagos) e geobotânicas contrastantes (florestas e savanas), que refletem a intensa atividade hidrodinâmica nesta região. Sazonalmente ela é inundada pelas águas pluviais e pela elevação do lençol freático, por isso, é considerada uma seasonal wetland. O objetivo deste trabalho foi entender a dinâmica dessa paisagem, com base no estudo da composição mineralógica e química dos solos e sedimentos e na composição palinológica de sedimentos lacustres dessa região. Dessa forma, foram coletadas amostras de barrancos expostos nas margens dos rios Javaés e Araguaia, de barras arenosas e sedimentos lacustres. Os solos e sedimentos foram analisados quanto à sua mineralogia por Difração de Raios- X e química por ICP-MS. Os testemunhos de sedimentos coletados em 2 lagos distintos, um localizado no interior da porção norte da Ilha do Bananal (Lago Quatro Veados) e o outro situado nos arredores do Rio Javaés (Lago da Mata Verde) foram analisados quanto ao seu conteúdo palinológico e datados por AMS 14C. Os resultados desta pesquisa estão apresentados em 3 artigos: o primeiro trata sobre a mineralogia e geoquímica dos solos e sedimentos da Ilha do Bananal, das barras e barrancos ao longo do Rio Javaés. Discorre, portanto, sobre a natureza diversificada dos minerais e elementos químicos que compõem os estratos e horizontes dessas coberturas superficiais, apontando proveniência geológica, bem como os processos geoquímicos envolvidos na dinâmica atual e pretérita dessa paisagem. O segundo artigo apresenta a dinâmica da vegetação ao longo dos últimos 2000 anos AP no interior da Ilha do Bananal e discute sua relação com as condições climáticas e edáficas locais. O terceiro artigo, por sua vez, descreve a sucessão vegetal ocorrida nos últimos 400 anos AP, com base no registro polínico de sedimentos de um lago situado nos arredores da Ilha do Bananal, bem como, analisa o espectro polínico moderno na região. Os resultados obtidos através do presente trabalho apresentam uma paisagem altamente diversificada quanto as suas geoformas, coberturas sedimentares e pedogenéticas e aspectos geobotânicos resultante dos diversos momentos de sua história geológica e que mesmo atualmente se mostra dinâmica e intrigante. Os solos e sedimentos dessa paisagem são variados quanto as suas texturas (sequencias de materiais arenosos e argilosos) e composições mineralógicas e químicas onde minerais primários e derivados de variados graus de intemperismo químico coexistem em um mesmo perfil, evidenciando momentos de condições climáticas contrastantes. Mesmo, atualmente é possível observar in loco ambientes com dinâmicas variáveis (erosivas, sedimentares, pedogenéticas, etc.), bem como, processos geoquímicos diversos, tais como, aqueles de oxidação das barras e barrancos arenosos e também os processos redutivos dessas areias ferruginizadas (por vezes, confundidas equivocadamente com perfis lateríticos), devido o contato com os ácidos orgânicos produzidos pela cobertura florestada e condições hidromórficas as quais são submetidas. Com relação às mudanças na vegetação ao longo do Holoceno tardio, observou-se um controle climático, mas, sobretudo edáfico, uma vez que, essa área é sazonalmente alagada, fato este favorecido pela natureza argilosa dos horizontes superficiais dos solos, das altas taxas de pluviosidade como estação chuvosa prolongada (em média 6 meses) e da extensivamente planura do terreno. Assim, fatores como a duração das inundações e das condições de hidromorfismo decorrentes são responsáveis por controlar a instalação de florestas e/ou savanas que caracterizam a região. Dessa maneira, a regência de um clima mais seco com o encurtamento das estações chuvosas que causa a elevação do lençol freático pode representar condições favoráveis ao desenvolvimento e avanço da floresta. Por outro lado, um clima mais úmido com estações chuvosas mais prolongadas causaria inundações, abrangendo áreas maiores e os solos permaneceriam saturados por períodos mais longos, fato este que desfavorece o avanço da floresta e possibilita a manutenção ou mesmo expansão das savanas, especialmente aquelas dominadas por gramíneas sobre a região. No entanto, como já mencionado, as condições climáticas nessa região, controlam a expansão das formações florestais, porém, não são os únicos fatores protagonistas nesse processo, uma vez que, a presença da wetland decorrente da topografia baixa e plana, dos solos argilosos e da saturação dos solos e sedimentos se constitui um impedimento efetivo para instalação de florestas. Outro fator responsável pela substituição da floresta de galeria por savana arbórea, por exemplo, é o abandono de canais, fato observado atualmente na região, onde é possível trilhar por dentro desses antigos leitos dos rios, muitos desses locais já enriquecidos em espécies como a Curatella americana e Byrsonima sp entre outras. A Ilha do Bananal que se insere geologicamente no contexto da Bacia do Bananal e é banhada por umas das maiores bacias hidrográficas do território brasileiro (Araguaia-Tocantins), configura-se como uma paisagem extremamente importante para a compreensão do dinâmica das wetlands e também das áreas de ecótonos floresta-savana, durante o Quaternário, enquadrando-se nas duas situações. A parte norte da ilha onde foi desenvolvida esta pesquisa ainda carece de estudos. Entretanto, de um modo geral, esta pesquisa trouxe contribuições para entender a dinâmica funcional dessa paisagem frente as mudanças climáticas e ambientais ocorridas na região, bem como para ampliar o conhecimento sobre as paisagens de transição entre a floresta amazônica e as savanas, cujo conhecimento paleoambiental ainda é restrito.