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Navegando por Assunto "Granitoides arqueanos"

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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Geologia, geoquímica e petrologia magnética dos granitoides Arqueanos da Porção Nordeste de Água Azul do Norte - Província Carajás
    (Universidade Federal do Pará, 2012-09-10) GABRIEL, Eleilson Oliveira; OLIVEIRA, Davis Carvalho de; http://lattes.cnpq.br/0294264745783506
    Os estudos petrográficos e geoquímicos, aliados aos dados de mapeamento geológico realizados nos granitoides arqueanos que afloram na porção NE de Água Azul do Norte, porção sul do Domínio Carajás, permitiram caracterizar novas unidades que antes estavam inseridas no contexto geológico do Complexo Xingu. São elas: (i) os granodioritos Água Azul e Água Limpa, que são granitoides de alto-Mg que apresentam assinatura geoquímica afim das suítes sanukitoides arqueanas que ocorrem em outras áreas da Província Carajás, assim como nas Províncias Superior e Karelian; (ii) um plúton de Trondhjemito com afinidade TTG e que ainda não havia sido identificado em estudos anteriores na região estudada; (iii) três corpos de Leucogranodioritos e um de Leucogranito, todos de assinatura cálcio-alcalina e geoquimicamente similares aos leucogranodioritos-granitos da Suíte Guarantã do Domínio Rio Maria. Estas rochas são intrusivas nas sequências supracrustais do Grupo Sapucaia e ocorrem como corpos deformados e alongados em padrão estrutural E-W. Os granodioritos Água Azul e Água Limpa são compostos essencialmente por (epidoto)-anfibólio-biotita granodioritos e tonalitos com (muscovita)-(epidoto)-biotita granodioritos e monzogranitos associados. O plúton de Trondhjemito é composto por biotita trondhjemitos e biotita tonalitos, enquanto que as ocorrências de Leucogranodioritos são formadas por biotita granodioritos, e o pequeno corpo de Leucogranito por biotita monzogranitos. Os granodioritos Água Azul e Água Limpa são predominantemente metaluminosos e apresentam altos valores de #Mg, Cr, Ni, que diferem dos fornecidos por séries cálcio-alcalinas de margens continentais e TTGs e leucogranodioritos arqueanos do Domínio Rio Maria. O estudo de suscetibilidade magnética (SM) realizado nestes dois corpos mostrou valores relativamente baixos com média de 17,54x10-4 SIv para o Granodiorito Água Limpa e de 4,19x10-4 SIv para o Água Azul. As análises dos minerais opacos mostraram que a magnetita e hematita são as fases mais comuns e que a ilmenita é ausente. No Granodiorito Água Limpa a magnetita é mais abundante e desenvolvida que no Granodiorito Água Azul, justificando assim seus mais altos valores de SM. Em geral, os valores de SM e o conteúdo modal de minerais opacos aumentam no sentido das fácies menos evoluídas (anfibólio tonalitos + anfibólio granodioritos) para as mais evoluídas (biotita granodioritos + biotita monzogranitos).Em geral, as amostras mais magnéticas estão relacionas à formação de magnetita como efeito da atuação de processos deformacionais. Devido às afinidades geoquímicas e mineralógicas entre estas rochas e os sanukitoides de Rio Maria, pode-se admitir condições de fO2 entre os tampões HM e FMQ para os granitoides de Água Azul do Norte.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Geologia, petrografia e geoquímica dos granitóides arqueanos de Sapucaia - Província Carajás-PA
    (Universidade Federal do Pará, 2013) TEIXEIRA, Mayara Fraeda Barbosa; DALL'AGNOL, Roberto; http://lattes.cnpq.br/2158196443144675
