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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Aspectos de gênero e vulnerabilidade ao HIV/AIDS entre usuários de dois dos serviços de atendimento especializado em DST/AIDS de São Luís, Maranhão
    (Universidade Federal do Pará, 2016-09) MAFRA, Rogério Luís Pereira; PEREIRA, Ediléa Dutra; VARGA, István van Deursen; MAFRA, Welma Cristina Barbosa
    Foram pesquisados os fatores que contribuem para a vulnerabilidade de homens e mulheres que vivem com HIV/AIDS, usuários dos Serviços de Atendimento Especializado (SAE) em DST/aids, se examinando as diferenças sociodemográficas e epidemiológicas, além de seu acolhimento e acesso ao diagnóstico e tratamento. Realizou-se um estudo observacional, descritivo e de corte transversal, em que foram entrevistados 248 indivíduos, entre outubro e dezembro de 2007. Para análise, empregou-se o teste do qui-quadrado de Pearson e a análise multivariada através da técnica CHAID (nível de significância de 5%), observando-se as variações por sexo. Percebeu-se que alguns elementos de ordem individual, social e programática, incluindo questões de gênero, contribuíram de maneira significativa para a vulnerabilidade dos entrevistados. Observaram-se importantes diferenças entre homens e mulheres, considerando: emprego e renda, total de parcerias e uso de preservativo. A forma de acolhimento e acesso ao diagnóstico e tratamento nos SAE se apresentou como um elemento de incremento de vulnerabilidade, por não promover um atendimento integral aos usuários. Identificaram-se, ainda, aspectos de vulnerabilidade diferencial no grupo das mulheres em relação ao "uso do preservativo após o diagnóstico", associado ao tipo de parceria (fixa ou não) e ao "entendimento do que lhe diz o infectologista durante as consultas", o qual esteve relacionado diretamente ao tempo de atendimento no SAE. Nesse sentido, um caminho para a diminuição da vulnerabilidade perpassa pela busca da equidade de gênero e de etnia, com vista à melhoria da qualidade de vida das pessoas.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Avaliação do risco cardiovascular em pacientes com lipodistrofia secundária a terapia antirretroviral: critérios de framingham, índice tornozelo-braço e medida da espessura da camada medio-intimal da carótida
    (Universidade Federal do Pará, 2011-12-16) KOURY JUNIOR, Adib; LIBONATI, Rosana Maria Feio; http://lattes.cnpq.br/3818175484709618
    O uso da terapia antirretroviral reduziu significativamente a mortalidade e a morbidade nos pacientes infectados pelo HIV. Entretanto, este tratamento pode causar alterações metabólicas como dislipidemia, intolerância à glicose, resistência insulínica e lipodistrofia. As consequências clínicas e laboratoriais que acompanham estas alterações podem aumentar o risco para desenvolvimento de doenças cardiovasculares. Este estudo teve o intuito de investigar os aspectos epidemiológicos, clínicos e laboratoriais dos pacientes com lipodistrofia associados ao aumento do risco cardiovascular com ênfase à medida da camada média-intimal e índice tronozelobraço. Para tanto foi conduzido um estudo Transversal analítico com 62 paciente com lipodistrofia em uso de Terapia antirretroviral ativa (TARV) com idades variando de 29 a 68 anos acompanhados no ambulatório de lipodistrofia do Hospital Universitário João de Barros Barreto. Os pacientes foram submetidos a anamnese com exame clínico, coleta de sangue para exames laboratoriais com dosagem de glicemia, colesterol total e suas frações, triglicerídeos e PCR ultra-sensível, medida do índice de pressão tornozelo-braço (ITB) e medida da espessura da camada médio-intimal da carótida (CMI) através de ultra-sonografia modo B. Os pacientes foram classificados quanto ao risco cardiovascular através dos critérios do escore de Framingham. As variáveis foram analisadas pelo estudo de medidas de tendência central e as hipóteses foram avaliadas pelos testes qui-quadrado e e/ou exato de Fisher. A prevalência de alteração do ITB na amostra estudada foi de 21% e os pacientes com aumento da CMI foi de 48,4%. De acordo com o escore de Framingham, 53,2% dos pacientes apresentaram risco baixo para evento cardiovascular em 10 anos, 16,1% risco moderado e 30,7% risco alto. Paciente com aumento da CMI apresentaram maior risco cardiovascular através do escore de Framingham O sexo masculino, idade, aumento da circunferência abdominal apresentaram uma associação significante com o aumento da espessura da camada médio-intimal da carótida.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Conhecer para atuar: propostas para ações mais eficazes na prevenção do HIV/AIDS em adolescentes no município de Belém do Pará
