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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    A (in)visibilidade das mulheres quilombolas da Comunidade de Macapazinho e as políticas públicas de Castanhal-PA
    (Universidade Federal do Pará, 2024-11-28) QUADROS, Carmem do Socorro da Silva; FERNANDES, José Guilherme dos Santos; http://lattes.cnpq.br/7023812449790431; https://orcid.org/0000-0001-9946-4961; RAMOS, João Batista Santiago; http://lattes.cnpq.br/8078757512392983; https://orcid.org/0009-0007-1007-4627; NASCIMENTO, Eula Regina Lima; http://lattes.cnpq.br/0460051621828656; https://orcid.org/0009-0001-2665-8172
    Necessariamente, quando falamos em (in)visibilidade da mulher quilombola da Comunidade de Macapazinho, Castanhal (PA), nos remetemos a um contexto de fragilidades das políticas públicas e aos fatores históricos que contribuem para essa situação, sem esquecer dos vários processos de violência e violação dos direitos dessas mulheres. Esta dissertação traz reflexões sobre as marcações que as mulheres quilombolas carregam, seja na questão de ser mulher, de ser negra, de ser quilombola, de ser pobre, que as colocam nesse patamar de invisibilidade, onde o racismo institucional, estrutural e cultural é evidente. A pesquisa é de caráter exploratório, com uma metodologia quali-quantitativa, pois no início mostrará consultas de autores que discutem questões relacionadas a mulher quilombola e as políticas públicas, considerando a base cadastral do governo federal, Cadastro Único, parte que nos mostrará dados e informações sobre o quadro de vulnerabilidade que essas mulheres se encontram. O desafio inicial, nesta pesquisa, nos exigiu analises bibliográficas, porém alguns materiais documentais foram escassos. O que nos exigiu mergulhar numa análise antropológica sobre a identidade cultural desse povo, com base nas falas das mulheres entrevistadas. Os resultados obtidos pela pesquisa apontaram que a maioria das mulheres quilombolas estão em situação de vulnerabilidade social, relacionado a renda e ao quadro de desproteção social, o que requer do poder público medidas de efetivação de serviços e programas que atendam as especificidades dessas mulheres e a criação de mecanismos de enfrentamento ao racismo institucional, evidenciado pelos dados apresentados, para que seus direitos sejam respeitados e efetivados. A pesquisa sinaliza que é necessário que haja mais interação, consulta e compartilhamento com as questões ligadas a identidade e ancestralidade dos quilombolas de Macapazinho.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Cabanagem e o ensino médio na Amazônia: o desencontro entre a resistência e o currículo
    (Universidade Federal do Pará, 2024-12-17) GADELHA, Izabel Cristina Pereira; PANTOJA, Ana Renata do Rosario de Lima; http://lattes.cnpq.br/0154885817999880; NASCIMENTO, Afonso Welliton de Sousa; http://lattes.cnpq.br/0305006968020175; SOUZA, Orlando Nobre Bezerra de; PEREIRA, Maria do Socorro Vasconcelos; http://lattes.cnpq.br/8567141884452588; http://lattes.cnpq.br/8464004094228951
    Este trabalho analisa o desencontro entre o movimento da Cabanagem e o currículo do Ensino Médio em duas escolas públicas de Acará/PA: Escola Deusalina da Cunha e Sousa Carneiro e Escola Felipe Patroni. A pesquisa, de abordagem qualitativa, utilizou revisão bibliográfica, análise documental, entrevistas, observações e questionários, apoiando-se em autores como Raiol (1865, 1970), Ricci (2001, 2006, 2024), Salles (1971, 1992, 2009, 2025), Di Paolo (1985), Pinheiro (2001), Barriga (2024) e Gadelha (2009, 2024). Os resultados indicam que mais de 90% dos estudantes desconhecem a Cabanagem, evidenciando uma lacuna curricular. Embora haja valorização de povos indígenas e quilombolas, a ausência do ensino sobre a Cabanagem nos documentos oficiais compromete a formação histórica local e fragiliza a construção da identidade e do direito à memória dos jovens de Acará.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Carnaval, cultura e cidade: um estudo sobre o bloco carnavalesco “As Virgienses” de Vigia de Nazaré – Pará
    (Universidade Federal do Pará, 2025-08-29) BRAZ, Antonio Genivan Nunes; CRUZ, Fernando Manuel Rocha da; http://lattes.cnpq.br/1048087637452959; https://orcid.org/0000-0002-1254-5601; CHAGAS, Kadydja Karla Nascimento; LOBATO, Vívian da Silva; http://lattes.cnpq.br/2409854653619871; http://lattes.cnpq.br/8153247121237657; https://orcid.org/0000-0002-1563-3682
