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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Abordagem CTS no atendimento educacional especializado: práticas de ensino-aprendizagem em ciências para educandos (as) com deficiência intelectual
    (Universidade Federal do Pará, 2021-03-04) BARBOSA, Brena Santa Brígida; LEITÃO, Wanderléia Azevedo Medeiros; http://lattes.cnpq.br/9180849418936246; https://orcid.org/0000-0002-7107-6630
    Esta é uma investigação qualitativa, na modalidade de pesquisa participante. Foi desenvolvida no Centro de Atendimento Educacional Especializado Professor Lourenço Filho (unidade pedagógica da Fundação Pestalozzi do Pará), especificamente na oficina de Ciências, com dez educandos (as) com deficiência intelectual. Apresenta-se como questão de pesquisa: em que aspectos a utilização de sequências de atividades sobre a temática - lixo, segundo a abordagem em Ciência, Tecnologia e Sociedade (CTS) pode contribuir com o processo de ensino-aprendizagem e inclusão de educandos (as) com deficiência intelectual no Atendimento Educacional Especializado (AEE)? Tal proposta desenvolveu-se com um projeto socioambiental, que abordou a temática – lixo, por meio de estudos sobre o aterro sanitário do município de Marituba, com o objetivo de analisar o processo de ensino-aprendizagem e inclusão de educandos (as) com deficiência intelectual no contexto do AEE a partir de relações CTS, bem como investigar as potencialidades e as limitações nas práticas desenvolvidas Os instrumentos investigativos utilizados: Plano de Desenvolvimento Individual e Projeto Político Pedagógico; diário de bordo; caderno de planos do AEE; gravações em áudio e vídeo dos (as) educandos (as) nas atividades; gravações em áudio de relatos dos (as) responsáveis e dos (as) colaboradores (as); relatórios individuais e coletivos. Optou-se por desenvolver a Análise de Conteúdo de Laurence Bardin, por meio da análise de quatro materiais empíricos (atividades individuais, entrevista com uma educanda, cartaz coletivo e carta para as autoridades), obtendo quatro conjuntos de categorias a posteriori. Os resultados obtidos apontaram que as sequências de atividades desenvolvidas contribuíram significativamente com o processo de ensino-aprendizagem e a inclusão de educandos (as) com deficiência intelectual à medida que alguns elementos CTS estavam presentes: dialogicidade, contextualização; interdisciplinaridade; participação ativa; aprendizagem colaborativa; pensamento crítico-reflexivo; autonomia e tomada de decisão, potencializando tanto a aquisição de conhecimentos, a utilização de habilidades e o desenvolvimento de valores dos (as) educandos (as) envolvidos, como a ressignificação da própria prática docente e as mudanças atitudinais entre os sujeitos participantes. Como produto, elaborou-se um e-book, visando colaborar com a prática pedagógica de educadores (as) que atuam no AEE, bem como dar subsídios didáticos aos (as) educadores (as) que atuam no ensino de ciências na sala de aula comum, com educandos (as) que apresentam deficiência intelectual.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Altas habilidades/superdotação e o ensino de ciências: reflexões sobre a inclusão na educação básica
    (Universidade Federal do Pará, 2023-05-05) FERREIRA, Osmarina Ferreira e; RAPOSO, Elinete Oliveira; http://lattes.cnpq.br/6737474841439654; https://orcid.org/0000-0001-8995-0296
    Visando à contribuição nas discussões sobre Altas Habilidades/Superdotação AH/SD, no âmbito da formação continuada de professores, a presente pesquisa tem como objetivo refletir sobre a inclusão de estudantes com Altas Habilidades/Superdotação na sala de aula comum, anos iniciais do ensino fundamental, nas escolas da rede Municipal de Educação – SEMEC em Abaetetuba PA. A pesquisa tem abordagem quali-quantitativa na modalidade de Estudo de Caso, e contou com aporte teórico sobre os temas de Altas Habilidades/Superdotação, Ensino de Ciências e Formação de Professores, além dos documentos oficiais de Orientação à Política de Educação Inclusiva Nacional e ao Ensino de Ciências no Brasil. A pesquisa buscou dialogar sobre as Altas Habilidades/Superdotação, sua trajetória, conceituação e identificação, bem como as características cognitivas e socioafetivas desses determinados estudantes, traçando uma reflexão sobre a formação docente e sua importância no processo de construção de um sistema educacional inclusivo. Do mesmo modo, buscou articular o ensino de ciências e as possibilidades metodológicas de atendimento às necessidades educacionais dos(as) estudantes com AH/SD. Para a elaboração dos dados da pesquisa, foi promovido um seminário com fins de se discutir a temática em questão, ocasião em que foram aplicados questionários aos professores que