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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Hemerobia da paisagem de Belém na Amazônia Oriental e estudo de impacto da urbanização no clima local
    (Universidade Federal do Pará, 2024-01-30) FURTADO, Leonardo Seabra; SOUZA, Everaldo Barreiros; http://lattes.cnpq.br/6257794694839685; https://orcid.org/0000-0001-6045-0984
    Dentre as atividades humanas que modificam a cobertura superficial das paisagens naturais, o processo de urbanização se destaca como uma das formas mais graves de antropização ambiental. Os impactos da urbanização são sistêmicos nas dimensões físicas e ecológicas, sendo que um efeito direto é a mudança no clima local, particularmente o aumento da temperatura do ar em superfície. No presente estudo aplica-se o conceito de hemerobia (termo originado na ecologia da paisagem que significa “distância da natureza”) como técnica de sensoriamento remoto para mapear o processo de urbanização no município de Belém, a capital do estado do Pará na região da Amazônia oriental. Os resultados do mapeamento das mudanças na cobertura do solo, comparando os anos de 1985 e 2021, revelaram um aumento significativo da urbanização, que se expandiu 17% em detrimento das áreas florestais que reduziram em 11%. A mancha urbana denotada pelas áreas de metahemerobia e polihemerobia (classes com médio e alto grau de cobertura urbana) se expandiu para os bairros e distritos situados no centro e norte do município e ao longo da faixa costeira das ilhas de Outeiro e Mosqueiro. Os resultados do mapeamento ambiental foram integrados com as análises estatísticas dos dados de temperatura do ar (dado pontual da estação meteorológica e dado do CRU em alta resolução espacial), visando investigar os impactos da urbanização nos padrões sazonais da temperatura do ar máxima (TX) e mínima (TN). As análises de tendências mostraram padrões de clima significativamente mais quente, com uma indicação notável de TX e TN sistematicamente mais elevadas nas áreas mais densamente urbanizadas em comparação com as áreas de vegetação preservada, sendo que o aumento de temperatura do ar foi mais expressivo (estatisticamente significante) no período da estação seca (julho a novembro). Um resultado interessante foi encontrado nos mapas espaciais de TX para o regime seco, com um padrão climatológico semelhante ao modelo clássico de ilha de calor com isotermas concêntricas que atingem centro máximo sobre a região continental mais urbanizada de Belém e diminuição térmica nas bordas. O estudo ressalta a importância urgente de políticas governamentais para mitigar os impactos negativos da urbanização na área metropolitana de Belém.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Hemerobia da paisagem de Belém na Amazônia Oriental e estudo de impacto da urbanização no clima local
    (Universidade Federal do Pará, 2024-01-30) FURTADO, Leonardo Seabra; SOUZA, Everaldo Barreiros; http://lattes.cnpq.br/6257794694839685; https://orcid.org/0000-0001-6045-0984
    Dentre as atividades humanas que modificam a cobertura superficial das paisagens naturais, o processo de urbanização se destaca como uma das formas mais graves de antropização ambiental. Os impactos da urbanização são sistêmicos nas dimensões físicas e ecológicas, sendo que um efeito direto é a mudança no clima local, particularmente o aumento da temperatura do ar em superfície. No presente estudo aplica-se o conceito de hemerobia (termo originado na ecologia da paisagem que significa “distância da natureza”) como técnica de sensoriamento remoto para mapear o processo de urbanização no município de Belém, a capital do estado do Pará na região da Amazônia oriental. Os resultados do mapeamento das mudanças na cobertura do solo, comparando os anos de 1985 e 2021, revelaram um aumento significativo da urbanização, que se expandiu 17% em detrimento das áreas florestais que reduziram em 11%. A mancha urbana denotada pelas áreas de metahemerobia e polihemerobia (classes com médio e alto grau de cobertura urbana) se expandiu para os bairros e distritos situados no centro e norte do município e ao longo da faixa costeira das ilhas de Outeiro e Mosqueiro. Os resultados do mapeamento ambiental foram integrados com as análises estatísticas dos dados de temperatura do ar (dado pontual da estação meteorológica e dado do CRU em alta resolução espacial), visando investigar os impactos da urbanização nos padrões sazonais da temperatura do ar máxima (TX) e mínima (TN). As análises de tendências mostraram padrões de clima significativamente mais quente, com uma indicação notável de TX e TN sistematicamente mais elevadas nas áreas mais densamente urbanizadas em comparação com as áreas de vegetação preservada, sendo que o aumento de temperatura do ar foi mais expressivo (estatisticamente significante) no período da estação seca (julho a novembro). Um resultado interessante foi encontrado nos mapas espaciais de TX para o regime seco, com um padrão climatológico semelhante ao modelo clássico de ilha de calor com isotermas concêntricas que atingem centro máximo sobre a região continental mais urbanizada de Belém e diminuição térmica nas bordas. O estudo ressalta a importância urgente de políticas governamentais para mitigar os impactos negativos da urbanização na área metropolitana de Belém.
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