Navegando por Assunto "Identidade coletiva"
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Tese Acesso aberto (Open Access) MLPA - História e memória do Movimento pela Libertação dos Presos do Araguaia: pluralidade, resistência e fé(Universidade Federal do Pará, 2024-02-08) RIBEIRO, Marcos Alexandre Araújo; PETIT, Pere; http://lattes.cnpq.br/8376409779394321; https://orcid.org/0000-0002-8970-3073Este trabalho apresenta um debate sobre a História e a Memória do Movimento pela Libertação dos presos do Araguaia-MLPA, quando no ano de 1981, dois padres franceses e treze posseiros foram presos na localidade de São Geraldo do Araguaia, que integrava o município de Xinguara no Estado do Pará. Com essa prisão e a posterior transferência para a capital Belém; religiosos, leigos, movimento estudantil, militantes de partidos políticos de esquerda como PT e PC do B, além de grupos de pastoral da Juventude, membros de diversos grupos de movimentos sociais. Nessa conjuntura, uma vigorosa rede de solidariedade é constituída com conexões nacionais e internacionais, que desenvolvem diversas atividades em Belém e na região do Araguaia Paraense, com a finalidade de exigir de o governo militar brasileiro libertasse os chamados Presos do Araguaia. Afirmo também que durante o desenvolvimento do movimento, se constitui entre alguns de seus militantes, o que chamo de uma Identidade Coletiva do MLPA, condição claramente perceptível nos relatos coletados através do método de História Oral, e disponibilizados tantos em fragmentos da redação da tese, como no Vídeo-Memória: MLPA - 40 anos de História, que aqui apresento como uma importante fonte de pesquisa, assim como também de ensino sobre a História do Tempo Presente na Amazônia.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Quebradeiras de coco babaçu no Médio Mearim, Estado do Maranhão: (re)construindo identidades e protagonizando suas histórias em defesa de patrimônios coletivos(Universidade Federal do Pará, 2016-03-29) LINHARES, Anny da Silva; PORRO, Noemi Sakiara Miyasaka; http://lattes.cnpq.br/3982338546545478Na Amazônia, o advento de “novos” movimentos sociais objetivados em identidades coletivas têm demostrado transformações na organização política dos chamados povos e comunidades tradicionais. Após a experiência de luta pela não derrubada das palmeiras de babaçu e pelo direito a terra no final dos anos de 1980, mulheres agroextrativistas mobilizadas, passam a se posicionar na esfera política constituindo suas próprias organizações representativas, reivindicando direitos baseados no reconhecimento dos modos intrínsecos de “criar”, de “fazer” e de “viver” deste grupo e acionando processualmente a identidade coletiva quebradeira de coco babaçu. Portanto, esta dissertação tem como objetivo analisar o processo de (re)construção da identidade coletiva quebradeira de coco babaçu, verificando sua associação com a constituição do patrimônio cultural, com ênfase em seu atual estágio. A pesquisa foi desenvolvida no Povoado de Ludovico, localizado na zona rural do Município de Lago do Junco, Estado do Maranhão, onde verificou-se que a identidade social e política das quebradeiras de coco está fundada na luta pela preservação dos babaçuais e nos saberes e fazeres herdados, que constituem seu patrimônio cultural construído na experiência vivida no passado e atualizado no tempo presente, contexto em que a experiência das crianças e jovens, filhos e filhas de quebradeiras de coco, também estão trazendo novos questionamentos sobre a ressignificação da identidade coletiva e dos patrimônios sob os quais a mesma se edifica
