Navegando por Assunto "High School"
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Dissertação Acesso aberto (Open Access) A construção de conceitos no ensino de História: para além do “verbalismo vazio”(Universidade Federal do Pará, 2022-06-17) SOARES, Emerson Sousa; NUNES, Francivaldo Alves; http://lattes.cnpq.br/4125313573133140; https://orcid.org/0000-0002-2750-0625Esta dissertação possui como um aspecto principal a problematização acerca do lidar com os conceitos por parte de professores e alunos da educação básica. Visa, também, compreender a relevância de estabelecer estratégias que permitam uma maior participação dos alunos na construção de conceitos relevantes para o Ensino de História, além de contribuir no desenvolvimento do discente enquanto um ser reflexivo. Nesta mesma esteira, propor caminhos viáveis aos docentes para o trabalho com os conceitos no fazer de sua profissão. A metodologia utilizada foi o estudo de caso, associado à observação participante. No que diz respeito às fontes, foram realizadas entrevistas semiestruturadas e aplicados questionários do tipo quali-quantitativos. Aquelas foram realizadas com dois profissionais de História que ministram aulas para a Educação Básica, da rede particular na capital do Estado do Pará. Já os questionários, além de aplicados aos dois professores com acréscimo de mais um, foram também direcionados aos discentes como respondentes e parte da pesquisa. Enquanto produto, optou-se por propor uma pesquisa que apresente novos caminhos aos professores-pesquisadores no Ensino de História, a partir da aprendizagem significativa, em que os alunos irão agir de forma decisiva na elaboração de um Dicionário de Conceitos, do tipo substantivo, em formato digital, presente em um site que estará em permanente construção.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Tendência temporal de oferta e participação nas aulas de educação física no ensino médio: uma análise dos dados da PeNSE (2015-2019)(Universidade Federal do Pará, 2025-06-30) BARBOSA, Danilo Silva; CRISP, Alex Harley; http://lattes.cnpq.br/1187580727139009; https://orcid.org/0000-0003-4683-9576; SILVA, Anselmo de Athayde Costa e; FARIAS JÚNIOR, José Cazuza de; http://lattes.cnpq.br/4794918582092514; http://lattes.cnpq.br/4022228051960764; https://orcid.org/0000-0001-5265-619X; https://orcid.org/0000-0002-1082-6098Embora a Educação Física seja parte obrigatória do currículo escolar brasileiro, são limitadas as evidências sobre sua implementação efetiva nas escolas ao longo do tempo. Essa ausência de monitoramento dificulta a avaliação do cumprimento das diretrizes nacionais e o enfrentamento das desigualdades estruturais entre regiões e redes de ensino. Este estudo teve como objetivo descrever a tendência temporal na oferta e participação em aulas de Educação Física entre estudantes do ensino médio no Brasil, e analisar diferenças segundo sexo, série, dependência administrativa (pública e privada) e grandes regiões. Utilizamos dados de duas edições da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE), realizadas em 2015 (n = 16.556) e 2019 (n = 70.755). Analisamos proporções ponderadas e razões de prevalência (RP) para ausência de aulas de Educação Física e de participação em aulas práticas nos sete dias anteriores à pesquisa. Entre 2015 e 2019, a prevalência nacional de estudantes que relataram não ter tido aulas de Educação Física apresentou redução de 4,8 pontos percentuais (33,0%; IC95%: 27,2– 38,9 vs. 28,2%; IC95%: 25,6–30,8). Por outro lado, a proporção de adolescentes que não participaram de aulas práticas (0 minutos) manteve-se elevada e aumentou 3,0 pontos percentuais no período (49,3%; IC95%: 43,9–54,8 vs. 52,3%; IC95%: 49,8–54,9). Em ambas as edições, a não participação foi mais frequente entre estudantes do terceiro ano (2015 = 57,0%; 2019 = 57,5%) e entre meninas (2015 = 53,7%; 2019 = 60,7%). Em 2019, a prevalência de ausência de participação prática foi maior em escolas públicas (55,3%) do que em escolas privadas (45,1%) com IC95%. As análises por grande região indicaram aumento das disparidades em 2019, com estudantes das regiões Norte e Nordeste apresentando maiores prevalências de ausência de aulas e de não participação nas aulas práticas, chegando a 42,6% e 36,7% para ausência, com 63,9% e 65,4% para frequência. Em conclusão, apesar do aumento da oferta autorreferida das aulas de Educação Física entre 2015 e 2019, a prática efetiva permanece limitada, especialmente entre meninas e estudantes dos anos finais do ensino médio. Os resultados apontam para desigualdades estruturais na oferta e participação da disciplina principalmente nas regiões Norte e Nordeste do país.