    (Universidade Federal do Pará, 2017-05-31) LIMA, Mariana Souza de; BOTELHO, Eliã Pinheiro; http://lattes.cnpq.br/6276864906384922; https://orcid.org/0000-0002-9682-6530
    O Estado do Pará e Belém ocupam a décima e sexta posição entre as Unidades Federativas e as capitais brasileiras, respectivamente, na taxa de detecção do vírus da imunodeficiência humana (HIV). A infecção peloHIV tem crescido entre os jovens-adolescentes, mesmo mediante as campanhas midiáticas governamentais para a prevenção contra o HIV. Do ano de 1980 ao ano 2013, a Região Norte apresentou um aumento de 111% na taxa de detecçãoentre sujeitos na faixa etária de 15 a 24 anos. Com o objetivo de traçar campanhas educativas em saúde mais eficazes e pontuais contra a infecção pelo HIV em jovens-adolescentes no município de Belém, neste trabalho FOI PROPOSTO em primeiro plano traçar o perfil epidemiológico para a infecção pelo o HIV ou a síndrome da imunodeficiência adquirida (AIDS) em jovens-adolescentes na faixa etária de 15 a 24 anos para cada uma das regiões distrital administrativa de Belém e, em segundo plano, avaliar o conhecimento sobre o HIV/Aids de discentes do ensino médio de escolas estaduais nestas regiões administrativas. O levantamento do perfil epidemiológico será feito no Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA) da Secretaria Municipal de Saúde de Belém (SESMA) utilizando questionários preenchidos de usuários, na faixa etária de 15 a 24 anos, cujos testes foram positivos para o HIV no período do ano de 2010 ao ano de 2015. Os dados foram agrupados por localidade da residência do usuário. Para avaliarmos o nível de conhecimento sobre o HIV/AIDS em discentes do ensino médio, foram utilizados questionários semi-estruturados com questões fechadas aonde o discente teve opções de concordar com a questão, não concordar ou marcar “não sei”. Espera-se que os resultados por este estudo obtido, ofereçam mais subsídios as políticas públicas de saúde ao combate ao HIV/Aids. Esperamos que os nossos resultados sejam fontes para novos estudos e que sirvam de alerta para que se levantem ações eficazes na luta contra o HIV em estudantes de ensino público por órgãos municipais, estaduais e até mesmo federais.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Homofobia e assistência à saúde para pessoas vivendo com HIV/Aids
    (Universidade Federal do Pará, 2024-04-18) MORAES FILHO, Leomar Santos; LIMA, Maria Lúcia Chaves; http://lattes.cnpq.br/2883065146680171
    Homofobia é o termo empregado para designar o sentimento ou a atitude dirigida aos homossexuais que inferioriza, hostiliza, discrimina ou os violenta em razão da sua sexualidade. A literatura indica que a homofobia é produzida socialmente, especialmente pelas ideologias cisheternormativa e sexista, podendo ser perpetrada por indivíduos, coletividades ou instituições. Na contemporaneidade, a homofobia vem apresentando um processo de recrudescimento, especialmente quando combinada ao viver com o Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV)/Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (Aids). Desse modo, a presente pesquisa tem o objetivo de compreender como a homofobia reverbera na assistência à saúde de homens gays e bissexuais vivendo com HIV/AIDS. Partindo de uma pesquisa qualitativa foram entrevistados seis homens gays e bissexuais a partir dos 18 anos de idade, com sorologia positiva para o HIV em fase avançada da infecção e hospitalizados em uma unidade de referência em infectologia. Os interlocutores foram contactados a partir do diálogo com a equipe assistencial da instituição, leitura do prontuário e uma abordagem inicial do pesquisador para apresentação da pesquisa. As entrevistas seguiram o modelo semiestruturado e foram realizadas presencialmente no hospital-campo. Para