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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Emissões de gases de efeito estufa na disposição final de resíduos sólidos urbanos no Estado do Pará.
    (Universidade Federal do Pará, 2023-04-20) ALMEIDA, Fernando Felipe Soares; PEREIRA, José Almir Rodrigues; http://lattes.cnpq.br/9918600634569244
    A crescente geração dos Resíduos Sólidos Urbanos – RSU no mundo e a consequente emissão dos Gases de Efeito Estufa – GEE oriundos da atividade de disposição final tem influenciado na gestão dos resíduos e desafia as administrações municipais a adotarem procedimentos e métodos de gerenciamento dos resíduos que minimizem a emissão de GEE nesta atividade. Assim, esta pesquisa estuda a emissão de GEE resultante da disposição final de RSU, no Estado do Pará. A pesquisa foi quali-quantitativa, de natureza aplicada e objetivos de aspecto exploratório e descritivo, tendo como objeto de estudo o setor de resíduos sólidos no Estado do Pará. As atividades desenvolvidas foram divididas em 4 etapas, sendo verificada a contribuição do setor de RSU nas emissões de GEE no Estado do Pará (Etapa 1), observada a situação da disposição final dos RSU nos municípios do estado (Etapa 2), estimada a geração dos GEE na disposição final de RSU (Etapa 3) e analisadas oportunidades de redução da emissão de GEE no setor de RSU (Etapa 4). Os resultados da pesquisa mostram que o Pará é o estado que mais emite GEE no Brasil (447.927.368 ton. de CO2e). Apesar do setor de RSU responder por próximo de 1% dos GEE, foi verificado que 138 dos 144 municípios paraenses ainda encaminham os RSU para lixões e aterros controlados. Considerando o valor total dos RSU coletados nos municípios paraenses em 2021 (1.016.874,64 ton.), a emissão estimada de GEE para este mesmo ano foi de 952.901,86 ton. de CO2e, situação que indica impacto ao meio ambiente. Com a pesquisa foi constatado a necessidade de adequação da destinação final ambientalmente adequada dos RSU, como alternativa para reduzir a emissão dos GEE no Estado do Pará.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Reflorestamento e recuperação de áreas degradadas na bacia hidrográfica do Tarumã-Açu e sua contribuição na redução dos gases efeito estufa.
    (Universidade Federal do Pará, 2020-09-14) VERAS, Eliana da Conceição Rodrigues; BATISTA, Clauderino da Silva; http://lattes.cnpq.br/1345689043203622
    A recuperação de áreas degradadas torna-se fator primordial na redução do aquecimento global, sendo necessário que o processo de reflorestamento passe por um planejamento de seleção de espécies com maior potencial de desenvolvimento em condições adversas. O objetivo da pesquisa é investigar o índice de sobrevivência e mortalidade das espécies frutíferas, plantadas em área degradada na Bacia Hidrográfica do Tarumã-Açu-BHT, e a estimativa da fixação de carbono no período de 20 anos. A metodologia adotada é a observação participante, com análise de 500 mudas de espécies frutíferas de caju (anacardium ocidentale), 500 de ingá (ingá edulis), 500 de buriti (mauritia flexuosa) e 500 mudas de açaí (euterpe oleracea) totalizando 2000 mudas analisadas quanto ao índice de sobrevivência e mortalidade. Utilizou-se mapeamento da área através de GPS - Global Position System, registro fotográfico, revisão bibliográfica através de consulta em dissertações, teses, artigos e livros relacionados ao tema, imagens de satélite, cartas topográficas e mapas pré-existentes. Ainda como metodologia, foi definido que o percentual de mortalidade aceitável para a continuidade do processo de reflorestamento é de até 20%. A seleção e acompanhamento das mudas ocorre no período de 2015 a 2019, obtendo-se resultado de 84,8% de sobrevivência do mauritia flexuosa, 87,2% da euterpe oleracea, 87% da Ingá Edulis e 100% do anacardium ocidentale. Todas as espécies analisadas ficaram abaixo do percentual definido, o que equivale dizer que os objetivos propostos foram bem atendidos. Para a análise da fixação de carbono, utilizou-se o menor e o maior índice encontrado na literatura, onde os autores definem que o menor índice de fixação é de 7,1kg de CO₂ por cada árvore/ano e o maior é de 15,6 kg de CO₂, onde uma única árvore pode absorver entre 142 kg e 312 kg de CO₂ em 20 anos. O sequestro de carbono realizado pelas árvores plantadas contribui na diminuição da concentração de gases de efeito estufa.
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