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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Avaliação da atividade cicatrizante do extrato hidroalcoólico de Ayapana triplinervis (Vahl) R.M. King & H. Robinson (ASTERACEAE)
    (Universidade Federal do Pará, 2020-07-16) NASCIMENTO, Suellen Carolina Martins do; LIMA, Anderson Bentes de; http://lattes.cnpq.br/3455183793812931; https://orcid.org/ 0000-0002-0534-2654; ANDRADE, Marcieni Ataíde de; http://lattes.cnpq.br/8514584872100128; https://orcid.org/ 0000-0001-5875-695X
    A cicatrização de feridas é um processo complexo que envolve a organização de células, sinais químicos e remodelamento com objetivo de reparar tecido lesionado. Dados estatísticos norte-americanos evidenciam uma prevalência de lesões cutâneas em aproximadamente 22,8% da população do mundo. No Brasil, as feridas constituem um grave problema de saúde pública. Neste sentido, a utilização de plantas medicinais como agentes terapêuticos tem despertado interesse junto aos pesquisadores devido os seus mais diferentes efeitos, dentre eles o cicatrizante. Assim, estudos etnofarmacológicos são encontrados na literatura, que associam o uso de A. triplinervis a cicatrização de feridas, porém não há evidências científicas que comprovem esta atividade. Desse modo, este estudo tem como objetivo realizar a avaliação do potencial cicatrizante do extrato hidroalcoólico de A. triplinervis incorporado em pomada de 5 e 10%. Para isso, foram realizadas análises fitoquímicas: prospecção da droga vegetal e do extrato hidroalcoólico, por meio de testes colorimétricos, de precipitação, cromatografia em camada delgada e cromatografia líquida de alta eficiência do extrato hidroalcoólico. Além das análises macroscópica, morfométrica, e exame histológico da pomada de extrato hidroalcoólico em 5% e 10%, utilizando como controles positivo e negativo, Dersani® e solução salina, respectivamente. Através destes testes, observou-se que a droga vegetal apresentou diversos composto: saponinas, antraquinonas, esteroides e triterpenos, polifenois e cumarinas. Para o extrato hidroalcoólico o resultado foi semelhante, porém os testes não indicaram a presença de antraquinonas. Análise por cromatografia em camada delgada do extrato hidroalcóolico revelou resultados positivos para cumarinas, esteroides e triterpenos. No perfil cromatográfico, do extrato, obtido por cromatografia líquida de alta eficiência, demonstrou pico, sendo sugestivo de cumarina. A Análise macroscópica das lesões demonstrou que os grupos de pomada do extrato 5% e 10% tiveram mais feridas reepitelizadas. Na morfometria não houve diferença estatística entre os quatro grupos testes no percentual de contração da ferida. Entretanto, o exame histológico mostrou que a pomada com 10% de extrato hidroalcoólico apresentou melhor qualidade no desenvolvimento do reparo tecidual, pois aumentou fibroblastos, colágeno, queratinização, mais que os outros grupos. Assim, este estudo mostrou que a pomada do extrato de A. triplinervis não acelerou a velocidade do fechamento das feridas, entretanto, mostrou influenciar de maneira benéfica, na qualidade, em que as lesões evoluíram, ainda assim novas pesquisas são necessárias para melhor entendimento do efeito.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Métodos de obtenção e caracterização de biomembrana de quitosana e copaíba para potencial uso em feridas
    (Universidade Federal do Pará, 2022-06-14) PARANHOS, Sheila Barbosa; PASSOS, Marcele Fonseca; http://lattes.cnpq.br/0588450144351187; https://orcid.org/0000-0002-5616-2127; CANDIDO, Verônica Scarpini; http://lattes.cnpq.br/8274665115727809; https://orcid.org/0000-0002-3926-0403
    Os profissionais da saúde lidam diretamente com diversas situações complexas no cuidado a pessoas adoecidas. Dentre estas, destacam-se as feridas na pele que podem trazer prejuízos na condição clínica do paciente, além de tratamentos onerosos para a cura. As feridas cutâneas exigem curativos para proteção contra microorganismos patogênicos e para acelerar o processo de cicatrização. Com o surgimento dos biomateriais disponíveis para uso no tratamento de feridas, a quitosana tornou-se uma escolha eficaz, encontrada facilmente na forma natural e renovável como potencial cicatrizante. A membrana de quitosana apresenta condições ideais no tratamento de feridas, como absorção, proteção, biocompatibilidade