a análise das informações produzidas este estudo utilizou a análise de conteúdo de Bardin (2016). Os resultados apontam que a homofobia faz parte do cotidiano e das dinâmicas sociais contemporâneas e quando aglutinada a condição sorológica positiva ao HIV, torna-se ainda mais complexa, produzindo situações específicas de sofrimento. No âmbito da assistência à saúde, entre os efeitos mais expressivos da homofobia destaca-se a pressuposição da heterossexualidade de todos os usuários, inabilidade no manejo clínico da sexualidade divergente da heterossexual e o não-reconhecimento desse marcador como um dado de saúde clinicamente relevante. Ademais, a vivência dos interlocutores evidenciou que o sofrimento vivenciado tem interfaces tanto com suas histórias de vida e vivências anteriores ao diagnóstico quanto o contexto de iniquidades, injustiça social, opressões e negligência do Estado o qual encontram-se expostos.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Perfil antropométrico, qualidade de vida e nível de atividade fisica de pessoas vivendo com HIV/AIDS em Altamira-PA
    (Universidade Federal do Pará, 2012-12-20) MELO, Gileno Edu Lameira de; BICHARA, Cléa Nazaré Carneiro; http://lattes.cnpq.br/2161704040280760
    Introdução: O vírus HIV e a aids já atingiram mais de 33 milhões de pessoas no mundo e 600.000 no Brasil, que foram alcançados em múltiplas dimensões sociais e de saúde com impacto no seu perfil epidemiológico quanto a heterossexualização, feminização, interiorização e pauperização deste agravo, além de sofrerem os efeitos orgânicos e metabólicos ocasionados pelo próprio vírus, a doença e a terapêutica especifica. Objetivo: Descrever o perfil antropométrico, da qualidade de vida e nível de atividade fisica de pessoas vivendo com HIV/aids em Altamira-PA. Metodologia: Estudo descritivo envolvendo pessoas vivendo com HIV/aids atendidas em Serviço de Assistência Especializada (SAE), que aceitaram participar da pesquisa de ambos os sexos, maiores de 20 anos, cujos dados sociodemográficos, clínicos, da contagem de linfócitos T CD4+ e carga viral foram obtidos de prontuários, e que responderam a questionário protocolar validado para avaliação da qualidade de vida WHOQOL HIV - Bref e o questionário Internacional de Atividade Física/IPAQ – versão curta; foi feita avaliação física individual para a coleta de medidas antropométricas como: peso, altura, Índice de Massa Corporal (IMC), circunferências e Relação Cintura-Quadril (RCQ). Os dados obtidos foram armazenados no Excel para processamento e análise estatística descritiva e inferencial. Resultados: a população foi composta de 29 mulheres (60,4%) e 19 (39,6%) homens, prevalecendo: faixa etária entre 40-49 anos (37,5%) e média de idade de 39,4 anos; baixa escolaridade (66,7%); e o grupo de solteiros, viúvos ou separados/divorciados (62,5%). Quanto ao nível de atividade física registrou-se que 64,6% da amostra são sedentárias, tendo 41,4% das mulheres com sobrepeso. Na distribuição das pessoas vivendo com HIV/aids houve diferença significativa (P=0,0013) na proporção do risco cardiovascular segundo o RCQ e sendo que mais de 70% estavam sob uso de terapia antirretroviral em média de 3,55 anos. Na avaliação da qualidade de vida de acordo com o WHOQOL HIV – Bref o escore que obteve a média mais positiva foi o domínio da Espiritualidade e o menor escore foi o domínio meio ambiente e observou-se ainda média significativamente menor (P=0,011) no domínio psicológico do grupo com T CD4+ (< 200). Não houve diferença significativa segundo a TARV. Conclusão: O SAE de Altamira-PA mostra a tendência epidemiológica mundial da pandemia HIV/aids quanto a feminização, pauperização e interiorização do agravo; O IMC pode refletir o comportamento mais comum nas mulheres com maior probabilidade de risco de doenças cardiovasculares. O IPAQ demonstrou que se tem uma população que a maior parte é sedentária, com indivíduos fisicamente inativos e com maior chance de sofrer com os efeitos da lipodistrofia, problemas metabólicos e alterações corporais pela ausência da atividade física e do exercício físico. De um modo geral, as observações mostraram-se semelhantes as da população geral o que pode ser reflexo da amostra reduzida de indivíduos avaliados. Há necessidade de estudos adicionais com ampliação amostral para melhor avaliação do nível de atividade física, qualidade de vida de PVHA, possibilitando propostas de intervenções especificas para pacientes que vivem com HIV/aids.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Pneumopatias infecciosas em pacientes com HIV/AIDS: abordagem histórica em um hospital de referência na Região Norte, Brasil