    Este estudo visa compreender a relevância do bloco carnavalesco “As Virgienses”, no contexto do carnaval paraense, enquanto prática sociocultural urbana e refletir sobre suas implicações para uma relevante identidade cultural de Vigia de Nazaré (PA), em meio à Modernidade. O Carnaval, como uma das expressões mais marcantes da cultura popular de Vigia de Nazaré e do estado do Pará, reflete processos históricos e dinâmicas sociais que transcendem sua dimensão festiva. Em 2025, ao completar 40 anos de existência, “As Virgienses” ilustram uma trajetória marcada por transformações que dialogam com os conceitos de identidade, cultura e cidade, dentre outros, na pós-modernidade. O estudo sobre este bloco carnavalesco nos possibilita uma compreensão da cidade, ao dialogar na dimensão da pós-modernidade, enquanto epicentro da vida econômica do município, vetor de transformação, estilo de vida, cidade espetáculo, espaço de produção e reprodução cultural, de inclusão e fenômeno social de desenvolvimento da sociedade pós-moderna. O bloco não é apenas um espaço de celebração, mas também um fenômeno que integra a vida econômica do município, conectando estilos de vida e consolidando Vigia como um palco de produção e reprodução cultural, inclusão social e desenvolvimento. Embora “As Virgienses” preservem tradições enraizadas, sua constante transformação evidencia uma adaptação às demandas contemporâneas. Reunindo brincantes de Vigia e de municípios vizinhos a este, o bloco se caracteriza pela diversidade cultural, promovendo uma interação entre o local e o global. Essa manifestação não apenas reforça a identidade coletiva da cidade, mas também dinamiza a economia local por meio de processos criativos e de representatividade social. Do ponto de vista metodológico, o estudo segue uma abordagem qualitativa e etnográfica, onde assumimos o papel de observador participante. A coleta de dados, além da fotografia e do diário de campo, incluiu entrevistas semiestruturadas com oito brincantes do bloco, cujas respostas foram transcritas pelo software Transcribe Me e analisadas a partir da análise de conteúdo, com base em Bardin (2016). O embasamento teórico fundamenta-se em autores clássicos, internacionais, nacionais e regionais, entre os quais, Hall (2005), Harvey (2016), Geertz (2008), Canclini (2008), Yúdice (2006), Cruz (2011, 2014, 2018, 2021.a, 2021.b, 2023, 2024), Silva (2015; 2019), Da Matta (,1978,1997), Giddens (2002), Wirth (1967), Simmel (1967), Rémy e Voyé (1992), Sánchez (2001), Sarraf-Pacheco et al (2015), dentre outros. Essas referências nos conduziram a uma análise acerca da articulação entre identidade, cultura e cidade, na pós-modernidade, contribuindo para a compreensão do papel do bloco como fenômeno sociocultural e identitário da cidade ribeirinha da Amazônia paraense – Vigia de Nazaré. Este estudo conclui que o bloco “As Virgienses” é uma relevante identidade cultural de Vigia de Nazaré, na pós-modernidade. Concebida como uma identidade fragmentada, plural e sujeita a constantes reconstruções, evidencia a compressão espaço-tempo em meio à tensão entre o global e o local. Enquanto espaço de liberdade e expressão performática construída e reconstruída, o carnaval de Vigia de Nazaré analisado a partir da abordagem contemporânea, é reconhecido por sua dimensão interpretativa, híbrida e econômica da cultura.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Cartas para Amazônia: convergências entre saberes locais e Ensino Superior
    (Universidade Federal do Pará, 2023-07-31) SILVA, Aldenora Pena da; COLFERAI, Sandro Adalberto; http://lattes.cnpq.br/9217166268191537
    Viajar pelas várias faces da região amazônica é convite do presente trabalho e tem por objetivo contribuir para a promoção e valorização das identidades amazônidas nos processos de ensino e aprendizagem entre discentes do Ensino Superior da Região Norte, buscando traçar a convergência entre saberes locais e Ensino Superior, tendo as Cartas Pedagógicas como suporte metodológico, fazendo com que discentes de lugares e realidades diversas da Amazônia se conectem, reconfigurando seu olhar sobre o seu entorno, compartilhando impressões, identificando-se no olhar do outro a partir das diferenças, mas também das semelhanças. Para tal, partimos em uma jornada, guiados por diferentes teóricos que subsidiaram essa pesquisa. A jornada começa com a proposta teórico-metodológica de Jesús Martín-Barbero (2004), apoiado por Deleuze e Guattari (2000) e Passos, Kastrup e Escóssia (2015), que identificam na Cartografia uma perspectiva de estudo aberta a diversos olhares e que possibilita à pesquisadora ser parte integrante, afetando e sendo afetada pela experiência vivenciada. O pensamento de Freire (1978, 1985, 1994, 2004, 2015a, 2015b) está presente tanto como instrumento metodológico, através das Cartas Pedagógicas, como pelas teorias defendidas em prol de uma educação transformadora, crítica e libertadora. Para fundamentar a discussão sobre Identidade me apoio nas teorias de Stuart Hall (2005), Néstor Canclini (2008) e Rogério Haesbaert (2010). Silva (2012) e Oliveira (2019) contribuíram para o entendimento dos sinuosos caminhos da formação da Região Amazônica, assim como a discussão sobre as Instituições de Ensino Superior de Mello (2007) e