Navegando por Assunto "Fungo endofítico"
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Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Annularins I and J: New Metabolites Isolated from Endophytic Fungus Exserohilum rostratum(Universidade Federal do Pará, 2016-08) PINHEIRO, Eduardo Antonio Abreu; BORGES, Fábio Cardoso; PINA, Jeferson Rodrigo Souza; FERREIRA, Leila do Remédio Santos; CORDEIRO, Jorgeffson da Silva; CARVALHO, Josiwander Miranda; FEITOSA, André de Oliveira; CAMPOS, Francinete Ramos; BARISON, Andersson; SOUZA, Afonso Duarte Leão de; MARINHO, Patrícia Santana Barbosa; MARINHO, Andrey Moacir do RosárioArtigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Biologically active polyketides produced by Penicillium janthinellum isolated as an endophytic fungus from fruits of Melia azedarach(2005-04) MARINHO, Andrey Moacir do Rosário; RODRIGUES FILHO, Edson; MOITINHO, Maria da Luz Ribeiro; SANTOS, Lourivaldo da SilvaPenicillium janthinellum, isolado como um fungo endofítico dos frutos de Melia azedarach, foi cultivado por 20 dias em milho branco triturado e autoclavado, onde os policetídeos conhecidos citrinina, emodina, 1,6,8-triidróxi-3-hidroximetilantraquinona, e uma nova antraquinona modificada, denominada janthinona, foram produzidos e isolados por procedimentos cromatográficos clássicos e identificados por extensivos estudos espectroscópicos, principalmente RMN 1D e 2D e EM. Essas substâncias foram ensaiadas contra diversas bactérias. Citrinina foi ensaiada pela primeira vez contra Leishmania e inibiu 100% o crescimento de cepas depois de 48h a uma concentração de 40 μg mL-1.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) C25 steroid epimers produced by Penicillium janthinellum, a fungus isolated from fruits Melia azedarach(2005-12) MARINHO, Andrey Moacir do Rosário; RODRIGUES FILHO, Edson; FERREIRA, Antônio Gilberto; SANTOS, Lourivaldo da SilvaO fungo Penicillium janthinellum, obtido de Melia azedarach, produziu ergosterol, ergosterol 5a,8a-peróxido e uma mistura de esteróides C25 epiméricos de ocorrência restrita na natureza. Os esteróides C25, denominados neociclocitrinóis, possuem o mesmo sistema tetracíclico de anéis presente no ciclocitrinol, o qual foi isolado do fungo Penicillium citrinum, associado a uma esponja, com o mesmo esqueleto biciclo[4:4:1] nos anéis A/B, mas com cadeias laterais diferentes. O P. janthinellum isolado de M. azedarach, foi cultivado sobre milho branco e os três esteróides foram isolados por vários procedimentos cromatográficos e identificados por cuidadosa análise dos dados de RMN, principalmente correlações 1H – 13C em duas dimensões bem como COSY e TOCSY 1H – 1H. A origem biossintética dos ciclocitrinóis é discutida.Tese Acesso aberto (Open Access) Correlação metabólica entre fungos endofíticos de amaryllidaceae e as plantas hospedeiras na busca por substâncias bioativas(Universidade Federal do Pará, 2016-06-30) SILVA, Suelen Mata da; SANTOS, Alberdan Silva; http://lattes.cnpq.br/5976702134131016Os fungos endofíticos são uma fonte promissora de metabólitos secundários com aplicações biotecnológicas. Esses micro-organismos habitam o interior dos tecidos vegetais sem causar nenhum dano ao hospedeiro e como fruto dessa interação podem produzir algumas das substâncias sintetizadas pelas plantas hospedeiras. Neste contexto o uso de fungos endofíticos como fonte de biomoléculas em substituição as de planta representa vantagens econômicas e ambientais. Espécies da família Amaryllidaceae produzem alcaloides e outros metabólitos com atividades biológicas. Entre estas espécies destacam-se Crinum americanum L. E Hymenocallis littoralis (Jacq.) Salisb. No entanto, não há dados sobre fungos endofíticos de espécies da família. Diante dos exposto o objetivo deste trabalho foi investigar o potencial biotecnológico de fungos endofíticos de C. americanum e H. littoralis em comparação com as plantas hospedeiras e estudar a interação entre endofíticos e a planta hospedeira. Como resultados foram isolados 94 fungos endofíticos das duas espécies de Amaryllidaceae investigadas, dos quais 49 foram identificados e pertencem aos gêneros Colettotrichum, Acremonium, Trichoderma e Fusarium. Constatou-se que do total das linhagens analisadas 