    (Universidade Federal do Pará, 2016-06-07) SANTOS, Milene Cardoso Salgado dos; CARNEIRO, Irna Carla do Rosário Souza; http://lattes.cnpq.br/4389330944043163
    As doenças pulmonares infecciosas são identificadas com frequência em pacientes infectados com o vírus da imunodeficiência humana (HIV). O objetivo deste estudo foi descrever os aspectos clínicos, epidemiológicos e as técnicas utilizadas no diagnóstico de pneumopatias infecciosas em pacientes com HIV/AIDS. Foram avaliados 830 prontuários de pacientes admitidos no Hospital Universitário João de Barros Barreto (HUJBB) – Belém – Pará, no período de 2005 a 2014, com diagnóstico de pneumopatias infecciosas, positivos ao HIV e com idade superior a 18 anos. A idade média dos indivíduos foi de 37,7 anos, com maior faixa etária entre aqueles com maior atividade sexual e produtividade, a maioria do sexo masculino (64,4%), no entanto foi verificado um aumento significante de mulheres com o passar dos anos elevando-se o número de leitos femininos no hospital. A maior procedência foi da capital do estado (46,6%). As pneumopatias infecciosas manifestaram-se através da tosse produtiva, emagrecimento e dispneia. A grande maioria dos pacientes teve seu diagnóstico presuntivamente através de dados epidemiológicos, clínicos e radiológicos e conduzidos com o tratamento empírico. Nos pacientes que tiveram o diagnóstico estabelecido este foi realizado pela análise de escarro, lavado broncoalveolar e biópsia pulmonar transbrônquica e os diagnósticos mais encontrados foram as pneumonias bacterianas, tuberculose e pneumocistose, com um aumento significativo dos casos de tuberculose no período compreendido entre 2011 e 2014. O desfecho, mortalidade intra-hospitalar ocorreu na maioria dos casos em decorrência de pneumonia bacteriana e houve um aumento considerável do número de altas com o passar dos anos, mesmo com o aumento do tempo de permanência e as limitações em relação aos meios diagnósticos.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Prevalência da co-infecção por Leishmania sp. em pacientes portadores de HIV/AIDS atendidos pelo Programa Municipal de DST/AIDS no Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA) de Imperatriz-MA
    (Universidade Federal do Pará, 2012) SILVA, Lúcio André Martins da; ISHIKAWA, Edna Aoba Yassui; http://lattes.cnpq.br/3074963539505872
    A co-infecção Leishmania-HIV-Aids é um sério problema de saúde pública em quase todo o mundo. No entanto, os casos de co-infecção ainda são subestimados, uma vez que, a leishmaniose não se constitui doença definidora de Aids. Foi realizado um estudo descritivo transversal de Dezembro de 2011 a Fevereiro de 2012, com o objetivo de investigar a prevalência da co-infecção HIV/Leishmania em pacientes atendidos pelo programa municipal de DST/aids no Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA) de Imperatriz-MA. A população de estudo foi constituída por 199 indivíduos. A coleta de dados foi feita por meio de um questionário para a obtenção de dados demográficos, socioeconômicos e epidemiológicos, bem como foi realizado exame de coleta de material biológico (sangue) de todos os pacientes para detecção da infecção por Leishmania sp., por meio de exames laboratoriais (contagem de CD4 e CD8) e pesquisa da PCR. Entre os pacientes observou-se similaridade entre a frequência dos gêneros, 49,2% masculino e 50,8% feminino, com média de idade de 40 anos. Foi observado que 61,8% possuem baixo nível de instrução e 69,3% possuem renda mensal de até um salário mínimo. 