    Os estudos geológicos desenvolvidos na porção leste do Subdomínio de Transição, Província Carajás, a sul da cidade de Canaã dos Carajás e a norte de Sapucaia, permitiram a identificação, individualização e caracterização de uma diversidade de unidades arqueanas, anteriormente englobadas no Complexo Xingu. A unidade mais antiga da área compreende anfibólio tonalitos correlacionados ao Tonalito São Carlos (~2,92 Ga), com foliação orientada segundo NW-SE a E-W, ou, por vezes, aspecto homogêneo. Geoquimicamente, diferem das típicas associações tonalito-trondhjemito-granodiorito (TTG) arqueanas por apresentarem enriquecimento em TiO2, MgO e CaO, baixos teores de Sr e similares de Rb para amostras com menores teores de sílica, que se refletem em razões Rb/Sr mais elevadas e Sr/Ba mais baixas. Os padrões dos ETR mostram baixo a moderado fracionamento de ETR pesados em relação aos leves, e anomalias negativas de Eu discretas ou moderadas. Seguindo na estratigrafia, e também como a unidade de maior expressão na área, ocorrem rochas de afinidade TTG correspondentes ao Trodhjemito Colorado (~2,87 Ga), intensamente deformadas, com foliações NW-SE a E-W. Intrusivos nesta unidade, ao sul da área, aflora um corpo de aproximadamente 40 km2, de rochas de composição leucogranodiorítica porfirítica denominados de Leucogranodiorito Pantanal, e seccionado em sua porção oeste por leucogranitos deformados de composição monzogranítica. O Leucogranodiorito Pantanal têm afinidade cálcio-alcalina peraluminosa, enriquecimento em Ba e Sr, e padrões de ETR sem anomalias expressivas de Eu e com acentuado fracionamento de ETRP, que refletem em altas razões La/Yb semelhante com a Suíte Guarantã (~2,87 Ga) do Domínio Rio Maria. Os leucogranitos revelam assinatura geoquímica de granitos tipo-A reduzidos, possivelmente, originados a partir da fusão desidratada de rochas cálcico-alcalinas peraluminosas durante o Neoarqueano. Além dessas unidades, na porção leste do Leucogranodiorito Pantanal, hornblenda-biotita granito neoarquenos tipo-A oxidados da Suíte Vila Jussara. Ainda correlacionáveis ao magmatismo subalcalino neoarqueano, na porção norte, ocorrem dois stocks graniticos. São tonalitos a granodioritos com assinatura geoquímica de granitos tipo-A oxidados similares a Suíte Vila Jussara, e monzogranitos com assinatura de granitos tipo-A reduzidos que se assemelham a Suíte Planalto. Ao norte da área ocorre uma associação máfico-enderbitica composta de hornblendanoritos, piroxênio-hornblenda-gabros, piroxênio-hornblenda-monzonito, hornblenda-gabros, anfibolitos e enderbitos. Essas rochas estão intensamente deformadas e recristalizadas, provavelmente por retrometamorfismo na presença de água de rochas de série noríticavii charnockítica de origem ígnea associada com outras variedades de rochas não necessariamente cogenéticas. Seu comportamento geoquímico sugere que os hornblendanorito, hornblenda-gabros e anfibolitos são toleíticos subalcalinos, enquanto que os enderbitos, piroxênio-hornblenda-gabro e piroxênio-hornblenda-monzonito têm assinatura cálcico-alcalina. As baixas razões La/Yb das rochas máficas indicam baixo grau de fracionamento, enquanto que as altas razões La/Yb dos enderbitos é indicativo de fracionamento expressivo dos ETR pesados durante a formação ou diferenciação dos seus magmas, e a concavidade no padrão de ETR pesados, indica provável influência de fracionamento de anfibólio durante sua evolução. Na porção central e centro-norte da área ocorrem biotita-monzogranitos peraluminosos, de assinatura cálcio-alcalina, que podem ser desdobrados em dois grupos geoquímicos distindo. Um tem altas razões Sr/Y e (La/Yb)n, mostram possível afinidade com o Granito Bom Jesus da área de Canaã dos Carajás. O outro tem mais baixa razão (La/Yb)n se aproxima mais do Granito Serra Dourada e do Granito Cruzadão também da área de Canaã dos Carajás. Essa comparação deverá ser aprofundada com dados geocronológicos e maior número de amostras.
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