56 apresentaram lipídios em seus extratos, 21 cumarinas, 29 anronas e 2 apresentaram alcaloides. Foram selecionadas 12 linhagens de fungos endofíticos que apresentaram os melhores resultados na detecção de classes de metabólitos e os extratos foram analisados por Cromatografia em Camada Delgada e por Cromatografia Gasosa acoplada a Espectrometria de Massas em comparação com os extratos metanólicos das plantas hospedeiras. Constatou-se a correlação ente as classes de metabólitos detectados nos extratos dos fungos endofíticos e das plantas hospedeiras, indicando que estes micro-organismos são capazes de produzir algumas das mesmas substâncias que as plantas hospedeiras e a avaliação da atividade antimicrobiana destacou alguns extratos com atividade contra Candida parapsilosis. O extrato metanólico das folhas de H. littoralis e do fungo endofítico MIBA 0796 apresentaram os resultados mais relevantes com percentual de inibição acima de 60% contra a levedura. Com o estudo da interação entre fungos endofíticos de C. americanum e a planta hospedeira pode-se constatar que os micro-organismos ocorrem no interior das células vegetais e em condições favoráveis se desenvolveram e ocuparam também os espaços intercelulares. Esta localização dos endofíticos nos tecidos vegetais pode facilitar a troca de material genético entre o vegetal e os micro-organismos o que explicaria a correlação metabólica constatada nesta pesquisa.Tese Acesso aberto (Open Access) Estudo químico e atividade antibacteriana do fungo endofítico Scedosporium apiospermum de Bauhinia guianensis e de fungos da Serra de Carajás(Universidade Federal do Pará, 2016-06-22) CORDEIRO, Jorgeffson da Silva; MARINHO, Patricia Santana Barbosa; http://lattes.cnpq.br/4826647905254039; MARINHO, Andrey Moacir do Rosario; http://lattes.cnpq.br/2511998363000599Fungos endofíticos são micro-organismos que vivem em associação com a espécie hospedeira, e são uma promissora fonte de produtos naturais importantes. Não menos importantes os fungos de solo também, são capazes de produzir muitas substâncias de valor econômico. Deste modo, o trabalho a seguir teve como objetivo a obtenção de compostos bioativos produzidos por fungos endofíticos de M. acutistipula var. ferrea e do solo da Serra de Carajás, além do endófito S. apiospermum do cipó da Bauhinia guianensis Aublet. da espécie M. acutistipula var. férrea, foram isolados 56 fungos endofíticos e 64 fungos de solo. Foram selecionados, aleatoriamente, 12 fungos para serem reativados em placas de Petri contendo meio BDA. Após a reativação, foram obtidos os micro-extratos dos 12 fungos conforme a metodologia adaptada de Smedsgaar. Os micro-extratos foram avaliados por CLAE-DAD para determinação do perfil cromatográfico e, também, submetidos a ensaios antimicrobianos. O fungo FSF12 (Trichoderma sp.), selecionado após a triagem do perfil químico e biológica foi cultivado em escala ampliada em meio sólido (arroz) e levou ao isolamento de cinco substâncias: ácido graxo poliinsaturado (E1), 5’-inosil (E2), tirosol (E3), harzialactona A (E4) e 2-anidromevalônico (E5). Já em relação ao fungo EJCP13 (S. apiospermum), foram isolados os compostos triacil (J1), peróxido de ergosterol (J2), ergosterol (JA19), cerivisterol (JA29) e éster metílico (JA24), dulcitol (D) e Brefeldina A (JA). O composto brefeldina A apresentou importante atividade antimicrobiana e, também, mostrou ser o metabolito secundário majoritário nos extratos de S. apiospermum. Assim, resolveu-se quantificar essa substância nos extratos, o que corroboraram com os resultados, indicando a presença da brefeldina A somente nos extratos AcOEt e hexânico. O isolamento das substâncias foi realizado através de técnicas cromatográficas, como CCVU e, monitoramento, por CCDA. As estruturas químicas foram elucidadas com auxílio de técnicas espectroscópicas (RMN de 1H e 13C, HMQC, HMBC) e espectrométrica (ESI-MS).Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Novel anthraquinone derivatives produced by Pestalotiopsis guepinii, an endophytic of the medicinal plant Virola michelii (Myristicaceae)(2011-05) OLIVEIRA, Marilene Nunes; SANTOS, Lourivaldo da Silva; GUILHON, Giselle Maria Skelding Pinheiro; SANTOS, Alberdan Silva; FERREIRA, Isabel Cristina Serrão; LOPES JÚNIOR, Manoel Leão; ARRUDA, Mara Silvia Pinheiro; MARINHO, Andrey Moacir do Rosário; SILVA, Milton Nascimento da; RODRIGUES FILHO, Edson; OLIVEIRA, Maria da Conceição Ferreira deUm novo derivado de antraquinona, denominado guepinone (1), juntamente com as conhecidas substâncias isossulocrina (2) e cloroissosulocrina (3) foram isolados de uma cultura em arroz de Pestalotiopsis guepinii, um fungo endofitico de Virola michelii. Os compostos foram identificados pela análise de seus dados espectrométricos de RMN 1D e 2D e EM. A atividade antimicrobiana dos compostos isolados foi avaliada e a cloroisossulcrina (3) foi a mais ativa.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Phytosterols isolated from endophytic fungus Colletotrichum gloeosporioides (Melanconiaceae)(Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, 2016-03) CARVALHO, Josiwander Miranda; PAIXÃO, Luanna Karyna Olimpio da; DOLABELA, Maria Fâni; MARINHO, Patrícia Santana Barbosa; MARINHO, Andrey Moacir do RosárioFungos endofíticos são fungos que colonizam os tecidos internos das plantas. Existem poucos estudos de compostos isolados de fungos endofíticos de plantas da Amazônia. Assim, o objetivo deste estudo foi o isolamento e identificação estrutural de sitosterol (1), estigmasterol (2), sitostenona (3), esqualeno (4), ergosterol (5) e peroxido de ergosterol (6) do fungo Colletotrichum gloeosporioides isolado como endofítico de Virola michelli, uma planta típica da Amazônia, usada na medicina popular no combate a infecções de pele. Os compostos foram isolados por cromatografia em coluna de sílica e identificados por RMN 1H e 13C e EM. A presença de fitoesteróis em fungos é rara e este é o primeiro relato do isolamento dos fitoesteróides sitosterol, estigmasterol e sitostenona do gêreno Colletotrichum.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Potencial herbicida da biomassa e de substâncias químicas produzidas pelo fungo endofítico Pestalotiopsis guepinii(2008) SANTOS, Lourivaldo da Silva; OLIVEIRA, Marilene Nunes; GUILHON, Giselle Maria Skelding Pinheiro; SANTOS, Alberdan Silva; FERREIRA, Isabel Cristina Serrão; LOPES JÚNIOR, Manoel Leão; ARRUDA, Mara Silvia Pinheiro; SILVA, Milton Nascimento da; SOUZA FILHO, Antonio Pedro da Silva; RODRIGUES FILHO, Edson; OLIVEIRA, Maria da Conceição Ferreira deMuitas substâncias químicas disponíveis na natureza, produzidas por plantas ou por microrganismos, podem oferecer novas e excelentes oportunidades para diversificar o controle de pragas na agricultura e na prática agrícola, e, nesse sentido, os fungos podem contribuir de forma positiva. O objetivo deste trabalho foi caracterizar o potencial inibitório na germinação de sementes e no desenvolvimento de plântulas de duas espécies de plantas daninhas em relação aos extratos e substâncias químicas obtidas da biomassa produzida por Pestalotiopsis guepinii – um fungo endofítico da espécie Virola michelii. Foram desenvolvidos bioensaios em condições controladas de 25 ºC e fotoperíodo de 12 horas, para germinação, e de 25 ºC e fotoperíodo de 24 horas, para desenvolvimento da radícula e do hipocótilo. Os extratos brutos foram analisados em concentração de 1,0% (m/v). Os resultados indicaram os extratos mais polares (MeOH-1 e MeOH-2) como de maior potencial inibitório, porém os efeitos promovidos pelos extratos hexânicos e acetato de etila foram expressivos, especialmente em relação à germinação das sementes. Comparativamente, a germinação das sementes das espécies de plantas daninhas se mostrou mais sensível aos efeitos do que o desenvolvimento das plântulas. Das espécies receptoras, Mimosa pudica (malícia) apresentou maior sensibilidade aos efeitos inibitórios dos extratos. Entretanto, na germinação de sementes da espécie Senna obtusifolia (mata-pasto), o extrato MeOH-1 apresentou 100% de inibição. As substâncias ergosterol e peróxido de ergosterol, isoladas do extrato hexânico, quando testadas isoladamente, apresentaram potencial inibitório sempre abaixo dos 35%, não repetindo o potencial inibitório do extrato hexânico, de onde foram isoladas. Quando testadas juntas, não se verificaram aumentos expressivos na atividade herbicida, embora acréscimos na atividade inibitória tenham sido observados.