Mello, Almeida Filho e Ribeiro (2008). Não há como desenvolver pesquisas baseadas em cartas (pedagógicas), sem falar de Wolton (2006), Freire (1985), Amabile (2012) e Paulo e Dickmann (2020) e os conceitos que permeiam os caminhos da comunicação, da criatividade e da intencionalidade das cartas trocadas. Alicerçado por tais embasamentos teórico-metodológicos, desenvolvemos o Produto Educacional Cartas para Amazônia, composto de pelo a) Kit de Viagem - que traz pistas de como, metodologicamente, a troca de correspondências pode ocorrer e b) Coletânea de Cartas: compartilhando experiências da primeira viagem vivenciada por mim e pelos discentes, aqui denominados de escritores-viajantes, realizando descobertas e conectando mundos e saberes, locais e acadêmicos. A troca de cartas propõe trazer, a cada um dos discentes-correspondentes, a intersecção entre os saberes locais e acadêmico científicos, possibilitando um novo olhar sobre a sua própria realidade, além de compartilhar com o outro o que, em sua concepção, associa-o ao seu lugar no mundo, aprofundando sua relação identitária e, em perspectiva, fomentando práticas engajadas na preservação e valorização da Amazônia.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Centro Histórico de Belém: lugar de história e memória na sala de aula
    (Universidade Federal do Pará, 2019-01-29) MARTINS, Lourdes Machado; SILVA, Wesley Garcia Ribeiro; http://lattes.cnpq.br/2125737316069934; MACÊDO, Sidiana da Consolação Ferreira de; http://lattes.cnpq.br/4202561791565993
    A dissertação Centro histórico de Belém: lugar de história e memória na sala de aula, tem como objetivo desenvolver uma proposição didática, para ensinar história a partir de fontes patrimoniais, incorporando o uso do patrimônio histórico local. O experimento desenvolveu-se na Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Rui Barbosa, localizada na Rua Joaquim Távora, 408 no bairro da Cidade Velha. Para esta pesquisa foi selecionado dois monumentos do Centro Histórico de Belém: o Forte do castelo e a Praça Frei Caetano Brandão, como espaço para o desenvolvimento do ensino e aprendizagem em interface com a história local. O resultado foi considerado positivo, pois, observou-se um envolvimento muito grande dos alunos com as tarefas propostas, fato que favoreceu a aprendizagem dos mesmos. Como produto educacional da dissertação o terceiro capítulo apresenta o pari passu da preposição didática que se propõe a ser utilizado no ensino de história em diferentes séries e níveis de ensino. A didática de história utilizada prevê um percurso metodológico no qual o professor será o interlocutor em diálogo com os estudantes, pois é ele que vai apresentar aos alunos as fontes que serão utilizadas, assim como, orientá-los na construção de reflexões acerca do patrimônio histórico, cujo objetivo principal é estimular a construção do conhecimento histórico em diferentes espaços da memória. Os alunos por sua vez, serão agentes desta pesquisa, visto que terão a oportunidade de analisar diretamente as fontes e, em diversos momentos eles serão os interlocutores através das respostas que encontrarão no cruzamento das fontes a cada questão apresentada, cujo objetivo é aproximar os alunos da história local por meio do contato direto com as fontes e com temas locais. O projeto foi refletido teoricamente nos debates e nas disciplinas na primeira turma do Mestrado Profissional de Ensino de História, destacando-se a didática rüseniana em interação epistemológica com os debates sobre a educação patrimonial. O estudo do centro histórico na perspectiva da educação patrimonial é o produto educacional como resultado da dissertação de mestrado que procura fazer o diálogo entre a epistemologia e a práxis.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Cultura e identidade na comunidade indígena Mapurupy-Anambé/PA: negociações e conflitos interculturais na modernidade
    (Universidade Federal do Pará, 2024-09-16) ARAÚJO, Ezequiel Fonseca; CRUZ, Fernando Manuel Rocha da; http://lattes.cnpq.br/1048087637452959; https://orcid.org/0000-0002-1254-5601; LOBATO, Vívian da Silva; PÉREZ, Xerardo Pereiro; http://lattes.cnpq.br/8153247121237657; https://orcid.org/0000-0002-6298-5701
