Navegando por Assunto "Iconografia"
Agora exibindo 1 - 3 de 3
- Resultados por página
- Opções de Ordenação
Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Iconografia como narrativa estético-visual do sagrado na Amazônia paraense(Universidade Federal do Pará, 2017-05) CRUZ, Marcos Murelle Azevedo; SILVEIRA, Flávio Leonel Abreu daA pesquisa objetiva apresentar o conceito de iconografia como narrativa estético-visual do sagrado, no âmbito de uma arte litúrgica de tradição católica oriental a partir de registros imagéticos presentes na Amazônia. Considera que as imagens são formas artísticas de comunicação sobre algumas realidades, que trazem em si uma superação da linguagem literal para uma linguagem interpretada de uma determinada cena (de algum lugar) ou contexto. O conhecimento do contexto histórico-cultural em que a obra foi produzida desempenha um papel determinante, pois o sagrado com seus ritos e liturgias se constituem dentro de uma história não metafórica, na pervivência de seu sentido originário porque sobrevivem através das gerações vindouras. (BENJAMIN, 2008). Desse modo, o método iconográfico se inscreve na intersemiologia, e se refere à análise literária, no estudo das linguagens e de seus significados; na interpretação da cultura; na decodificação de seus significados; estabelece diálogo entre a palavra e a imagem; evidenciam relações de normas que tipificam e sistematizam seus símbolos e significados. Ao analisar a imagem e as linguagens por ela produzidas, a iconografia se pretende como método que procura construir perspectivas teóricas de análise da realidade por um olhar suspeitável das obras, haja vista sua vinculação a realidade social. Presentes na Amazônia, essas obras sobrevivem ao longo das épocas e sua permanência subsiste em expressões artísticas principalmente nos mosaicos. Por elas é possivel estabelecer diálogo com as diversas territorialidades da Amazônia, em seus rituais e em suas liturgias.Dissertação Acesso aberto (Open Access) La caricatura en Honduras: como manifestación artística y su importancia en la crítica socio/política: 1960-1980(Universidade Federal do Pará, 2017-06-12) DÍAZ, Fredy José Macías; COSTA, Antonio Maurício Dias da; http://lattes.cnpq.br/2563255308649361Tese Acesso aberto (Open Access) Percepção visual da cidade: iconografias da natureza urbana de Belém (1808 – 1908)(Universidade Federal do Pará, 2015-01-07) PEREIRA, Rosa Claudia Cerqueira; KOSSOY, Boris; http://lattes.cnpq.br/0725242773358250; SARGES, Maria de Nazaré dos Santos; http://lattes.cnpq.br/2076421409418420Este estudo propõe uma análise das iconografias urbanas de Belém, produzidas no decorrer do século XIX e início do XX. A tese tem por objetivo, então, analisar a representação da natureza em Belém, especificamente nos anos de 1808 a 1908. O compromisso inicial desse estudo se concentrou em pesquisar os diversos tipos de iconografias sobre Belém no decorrer dos Oitocentos. As questões que se procurou evidenciar tratam sobre a forma como os viajantes apreenderam a cidade, em sua passagem por Belém, tanto sob o ponto de vista narrativo quanto o visual, até os anos de 1890. A partir de então, também identificar como os governantes promoveram a cidade para além da região Amazônica. Observa-se que a natureza brasileira passou a ser representada, a partir do século XIX, por meio de linguagem escrita e iconográfica, isto graças à influência do cientificismo e da sensibilidade artística romântica, que perpassaram pelo conhecimento do país. A sensibilidade romântica realizou a aproximação entre ciência e estética ao apreender e representar a natureza, numa visão totalizante, inaugurando uma nova concepção de paisagem e a tentativa de “inventar” e visualizar uma natureza urbana, a qual é tema principal desse estudo; representa o fenômeno da urbanização que foi registrado, especialmente, por meio da fotografia. Nesse tipo de fotografias, a natureza aparece domesticada, adaptada ao desenho urbano, sua forma artificiosa e geométrica é valorizada. A fotografia urbana do final do século XIX reintroduz o “belo ideal” nas imagens da natureza ordenada segundo o modelo dos jardins franceses, ingleses e italianos. Parto do pressuposto de que a contemplação da natureza é adaptada para a realidade da região Amazônica, embora estivessem presentes modelos provenientes da Europa, mas encontram as suas especificidades a partir de uma natureza exuberante da Amazônia A percepção de natureza na Amazônia da segunda metade do século XIX e a influência de novas formas de conceber a natureza foram projetadas para as cidades na reformulação dos espaços para constituir a área verde, especialmente de Belém. Pensar historicamente a representação da natureza é refletir sobre a sua apropriação pela ação humana ao mesmo tempo em que diferentes indivíduos e grupos sociais circularam e deixaram suas marcas específicas nos lugares construídos a partir de uma natureza domesticada na paisagem urbana.
