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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Confissão, sujeito e verdade em Michel Foucault
    (Universidade Federal do Pará, 2020-06-22) MONTEIRO, Rafael Siqueira; CHAVES, Ernani Pinheiro; http://lattes.cnpq.br/5741253213910825; https://orcid.org/0000-0002-8988-1910
    Este trabalho analisa a maneira pela qual Foucault articulou os conceitos confissão, sujeito e verdade em seus escritos de 1979 a 1984. Essa periodização marca o deslocamento teórico realizado por nosso autor a partir do curso Do governo dos vivos; deslocamento que colocará no centro de suas pesquisas a relação sujeito e verdade no ocidente. E, foi justamente nesse momento que a confissão se tornou fundamental na relação sujeito e verdade, enquanto uma forma específica de manifestar a verdade e de construir subjetividades. Essa investigação sobre como o sujeito se relacionou com a verdade no decorrer da história ocidental fez com que Foucault se lançasse em dois novos espaços de pesquisa, a saber: a filosofia antiga e o cristianismo primitivo. A problemática desta pesquisa está vinculada à compreensão de como se efetivou a articulação dos conceitos confissão, sujeito e verdade no último Foucault. Para responder a essa problemática, propomos os seguintes objetivos específicos: identificar a verdade como centro das atenções de Foucault, a partir de 1979; abordar alguns aspectos da leitura foucaultiana do pensamento filosófico antigo e do cristianismo primitivo no que tange à relação confissão, sujeito e verdade; e analisar a relação confissão, sujeito e verdade em Michel Foucault no período de 1979 a 1984. Considerando a especificidade da pesquisa em filosofia, este trabalho adotou como metodologia a pesquisa teórico-bibliográfica. Esse tipo de metodologia é a mais apropriada à pesquisa filosófica, pois permite ao pesquisador ter acesso à produção de conhecimento acerca de um tema a partir da leitura dos textos do próprio filósofo e, também, com o auxílio da bibliografia secundária de comentadores. Esta pesquisa nos permitiu, portanto, constatar que Foucault, ao articular os conceitos confissão, sujeito e verdade a partir do pensamento filosófico antigo e do cristianismo primitivo, colocou em relevo duas experiências: a renúncia do sujeito por meio da verdade confessada e a constituição de um sujeito livre por meio da verdade.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Foucault e a questão do dispositivo, da governamentalidade e da subjetivação: mapeando noções
    (Universidade Federal do Pará, 2010-06) GONÇALVES, Jadson Fernando Garcia
    Este artigo objetiva traçar um mapa das noções de dispositivo, governamentalidade e subjetivação presentes em textos de Foucault surgidos em diferentes momentos de sua produção. Este intento também se concretiza com a recorrência a textos de Deleuze, a partir dos quais é possível percebermos nuances que elas engendram. Considero tais noções como questões centrais e indissolúveis no pensamento foucaultiano que, articuladas às problemáticas do saber, do poder e da ética funcionam como móbeis de suas análises. Em um momento em que a educação, travestida na idéia de neogerencialismo, é assumida pelas políticas públicas oficiais como dispositivo estratégico de gestão da conduta (em que o encontro entre as técnicas de dominação dos outros e as técnicas de si caracterizam a governamentalidade como “superfície de contato em que se juntam a maneira de conduzir os indivíduos e a maneira pela qual eles se conduzem”) nada mais oportuno que retomar as reflexões foucaultianas para compreendermos as questões que atingem a educação e a constituição do sujeito moral pedagógico em nosso presente.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Governamentalidade liberal em alguns saberes educacionais e escolares brasileiros
    (Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 2017) LEMOS, Flávia Cristina Silveira; BRÍCIO, Vilma Nonato de; GALINDO, Dolores Cristina Gomes; FRANCO, Ana Carolina Farias