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Impacto da concessão florestal na geração de emprego local: caso de Itapuã do Oeste, Rondônia
    (Universidade Federal do Pará, 2018-03-21) RIBEIRO, Jime Rodrigues; AZEVEDO-RAMOS, Claudia; http://lattes.cnpq.br/1968630321407619
    Nos trópicos úmidos, o sistema de concessões florestais tem se tornado o principal mecanismo de acesso aos recursos florestais públicos. No Brasil a concessão florestal foi inaugurada como política pública em 2006, por meio da Lei nº 11.284 de 2 de março, também conhecida como Lei de Gestão de Florestas Públicas, e teve como um de seus pressupostos a geração de emprego em áreas de florestas remotas da Amazônia. A fim de aferir se este impacto tem sido efetivo no entorno das primeiras áreas de concessão florestal no país, utilizou-se o munícipio de Itapuã do Oeste (Rondônia) como estudo de caso. O impacto da política pública foi verificado por meio da técnica de Controle Sintético para o intervalo de 2002 a 2015. O impacto na geração de empregos florestais foi sentido a partir de 2014, quatro anos após o início da operação das concessões e se mostrou relacionado a fatores conjunturais, como o surgimento de novas áreas de concessões em Rondônia, alterações contratuais via resolução federal e cumprimento de exigência de qualificação de mão de obra local pelos concessionários. O munícipio de Itapuã do Oeste se beneficioucom aumento de empregos por concentrar o beneficiamento da madeira e receber a demanda de mão de obra provocada por outros munícipios com concessão florestal, mas sem a mesma estrutura. Sob esse prisma, o planejamento das concessões florestais na Amazônia precisaria obedecer uma ótica regional e em sintonia com planos nacionais e estaduais de desenvolvimento que transbordam a esfera dos entes ambientais que hoje gerem as concessões.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Interações entre nuvens, chuvas e a biosfera na Amazônia
    (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, 2005-06) DIAS, Maria Assunção Faus da Silva; COHEN, Júlia Clarinda Paiva; GANDU, Adilson Wagner
    Apresenta-se uma revisão dos resultados já obtidos no Projeto LBA, na componente de Física do Clima, referente ao efeito da interação entre a biosfera e a formação de nuvens e de chuva em diferentes estações do ano e regiões da Bacia Amazônica. O efeito do desmatamento e das queimadas na atmosfera é abordado assim como mecanismos atmosféricos que foram caracterizados a partir das diversas campanhas do projeto LBA. Uma visão da complexidade das interações e do progresso que tem sido feito com base nos dados colhidos é apresentada.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Método de inversão para a obtenção dos parâmetros elétricos do solo para região amazônica baseado em medições e usando equações parabólicas
    (Universidade Federal do Pará, 2015-08-20) OLIVEIRA, Romulo Augusto Nascimento de; MAGNO, Fátima Nazaré Baraúna; http://lattes.cnpq.br/8466611553866661; CAVALCANTE, Gervásio Protásio dos Santos; http://lattes.cnpq.br/2265948982068382
    Nos últimos anos, devido ao rápido desenvolvimento das tecnologias de rádio acesso digital, tais como a TV Digital e a radiodifusão sonora digital, acompanhado por uma forte demanda por estes tipos de serviço, tornou-se de grande importância o estudo do comportamento do campo elétrico gerado pelas emissoras que usarão estas tecnologias, bem como o conhecimento dos parâmetros elétricos envolvidos, os quais são fundamentais na determinação da área de cobertura das emissoras. Este trabalho apresenta uma metodologia de inversão através dos mínimos quadrados ponderados para a obtenção dos parâmetros elétricos equivalentes da vegetação e solo de uma região florestal típica amazônica usando o modelo baseado no formalismo das equações parabólicas para calcular a intensidade de campo elétrico recebido por um receptor móvel contido nesta região. Para validação desta metodologia, foram realizadas campanhas de medições em Benfica, Marituba e Barcarena, no Estado do Pará. Em Benfica e em Marituba foi usada à frequência de 900 MHz e em Barcarena foi utilizada a frequência de 1,8 GHz. Para os três municípios, o sistema de medição consistiu de um laboratório fixo e de uma estação móvel que foi montada para medir e armazenar os valores instantâneos da potência do sinal recebido. As medidas