    A pesquisa debruça-se sobre a Cultura e a Identidade em uma comunidade tradicional indígena no interior da Amazônia e tem por objetivo refletir sobre o processo de reconfiguração da Cultura e Identidade no contexto da interculturalidade e Modernidade na Comunidade Indígena Mapurupy – Anambé/PA. A abordagem metodológica é de carácter qualitativo, de natureza básica e exploratória quanto a realização dos objetivos e tem por base a observação participante e o registro etnográfico da Celebração do Dia dos Povos Indígenas na Comunidade nos anos de 2023 e 2024, lócus da pesquisa, assim como a aplicação de entrevistas semiestruturadas com 07 (sete) lideranças indígenas. Iluminada pelos trabalhos de Bauman (1999, 2003), Hall (2014, 2017), Giddens (1992, 1999), Featherstone (1997), Assis e Neves (2013) e Krenak (2019, 2020, 2022), a presente dissertação apresenta em seus resultados que, devido a uma série de fatores históricos, sociais, econômicos e culturais, os habitantes do Alto Cairari passam, atualmente, por um significativo processo de (re)construção de suas identidades, reconfigurando costumes e tradições, para além da incorporação de novos elementos identitários e culturais provenientes da convivialidade com a sociedade moderna.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Dança, identidade, universalidade: as danças circulares no grupo Mana-Maní, em Belém, Brasil
    (Universidade Caxias do Sul, 2015-07) CASTRO, Fábio Fonseca de; COSTA, Lucivaldo Baía
    O artigo parte de uma abordagem etnográfica das danças de roda desenvolvidas pelo grupo cultural Mana-Mani, em Belém do Pará (Brasil) para discutir como as danças circulares, prática cultural em franca expansão, nas sociedades contemporâneas, contribuem para a formação de sentidos comunitários e identitários. Discute-se, particularmente, a produção do vínculo social empático como fator motivador de referenciais éticos e políticos para a formação da tipificação identitária. Nesse sentido, indaga-se como a proposta de fusão entre elementos universais e locais, desenvolvida pelo grupo Mana-Mani, se insere nas práticas culturais contemporâneas de produção de sentidos cosmopolitas híbridos. Procura-se discutir, assim, como danças e musicalidades presentes em populações tradicionais amazônicas são apropriadas pelo grupo e passam a constituir ideais comunitários e de produção de sentidos políticos para o local, em seu diálogo com o universal.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    De professores civis a oficiais militares: experiências sociais de militares temporários para o magistério na Força Aérea Brasileira (2011-2019)
    (Universidade Federal do Pará, 2023-08-31) GAUDÊNCIO, Sandra Letícia Magalhães; NUNES, Francivaldo Alves; http://lattes.cnpq.br/4125313573133140
    Esta dissertação analisa o processo de contratação temporária de professores como Oficiais Militares, considerando as demandas voltadas para o ensino básico numa estrutura militarizada. O objetivo é compreender o processo de formação e atuação dos oficiais militares temporários convocados para o quadro de ensino (magistério e pedagogia) da Força Aérea Brasileira – FAB, entre os anos de 2011 e 2019, no Colégio Tenente Rêgo Barros (CTRB). Assim sendo relevante compreender o cotidiano da formação desses Oficiais temporários, “os cotonetes” e a dinâmica de um “espírito militar” cujo alcance era determinado pelas relações sociais internas. As hipóteses levantadas são que as diversas experiências dos sujeitos sociais, homens e mulheres que atuavam nessa área perpassaram por estranhamentos, resistências, mediações, conflitos que se iniciam desde o processo de seleção até a atuação no CTRB. No que se refere às fontes, ressalta-se a relevância da oralidade a partir da utilização da técnica de entrevistas, autorizadas e gravadas através de google meet, feitas com os Oficiais temporários, suas memórias e esquecimentos, assim como, documentos oficiais, jornais, revistas e fotografias. Buscar-se-á compreender o processo de entrada dos professores civis em 2011 que se tornaram militares temporários e são profissionais da área de Ensino e Pedagogia, considerando as demandas voltadas para o ensino em uma escola assistencialista e o perfil dos profissionais que buscava alcançar convocados e formados para a “carreira” temporária na Força Aérea Brasileira-FAB, o chamado Quadro de Oficiais da Reserva de 2ª classe Convocados - QOCON.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Do desmatamento ao turismo: a construção de sentidos a partir da leitura de notícias sobre a Amazônia paraense
    (Universidade Federal do Pará, 2020-09-29) MAGALHÃES, Degivane Lima; CUNHA, Marcos André Dantas da
    Esta pesquisa surgiu da necessidade de se buscar por atividades educacionais que contribuíssem efetivamente na formação do sujeito leitor por meio de práticas de ensino de leitura em uma perspectiva discursiva, levando em consideração a construção de sentidos da identidade paraense pelos sujeitos alunos, a partir da leitura de notícias sobre a Amazônia paraense. Delimitamos como foco de nossa análise duas temáticas que podem ser vistas como dicotômicas, apontariam para algo positivo e algo negativo a respeito do estado do Pará-Brasil (Amazônia), quais sejam, o desmatamento e o turismo. Nesse estudo, utilizamos os pressupostos teóricos e metodológicos da Análise do Discurso- AD de tradição francesa, especialmente, nas concepções de Foucault (1996; 2004; 2007; 2009), Pêcheux (1995; 1997), Orlandi (2001; 2015), Cunha (2011), entre outros. Nesse sentido, objetivamos que os alunos sujeitos leitores pudessem vislumbrar quais são as principais referências sociais e culturais que cercam a identidade paraense e como se processam estas na realidade deles. Este estudo foi desenvolvido com uma turma de 8º ano do Ensino Fundamental de uma escola pública do município de Igarapé-Açu- PA. Para viabilizar nossa pesquisa, a metodologia principal empregada foi com base na pesquisa-ação, de cunho qualitativo. O corpus foi formado a partir de recortes de enunciados dos sujeitos alunos acerca das leituras de notícias sobre a temática do desmatamento e do turismo; relacionadas ao estado do Pará.