    Este artigo apresenta algumas reflexões sobre as práticas de governo na educação liberal brasileira e a organização do sistema escolar sob a perspectiva da governamentalidade, em Foucault, durante o século XX. Desse modo, o referencial teórico utilizado para empreender a análise inclui alguns autores/as da área educacional, assim como tenta articulá-los à discussão com alguns conceitos desenvolvidos por Foucault sobre liberalismo, governamentalidade, poder-saber, subjetividade e educação. A educação, nessa perspectiva transforma-se em um aparato de governamentalidade que constrói discursos e visibilidades que subjetivam os sujeitos de diferentes formas. No Brasil, a educação liberal aliada ao desejo de modernizar corpos e outra sociedade, engendrando formas de governo para operar sobre as esferas sociais, culturais, políticas, morais e economicamente nas vidas e corpos.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    As práticas etnomatemáticas de alunos ribeirinhos do rio Xingu como sinais de resistência à Hidrelétrica Belo Monte
    (Universidade Federal do Pará, 2019-12) FORMIGOSA, Marcos Marques; GIONGO, Ieda Maria
    A pesquisa em andamento problematiza as formas de resistências, pelo prisma da Etnomatemática, de alunos ribeirinhos do Rio Xingu frente à implementação de Belo Monte. Parte dos contributos de Wittgenstein, em sua obra da maturidade, e seus entrecruzamentos com as ideias de Foucault. Por um lado, o primeiro problematiza os jogos de linguagem gerados nas distintas formas de vida, apontando para a existência de semelhanças de famílias entre os modelos matemáticos escolares e aqueles desenvolvidos por alunos ribeirinhos. Por outro, algumas noções de Foucault nos permitem entender os regimes de verdade presentes na escola, que marginalizam outros saberes. Os resultados esperados, a partir da imersão no campo, devem apontar para as formas de resistência dos ribeirinhos, presentes nos seus jogos de linguagem matemáticos oriundos das suas práticas cotidianas e na própria permanência dos ribeirinhos no local, a partir da manutenção da escola enquanto garantia de acesso à educação como direito.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    “A visibilidade é uma armadilha”: vigilância e práticas do visível em Michel Foucault.
    (Universidade Federal do Pará, 2021-09-01) SANTOS, George Lucas da Silva dos; CHAVES, Ernani Pinheiro; http://lattes.cnpq.br/5741253213910825; https://orcid.org/0000-0002-8988-1910
    O presente trabalho pretende investigar de que modo surge, a partir do século XIX com o advento da sociedade industrial e do poder disciplinar, um tipo de visibilidade específica que Foucault vai chamar, em Vigiar e Punir, de panóptica, e que possui como função primordial a vigilância dos corpos individualizados dos sujeitos nos seus diversos espaços de efetivação (prisão, escola, fábrica, etc). Tal visibilidade se constitui como uma prática do visível, isto é, uma técnica pela qual o poder se exerce, tal como as práticas penais ou práticas do saber, que variam historicamente de acordo com a época observada: assim, no antigo regime havia uma prática do visível condizente com o poder soberano, ou seja, uma visibilidade espetacular, cerimonial e ostensiva. Por sua vez, a vigilância panóptica é essencialmente ligada ao poder disciplinar e a forma como a disciplina organiza, distribui e separa os corpos na sociedade industrial que se instaura com a ascensão da burguesia como classe dominante, e sua necessidade de transformar os corpos em forças produtivas docilizadas. Nossa trabalho por tanto parte dessa afirmação de que as práticas do visível, tanto quanto outras formas de tecnologias políticas, possuem sua especificidade e irredutibilidade, mas também suas conexões e complementaridades com o regime de poder em voga em seu período, o que nos leva a estudar a visibilidade de cada período descrito por Foucault, demonstrando que não há somente o panóptico como forma do visível, mas também outras formas de visibilidade. Nossa problemática é, portanto, a seguinte: como e por quê a vigilância panóptica se estabeleceu como hegemônica na sociedade disciplinar?
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