foram comparadas com simulações computacionais, e assim, foi possível estimar os valores ótimos para a condutividade elétrica e permissividade relativa tanto da vegetação cortada pelas rodovias de acesso às cidades, quanto do solo das rodovias através da metodologia de inversão. Foi realizada, também, uma análise quantitativa destes parâmetros com os valores encontrados na literatura, que demonstrou a eficácia da metodologia de inversão proposta. Finalizando, este trabalho apresenta os resultados obtidos com o método de inversão para um ambiente rural localizado na região central do Brasil, onde se verificou que os valores estimados para a condutividade elétrica do solo foram bem próximos dos apresentados em recentes estudos realizados para a região.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Mulheres, saberes práticos, relações de gênero e a floresta
    (Universidade Federal do Pará, 2014-06) SILVA, Rubens Elias da; BONFIM, Fernanda da Silva; SOUZA, Rogério Ribeiro de
    Este artigo discute o papel das mulheres coletoras de sementes na construção de saberes práticos a partir do contato cotidiano com a floresta, tendo como démarche as relações de gênero como ponto nodal para a reconstrução das divisões social e sexual do trabalho. O locus da pesquisa é a comunidade do Maguari, localizada no interior da Floresta Nacional do Tapajós, no município de Belterra, oeste do Pará. As coletoras de sementes desempenham o papel de apreender, dominar e usufruir os recursos disponíveis na floresta. Esse papel efetiva-se num saber-fazer transmitido ao longo de gerações de mulheres coletoras, pois o contato estreito com a floresta define uma a identidade do grupo social e lhes confere sentido de ser e existir. A propriedade comunitária da floresta – segundo nossa observação em campo – passa a ser constituída através de relações sociais de cooperação entre mateiros e coletoras de sementes. Essa associação é fundamental para que o trabalho de coleta se efetive e possa oferecer a entrada de capital necessário para a reprodução social e, também, assegure a permanência de populações vivendo dentro da floresta. A partir do que foi visto em campo, as diferenciações existentes nas relações de gênero emergem no sentido prático de tornar exequível as tarefas de trabalho dentro da floresta, eclodindo em estratégias sociais eficientes de cooperação entre gêneros, refletindo na prática reflexões discutidas pelo ecofeminismo.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Riqueza e dinâmica espaço-temporal de minhocas (Annelida, Oligochaeta) em um fragmento florestal.
    (Universidade Federal do Pará, 2019-07-02) BECKMAN, Ruana Aretha Farias Santiago; LAVELLE, Patrick Marie; http://lattes.cnpq.br/5850683517396587; MARTINS, Marlúcia Bonifácio; http://lattes.cnpq.br/8882047165338427
    A riqueza, distribuição e abundância das espécies de Oligochaeta foram analisadas em relação aos parâmetros ambientais (precipitação interna da floresta, quantidade de serapilheira, textura, pH e umidade do solo) durante 15 meses em uma área localizada na região periurbana do município de Belém, estado do Pará, Brasil, que pertence à empresa estatal da Embrapa Amazônia Oriental com uma área de reserva que corresponde a 2.706 hectares. Neste estudo foram encontradas oito espécies: Pontoscolex corethrurus, Müller 1857, quatro espécies ainda não descritas e outras 3 não determinadas devido à falta de caracteres necessários para identificação. A riqueza de espécies encontrada foi aproximadamente similar a outros sítios florestais da Amazonia, no entanto, a maioria das espécies ocorreu em baixa abundância e com distribuição esparsa. Também foi observada baixa diversidade funcional com todas as espécies pertencentes à categoria ecológica endogéicas. No estudo, a espécie predominante foi a Pontoscolex corethrurus, que representou 96,94% da densidade total, enquanto as demais somaram 3,06%. P. corethrurus foi dominante em todos os pontos e em todos os períodos de coleta. Por esse motivo, foi a única espécie estudada em relação aos atributos do solo e do clima. Neste estudo, sua abundância respondeu significativamente à precipitação interna, enquanto que a quantidade de serapilheira, textura do solo, pH e umidade do solo não apresentaram efeitos consideráveis. A demografia mostrou que esta é uma espécie de Oligochaeta que pode permanecer no solo o ano todo. A espécie também mantém o desenvolvimento contínuo da população com seus casulos produzidos em três meses do ano. Embora o número de espécies detectadas não tenha mostrado redução drástica, a alta dominância de P. corethrurus, a baixa diversidade funcional, a raridade e dispersão das distribuições espaçotemporais de espécies nativas oferecem indicações claras de perda de biodiversidade na fauna do solo neste remanescente florestal. Possivelmente isso é acompanhado pela perda das funções do ecossistema do solo, como consequência do isolamento e da urbanização circundante.
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