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Navegando por Assunto "Identidade quilombola"

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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Migração quilombola na Transamazônica: um caso no município de Novo Repartimento (PA)
    (Universidade Federal do Pará, 2025-09-23) LIMA, Gilberto Teixeira; PEIXOTO, Rodrigo Corrêa Diniz; http://lattes.cnpq.br/9872938064820413; https://orcid.org/; AMORAS, Maria do Socorro Rayol; CONRADO, Mônica Prates; MURACA, Mariateresa; MORAES, Manoel R. de; http://lattes.cnpq.br/4427101624225075; http://lattes.cnpq.br/6141735247260273; http://lattes.cnpq.br/1031878280995937; http://lattes.cnpq.br/2429279552706202; https://orcid.org/; https://orcid.org/; https://orcid.org/0000-0002-3250-0988; https://orcid.org/0000-0001-6986-7671
    Esta dissertação aborda o fenômeno da migração quilombola na região da Rodovia Transamazônica, com ênfase no município de Novo Repartimento (PA), a partir de uma perspectiva antropológica. O estudo investiga como os deslocamentos de comunidades quilombolas, motivados por pressões econômicas, conflitos territoriais e transformações socioambientais articulam-se a práticas de resistência cultural e reconstrução identitária. A partir de um estudo de caso etnográfico, com base em entrevistas, observação participante e análise de narrativas orais, analisa-se como o processo migratório é ressignificado pelos sujeitos quilombolas, que recriam territórios simbólicos e comunitários em novos espaços. O conceito de quilombismo é mobilizado não apenas como herança histórica, mas como prática viva de organização coletiva, memória ancestral e enfrentamento às dinâmicas de marginalização. A pesquisa revela que, mesmo em contextos de deslocamento, os quilombolas reafirmam suas cosmologias, redes de solidariedade e formas próprias de viver e habitar, contribuindo para um entendimento mais amplo da territorialidade negra na Amazônia contemporânea. Diante disso, este estudo, conclusivamente, reconhece o processo de manutenção e reconstrução e da identidade quilombola em um espaço urbano.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    "Nem parece que tem quilombola aqui": (in) visibilidade da identidade quilombola no processo formativo da CFR do Território Quilombola de Jambuaçu Pe. Sérgio Tonetto
    (Universidade Federal do Pará, 2014-09-01) MACHADO, Joana Carmen do Nascimento; HAGE, Salomão Antonio Mufarrej; http://lattes.cnpq.br/1723722364556016
    Registros históricos indicam que desde 1850 a região do Rio Mujo foi ocupada por antigos mocambos. Dessas ocupações originaram-se 20 comunidades quilombolas, das quais 14 compõem o Território Quilombola do Rio Jambuaçu, no Município de Moju-PA. Ao longo da formação dessas comunidades, os moradores que ali residem têm vivenciado inúmeros conflitos, no tocante à preservação de suas terras, que vão da tentativa de repressão e destruição dos antigos mocambos, no século XVIII, à invasão e grilagem de terras nos dias atuais. A finalidade desta pesquisa é analisar como a Identidade Quilombola, efetivada por meio dessas lutas, é incorporada ao processo formativo da Casa Familiar Rural Pe. Sérgio Tonetto, dado ao seu contexto de formação: conflito entre quilombolas do Rio Jambuaçu e a Companhia Vale do Rio Doce (CVRD), no momento de instalação de um mineroduto para o transporte de bauxita, ao longo de 15 km do Território, o que tem provocado destruição de roças, florestas de castanheiras e assoreamento de rios e igarapés. Nessa perspectiva, a presente pesquisa abordará a luta pelo direito à terra e à educação como um elemento essencial nesse processo, revelando os contextos de aproximações entre Educação do Campo, Quilombos e a Identidade Quilombola. Os procedimentos metodológicos que norteiam a inserção em campo estão baseados em entrevistas e observações sistemáticas, realizados na comunidade com os sujeitos, e análise do Projeto Político-Pedagógico da CFR, a partir de uma abordagem qualitativa de caráter descritivo. Para analisar as falas dos sujeitos quilombolas de Jambuaçu, procedeu-se a análise de conteúdo das entrevistas. A referida pesquisa revelou que a Identidade Quilombola é invisibilizada no processo formativo da CFR Pe. Sérgio Tonetto, assim como aponta para descaracterização da Pedagogia da Alternância no processo formativo em análise. As perspectivas do presente estudo apontam para o fortalecimento da Identidade Quilombola no processo formativo dos quilombolas do Jambuaçu, na CFR “Pe. Sérgio Tonetto”.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Precisamos pisar no chão: plantas medicinais e ancestrais usos de práticas e saberes entre os quilombolas de Deus Ajude
    (Universidade Federal do Pará, 2024-11-07) SOUZA, José Luis Souza de; CARDOSO, Denise Machado; http://lattes.cnpq.br/2685857306168366
    A presente pesquisa é realizada em um território tradicional reconhecido como Deus Ajude e investiga a relação entre o uso de plantas medicinais e a identidade quilombola nessa comunidade, situada no arquipélago do Marajó, Pará. Motivada pelos debates sobre a preservação dos territórios quilombolas, especialmente após o reconhecimento constitucional das terras tradicionais pelo Art. 68 do ADCT (1988), esta pesquisa antropológica e sociológica examina como os saberes ancestrais vinculados ao uso de plantas fortalecem a identidade cultural quilombola e contribuem para a conservação territorial. Com uma população de aproximadamente 300 habitantes, a comunidade faz uso sustentável de uma área biodiversa composta por florestas que proporcionam o uso de seus frutos, plantas ancestrais e medicinais, cipós e junco, além dos rios com peixes e outros animais aquáticos que compõem um cenário rico e com potencialidade para o desenvolvimento de diferentes atividades. A pesquisa também analisa os desafios impostos pela expansão do agronegócio sobre esses territórios e a substituição de saberes tradicionais por práticas farmacológicas modernas, destacando a relevância dos saberes tradicionais para a resistência cultural e a sustentabilidade ambiental.
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