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Navegando por Assunto "Granito Chaval"

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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Aspectos texturais do magmatismo e tramas da tectônica impostas ao Granito Chaval na Zona de Cisalhamento Santa Rosa, extremo Noroeste da Província Borborema
    (2014-12) GORAYEB, Paulo Sérgio de Sousa; LIMA, Aline Maria Meiguins de
    A região Noroeste da Província Borborema apresenta uma diversidade de corpos graníticos de natureza e evolução tectônica diversificadas, do Paleoproterozoico ao Paleozoico, com maior incidência relacionada ao Neoproterozoico e alojamento em diferentes fases da orogenia Brasiliana. Um desses exemplos é o Granito Chaval, que representa um batólito aflorante próximo à costa Atlântica do Ceará e Piauí, intrusivo em ortognaisses do Complexo Granja e supracrustais do Grupo Martinópole. Ele é, em parte, coberto por depósitos cenozoicos costeiros e rochas sedimentares paleozoicas da Bacia do Parnaíba. O Granito Chaval tem como característica marcante a textura porfirítica, destacando-se megacristais de microclina, em sienogranitos e monzogranitos, e outras feições texturais/estruturais de origem magmática, Essas permitiram interpretar sua evolução como de alojamento relativamente raso do plúton, conduzido por processos de cristalização fracionada, mistura de magmas com fluxo magmático e ação gravitacional em função da diferença de densidade do magma, levando à flutuação e ascensão de megacristais de microclina no magma residual, com alojamento de leucogranitos e pegmatitos nos estágios finais da evolução deste plutonismo. Por outro lado, em toda a metade Leste do plúton, encontra-se um rico acervo de estruturas tectógenas de cisalhamento, relacionada à implantação da Zona de Cisalhamento Transcorrente Santa Rosa, que levou a transformações tectonometamórficas superpostas às feições magmáticas, as quais atingiram condições metamórficas máximas na fácies anfibolito baixo. Cartograficamente, foram individualizados três domínios estruturais em que estão presentes uma gama de variações petroestruturais do Granito Chaval, sejam feições texturais/estruturais ígneas e tectônicas. As rochas plutônicas foram deformadas e modificadas progressivamente à medida que se dirige para Leste, no qual as rochas mudam-se para tonalidades mais escuras do cinza e os processos de cominuição e recristalização dinâmica reduzem, progressivamente, a granulação grossa desses granitos bem como o tamanho dos fenocristais para dimensões mais finas, mantendo-se suas características porfiroides. Desse modo, a trama milonítica se torna evidente, acentuando-se ao atingir a porção principal da Zona de Cisalhamento Transcorrente Santa Rosa. Como principais feições estruturais, destacam-se extinção ondulante forte; encurvamento e segmentação de cristais; geminação de deformação; rotação de cristais; microbudinagem; foliação anastomosada, inclusive S-C; lineação de estiramento; formas amendoadas de porfiroclastos, fitas e folhas de quartzo e recristalização. Os produtos desses processos de cisalhamento resultam na formação de protomilonitos, milonitos e ultramilonitos. Essas faixas miloníticas representam os locais de maior concentração da deformação, por isso é possível acompanhar progressivamente suas modificações texturais e mineralógicas, configurando uma sequência clássica de deformação progressiva heterogênea, por cisalhamento simples, em condições frágil-dúctil e dúctil. O alojamento do Granito Chaval aconteceu no final do Criogeniano (aproximadamente 630 Ma) e pode ser interpretado como magmatismo sin a tardi-tectônico em relação ao evento Brasiliano. O processo de cisalhamento que gerou a Zona de Cisalhamento Transcorrente Santa Rosa se formou nos incrementos finais da deformação de uma colisão continental em um sistema de cavalgamento oblíquo, em que se edificou o Cinturão de Cisalhamento Noroeste do Ceará, devido ao extravasamento lateral de massas crustais em fluxo dúctil acontecido no final da orogenia Brasiliana no Noroeste da Província Borborema.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Petrografia, geoquímica e geocronologia do granito Chaval, noroeste da Província Borborema
    (Universidade Federal do Pará, 2018-04-17) ARAGÃO, Arthur Jeronimo Santana; GORAYEB, Paulo Sérgio de Sousa; http://lattes.cnpq.br/4309934026092502
    A região noroeste da Província Borborema é representada por dois blocos crustais (Ceará Central e Médio Coreaú) articulados pelo Lineamento Transbrasiliano em contexto geológico complexo, que reune unidades geológicas de natureza, origem e idades do Arqueano ao Paleozoico. Neste quadro, destaca-se uma grande quantidade de corpos graníticos, com natureza e idades diversas, mas geralmente, resultante de granitogêneses com maior intensidade no Neoproterozoico e gerados em diferentes estágios da Orogenia Brasiliana. Nesse contexto, encontra-se o Granito Chaval no extremo noroeste da Província Boroborema, localizado próximo à costa Atlântica entre os estados do Ceará e Piauí. Ele está exposto em um batólito com relação intrusiva em ortognaisses paleoproterozoicos do Complexo Granja e rochas supracrustais do Neoproterozoico do Grupo Martinópole; está recoberto por rochas sedimentares da Bacia do Parnaíba do Paleozoico (Grupo Serra Grande) e depósitos sedimentares costeiros recentes. Os dados de campo e estudos petrográficos destacam em grande parte da porção oeste do corpo, feições magmáticas como a textura porfirítica com megacristais centímétricos de microclína euédricos imersos na matriz fanerítica grossa. No corpo predominam granodioritos, com variações tonalíticas e monzograníticas. Outra característica peculiar são as feições deformacionais relacionadas à instalação da Zona de Cisalhamento Transcorrente Santa Rosa (ZCTSR) no flanco leste do corpo, cujos efeitos do cisalhamento levaram à modificação das tramas magmáticas em grande parte da porção leste do corpo, gerando rochas miloníticas. Assim, as texturas tipicamente ígneas foram gradativamente, substituídas por uma trama tectônica, evoluindo inicialmente para protomilonitos, na porção central do corpo, e também mais a leste, e para granitos miloníticos, com forte deformação, cominuição e recristalização dinâmica dos minerais que compõem a matriz, formação de porfiroclastos de feldspatos e quartzo fitado. Os estudos geoquímicos revelam similaridades composicionais que são compatíveis com as classificações petrográficas, em que apresentam composição majoritariamente granodiorítica, seguida de monzogranitos e tonalítos. Os dados geoquímicos também indicam afinidade com granitos tipo I, peraluminosos a metaluminosos comparável à série cálcio-alcalina. As assinaturas geoquímicas indicam que o Granito Chaval é compatível a granitos de ambientes de arco magmático do tipo normal. As análises U-Pb em zircão indicam idade de cristalização de 632 Ma, posicionando seu alojamento no Neoproterozoico, no final do período Cryogênico, sendo ele o dos granitoides mais antigos da região, compatível aos granitoides do Arco Magmático Santa Quitéria. Os estudos isotópico Sm-Nd em rocha total apontam idades modelos (TDM) entre 2,04 e 1,27 Ga, e valores de ɛNd negativos, indicando fontes Paleoproterozoicas e Mesoproterozoicas, com considerável tempo de residência crustal que implica em uma natureza mais evoluída.
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