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Navegando por Assunto "History experimental"

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    Efeitos de variáveis antecedentes e consequentes sobre o seguir instruções em participantes classificados como flexíveis e inflexíveis
    (Universidade Federal do Pará, 2009-09-09) PINTO, Ana Rachel; ALBUQUERQUE, Luiz Carlos de; http://lattes.cnpq.br/5261537967195189; PARACAMPO, Carla Cristina Paiva; http://lattes.cnpq.br/9018003546303132; SOUZA, Deisy das Graças de; HÜBNER, Maria Martha Costa; CARVALHO NETO, Marcus Bentes de; FERREIRA, Eleonora Arnaud Pereira; KATO, Olivia Misae; http://lattes.cnpq.br/4404800720856419; http://lattes.cnpq.br/5197268131243516; http://lattes.cnpq.br/7613198431695463; http://lattes.cnpq.br/6600933695027723; http://lattes.cnpq.br/3612219210222465; https://orcid.org/0000-0001-6164-174X
    Considerando o papel de diferentes variáveis envolvidas na manutenção ou não do comportamento de seguir instruções discrepantes, o presente estudo procurou ampliar essa análise através de três experimentos diferentes. Para tanto, participantes previamente classificados como flexíveis e inflexíveis, com base em suas respostas a uma escala de rigidez, foram expostos à três manipulações experimentais. No Experimento 1 o seguir instrução discrepante era antecedido por uma história de reforço diferencial. No Experimento 2 o seguir instrução discrepante era antecedido por historias, curta versus longa, de exposição a instruções correspondentes e no Experimento 3 o seguir instrução discrepante produzia perda de reforçadores. Na primeira etapa de todos os experimentos, universitários foram convidados a responder a uma escala de rigidez, com objetivo de identificar autorrelatos indicativos de padrões de comportamentos flexíveis e inflexíveis, para selecionar participantes da segunda etapa. Na segunda etapa, a tarefa, em todos os experimentos, era apontar em sequência para objetos de comparação de acordo com o modelo apresentados na tela de um microcomputador. No Experimento 1 quatro participantes classificados como flexíveis e quatro como inflexíveis foram expostos às Fases 1 e 2 eram iniciadas pela apresentação de um arranjo de estímulos, e pela apresentação da instrução discrepante, respectivamente. No Experimento 2 quatro participantes classificados de inflexíveis e quatro classificados de flexíveis foram atribuídos à duas condições: obtenção de 80 reforços, Condição 80; e obtenção de 320 reforços, Condição 320, antes da exposição à instrução discrepante. Cada condição era constituída de cinco fases. A Fase 1 era iniciada com a apresentação de uma instrução mínima, as Fases 2 e 4 eram iniciadas com a apresentação de uma instrução correspondente e as Fases 3 e 5 com a apresentação de uma instrução discrepante das contingências. As condições diferiram quanto ao número de reforços máximos obtidos na Fase 2. No Experimento 3 onze participantes, sendo seis classificados como flexíveis e cinco classificados como inflexíveis foram expostos a três fases. As Fases 1, 2 e 3 eram iniciadas com a apresentação de uma instrução mínima, instrução correspondente e instrução discrepante, respectivamente. Foram necessárias aplicação de 551 escalas para obter 16 classificados como flexíveis e 15 inflexíveis. Os resultados gerais mostram que: a) o comportamento de seguir instrução discrepante tende a ser abandonado quando as consequências planejadas experimentalmente para este comportamento são aversivas, independentemente da pré-classificação dos participantes como flexíveis ou inflexíveis (Experimento 3); b) efeitos de história pré-experimental sobre o seguir instrução discrepante são observados, quando o comportamento de participantes classificados como inflexíveis e flexíveis é estabelecido por reforço diferencial antes da apresentação da instrução discrepante (Experimento 1), e c) quando o comportamento de seguir instrução discrepante em participantes classificados como flexíveis e inflexíveis é antecedido por uma história curta ou longa de reforço para seguir instrução correspondente (Experimento 2). Com base nos resultados, sugere-se que o seguir instrução discrepante tende a ocorrer em participantes classificados como inflexíveis e tende a deixar de ocorrer em participantes classificados como flexíveis, quando o seguir instrução não produz perda de reforçadores.
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