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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Análise das unidades de paisagem da microbacia do igarapé Moura, município de Castanhal (PA): subsídios para o planejamento/ordenamento territorial
    (Universidade Federal do Pará, 2013) ALVES, Leonardo Pinheiro; FRANÇA, Carmena Ferreira de; http://lattes.cnpq.br/5723672412810714
    O presente trabalho analisou as unidades de paisagem partir da análise foi possível delimitar seis unidades de paisagem: Geossistema dos Tabuleiros e Colinas com Atividades Produtivas, Geossistemas dos Tabuleiros e Colinas com Áreas Urbanizadas, Geossistemas dos Baixos Platôs com Atividades Produtivas, Geossistemas dos Baixos Platôs com Áreas Urbanizadas, Geossistema das Capoeiras sobre Colinas, Baixos Platôs e Tabuleiros e Geossistema das Florestas Ombrófilas Inundáveis em Planícies Aluviais. Do ponto de vista da instabilidade a Bacia apresenta, predominantemente, áreas com significativos índices de instabilidade, destacando os geossistemas que são caracterizados pela ação antrópica. Em contrapartidaGeossistema das Capoeiras sobre Colinas, Tabuleiros e Baixos Platôs e no Geossistema das Florestas Ombrófilas Inundáveis em Planícies Aluviais. Na análise da aptidão agrícola das paisagens da Bacia Hidrográfica, constatou-se que sua maior porção possibilita a utilização de desenvolvimento tecnológico para fins de lavoura, pastagem plantada e silvicultura. Além dessas, verificou-se também áreas inaptas para o desenvolvimento de atividades agrícolas. Por fim, estabeleceugropecuária com tecnologia, agropecuária mecanizada, área urbana, preservação, preservação prioritária, conservação/uso sustentável e recuperação prioritária. Portanto, a partir de tais análises constatou-se, uma necessidade de utilização de níveis técnico-científicos na produção agropecuária da Bacia, visando o melhoramento das formas de manejo das diferentes unidades de paisagem. Além disso, a necessidade de conservação da cobertura vegetal secundária a partir de técnicas que visem o desenvolvimento sustentável atrelado a manutenção da floresta, indispensável para o planejamento/ordenamento territorial dessa área.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Desenvolvimento capitalista e a produção do espaço agrário amazônico
    (Universidade Federal de Santa Catarina, 2019-04) HERRERA, José Antônio
    O desenvolvimento capitalista interfere no espaço de modo a configurar as relações sociais e de produção. Para além da dicotomia agricultura familiar e agronegócio, tem-se no espaço agrário brasileiro distintas formas de produção configuradas pelo interesse e intensidade do capital na exploração. Entre os anos 2012 e 2016, pautado na leitura do espaço geográfico, analisou-se a interferência do capital em cento e cinquenta (150) unidades de produção na Amazônia Paraense. Em resposta a lógica capitalista, foram verificados cinco (05) grupos de produtores, desde o mais integrado ao capital até a tradicional produção familiar, ratificando a hipótese do capital polimórfico ao interferir e explorar o espaço agrário.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Estrutura e fisiologia da paisagem da praia do Areião, Ilha de Mosqueiro (Belém-PA)
    (Universidade Federal do Pará, 2013-07-04) VIANA, Ivan Gomes da Silva; FRANÇA, Carmena Ferreira de; http://lattes.cnpq.br/5723672412810714
    O presente estudo tem sua análise pautada no conceito de paisagem na perspectiva sistêmica. Sendo assim, entende que existem elementos constituintes da paisagem que interagem entre si de maneira complexa. A praia do Areião mostra uma particularidade em relação às demais praias da ilha de Mosqueiro. Com isso, busca-se compreender os elementos que atuam na parte sudoeste da zona costeira da referida ilha, onde se encontra a área de estudo. Do ponto de vista físico, são analisados elementos da paisagem, tais como: a ação das ondas, dos ventos, das marés, da vegetação e da pluviosidade. Em relação aos elementos antrópicos, analisam-se