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    É tempo de Preamar. A política cultural de Paes Loureiro no Pará, em 1987-1990
    (Universidade Federal da Bahia, 2012) CASTRO, Fábio Fonseca de; CASTRO, Marina Ramos Neves de
    O artigo discute a ação cultural do professor João de Jesus Paes Loureiro à frente da Secretaria de Cultura do Estado do Pará, entre 1987 e 1990. Procura-se compreender a sua política cultural, a partir de suas fontes discursivo-ideológicas principais. Apresenta-se também uma descrição dos programas centrais da sua gestão, discutindo-os à luz dessas matrizes discursivas.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Ensinando História local: a representação da identidade em Santa Izabel do Pará na égide da educação patrimonial
    (Universidade Federal do Pará, 2025-05-20) RAMOS, Adriel Eleris; CHAVES, Túlio Augusto Pinho de Vasconcelos; http://lattes.cnpq.br/0678870505162412; https://orcid.org/0000-0002-4008-5235; DIAS JÚNIOR, José do Espírito Santo; SANTOS, Rafael Rogério Nascimento dos; http://lattes.cnpq.br/7994103518602397; http://lattes.cnpq.br/3959303521469553; https://orcid.org/0000-0002-7922-6090; https://orcid.org/0000-0002-4870-4029
    A presente dissertação tomou como norte a formação de uma identidade de estudantes em Santa Izabel do Pará a partir da educação patrimonial. Para isto, foi necessário entender como a História local tem sido ensinada nos anos iniciais do Ensino fundamental das escolas de Santa Izabel do Pará, para então perceber razões de carências apresentadas diante destes temas, nos anos finais desta etapa. Posteriormente elaborei uma proposta didática alternativa que buscou adentrar nas tecnologias de informação e que culminou em um Website intitulado “Ensinando História local no patrimônio” com o intuito de possibilitar um melhor suporte no ensino de História escolar local tanto nos anos iniciais como finais do ensino fundamental, além de servir como fonte de pesquisa para discentes do município. Neste sentido, buscamos, a partir das falas em entrevistas com professores dos anos iniciais, estabelecer comparações entre as respostas destes sujeitos com as falas de estudantes dos anos finais do ensino fundamental, identificadas em questionários, ponderando diferenças, contradições ou igualdades entre as distintas narrativas. O Lócus da pesquisa é a Escola Municipal de ensino fundamental Antônio Lemos, uma unidade da Secretaria Municipal de Educação de Santa Izabel do Pará – SEMED, localizada do centro de cidade e o projeto se desenvolveu a partir de uma turma de 9° ano. Neste projeto, buscamos na educação patrimonial, o suporte necessário para trazer parte da História da cidade que liga-se diretamente ao tema da aula, presente no currículo municipal e que deu suporte ao trabalho local “A Belle Époque na Amazônia”. Elencamos o monumento Colégio Estadual Antônio Lemos – CEAL, antigo Orphelinato Antônio Lemos, patrimônio tombado pela SECULT/ DPHAC em 1982, como forma de promover a criticidade do aluno ao analisar lugares de memória para a desconstrução de uma visão elitizada e que reforça um discurso promovido pela memória coletiva sobre uma suposta “cidade do já teve”. Este exercício culminou na construção de uma identidade do estudante e a consequente orientação no tempo e no seu espaço, além de promover uma reformulação do pensamento histórico social.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    O ensino de História e as mulheres negras: contribuições para a formação de identidades negras no Ensino Fundamental
    (Universidade Federal do Pará, 2024-11-25) OLIVEIRA, Brenda Cardoso de; LOPES, Siméia de Nazaré; http://lattes.cnpq.br/8791203591623509; orcid logo https://orcid.org/0009-0005-4933-1251
