Logo do repositório
Tudo no RIUFPA
Documentos
Contato
Sobre
Ajuda
  • Português do Brasil
  • English
  • Español
  • Français
Entrar
Novo usuário? Clique aqui para cadastrar. Esqueceu sua senha?
  1. Início
  2. Pesquisar por Assunto

Navegando por Assunto "Florestas"

Filtrar resultados informando as primeiras letras
Agora exibindo 1 - 10 de 21
  • Resultados por página
  • Opções de Ordenação
  • Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Abundância e diversidade de palmeiras no Distrito Florestal Sustentável da rodovia BR-163, Pará, Brasil
    (2011-09) SALM, Rodolfo Aureliano; JARDIM, Mário Augusto Gonçalves; ALBERNAZ, Ana Luisa Kerti Mangabeira
    A abundância e a diversidade de espécies, bem como a relação com a estrutura da floresta foram investigadas no Distrito Florestal Sustentável (DFS) da rodovia BR-163. Foram estabelecidas 40 parcelas de 0,04 ha (20 × 20 m) em uma mata prístina no Parque Nacional (PARNA) da Amazônia e 40 parcelas semelhantes em uma área submetida à exploração madeireira na Floresta Nacional do Tapajós. Em cada parcela, as árvores com DAP ≥ 10 cm foram medidas e as palmeiras adultas identificadas e contadas. Foi verificado que, apesar da floresta explorada da FLONA do Tapajós ser estruturalmente mais aberta que a mata do PARNA, apresenta menor quantidade e menor diversidade de espécies, provavelmente devido às limitações da dispersão de frutos e sementes e pela recente exploração madeireira. Conclui-se que, o potencial de exploração das palmeiras em matas nativas de terra firme da região é limitado pela escassez natural das espécies de maior potencial econômico, contudo, poderia ser ampliado com o plantio de espécies economicamente úteis.
  • Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    O amálgama floresta e agricultura na Reserva Extrativista Arióca Pruanã
    (2013-06) SILVA JUNIOR, Amintas Lopes da; SANTOS, Sônia Maria Simões Barbosa Magalhães; SABLAYROLLES, Maria das Graças Pires
    O presente estudo aborda o papel dos sítios e terreiros enquanto interface entre agricultura e extrativismo na Reserva Extrativista Arióca Pruanã, em Oeiras do Pará. A agricultura depende da floresta e a reconfigura em capoeiras e sítios, assim como a floresta se insinua nos terreiros à medida que espécies vegetais silvestres são aí introduzidas por mãos humanas. O resultado deste manejo é o agroflorestamento da paisagem, face visível do amálgama entre agricultura e floresta, base da reprodução da vida ribeirinha.
  • DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Análise da autonomia das populações tradicionais no manejo comunitário de recursos florestais madeireiros em unidade de conservação da Amazônia
    (Universidade Federal do Pará, 2017-04-25) PACHECO, Jéssica dos Santos; AZEVEDO-RAMOS, Claudia; http://lattes.cnpq.br/1968630321407619
    O presente estudo buscou analisar o grau de autonomia das populações tradicionais no manejo florestal comunitário (MFC) em unidades de conservação (UC) federais da Amazônia brasileira. Para tal, avaliou-se (1) a percepção de stakeholders em duas UCs e (2) os instrumentos legais e infralegais que pudessem influenciar esta autonomia. No total, 111 stakeholders da RESEX Verde Para Sempre (VpS) e da Floresta Nacional do Tapajós (FLONA Tapajós) foram entrevistados entre os segmentos Governo, Comunidade e Organizações Parceiras. A percepção foi avaliada por análise de SWOT e questionários de satisfação com escala de Likert de 5 níveis. Documentos relevantes sobre o MFC empregado nas UCs (atas, relatórios, diagnósticos, entre outros) foram também avaliados. Tomadores de Decisão dos principais órgãos ambientais federais em Brasília também foram entrevistados. Os resultados demonstraram que a dependência de autorizações anuais do ICMBio e de procedimentos administrativos do MFC, interferem diretamente na autonomia das populações tradicionais, embora sejam de obrigações exclusivas do órgão ambiental. Nas iniciativas de MFC estudadas, houve relativa satisfação sobre a autonomia das populações tradicionais. Contudo, a interferência do Estado ocorreu em ambos os casos. Na FLONA Tapajós, a estrutura administrativa estatal tem afetado a liberdade comunitária para definir suas escolhas produtivas, principalmente, pela desatualização do plano de manejo da UC. Na RESEX VpS, a autonomia para organizar e administrar a produção no manejo florestal tem sofrido interferência, tanto devido à sua dependência financeira de organizações parceiras, como ao tempo de liberação de licença para manejar. Os instrumentos legais e infralegais do MFC em UC são os principais indutores desse cenário. Constatou-se que estes são constituídos por regras de dimensões territoriais, procedimentais e técnicas, que, em maior ou menor nível, interferem na autonomia comunitária na gestão do recurso florestal, no processo de obtenção da licença do MFC, e nas técnicas exigidas na atividade. O não cumprimento da determinação legal de criação de disposições diferenciadas de PMFS voltado para comunitário tem condicionado as comunidades tradicionais a exigências técnicas padronizadas, em detrimento do reconhecimento constitucional e legal de seus costumes como fonte de direito. Algumas mudanças prioritárias nos regulamentos foram identificadas e propostas neste estudo. Concluiu-se que a simplificação de alguns instrumentos poderia aumentar o grau de autonomia no MFC madeireiro permitindo a sua multiplicação na região Amazônica, assegurando, ao mesmo tempo, um controle equilibrado e eficaz pelo Estado sobre as florestas públicas em propriedade comum.
  • DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Análise do desflorestamento nos municípios do estado do Pará entre os anos de 2000 a 2009 e a importância das áreas protegidas na contenção do desflorestamento
    (Universidade Federal do Pará, 2012-10-26) MONTEIRO, Elivelton Ferreira; FERREIRA, Leandro Valle; http://lattes.cnpq.br/8103998556619871
    Esta dissertação tem por objetivo mostrar o processo de desflorestamento nos municípios do estado do Pará entre os anos de 2000 a 2009 e a importância das Unidades de Conservação e Terras Indígenas na contenção do mesmo. A área de estudo se constitui do estado do Pará que apresenta uma área de 1.247.690 Km², e seus 143 municípios. Os dados foram coletados no INPE no Projeto de Monitoramento da Floresta Amazônica Brasileira por Satélite – PRODES. O tratamento e análise dos dados vetoriais foram realizados por meio do software ArcView 3.3. O desflorestamento acumulado, até o ano de 2009, no estado do Pará é de cerca de 19,6%. Já a cobertura florestal remanescente é de cerca de 65%. O desflorestamento se apresenta de forma diferenciada no estado do Pará, concentrando-se principalmente nas regiões nordeste e sudeste do Estado, e também ao longo das principais rodovias. A proporção do desflorestamento também é variada entre os municípios do estado do Pará. Do total de 143 municípios, 31 encontram-se entre 0 e 15,5% de seus territórios desflorestados (21,7% do total); 16 municípios (11,2%) estão entre15,5% e 35,5%; 32 municípios (22,4%) estão entre 35,5% e 55,5%; 24 municípios (11,9%) estão entre 55,5 e 75,5%; e 40 municípios estão entre 75,5% e 95,5% do seus territórios desflorestados, o que representa 28%. Dos 143 municípios, 24 encontram-se entre 0 e 15,5% de seus territórios desflorestado, o representa 16,8% do total; 22 municípios (15,4%) estão entre15,5% e 35,5%; 27 municípios (18,9%) estão entre 35,5% e 55,5%; 27 municípios (18,9%) estão entre 55,5 e 75,5%; e 43 municípios estão entre 75,5% e 95,5% do seus territórios desflorestados, o que representa 30,1%. No estado do Pará existem atualmente 117 áreas protegidas, sendo 1 Área Militar, ocupando 1,7%; 71 Unidades de Conservação (14 de Proteção Integral e 57 de Uso Sustentável) e 45 Terras Indígenas, ocupando, 29,03% e 22,9%, respectivamente, totalizando 53,6% do total do estado. A proporção de áreas protegidas varia bastante entre os municípios do estado do Pará. Dos 143 municípios, 16 apresentam entre 55,5% a 93,6% de seus territórios dentro de áreas protegidas (11,2% do total); 12 municípios (8,4%) apresentam entre 35,5% a 55,5%; 23 municípios (16,1%) apresentam entre 15,5% - 35,5%; 15 municípios (10,5%) estão entre 5,5% - 16,5%; e a grande maioria, 77 municípios, estão entre 0 a 5,5% dos seus territórios dentro de áreas protegidas, o que representa 53,8%. Houve uma correlação significativa e negativa entre a proporção de desflorestamento e a proporção de áreas protegidas no estado do Pará (r = -0.66). Os municípios que possuem as maiores proporções de áreas protegidas são consequentemente os que apresentam menores proporções de seus territórios desflorestados. As analise do desflorestamento interno e externo dos municípios do estado do Pará evidenciaram grande proporção de vegetação dentro dessas áreas em comparação com seu exterior.
  • DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Caracterização de regimes de umidade em regiões tropicais: comparação entre floresta e savana
    (Universidade Federal do Pará, 2008-08-11) SILVA, Ludmila Monteiro da; SÁ, Leonardo Deane de Abreu; http://lattes.cnpq.br/0107976161469463; MOTA, Maria Aurora Santos da; http://lattes.cnpq.br/5817549281617240
    Este trabalho tem como objetivo investigar um método de classificação de regimes de umidade, baseado na caracterização de diferentes “estados” da Camada Limite Atmosférica Tropical (CLAT), tanto acima de uma área de floresta quanto acima de uma área de savana, de acordo com a metodologia proposta por Mahrt (1991). A partir dessa classificação é elaborado um aperfeiçoamento da mesma que incorpora tanto uma análise da estabilidade termodinâmica da CLAT para a área de floresta, quanto uma investigação sobre a contribuição da Energia Potencial Disponível para Convecção (CAPE) para a classificação dos regimes de umidade. Para essas análises foram utilizados dados de radiossondagens e de torres micrometeorológicas, coletados durante o período menos chuvoso de cada região. Esses dados foram obtidos durante experimentos de campo realizados nas áreas de estudo, sendo que para a área de floresta (Caxiuanã) se utilizaram os dados do experimento COBRA-PARÁ (realizado no período de 06 a 13/11 de 2006), enquanto que para a área de savana (Daly Waters) se utilizaram os dados do experimento “KOORIN” (realizado no período de 15/07 a 13/08 de 1974, na Austrália). A comparação entre os regimes de umidade de cada região sugere que, caso houvesse a savanização da Amazônia, a mesma apresentaria uma atmosfera seca, com a maior parte da energia utilizada para o aquecimento dessa atmosfera, com baixos índices de evapotranspiração, menores taxas de precipitação e inexistência de CAPE. Por outro lado, a análise da estabilidade da atmosfera para Caxiuanã mostrou que, contrariamente ao observado em experimentos na Amazônia Ocidental, na Amazônia Oriental, durante o experimento COBRA-PARÁ, os maiores valores de CAPE ocorreram às 18:00 HL, possivelmente, em decorrência da convergência de umidade que provém da baía de Caxiuanã através da circulação de brisa terrestre. Isso indica que nessa região os máximos de CAPE estiveram associados predominantemente aos campos de umidade e não aos de temperatura. Para essas condições de CLAT “perturbada” o espaço de fase proposto por Mahrt (1991) não caracteriza muito bem regimes de umidade associados a grandes valores da CAPE.
  • DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Do comum ao privado: as transformações quanto aos principais usos da floresta na Comunidade Santa Maria Assentamento Olho D'Agua II, Município de Moju/PA
    (Universidade Federal do Pará, 2009-03-31) MOREIRA, Liliane Freitas Costa; MOTA, Dalva Maria da; http://lattes.cnpq.br/4129724001987611
    Neste trabalho analisei as transformações vivenciadas por agricultores familiares quanto ao uso da floresta após a mudança na condição de acesso aos mesmos, qual seja, do uso comum (posseiros) para o uso privado via assentamento de reforma agrária implantado em 2002. Mais especificamente, analisam-se as mudanças associadas à obtenção de caças e a realização das roças, atividades que nas últimas décadas foram essenciais à reprodução social desses agricultores. A pesquisa foi realizada na comunidade Santa Maria, espacializada no assentamento Olho D'Água II, município de Moju, Estado do Pará, durante os meses de maio e julho/2008. A metodologia constou de abordagens qualitativas e quantitativas, tendo como principais procedimentos: revisão de literatura, entrevistas estruturadas e semiestruturadas, observações e levantamento de dados secundários. Os resultados apontam que ocorreram transformações importantes nas dinâmicas de uso dos recursos com a intensificação do cultivo de roças e a diminuição da obtenção de caças devido a: I) grande dificuldade em obtê-Ias, em decorrência das novas condições de acesso privado à terra; e II) aumento demográfico cuja demanda por caça supera em muito a oferta dos animais. Estes fatos têm impulsionado ainda mais a especialização no uso das roças que se constituem, atualmente, na principal fonte de renda e alimento para a sobrevivência e reprodução familiar. Espera-se com este estudo suprir uma lacuna importante quanto aos estudos sobre os assentamentos no Nordeste Paraense e, principalmente, a respeito das relações que uma população local assentada estabelece com a floresta a partir das mudanças no regime de propriedade.