fatores como a influência do trapiche, dos efluentes urbanos e do processo de uso e ocupação. Não obstante, para se compreender a paisagem da praia do Areião de maneira satisfatória, foram obdecidas etapas no estudo. Primeiramente foi elaborado um levantamento teórico-conceitual do conceito de paisagem em geografia, seguindo os objetivos do presente trabalho. Nesse sentido, adota-se a classificação em unidades de paisagem proposta por Bertrand (1972). Posteriormente, foi compreendida a estrutura da paisagem, mostrando a distribuição espacial em planta dos fenômenos encontrados na área de estudo. Delimitou-se assim, quatro compartimentos na praia. Em seguida, a sazonalidade dos elementos da paisagem foi evidenciada através da fisiologia da paisagem. Neste aspecto, ressaltou-se a análise pautada nas interpretações dos dados de variabilidade da morfologia dos perfis e da granulometria, bem como suas interações com os elementos antrópicos. Neste momento, identificou-se a influência do trapiche na dinâmica da paisagem. Acredita-se que o trapiche cria uma zona de proteção, onde a ação das marés é atenuada no tocante aos processos erosionais que atingem a praia. Além disso, as análises da média granulométrica e do grau de seleção evidenciaram que existem duas células de transporte sedimentar. A primeira antes do trapiche, onde estão localizados os perfis 1 e 2. E a segunda após o trapiche, na área de localização dos perfis 3, 4 e 5. Desenvolvida a compreensão da estrutura e da fisiologia da paisagem, partiu-se para a classificação da praia do Areião em unidades de paisagem. A praia foi classificada na escala do Geosssistema, sendo subdividida em Geofácies Ie, IIa1, IIa2, IIa3, IIIe, IIIa, IVe e IVa. Na definição de cada Geofácies, objetivou-se pontuar, em uma escala espaço-temporal de detalhe, a inter-relação entre os elementos físicos e antrópicos atuantes em cada unidade de paisagem. Para tal definição, houve o cruzamento dos dados da morfologia e da granulometria com as análises qualitativas desenvolvidas através das observações in locu.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Gênero de vida ribeirinho na Amazônia: reprodução socioespacial na região das ilhas de Abaetetuba - PA
    (Universidade Federal do Pará, 2013-07-02) FERREIRA, Luzivan dos Santos Gonçalves; NAHUM, João Santos; http://lattes.cnpq.br/9009465125001273
    O objetivo desta dissertação é analisar a reprodução socioespacial dos ribeirinhos da região das ilhas de Abaetetuba, com base em seu gênero de vida, frente às recentes transformações ocorridas nas últimas três décadas na região, advindas do processo de modernização e inserção da Amazônia na lógica do capitalismo global. A noção de gênero de vida foi cunhada na geografia clássica por autores como Herder e La Blache e corresponde, genericamente, a um conjunto de práticas materiais e imateriais pelas quais um grupo é capaz de utilizar os recursos de seu meio físico para a sua reprodução socioespacial. Apesar de ter uma grande importância epistemológica para a geografia, essa noção foi renegada ao esquecimento em função de preconceitos arbitrários. Partimos do pressuposto de que a noção de gênero de vida pode ser trabalhada com comunidades rurais do mundo subdesenvolvido, como é o caso dos ribeirinhos da Amazônia, possibilitando o entendimento dos processos pelos quais os ribeirinhos se reproduzem espacialmente. Nessa região, a relação entre a sociedade e o ambiente sempre se constituiu no elemento principal no processo de produção do espaço. Essa relação com o ambiente contribuiu para o desenvolvimento de um gênero de vida peculiar dos ribeirinhos da Amazônia. No entanto, a região amazônica vem passando nos últimos anos por transformações que são políticas, econômicas, sociais e geográficas e que envolvem o município de Abaetetuba e sua região das ilhas e estão ligadas diretamente a um processo de inserção total da Amazônia em uma lógica capitalista de produção aos moldes do chamado mundo globalizado. Nesse sentido, o gênero de vida ribeirinho