    Este trabalho tem, como objetivo, entender como o ensino de História pode contribuir para o debate sobre as identidades negras com alunos e alunas do Ensino Fundamental – anos finais, a partir da trajetória histórica das mulheres negras. Para isto, embasa-se teoricamente nas refle-xões do feminismo negro, na decolonialidade e na Educação para as Relações Étnico Raciais. A pesquisa foi desenvolvida a partir dos procedimentos metodológicos da pesquisa-ação e rea-lizada em escola da rede de ensino privado, localizada no município de Ananindeua, com alunos e alunas de oitavo e nono ano do Ensino Fundamental, durante a prática escolar do ensino de História. Foram utilizados, como fontes para a pesquisa, os materiais didáticos da instituição, os conteúdos de História do Ensino Fundamental – anos finais– segundo a BNCC, bem como as imagens e as representações contidas nos livros didáticos. Como resultado, foi verificado que há poucas análises em relação ao debate racial e à promoção de identidades negras positi-vas, principalmente em relação ao protagonismo histórico das mulheres negras. Para reverter esta problemática, foram propostas, como produto educacional, sequências didáticas no Ensino de História, desenvolvidas com os alunos e alunas do Ensino Fundamental – anos finais–, que protagonizaram o debate racial, de gênero e de classe a partir da trajetória histórica das mulheres negras. O objetivo do produto educacional é contribuir para os debates sobre as identidades negras positivas e, assim, possibilitar aos estudantes negros e negras, o (re)conhecimento de seu pertencimento histórico, racial, social e cultural, e, para os não-negros(as), estimular uma postura crítica em relação à prática racista e fomentar ações antirracistas.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    O espaço-vivido como lugar de projeto: reflexões a partir de um assentamento rural do Sudeste Paraense
    (Universidade Federal do Pará, 2011) SANTOS, Clarissa Vieira dos; SIMÕES, Aquiles Vasconcelos; http://lattes.cnpq.br/0471255070027912; https://orcid.org/0000-0003-2194-6594
    O presente trabalho consiste na reflexão acerca de como se dá a construção do espaço-vivido e a consolidação deste como lugar de projeto em um assentamento rural da região do sudeste paraense. Nessa perspectiva entende-se que, a partir da década de 90, os agricultores familiares do sudeste paraense emergem como atores sociais fundamentais no que se refere em influir sobre as dinâmicas territoriais locais, em virtude, basicamente, de sua crescente capacidade de organização e do relativo investimento Federal em políticas públicas ditas de desenvolvimento.Um novo campo de possibilidades se abre para a esfera doméstica daqueles que percebem o campo como lugar de trabalho e morada. Nessa conjuntura fortalece-se o discurso da existência de uma possível imbricação entre as duas esferas de ação (governamental e doméstica). Diante disso acreditamos ser de extrema relevância a compreensão das múltiplas lógicas de ação que direcionam as tomadas de decisão dos indivíduos que constroem cotidianamente o seu espaço-vivido e elaboram estratégias que o consolidem como lugar de projeto. Defende-se, então, que independente da existência da articulação entre a esfera governamental e a doméstica, os agricultores em seu cotidiano constroem estratégias para o fortalecimento do espaço-vivido como lugar de projeto. Acredita-se que nesse processo há a emergência de uma categoria social que aqui denominamos como sujeito-lugar, pois a partir de um movimento de ressignificação das deliberações externas e de seu quadro de possibilidades, o indivíduo constrói condições favoráveis para a sua reprodução social e de sua família. Dessa forma entendemos que o caminho para a construção de políticas de desenvolvimento que realmente sejam transformadoras para situação social a qual se encontram os agricultores do sudeste paraense é o da construção de ações que partam de uma perspectiva endógena que possibilite a emergência de sujeitos autônomos capazes de refletir a respeito da posição que ocupam na dinâmica do desenvolvimento de seu espaço-vivido.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Um estudo do termo “cerâmica icoaraciense"
    (Universidade Federal do Pará, 2014-06) MORAIS, Elizabeth Conde de
    Esta reflexão objetiva delimitar conceitos relacionados ao termo Cerâmica Icoaraciense, partindo de concepções que demonstram que o léxico de uma língua é suscetível a mudanças com a inovação de palavras, do mesmo modo que o termo se renova para expressar a prática cultural realizada pela comunidade. Esta análise utiliza os estudos bibliográficos a partir de leituras que tratam sobre a Terminologia, tendo como referência Faulstich (1998), Krieger e Finatto (2004) e Lara (1999), para os quais importa a instituição do sentido do novo termo; de textos científicos que tem como ponto central pesquisas sobre a cerâmica criada em Icoaraci. Esta abordagem, de caráter interdisciplinar, apoia-se na constituição do termo em textos nas áreas da antropologia e das ciências sociais. Para referendar a constituição discursiva do termo com a relação de identidade adotou-se a análise de Maingueneau (2008), visto que a apropriação dessa nova forma de expressão é uma apropriação para justificar a identidade cultural com o seu locus de criação.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Eu não sou agente, eu sou polícia: representação social do policial penal
