Navegando por Assunto "Imprensa - Século XIX"
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Dissertação Acesso aberto (Open Access) A consagração periódica de José Veríssimo (1877-1884)(Universidade Federal do Pará, 2009-04-27) PAMPLONA, Alessandra Greyce Gaia; SALES, Germana Maria Araújo; http://lattes.cnpq.br/8723885160615840Discute a posição social, política e cultural do escritor José Veríssimo por meio de sua produção periódica realizada entre os anos de 1877 a 1884, em Belém do Pará. Para tanto, concorrem quatro capítulos, cujo estudo, por estar centrado em seus textos publicados em periódicos distintos, demonstra a evolução teórico-temática do escritor em relação ao trato das questões nacionais. De que maneira a imprensa de meados do século XIX concorreu para as transformações em seu modo de encarar a cultura brasileira é o principal propósito a ser perscrutado.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Jornal do Pará: o caminho literário entre espaços e diálogos na Belém oitocentista(Universidade Federal do Pará, 2011-04-26) MARTINS, Patrícia Carvalho; SALES, Germana Maria Araújo; http://lattes.cnpq.br/8723885160615840A divulgação de estudos em jornais do século XIX se torna cada vez mais necessária, pois contribui para um melhor entendimento do processo de produção, circulação e formação da História Literária Brasileira. Neste trabalho, analisa-se um dos principais jornais da imprensa paraense oitocentista - O Jornal do Pará (1862 -1878) - que destinou vários espaços para publicação literária e manteve estáveis diálogos com periódicos de outros estados, como o impresso carioca Jornal das Famílias - produzido pela Editora Garnier e dirigido sob a mesma linha conservadora do periódico paraense. Desse jornal familiar foram extraídos desde traduções a textos de autores consagrados, como Machado de Assis. Esses espaços reservados para a conversa entre os periódicos mostram que o Pará não ficou a parte das conjecturas de seu tempo, como também participou ativamente do cenário que ajudou a constituir a Literatura Brasileira.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Leituras a vapor: a cultura letrada na Belém oitocentista(Universidade Federal do Pará, 2009-04-27) NOBRE, Izenete Garcia; SALES, Germana Maria Araújo; http://lattes.cnpq.br/8723885160615840Na segunda metade do século XIX, notadamente a partir de 1850, a imprensa diária em Belém revelou o processo de urbanização crescente intensificado por uma leva de imigrantes estrangeiros, notadamente portugueses que requereu intensamente a organização intelectual e cultural da cidade. Nesse contexto foi imprescindível a atuação de livreiros que injetaram no mercado, antes repletos de um discurso de carência, de falta um novo fôlego livresco. A fixação de livreiros, responsáveis pela circulação da imprensa diária e a fundação de espaços vulgarizadores da leitura demonstravam o interesse em “civilizar” e “instruir”, em inserir a cidade num contexto de modernidade que pelo avanço econômico que rava já deveria ter ocorrido há tempos. O objetivo desta dissertação é historiografar como ocorre o processo de circulação de livros como representativos de uma transformação cultural nos hábitos da população.Dissertação Acesso aberto (Open Access) A maçonaria e a campanha abolicionista no Pará:1870-1888(Universidade Federal do Pará, 2009) MONTEIRO, Elson Luiz Rocha; FARIAS, William Gaia; http://lattes.cnpq.br/2553754490715388O tema de pesquisa proposto se constitui em uma proposta inovadora, na medida em que, dentre os grupos e associações que participaram dessa luta, a Maçonaria talvez seja a menos estudada e pesquisada e, assim, com este estudo, pretendemos demonstrar que as lojas maçônicas, como outras associações, acompanhavam as mudanças que se processavam social e politicamente no país, estabelecendo uma nova cultura política que envolvia diferentes sujeitos que se encontravam na vanguarda do processo abolicionista, pugnando pela mudança das relações de produção no país. Este trabalho evoca a luta pela emancipação dos escravos defendida pelos maçons do Pará, bem como a análise do posicionamento da Maçonaria em