tem sido alvo constante das transformações advindas deste processo. Portanto, há nessa discussão uma importante variável concernente à relação existente entre as atuais transformações sociais em curso na região e a reprodução socioespacial dos ribeirinhos da região das ilhas de Abaetetuba, principalmente no que concerne ao seu gênero de vida. Observamos, então, que existe uma relação dialética entre a reprodução socioespacial dos ribeirinhos de Abaetetuba, que se materializa em um lugar por intermédio de seu gênero de vida, e as formas de produção social e espacial, ligadas a lógica do capitalismo global. Essa relação, entretanto, não é somente de submissão e/ou destrutiva, mas também de resistência e de reprodução do gênero de vida dos ribeirinhos da região das ilhas de Abaetetuba.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    A geografia da diferença nas Veredas de Guimarães Rosa
    (Universidade Federal do Pará, 2013-12) CORREIA, Paulo Petronilio
    O objetivo desse artigo é mapear a geografia da Diferença que povoa a literatura do senhor João Guimarães Rosa, bem como cartografar o estatuto do Narrador, seus múltiplos signos e aprendizados em suas travessias. Guimarães Rosa, em sua obra Grande Sertão: veredas, embaralhou os códigos da sua própria língua e do pensamento fazendo assim emergir um sertão cheio de “ocultos caminhos”, dobrando o pensamento para fora e para dentro, nos convidando a construir uma terceira margem através do “demônio” da criação. Assim, esse artigo propõe evidenciar nas veredas de Rosa uma narrativa da diferença onde as vozes dos signos emitidos por Riobaldo Tatarana, personagem-mor, nos fazem compreender que pensar é decifrar as pressões secretas da obra de arte, dobrando o pensamento ao infinito. Tal literatura se evidencia como forte presença de signos que se desdobram formando uma complexa máquina da diferença.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    A geografia dos serviços de abastecimento públicos e privados de água relacionados às metas de universalização dos objetivos do desenvolvimento sustentável da Amazônia brasileira (2008-2023)
    (Universidade Federal do Pará, 2024-08-28) GUEDES, Michel Pacheco; BORDALO, Carlos Alexandre Leão; http://lattes.cnpq.br/1253955182585852
    Essa tese busca analisar os serviços de abastecimento de água com o aporte da ciência geográfica e na teoria do espaço geográfico e baseado no método hipotético dedutivo como método de abordagem, com levantamento bibliográfico, documental como método de procedimento quantitativo e qualitativo atribuído a base de dados secundárias estabelecidos nos parâmetros de pesquisa, o período entre 2008 e 2023, o processo de atuação de empresas públicas e privadas que prestam estes serviços nos Estados do Pará e Amazonas, proceder uma análise comparativa entre essas modalidades de serviços a partir dos parâmetros presentes na base de dados do Sistema Nacional de Saneamento Básico (SNIS) e do Plano Nacional de Saneamento Básico (PLANSAB), identificar se há eficiência na gestão e gerenciamento nos atendimentos da população urbana e rural e se as metas contratuais são capazes de atingir os objetivos do desenvolvimento sustentável (ODS), para 2030. Como base teórica foram utilizadas as reflexões dos documentos internacionais da ONU, por meio do “Relatório Mundial sobre o Desenvolvimento da Água das Nações Unidas (WWDR)”, atrelado a uma leitura referente aos conceitos de justiça ambiental, crise hídrica e justiça hídrica. Ainda, foram considerados um debate acerca das ações da Globalização e do Neoliberalismo e como estes fenômenos conjuntamente com as legislações e normatizações locais influenciam na instalação das agências reguladoras de água como parte integrante de um processo de privatização das empresas públicas de abastecimento de água nos municípios de Belém (PA), Manaus (AM), Barcarena (PA) e Parauapebas (PA) e como se dá esse processo no espaço geográfico de uma fração da Amazônia Brasileira.
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