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Navegando por Assunto "Ilhas de Belém"

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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Análise das partes envolvidas (stakeholders) com o sistema de aproveitamento de água da chuva nas ilhas de Belém e adjacências
    (Universidade Federal do Pará, 2021-10-27) DIAS, Luís Augusto Lisboa; VASCONCELLOS SOBRINHO, Mário; http://lattes.cnpq.br/7843288526039148; https://orcid.org/0000-0001-6489-219X; MENDES, Ronaldo Lopes Rodrigues; http://lattes.cnpq.br/3384080521072847; https://orcid.org/0000-0002-5584-8688
    Os moradores das ilhas de Belém e das regiões das ilhas próximas a ela possuem várias similaridades, como o isolamento e a precariedade dos serviços públicos, principalmente no quesito do acesso à água potável, impactando negativamente na saúde, qualidade de vida e desenvolvimento local. Nesse contexto, surge como alternativa às ações públicas conjuntas, realizadas pelo poder público, terceiro setor, iniciativa privada, com a participação direta da comunidade, por meio da adoção da tecnologia social de aproveitamento de água das chuvas. Entretanto, a solução desses problemas continuará sendo uma utopia se essas ações não forem realizadas de forma planejada, integrada e com a participação local. Assim, este estudo apresenta a contextualização do Sistema SAAC, analisando sua forma de implantação, a integração entre as partes envolvidas (stakeholders), sendo delineado pela teoria dos stakeholders e combinada com a análise de rede social (ARS), além de propor um modelo de fluxo de implantação aos moldes do ciclo PDCA. Os resultados da pesquisa demonstraram que não existe padronização sobre o modelo de SAAC, maior efetividade nas iniciativas de instituições de ensino e pesquisa, pouca integração entre as partes, baixa efetividade de projetos com poucos estudos, ausência de órgãos de saneamento, baixa participação privada, e a necessidade de mais pesquisas e mais investimentos. Além disso, foi constatado que os stakeholders UFPA e GPAC possuem a maior centralidade de grau e centralidade de intermediação dentro da rede do Sistema SAAC, sendo eles estratégicos para o bom funcionamento da rede visto a sua larga experiência, principalmente na fase Pesquisa.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Os Espaços insulares de Belém: usos e consumos da natureza na Amazônia metropolitana e suas contradições socioespaciais
    (Universidade Federal do Pará, 2024-02-23) RODRIGUES, Ágila Flaviana Alves Chaves; TRINDADE JÚNIOR, Saint-Clair Cordeiro da; http://lattes.cnpq.br/1762041788112837
    Tendo por base teórica a produção social do espaço, a tese aborda a relação sociedadenatureza na Amazônia metropolitana e suas contradições socioespaciais. As ilhas de Caratateua, Cotijuba, Paquetá, Combu e Grande foram escolhidas como referências empíricas de análise, por reunirem características rurais, urbanas e híbridas, com suas particularidades econômicas, ambientais, históricas; pelas políticas de Estado e de mercado a elas dirigidas; e pelos (des)encontros, lutas e resistências dos grupos sociais nelas existentes. O objetivo principal é analisar a produção social do espaço insular de Belém a partir dos usos e consumos da e na natureza expressos em políticas e ações que estimulam o lazer, o turismo e os avanços imobiliários. Sustenta-se que as relações atendem demandas metropolitanas específicas, locais e distantes, e com aspectos de reprodução capitalista e de dominação, por vezes, mais sutis. A insularidade ora se coloca como resistência a interesses e valores não locais, ora vai ao encontro dos mesmos. Das contradições e conflitos, desencadeiam-se movimentos insurgentes de pertencimento e de reconhecimento da diferença dos sujeitos, sugerindo outras possibilidades mais criativas e posturas contestáveis face aos processos hegemônicos em curso. Tendo como método de análise o materialismo histórico e dialético, adotou-se: a) pesquisa bibliográfica de abordagens teóricas sobre espaço socialmente produzido, relações sociais de produção e vida cotidiana; b) pesquisa bibliográfica históricogeográfica acerca das realidades empíricas analisadas; c) análise de dados