relação ao regime imperial, como as questões básicas desta pesquisa, possibilitando redimensionar esse tema, procurando investigar as estratégias sociais desenvolvidas por esses sujeitos, através da atuação das lojas maçônicas e de alguns maçons importantes como Lauro Sodré, demonstrando seus posicionamentos políticos e suas formas de atuação. A pesquisa de jornais da época mostrou que de 1870 em diante foram fundadas associações que geralmente se aproveitavam de festas públicas para promover debates em favor da liberdade dos escravos. A metodologia trabalhada consistiu basicamente de consulta aos jornais da época e documentação de registro das lojas maçônicas, que são referenciadas ao longo deste trabalho. No período proposto, o jornal foi o principal meio de comunicação da sociedade, sendo muito utilizado por letrados e políticos que passaram a utilizar suas páginas para criticar o regime escravocrata em crise, rotulando-o de atrasado e incompatível com a modernização em curso no país.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Marques de Carvalho na imprensa periódica belenenses oitocentistas (1800-1900)(Universidade Federal do Pará, 2014-02-13) SILVA, Alan Victor Flor da; SALES, Germana Maria Araújo; http://lattes.cnpq.br/8723885160615840O escritor, político, jornalista e diplomata paraense João Marques de Carvalho nasceu em Belém, capital do estado do Pará, no dia 6 de novembro de 1866, e faleceu em Nice, no sul da França, no dia 11 de abril de 1910, aos 43 anos. Além de parte de sua prosa de ficção publicada em livro, alguns de seus textos, entre contos, romances, lendas e ensaios críticos, encontram-se dispersos em páginas de determinadas folhas periódicas que circularam por Belém nas duas últimas décadas do século XIX (1880-1900), como o Diário de Belém, A Província do Pará, A República e A Arena. Considerando, portanto, esse universo de escritos divulgados em jornais locais, objetiva-se, com este trabalho, avaliar não apenas como Marques de Carvalho compreendeu a doutrina naturalista, a função da crítica e a produção literária no estado do Pará, como também analisar a representação do espaço ficcional lusitano e amazônico em seus contos e romances publicados na imprensa periódica belenense oitocentista.Dissertação Acesso aberto (Open Access) O pagé: o naturalismo inacabado de Marques de Carvalho (1884-1887)(Universidade Federal do Pará, 2011-08-22) BARBOSA, Maurel Ferreira; FIGUEIREDO, Aldrin Moura de; http://lattes.cnpq.br/4671233730699231Analisaremos nesta pesquisa as linhas do naturalismo proposto por Marques de Carvalho no romance O Pagé, que veio à público como folhetim pelo periódico A República em janeiro de 1887, tendo por subtítulo a expressão “romance naturalista.” Que naturalismo era esse? Quem era Marques de Carvalho antes da publicação de seu mais conhecido romance Hortência? Com esses questionamentos, seguiremos a trilha do intelectual por trás dos periódicos onde atuou como redator, assim como, os debates e conflitos em que se envolveu. Adentraremos o campo literário paraense do final do Oitocentos, para, a partir das disputas em seu interior, enxergarmos as forças de legitimação de um modo de pensar. Nesse caso, a visão de mundo de Marques de Carvalho.Dissertação Acesso aberto (Open Access) O que revelar? o que esconder? imprensa & maçonaria no findar do dezenove (Pará, 1872-1892)(Universidade Federal do Pará, 2011) SANTOS, Alan Christian de Souza; FARIAS, William Gaia; http://lattes.cnpq.br/2553754490715388A atuação maçônica na imprensa paraense do século XIX (1872-1892) é entendida nesta dissertação a partir do contraponto entre o revelar e o esconder. Destacam-se, sobretudo, dois momentos distintos dessa mesma operação. No primeiro, a maçonaria abandona em parte sua postura reservada e decide criar um jornal oficial (O Pelicano) para fazer frente aos ditames ultramontanos (A Boa Nova). E, no segundo, ela retorna a sua condição inicial suspendendo a circulação da publicação, mas sem necessariamente retirar-se do meio jornalístico. De maneira que segredo e publicidade se intercalavam nas “vozes” dos representantes da instituição. A pesquisa permitiu