    (Universidade Federal do Pará, 2024-01-19) BARROS, Andressa Regina Sandres Guimarães de; MOREIRA, Hélio Luiz Fonseca; http://lattes.cnpq.br/3977870273059388
    Esta dissertação tem como objetivo analisar as representações sociais de policiais penais que trabalham em uma das unidades prisionais do Complexo Penitenciário de Santa Izabel do Pará, localizado na Região Metropolitana de Belém. Fundamentandose na Teoria das Representações Sociais - TRS -, parte-se de indagações sobre as representações da identidade e do trabalho de policiais penais após a Emenda Constitucional nº 104, de 04/12/2019 (EC nº 104/2019). Na pesquisa foi realizada a abordagem qualitativa, com revisão bibliográfica e aplicação de entrevistas semiestruturadas in loco. Após a EC nº 104/2019, as mudanças jurídicas repercutem em vários fatores, como na identidade do policial penal, gerando sensações paradoxais, como o empoderamento devido ao uso de arma de fogo e, ao mesmo tempo, a sensação de insegurança fora do contexto penitenciário. Além disso, refletem na relação com o trabalho mediante a manutenção de percepções relacionadas aos agentes penitenciários, como trabalho exaustivo e cansativo. Assim, conclui-se que os sentidos construídos sobre a identidade são outros, embora o sentido do trabalho seja o mesmo.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Experiência geracional e identidade de fronteira: representações sociais sobre o rural amazônico
    (Universidade Federal Fluminense, 2017-08) CASTRO, Fábio Fonseca de
    O artigo reflete sobre a conformação da visão de mundo de um grupo de jovens de uma cidade do sudeste do Pará, Parauapebas, sobre a experiência de viver numa fronteira amazônica. As visões do senso comum – por um lado a promessa de riqueza e desenvolvimento; por outro, a imagem de crise e violência – são contrapostas pelas representações efetivamente construídas por esses jovens nas suas vidas cotidianas, conformando uma experiência geracional marcada pela sensação de transitoriedade. A discussão se produz com base em pesquisa a respeito das representações sociais de um grupo de 38 alunos de um curso de Comunicação, com habilitação em Jornalismo. Em sua maioria, esses alunos nasceram fora da região amazônica e experienciaram a situação social identificada por diversos autores como sendo marcada pelas dinâmicas conflitivas e transitórias que caracterizam os processos sociais de ocupação do território amazônico – situação essa muitas vezes identificada como um vazio ontológico. Testamos essa percepção, contrapondo-a com a experiência cotidiana efetiva dos jovens. Para fazê-lo, recolhemos suas representações sociais a respeito do lugar em que vivem, indagando em que medida suas percepções de mundo e a respeito do rural amazônico são mediadas pelos tecidos intersubjetivos e midiáticos que conformam a “fronteira” amazônica como um espaço condenando à transição e à eventualidade.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    A identidade alegórica em Dexter: serial killers como categoria da identidade pós-moderna
    (Centro Interdisciplinar de Semiótica da Cultura e da Mídia, 2012-10) CASTRO, Fábio Fonseca de; VILAR, Lucila Jenille Moraes
    O artigo discute, partir do seriado televisivo Dexter, o papel da figura do serial killer na cultura pós moderna. O seriado, que narra a história de um serial killer cuja psicopatia consiste em matar serial killers, produz uma reflexividade a respeito da condição identitária do sujeito contemporâneo. Acredita-se que o serial killer alegoriza a condição histórica desse sujeito, por meio de uma evocação da dinâmica social do consumo em série, prática social generalizada na contemporaneidade e por meio da qual a condição social da identidade é resignificada e tipificada.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    A identidade encenada. A produção artística de Belém como laboratório e teatro da identidade amazônica
    (Universidade do Estado do Rio de Janeiro, 2012) CASTRO, Fábio Fonseca de
    O artigo discute o processo social de produção de elementos e de figurações de uma “identidade” amazônica nos círculos artísticos e intelectuais de Belém, no Pará. Interpreta mos esse processo como uma reação às transformações impostas à Amazônia pelo projeto desenvolvimentista do governo brasileiro. Discutimos a tipificação dos conhecimentos identitários presente na estética e apresentamos nossas conclusões, sucintamente, abor dando o papel dos intelectuais, a questão da formulação estética e a dinâmica geral de tipificação no horizonte estudado.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Identidades e violência urbana: representações sociais sobre o papel do Centro de Referência da Assistência Social-CRAS no bairro de São Sebastião (Abaetetuba/PA)