2,01% (4/199) dos pacientes analisados apresentaram co-infecção Leishmania/HIV. Sendo, destes, 3 que apresentaram infecção mista por Leishmania (V.) sp e Leishmania (L.) amazonensis, causadores de LTA e um paciente infectado por Leishmania (L.) chagasi, causador de LV. Na comparação dos fatores de risco, comorbidades e complicações entre os pacientes analisados observou-se que a malária foi o único fator que se mostrou significante em torno de 10,05%. Esse foi o primeiro estudo que investiga a coinfecção HIV Leishmaniana cidade de Imperatriz, Maranhão e a identificação de pacientes coinfectados foi de fundamental importância para o serviço que a partir de então poderá realizar o acompanhamento destes pacientes. Este estudo permitiu conhecer a magnitude da prevalência da co-infecção Leishmania/HIV. Assim, sugerimos que o teste anti-Leishmaniaseja realizado em todos os indivíduos com HIV/Aids, e que sejam incrementadas políticas públicas voltadas para essa problemática.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Saúde sexual e HIV/AIDS na terceira idade
    (Universidade Federal do Pará, 2017-05-10) MENDONÇA, Evelyn Tayana Maciel; ARAÚJO, Eliete da Cunha; http://lattes.cnpq.br/5906453187927460; https://orcid.org/0000-0002-1312-4753; GONÇALVES, Lucia Hisako Takase; http://lattes.cnpq.br/6191152585879205; https://orcid.org/0000-0001-5172-7814
    A taxa de infecção pelo HIV tem aumentado entre as pessoas na terceira idade. Da mesma forma, o prolongamento da atividade sexual na velhice tem sido estimulado pelo incremento cada vez maior de vida social e ao crescimento da indústria farmacêutica. Contudo, a concepção do idoso como assexuado, inclusive entre os profissionais de saúde, tem reduzido o espaço para que o idoso manifeste sua sexualidade ou para que discuta sobre o assunto de forma a se munir de informação, resultando em práticas sexuais perigosas e no afastamento de sua saúde sexual. Objetivou-se nesse estudo analisar como o conhecimento sobre HIV/AIDS entre as infecções sexualmente transmissíveis reflete a vivência da sexualidade dos usuários idosos de uma Unidade Básica de Saúde do município de Belém-PA. Para tanto, optou-se pela abordagem da investigação avaliativa, adotando-se a triangulação de métodos. Em atendimento ao primeiro objetivo de avaliar o conhecimento dos idosos sobre HIV/AIDS aplicando-se o Questionário sobre HIV para a Terceira Idade. Já para atender ao segundo objetivo, de explorar como pensam e vivenciam os idosos à sua sexualidade, adotou-se a técnica do grupo focal, aplicando-se em dois grupos separados de homens e mulheres. Os dados obtidos pelo questionário foram tratados e analisados pela estatística descritiva simples, resultando no fato de que os idosos participantes dessa pesquisa possuem algum conhecimento sobre a AIDS, principalmente em relação aos domínios ―conceito‖, ―transmissão‖ e ―prevenção‖, entretanto, observou-se a existência de lacunas de conhecimento principalmente sobre a fase assintomática da doença e as formas em que não ocorre transmissão do vírus. Além disso, 93% deles não usam camisinha em sua prática sexual e somente 40% já realizou o teste HIV. Os dados obtidos pela técnica do grupo focal foram tratados pela técnica de Análise de Conteúdo Temática, emergindo assim quatro categorias: sexualidade do idoso entre os desafios do envelhecimento e do preconceito; idosos viúvos: a influência do estado civil na sexualidade; a negociação do uso do preservativo entre os casais de idosos: entre a confiança e a suspeita de infidelidade; a enfermagem entre o velho e novo: uma conversa sobre IST e HIV/AIDS com idosos. Concluiu-se que conhecer nem sempre reflete atitudes positivas em relação à prevenção do HIV/AIDS e outras IST. Os idosos não usam o condom pela: confiança no parceiro, relação de poder do homem sobre a mulher, alterações biológicas e falta de hábito. A ausência de iniciativas de prevenção das IST e AIDS específica para a população idosa, a concepção do idoso como assexuado, bem como o despreparo dos profissionais de saúde, dificultam o alcance da saúde sexual dos idosos. Para alcançá-la torna-se essencial que a enfermagem incorpore ao ensino e à pesquisa uma discussão ampla sobre a sexualidade enquanto necessidade humana fundamental, inclusive para os idosos, bem como à sua práxis, contemplando o idoso em sua integralidade, aumentando as oportunidades de prevenção, diminuindo as diferenças e relações de poderes entre os gêneros e possibilitando o exercício pleno de sua sexualidade.
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