a identificação nominal de um conjunto amplo de maçons e deu conta de demonstrar algumas das tensões e conflitos que ora os aproximava como “irmãos” e ora os colocava definitivamente em lados opostos na imprensa, nas lojas, na vida. Levando em consideração as mudanças de ordem social (Abolição) e política (República) que aconteceram ao longo da temporalidade abordada, este trabalho discute ainda o modo pelo qual os discursos, práticas e representações dos maçons paraenses se articulavam com as transformações que a um só tempo atingiram a província do Pará e a sociedade imperial.Tese Acesso aberto (Open Access) Senhoras do jornal: Guiomar Torrezão e Maria Amália Vaz de Carvalho como publicistas na Província do Grão-Pará(Universidade Federal do Pará, 2021-10-29) PINHEIRO, Márcia do Socorro da Silva; SALES, Germana Maria Araújo; http://lattes.cnpq.br/8723885160615840; https://orcid.org/0000-0002-2120-7364Nesta tese serão analisados textos assinados por Maria Amália Vaz de Carvalho (1847-1921) e Guiomar Delfina de Noronha Torresão (1844-1898), que circularam na Província do Grão-Pará, durante a segunda metade do século XIX, nos jornais: Correio Paraense (1834-1894), Diário de Belém (1853-1892), O Liberal do Pará (1869-1889), A Província do Pará (1876-2001), A Constituição: órgão do partido conservador (1876-1886) e Folha do Norte (1896-1974). A partir da primeira leitura nos objetos de pesquisa, percebemos que havia um tema recorrente nas obras das autoras acima referidas; tal assunto era a autonomia da mulher. Esse tema era debatido em suas produções em livros e em jornais, tais pontuações movimentavam os setores intelectuais de Portugal e do Brasil. Nos contextos liberais, progressistas e conservadores, nos quais observamos propostas pela instrução feminina, as vozes de outras mulheres se destacaram na imprensa, em meio a um grupo de mulheres como Maria José Canuto (1821-1890), Júlia Lopes de Almeida, Carolina de Michaelis de Vasconcelos (1851-1925). Tais escritoras iniciaram carreira e logo se sobressaíram como articulistas de importantes jornais, tanto em Portugal como no Brasil. Colocadas essas considerações sobre as autoras portuguesas e os jornais que divulgaram seus textos no Pará, neste trabalho analisaremos as publicações de Guiomar Torrezão e Maria Amália Vaz de Carvalho presentes nas colunas dos jornais oitocentistas no Grão-Pará, na segunda metade do século XIX. A abordagem usada para cumprir esse objetivo será de comparar os textos das duas escritoras portuguesas supramencionadas, levando em consideração o conteúdo desse material e as reflexões acerca da emancipação feminina, ali abordada. Feita a leitura dessas publicações e foi identificada a temática predominante, e percebemos que nos textos publicados no Grão-Pará havia uma acentuada porcentagem de escritos relacionados à figura da mulher, como também a assuntos que nomeamos de correlatos ao tema principal, como casamento, divórcio, leitura, comportamento das mães e das filhas. Esses resultados nos conduziram a buscar leitura do seguinte aporte teórico-crítico, acerca do universo feminino usaremos os trabalhos de: Ana Maria Costa Lopes (2005), Mônica Yumi (2010), Irene Vaquinhas (2011), Mary Del Priore (2012) e (2018). Já sobre a reflexão da história da imprensa, buscamos ajuda nas pesquisas de Nelson Werneck Sodré (1999), Isabel Lustosa (2003), Tânia de Luca (2017). Para pensar a circulação de jornais no Pará, fizemos as leituras dos trabalhos dos orientados atuais e egressos da professora Germana Sales. Ainda como suporte para refletir sobre o recorte temporal, neste trabalho demos destaque especial aos jornais do século XIX. Ademais, para prosseguir com o trabalho, descrevemos seis jornais que divulgaram os escritos das portuguesas, enfatizando as publicações correlatas ao fio condutor principal deste trabalho, que é a: mulher. Posteriormente, a essa fase, adentraremos na tarefa de pensar quem foi Guiomar Torrezão e Maria Amália Vaz de Carvalho sempre partindo da perspectiva do estava dito nos jornais tanto de Portugal como do Brasil. Para finalizar, prosseguiremos para a análise das produções das portuguesas.