primários e secundários coletados em fontes documentais; d) observação sistemática da paisagem em campo e em plataformas virtuais de trocas de mensagens que envolvem os ambientes e os sujeitos analisados; e) e realização de entrevistas semiestruturadas com representantes do poder público ligados à administração distrital e às políticas públicas de turismo e lazer, antigos moradores que possuem liderança política e comunitária, e novos e antigos moradores que exercem atividades comerciais. Os resultados mostram que, em virtude da metropolização de Belém, a partir de 1960, os processos urbanos e suas repercussões econômicas, sociais e ambientais avançam diferencialmente sobre os espaços insulares. Assim, as novas formas de conceber alguns deles vêm gradativamente transformando a vida dos seus moradores, que passam a ser influenciados pela presença de agentes exógenos e do Estado, e de interesses distintos quanto aos usos para fins de lazer e turismo, tornando-os propícios a novas aspirações econômicas e disputas espaciais. Há também os que se veem diretamente atingidos pela expansão urbana, neles surgindo bairros onde predominam assentamentos residenciais cujos problemas induzem a luta por permanência e acesso digno aos serviços públicos, convivente com a presença de ações do Estado e do capital imobiliário. Em outros, intercalam-se residências permanentes e de uso ocasional que se imbricam e/ou disputam posição com pousadas e segundas residências para fins turísticos. Há, por fim, aqueles em que, mesmo com aniquilamentos e invisibilizações, a vida cotidiana tradicional ribeirinha perdura nas construções, na configuração territorial e nos laços afetivos e de identidade, fortemente vinculados aos rios e à floresta. Tais diferenciações permitiram reconhecer uma tipologia insular para o município de Belém que foi confrontada com as perspectivas de planejamento e de gestão existentes e concebidas para as especificidades desses mesmos espaços.
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    Artigo de EventoAcesso aberto (Open Access)
    O uso da tecnologia social de aproveitamento de água da chuva e a interação das partes envolvidas com o sistema (Stakeholders) – o caso das ilhas de Belém e região
    (Universidade da Amazônia, 2020-11) DIAS, Luís Augusto Lisboa; MENDES, Ronaldo Lopes Rodrigues
    Os moradores das ilhas de Belém e das regiões das ilhas próximas a ela possuem várias similaridades, como o isolamento, dificuldade de locomoção às cidades, baixa renda familiar e precariedade dos serviços públicos, principalmente no quesito saneamento básico, estando o acesso à água potável como um dos mais alarmantes e perigosos, pois a água representa saúde, qualidade de vida e desenvolvimento. Tais fatores ocorrem, muito das vezes, pela dinâmica dessas ilhas, baixa densidade populacional e complexidade da região amazônica, mas também pela falta de interesse do poder público em definir elas como prioritárias, fato que coloca essas populações à margem da cidadania e derrubam os seus índices de desenvolvimento humano. Nesse contexto, surge como alternativa às ações realizadas em conjunto entre o poder público, terceiro setor, iniciativa privada, e a participação direta da comunidade, através da adoção da tecnologia social de aproveitamento de água das chuvas. Mesmo com tais possibilidades, a solução desses problemas continuará sendo uma utopia se essas ações não forem realizadas de forma planejada, integrada e com a participação local. Assim, o presente artigo apresenta o quadro dos sistemas de aproveitamento de água da chuva já realizados nas ilhas de Belém e região, analisando sua forma de implantação, a integração entre as partes envolvidas (stakeholders), os resultados alcançados pelos projetos implantados, além de propor um modelos de fluxo de implantação aos moldes ao Ciclo PDCA, envolvendo os aspectos de pesquisa, financiamento, apoio estratégico, implantação, beneficiários, monitoramento, incluindo o suporte e a regulamentação. Os resultados da pesquisa demonstraram pouca integração entre as partes, baixa efetividades de alguns projetos, necessidade de continuidade das pesquisas e de mais investimentos.
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