    (Universidade Federal do Pará, 2024-09-16) PINHEIRO, Isane Caripuna; CRUZ, Fernando Manuel Rocha da; http://lattes.cnpq.br/1048087637452959; https://orcid.org/0000-0002-1254-5601
    O Projeto Albrás/Alunorte é um empreendimento nipônico, situado no município de Barcarena/PA, a 37 Km de Abaetetuba. No final da década de 1980, assistimos à formação do bairro de São Sebastião, no município de Abaetetuba, resultado da concentração de famílias migrantes. Nos primeiros anos, o bairro não possuía infraestrutura básica, nem a presença do Estado, motivos pelo qual se tornou uma das áreas mais violentas do município, devido principalmente ao envolvimento de adolescentes e jovens em gangues. A insegurança e o medo dos moradores devido aos confrontos desses grupos e à segregação e estigmatização do território, levou à implantação do primeiro Centro de Referência da Assistência Social-CRAS no município. A pesquisa objetiva compreender como o processo de industrialização realizado pelo Projeto Albrás/Alunorte influenciou socialmente o bairro de São Sebastião, nomeadamente em termos de identidade e cultura. A abordagem metodológica é de natureza qualitativa, descritiva e exploratória, a qual tem por base a aplicação de entrevistas semiestruturadas a membros de famílias que foram vítimas das “gangues”, membros de famílias que faziam parte das “gangues”, funcionários e ex-funcionários do Estado que participaram do processo de implantação e implementação do CRAS e um dos fundadores do bairro de São Sebastião. Bibliograficamente, a pesquisa foi norteada pelos trabalhos de Bauman (2005), Bourdieu (2002), Costa (2022), Cruz (2011), Harvey (1989), Hall (2006), Koga (2011), Lefebvre (2011) e Machado (2020). Assim, a pesquisa demonstra, o quanto o Complexo Industrial Albras/Alunorte realiza de forma direta influência na composição populacional-socio-territorial-cultural na formação do território do bairro de São Sebastião. No que se refere ao crescimento demográfico, o bairro de São Sebastião se interligou a teia urbanística rapidamente, contudo essa expansão demográfica realizou-se de forma desigual, fazendo implodir uma das mais atenuantes expressões da questão social: a violência urbana. Com a chegada do Centro de Referência da Assistência Social (CRAS) e tempos depois do Centro de Artes e Esportes Unificados (CEU’s), a contribuição desses espaços através dos serviços por eles disponibilizados para a comunidade, faz emergir nos moradores não só um sentimento de pertença, mas também o seu redescobrimento enquanto seres humanos e detentores de seus direitos. Aos poucos, estas instituições começaram a obter resultados positivos e os adolescentes e jovens que antes reuniam-se para “guerrear” entre si, passaram a agrupar-se em ensaios e encontros formativos, transformando um território de violência em um território de paz.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Memória e identidade vigienses na sala de aula: patrimônio e ensino de História na E.E.E.F.M. Santa Rosa – Vigia/Pa
    (Universidade Federal do Pará, 2020-12-17) CARDOSO, Jesimar Miranda; BRITO, Adilson Júnior Ishihara; http://lattes.cnpq.br/5217224392697515; https://orcid.org/0000-0002-9072-8956
    O presente trabalho apresenta uma proposta de uso dos conceitos e abordagens de pesquisa e reflexão sobre história local e patrimônio histórico e cultural em sala de aula, objetivando criar nos alunos de ensino fundamental e médio uma consciência histórica acerca da relação do patrimônio – institucionalizado ou não – com as suas vivências enquanto sujeitos históricos, além de desenvolver nesses jovens um autorreconhecimento na história e uma orientação para a vida prática de Vigia e de suas comunidades. Também se pretende que o próprio discente seja capaz de identificar e interpretar, nos seus espaços de convivência, elementos (materiais e imateriais) que, em sua visão de mundo, caracterizem-se como patrimônio. A pesquisa e sua aplicação prática com os alunos ocorreram ambas no município de Vigia-PA, onde resido e desenvolvo parte de minhas atividades profissionais como professor de história, mais especificamente na Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Santa Rosa, localizada na vila de mesmo nome, que por estar localizada na zona rural e receber estudantes oriundos das comunidades adjacentes, permitiu que o foco do trabalho fosse direcionado não apenas para a área urbana, mas principalmente para o meio rural da cidade. Ressalte-se que o referido município tem um patrimônio cultural institucionalizado com o qual, no entanto, nossos alunos parecem ter pouca identificação, fato que motivou o desenvolvimento deste trabalho. Como produto da pesquisa realizada, foi desenvolvido um material de apoio didático, voltado para o uso nas aulas sobre o patrimônio cultural.
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