  • TeseAcesso aberto (Open Access)
    Economia de PFNM na Resex Guariba Roosevelt no noroeste Mato-Grossense
    (Universidade Federal do Pará, 2024-12-18) SANTOS, Alessandra Maria Filippin Passos; CATTANIO, Jpsé Henrique; http://lattes.cnpq.br/1518769773387350; https://orcid.org/0000-0001-8335-9593
    A Amazônia brasileira apresenta serviços ecossistêmicos relevantes para todo o planeta, como o sequestro de carbono, regulação do clima, manutenção da biodiversidade e ciclos hidrológicos. Porém, todos esses benefícios vêm sendo ameaçados, principalmente pelas pressões ambientais, pela conversão de florestas e atividades econômicas ilegais. O Brasil vem buscando medidas para sanar tais questões, através da criação de áreas protegidas, como as Unidades de Conservação. Dentre essas áreas, destacam-se as Reservas Extrativistas (RESEX), que são áreas de uso sustentável e morada de comunidades tradicionais, como os extrativistas. Nesse sentido, essa tese visa demonstrar as atividades extrativistas realizadas na RESEX Guariba Roosevelt, localizada no estado de Mato Grosso, sendo a única RESEX do estado em meio às pressões ambientais. Os extrativistas têm como principal fonte de renda a exploração dos produtos florestais não madeireiros (PFNM) e a manutenção da floresta é uma garantia de seus modos de vida tradicionais. Para atender aos objetivos do estudo, foi empregada uma metodologia interdisciplinar de levantamento bibliográfico nas principais bases de dados acadêmicos científicos, além de uma pesquisa de campo na RESEX, com questionários semiestruturados. Os resultados demonstraram o perfil socioeconômico dos extrativistas, em que a maioria tem 40 anos ou mais, apontando a saída dos jovens em busca de outras oportunidades, fator que impacta na produção dos PFNM, além de identificar os principais PFNM produzidos na RESEX e aqueles que apresentam potencial de exploração, mas não são comercializados por falta de logística, treinamento e mão-de-obra. Foi utilizada também uma metodologia de uso e cobertura do solo (sensoriamento remoto) em formato raster do MapBiomas para realizar o levantamento de erosão e desmatamento evitado na RESEX, bem como a erosão total e o estoque de carbono total presentes, evidenciando os valores evitados pela presença da RESEX, bem como seu potencial em relação ao mercado de carbono. Por último, foram analisadas as percepções dos extrativistas em relação às mudanças climáticas, de biodiversidade e à saída dos jovens da RESEX, demonstrando que os jovens saem da RESEX em busca de emprego, outras oportunidades de estudo e que, apesar da RESEX oferecer melhorias em infraestrutura, perderam o interesse na atividade extrativista.
  • DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Evapotranspiração regional utilizando imagens orbitais para a Amazônia Oriental
    (Universidade Federal do Pará, 2012) FERREIRA JÚNIOR, Pedro Pereira; VITORINO, Maria Isabel; http://lattes.cnpq.br/4813399912998401
    A evapotranspiração (ET) foi espacializada através do algoritmo SEBAL para uma região de floresta primária na Amazônia Oriental (Caxiuanã, Pará). Para tal, utilizaram-se dados observacionais da torre micrometeorológica (localizada no interior desta floresta) em combinação com dados de origem orbital (imagens Modis/Acqua). Os primeiros resultados indicaram que, apesar da superestimativa, o SEBAL reproduz qualitativamente bem o padrão da variabilidade mensal da evapotranspiração para a região, principalmente para os meses da estação seca; em relação ao quantitativo, os resultados revelaram haver necessidade de acurácia no algoritmo. Para isso, calibrou-se o SEBAL a partir do saldo de radiação (Rn), com ajustes no albedo, na emissividade atmosférica e emissividade da superfície. As estimativas de ET geradas a partir deste SEBAL modificado apresentaram melhorias significativas na reprodução da variabilidade diária da evapotranspiração para a região, principalmente nos meses da estação chuvosa. Isto é, os ajustes realizados no algoritmo mostraram que as taxas de ET estimadas tornaram-se muito mais semelhantes às relatadas na literatura para a Amazônia, concordando melhor com a evapotranspiração observada. Através do SEBAL modificado foi possível também mapear o albedo, o saldo de radiação, o NDVI e a própria ET para duas vegetações distintas, encontradas dentro dos limites de Caxiuanã. A estimativa espacial destes parâmetros biofísicos foi coerentemente reproduzida para as duas vegetações, demonstrando que se o SEBAL modificado for aplicado a dados temporal e espacial de alta resolução, esta técnica pode ser rotineiramente utilizada, tornando-se uma ferramenta fundamental no monitoramento de necessidades hídricas e atmosféricas.
  • DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Florestas e comunidade: cotidiano de famílias em Jericó, Garrafão do Norte, Pará
    (Universidade Federal do Pará, 2005-05-25) VIEIRA, Paulo Roberto; GUERRA, Gutemberg Armando Diniz; http://lattes.cnpq.br/4262726973211880
    Na Amazônia oriental, famílias de agricultores constroem seu cotidiano de vida a partir das florestas que completam a paisagem, apropriando-se dos recursos materiais e não materiais oriundos dessa vegetação. A pressão humana sobre a natureza, com o passar dos anos, gera um drama social. As famílias vêem declinarem as florestas à sua volta e sentem ameaçada sua permanência na terra. Buscou-se discutir as diversas faces dessa relação famílias-florestas, embasado na detalhada observação do cotidiano de vida na Comunidade Jericó, em Garrafão do Norte, Pará, Brasil, utilizando como recursos: entrevistas, conversas informais e registros fotográficos, tendo sempre no conhecimento empírico local sobre a natureza uma base sólida para as análises. Existe preocupação por parte das famílias com a degradação das florestas, entretanto, há uma constante necessidade de utilizá-las na garantia das produções agropecuárias e das outras atividades cotidianas. E nesse contexto a floresta funciona como um espelho do homem, diante do qual ele busca se entender no mundo.
  • Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Fluxos de CO2 do solo na Floresta Nacional de Caxiuanã, Pará, durante o experimento ESECAFLOR/LBA
    (2013-03) SILVA JUNIOR, João de Athaydes; COSTA, Antonio Carlos Lôla da; AZEVEDO, Pedro Vieira de; COSTA, Rafael Ferreira da; METCALFE, Daniel B.; GONÇALVES, Paulo Henrique Lopes; BRAGA, Alan Pantoja; MALHI, Yadvinder Singh; ARAGÃO, Luiz Eduardo Oliveira e Cruz de; MEIR, Patrick
    O experimento ESECAFLOR/LBA foi conduzido na Floresta Nacional de Caxiuanã, Pará, e este artigo procura investigar os efeitos do estresse hídrico sobre a respiração do solo. Duas parcelas de 1 hectare foram instaladas em janeiro de 2002. Uma parcela (A) permaneceu em condições naturais e foi usada como controle, enquanto que na parcela de exclusão (B) foram instalados painéis plásticos para que aproximadamente 70% da precipitação fosse excluída. Os dados foram coletados mensalmente de janeiro a dezembro de 2005. Durante o ano de 2005 houve 2.211,6 mm de precipitação na ECFPn, ou seja 9,96% acima da média de 2.011,2 mm. As médias da umidade do solo foram de 15,6±9,2 e 9,5±3,4% nas parcelas A e B, respectivamente. As médias da temperatura do solo para as parcelas A e B foram de 25,6±0,4 e 25,7±0,5 ºC, respectivamente. As médias dos fluxos de CO2 no solo nas parcelas A e B foram de 3,46±0,44 e 3,21±0,84 μmolCO2 m-2s-1>, respectivamente. Com a exclusão de parte da chuva na parcela B, houve uma redução de 7,23% nos fluxos de CO2 no solo (0,25 μmolCO2 m-2s-1), 39,1% na umidade do solo (6,1p.p.), e um aumento de 0,39% na temperatura do solo (0,1ºC). A umidade do solo na parcela B foi menor do que na parcela A, devido ao sistema de exclusão da chuva, no entanto no início do ano, devido a reformas que o mesmo passou esses valores estiveram próximos.
  • «
  • 1 (current)
  • 2
  • 3
  • »
Logo do RepositórioLogo do Repositório
Nossas Redes:

DSpace software copyright © 2002-2026 LYRASIS

  • Configurações de Cookies
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Entre em Contato
Brasão UFPA