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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Avaliação da presença de metais pesados na água potável fornecida à população urbana de Altamira e o seu possível impacto epidemiológico sobre doenças crônicas renais
    (Universidade Federal do Pará, 2024-04-30) STORCH, Wesley; FAIAL, Kleber R. Freitas; http://lattes.cnpq.br/0166366420811929; HTTPS://ORCID.ORG/0000-0002-8575-1262; PEREIRA, Adenilson Leão; http://lattes.cnpq.br/3184636120604556
    O rio Xingu é crucial para o abastecimento de água potável em Altamira, mas enfrenta riscos de poluição por metais pesados, especialmente mercúrio, devido à mineração ilegal e atividades da UHBM. O mercúrio pode bioacumular em humanos e estar associado ao aumento do risco de hipertensão e doenças renais. Este estudo avaliou a presença de metais pesados na água potável de Altamira e traçou o perfil epidemiológico de doenças renais crônicas (DRC) em Altamira e região do Xingu. Foram medidas as concentrações de Al, As, Cr, Cd, Pb, Fe e Hg em 24 amostras de água coletadas em julho de 2022, usando ICP/MS pelo Instituto Evandro Chagas, comparando com os limites da legislação brasileira e da OMS. Dados de mortalidade por DRC, diabetes mellitus (DM) e hipertensão arterial sistêmica (HAS) entre 2000 e 2020 foram analisados utilizando dados públicos do DATASUS. Além disso, dados de prontuários de pacientes com DRC tratados no HRPT de 2007 a 2023 também foram analisados. As concentrações de metais nas amostras de água analisadas estiveram dentro dos limites estabelecidos, exceto pelo alumínio (Al) que demonstrou-se elevado em duas amostras de água. Os dados de mortalidade obtidos do DATASUS entre 2000 e 2020 demonstraram um aumento significativo da mortalidade por HAS em Altamira (R²=0,80), enquanto a mortalidade por DRC (R²=0,30) e DM (R²=0,31) teve um impacto menor na taxa de mortalidade no período estudado. Considerando os dados dos prontuários médicos de pacientes com DRC tratados no HRPT, foi possível identificar que entre 2007 e 2023, 174 pacientes com DRC tratados no HRPT eram de Altamira, sendo 64,4% homens e 35,6% mulheres. Quanto à idade, 48,85% possuíam mais de 60 anos e 36,78% possuíam entre 41 e 60 anos. A principal comorbidade associada à DRC foi HAS (56,90%), seguida pela associação de HAS e DM (36,94%). Altamira apresentou uma prevalência média de 8,99 casos por 100 mil habitantes e uma incidência média de 10,24 casos novos por ano de DRC no período analisado. Na região do Xingu, foram identificados 403 casos de DRC, com predominância em homens (61,5%) com média de idade de 60 anos. A principal comorbidade associada à DRC foi HAS (49,88%), seguida pela associação de HAS e DM (37,47%). A prevalência média de DRC na região foi de 6,97 casos por 100 mil habitantes e uma incidência média de 23,70 casos novos por ano de DRC no período analisado. Os níveis de metais nas amostras de água analisadas estão dentro dos limites recomendados pela legislação brasileira e pela OMS. A alta prevalência de DRC em Altamira e na região do Xingu levanta preocupações sobre impactos na saúde pública. A contaminação histórica por mercúrio pode estar relacionada à alta mortalidade por HAS e à prevalência de DRC associada à HAS. Esses resultados ressaltam a necessidade de monitoramento contínuo da qualidade da água e de políticas públicas para mitigar os impactos da DRC na região.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Avaliação de risco ambiental por contaminação metálica e material orgânico em sedimentos da bacia do Rio Aurá, Região Metropolitana de Belém - PA
    (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, 2013-03) SIQUEIRA, Gilmar Wanzeller; APRILE, Fábio Marques
    A bacia do Rio Aurá está situada na região metropolitana de Belém, entre os municípios de Belém e Ananindeua, onde a taxa populacional tem aumentado sem qualquer medida de controle social ou ambiental. A região é intensamente explorada, sendo que os principais problemas ambientais são o desmatamento, erosão, inundação, poluição e contaminação das águas, especialmente por metais pesados e compostos orgânicos. O comportamento geoquímico dos elementos Al, Fe, Mn, Cr, Ni e Cu e os teores de compostos orgânicos foram avaliados em 30 pontos de amostragem no período entre 2008 e 2010 nos sedimentos fluviais. O aterro sanitário não controlado localizado nas proximidades da bacia do Rio Aurá é responsável, em parte, pela contaminação dos sedimentos. O estresse ambiental é resultado das atividades antrópicas locais, que contribuem no transporte de material clástico contendo metais para o rio. As variáveis estudadas foram classificadas segundo mecanismos de transporte e fonte (autóctone ou alóctone). Os resultados demonstraram que a principal contribuição de íons Al e Fe foi o aterro sanitário; Mn e Ni vieram principalmente dos solos adjacentes; Cr foi modificado (III/VI) por processo alobioquímico e Cu por processo bioinduzido.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Remoção de Ni2+ de soluções aquosas utilizando o talo do cacho do açaí (Euterpe oleracea) como Biossorvente
    (Universidade Federal do Pará, 2021-06-30) GESTER, Nayara Matos Lima; SIQUEIRA, Joana Luíza Pires; http://lattes.cnpq.br/4650162959340860
    Este trabalho utilizou como biossorvente o talo do cacho do açaí (Euterpe oleracea) –TCA – in natura para fitorremediação do metal pesado Ni2+ de soluções sintéticas. A caracterização do material foi feita utilizando-se técnicas de Transformada de Fourier (FTIR), Microscopia Eletrônica de Varredura (MEV) e Espectroscopia de Energia Dispersiva (EDS). O resultado da análise do infravermelho revelou a presença de grupos principais funcionais hidroxílicos e carboxílicos fundamentais no processo de biossorção. A análise do MEV mostrou um material com estrutura rugosa e porosa com visível variedade de tamanhos de poros e o EDS detectou semi-quantitativamente a presença de elementos como C, O e Ca, característicos de materiais lignocelulósicos, além da presença do Ni2+ após o processo de adsorção. O comportamento da adsorção do íon Ni2+ em solução aquosa pelo talo do cacho do açaí (TCA) foi feito em batelada e investigou influências como a da concentração, dosagem, granulometria, tempo de contato e pH. Em concentração de 25 mg.L-1 e pH entre 6 e 7 o TCA apresentou eficiência de remoção acima de 80%. Modelos de Langmuir, Freundlich e Dubinin-Radushkevich foram aplicados para descrever as isotermas de equilíbrio usando análise de regressão linear. O mecanismo cinético de adsorção foi melhor representado pela cinética de pseudo-segunda ordem. A adsorção em monocamada segundo o modelo de Langmuir descreveu melhor o processo de biossorção no TCA com coeficiente de correlação (R2) próximo de 1 e capacidade máxima de adsorção de 8,62 mg.g-1. A cinética do processo apresentou melhor ajuste ao modelo de pseudo-segunda ordem, indicando quimissorção, com R2 próximo de 1, capacidade de adsorção (qe) = 6,60 mg.g -1 e constante de taxa de adsorção (K2) = 0,082 g.mg-1.min-1. O TCA in natura apresentou resultados satisfatórios para o tratamento de águas residuais, fato este que reforça sua proposta ambiental.
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