e potencial anti-microbiano. Para aumentar seus efeitos cicatrizantes, óleos naturais têm sido incorporados na matriz polimérica, a exemplo da copaíba, que possui elevada ação anti-inflamatória. Nesse contexto, o trabalho objetivou obter e caracterizar membranas de quitosana por emulsão e nanoemulsão do óleo de copaíba para tratar feridas cutâneas. As membranas de quitosana com adição do óleo por emulsão e nanoemulsão foram sintetizadas pela técnica de evaporação de solvente. Foram avaliadas pela análise macroscópica e caracterizadas por microscopia eletrônica de varredura, difração de raios X, espectroscopia de infravermelho por transformada de Fourier, calorimetria exploratória diferencial, percentual de intumescimento, umidade e ângulo de contato. Foi realizado ensaio in vitro de atividade antibacteriana frente à bactéria S.aureus. As membranas apresentaram aparência aparentemente finas, pouco maleáveis, relativa opacidade, homogeneidade e boa manuseabilidade. Observou-se porosidade mais numerosa nas superfícies das membranas sintetizadas por nanoemulsão do óleo de copaíba, além de comportamento mais amorfo. Percebeu-se uma melhor interação entre a quitosana e os constituintes do óleo quando a síntese do óleo foi preparada por nanoemulsão, resultando na melhoria da estabilidade do material produzido. Os percentuais de intumescimento foram maiores nas composições MQCoN-0,1 (214±3,22%), quando imersos na água e a composição MQCoN-5,0 (220±6,83%) na solução em PBS. O comportamento mais úmido foi significativo nas membranas compostas por nanoemulsões do óleo de copaíba de 0,1 % (0,80±1,37%) e 0,5 % (3 ±0,79%). Não houve grande influência no ângulo de contato entre as sínteses e composições. A membrana de quitosana com 1,0 % (v/v) do óleo emulsionado e a membrana de quitosana com 0,5% (v/v) do óleo nanoemulsionado foram as membranas mais hidrofílicas. Todas as membranas foram capazes de inibir o crescimento bacteriano, exceto a membrana de quitosana com 1,0%(v/v) de emulsão do óleo. Os materiais obtidos por nanoemulsão possuem atributos ideais para aplicação no uso de feridas cutâneas.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Síntese e Caracterização de Membrana de Quitosana com Extrato de Banana Verde e Andiroba para Cicatrização de Lesões Epiteliais
    (Universidade Federal do Pará, 2022-03-21) FERREIRA, Elisângela da Silva; CANDIDO, Verônica Scarpini; http://lattes.cnpq.br/8274665115727809; https://orcid.org/0000-0002-3926-0403
    Os biomateriais devem possibilitar que as céluas saudáveis cirundantes cresçam e substituam a matriz que constitui o material. A fusão de quitosana com outros compostos bioativos está sendo amplamente estudada, bem como a incorporação de óleos vegetais em filmes de quitosana para aplicação na cicatrização de feridas por diferentes técnicas. Este estudo teve como objetivo sintetizar e caracterizar membranas de quitosana, extrato de casca de banana verde e óleo de andiroba para aplicação em lesões epiteliais. Foram sintetizadas membranas em diferentes composições e concentrações e realizados testes de caracterização no memterial. O óleo de andiroba foi adicionado de forma pura ou emulsão óleo em água (O/A) na solução de quitosana. Houve maior intumescimento das membranas de quitosana com emulsão O/A, sendo 978,79 % e 423,64 %, Nano M6 e Nano M11, respectivamente, após 24 horas de imersão em água. A maior porcentagem de umidade foi em M7 (24,9 ± 3,8 %) e o menor em Nano M7 (13,46 ± 0,8 %). Todas as amostras são hidrofílicas, com valores menores com extratos de casca de banana da primeira decocção, M1 (24,0° ± 1,9°) e Nano M6 (23,7° ± 4,3°). Os difratogramas demonstraram material amorfo, na sua grande maioria. A análise térmica aponta maior estabilidade das membranas de quitosana sintetizadas com extrato de casca de banana e adição de óleo de andiroba. A espectroscopia mostrou picos e bandas características dos componentes das amostras e interação entre esses compostos, além de sugerir o encapsulamento do óleo. O material sintetizado apresentou características de absorção de líquidos, hidrofilicidade e interação entre seus componentes, em especial as membranas compostas com extrato de casca de banana do primeiro dia de decocção e com adição de emulsões O/A, com maior possibilidade de eficácia para cicatrização de lesões epiteliais.
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