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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Aspectos motores, funcionais e emocionais de indivíduos com sintomas vestibulares
    (Universidade Federal do Pará, 2024-03-01) MONTEIRO, Luiz Humberto Figueiredo; MORAES, Suellen Alessandra Soares de; http://lattes.cnpq.br/6278397231382779
    Indivíduos com sintomas vestibulares apresentam marcha instável, desequilíbrio e uma forma de mensurar o nível de desequilíbrio de um indivíduo é por meio da baropodometria, amplamente utilizada na prática clínica para mapear a área de pressão plantar por meio de registros gráficos e determinar os deslocamentos e oscilações do centro de pressão através da estabilometria. Além disso, o equilíbrio e ansiedade apresentam relação, pois dividem os mesmos circuitos centrais neurais. Assim, queixas psicológicas como ansiedade e depressão são frequentes em indivíduos com tontura. Dessa forma, o presente estudo tem o objetivo de analisar as características motoras, funcionais e emocionais de indivíduos com sintomas vestibulares. A análise da pressão plantar e do centro de pressão foi realizado através da baropodometria e da estabilometria em uma plataforma de força (BaroScan®, Londrina, Paraná, Brasil) e o software BaroSys, enquanto para a análise funcional utilizamos o teste Timed up and go (TUG) e o aspecto funcional do questionário Dizziness Handicap Inventory (DHI) e para análise emocional o aspecto emocional do DHI. Verificamos que indivíduos com sintomas vestibulares apresentam pé plano, com valores de pressão máxima, pressão média, pressão máxima no mediopé e retropé e pressão média no retropé mais elevados quando comparados a pessoas sem sintomas vestibulares. Além disso, indivíduos com sintomas vestibulares tem redução da mobilidade funcional e maior risco de queda, além de apresentarem comprometimento da saúde emocional e mental, com sinais de ansiedade e sintomatologia depressiva de leve à moderada na maioria dos indivíduos quando comparado a indivíduos sem sintomas vestibulares.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Funcionalidade e fatores ambientais que influenciam o nível de atividade física da pessoa com deficiência física em Belém e Manaus
    (Universidade Federal do Pará, 2023-04-26) CAMPOS, Jamylle Silva; AMORIM, Minerva Leopoldina de Castro; http://lattes.cnpq.br/5598486262343287; https://orcid.org/0000-0002-5350-3563; SILVA, Anselmo de Athayde Costa e; http://lattes.cnpq.br/4794918582092514; https://orcid.org/0000-0001-5265-619X
    A potencialização da capacidade funcional pode ocorrer pela inserção do indivíduo na atividade física, gerando impactos positivos na independência, autonomia, qualidade de vida, funcionalidade, autoestima, participação social e maior cuidado com a saúde. Porém existem fatores facilitadores e barreiras para a atividade física. Objetivo: Identificar os fatores funcionais e ambientais relacionados ao nível de atividade física de pessoas com deficiência física em centros de reabilitação e esportivo da Região de Belém e Manaus. Método: O estudo foi realizado em um Programa de Motoras para pessoas com deficiência na cidade de Manaus- Amazonas e em um Centro de Reabilitação de Belém-Pará. Foram incluídos indivíduos com deficiência física, de origem congênita ou adquirida, de ambos os sexos, com idade entre 18 a 60 anos, que realizavam atividade física e/ou esportiva por pelo menos 6 meses. Foram coletados dados sociodemográficos e aplicados três questionários, sendo eles: World Health Disability Assessment Schedule (WHODAS 2.0), Escala de Atividade Física para Pessoas com Deficiência Física (PASIPD) e Measure of the Quality of the Environment (MQE). Todos os dados foram processados no Software The Jamovi Project 2021 (Versão 2.2) e foi utilizado o teste de Correlação Linear de Pearson para análise da relação entre as variáveis. Resultados: A amostra foi composta por 41 participantes, sendo 61% do sexo masculino, com média de 43,1 (±13,1) anos, tempo médio de lesão 17,0 (±12,8) anos, solteiros (90,2%), com renda apenas benefícios sociais ou aposentadoria, possuíam ensino médio completo e 26,8% tinham diagnóstico de lesão medular. Em relação a funcionalidade observou-se dificuldade leve em relação aos domínios cognição, autocuidado, relações interpessoais, atividade de vida diária e participação. O domínio mobilidade foi o único com dificuldade moderada. Em relação ao nível de atividade física o equivalente metabólico abaixo de 30 MET/h/dia. Houve correlação entre os domínios relacionados e a funcionalidade com os fatores ambientais barreiras, mas não houve correlação significativa entre a funcionalidade, nível de atividade física e fatores ambientais facilitadores. Conclusão: As barreiras presentes no cotidiano de pessoas com deficiência física resultam em impacto na funcionalidade, no aspectos autocuidado, relações interpessoais, mobilidade, atividade de vida diária e participação.
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