atuam nos primeiros anos da educação básica, além de serem registradas suas opiniões. Houve o propósito de se subsidiar as reflexões e ampliar o conhecimento sobre o tema, bem como impulsionar melhorias nas práticas educacionais e para a inclusão efetiva destes estudantes em ambiente escolar. Foi elaborado um e-book intitulado “Altas Habilidades/Superdotação: uma abordagem pedagógica no Ensino de Ciências”, tendo como público-alvo docentes, coordenadores e gestores da educação básica. No decorrer deste estudo, verificou-se que, no âmbito da formação docente no Brasil, este tema ainda é um desafio a ser superado, por não ter sido prioridade nas políticas de formação continuada de professores, ocasionando ainda muitas lacunas no que diz respeito à inclusão efetiva destes sujeitos nos espaços educacionais. Espera-se que o produto educacional possa ampliar as discussões sobre o tema, que impulsione novos estudos e que sirva de orientação no ensino e na pesquisa, de modo a contribuir com o reconhecimento das características e singularidades das pessoas com AH/SD.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Contação de histórias no ensino-aprendizagem de ciências na perspectiva da inclusão
    (Universidade Federal do Pará, 2019-11-19) DIAS, Helen do Socorro Rodrigues; RODRIGUES, Isabel Cristina França dos Santos; http://lattes.cnpq.br/0226549641470972; https://orcid.org/0000-0001-5750-5868
    A presente pesquisa trata do ensino-aprendizagem de ciências por meio da estratégia lúdica contação de histórias para a Pessoa com Deficiência (PcD), articulado aos conceitos da linguagem, em termos de se pensar em um contexto dialógico na educação. Tendo como objeto analisar a prática do contar e recontar histórias no ensino-aprendizagem de ciências dialógico, que trabalhem com os conhecimentos científicos para a PcD, em uma perspectiva de inclusão educacional. Para isso, apoia-se nos estudos de Bakhtin (2017, 2018 e 2019) sobre a perspectiva enunciativo-discursiva da linguagem, alteridade, responsividade e tons emotivos-volitivos que são conceitos fundamentais para esta pesquisa; Chassot (2002 e 2018) que trata da alfabetização científica para o contexto do ensino-aprendizagem de ciências; Vygotsky (2012) que pondera questões importantes relacionadas ao desenvolvimento da PcD; Dohme (2011), Rau (2013) e Huizinga (2008) que discorrem sobre o lúdico; em Zumthor (1997; 2018), Abramovich (2008) e Sisto (2007) que discorrem acerca da performance do contar e recontar histórias. A metodologia se baseou na pesquisa-ação (Tripp, 2005), envolvendo uma professora de uma instituição especializada no atendimento educacional especializado e quatro alunos, sendo um Síndrome de Down, dois alunos DI e um aluno autista, todos da faixa etária entre 06 e 09 anos de idade, com etapas de seleção da temática e subtemática do ensino de ciências, construção de narrativa inédita e de recursos pedagógicos, desenvolvimento das atividades com os estudantes. Os resultados evidenciam que a utilização da contação e do recontar de histórias potencializa a interação dialógica entre os sujeitos, favorecendo o processo ensino-aprendizagem de ciências da PcD.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    De louco, todo mundo tem um pouco: os discursos sobre inclusão escolar e a produção dos sujeitos anormais
    (Universidade Federal do Pará, 2021-05-14) LINHARES, Marcos Allan da Silva; CHAVES, Silvia Nogueira; http://lattes.cnpq.br/9353964127402937 Endereço; https://orcid.org/ 0000-0002-9771-4610
    Este trabalho propõe analisar enunciados que produzem uma loucura contemporânea na escola, mais precisamente em cartilhas de formação de professores, artefatos midiáticos, documentos que regem a educação básica brasileira, entre outros. Chama atenção o modo como a escola participa da criação de uma loucura contemporânea que agora precisa ser incluída no meio institucional, criando maneiras de ver os indivíduos ditos diferentes que chegam nesse ambiente. É importante lembrar que o que chamamos de loucura escolar, no contexto dessa dissertação, refere-se à produção de sujeitos ditos com déficit mental (aqueles classificados como autistas, com transtornos de atenção, hiperatividade, bipolar, esquizofrênico, entre outros). Essa dissertação também está desenhada em uma análise discursiva, principalmente sobre a ótica de pensadores da filosofia da diferença, que fogem da ideia da “descoberta de um discurso”, de uma origem ou de um ponto de partida para a produção daquilo que falam. Seguindo por esse caminho, entendemos que os discursos materializam os objetos de que falam, dizem sobre suas vidas e criam modos de ser e agir em nosso dia a dia. Para a escolha do material de análise, investimos numa metodologia que caminha junto com o processo de pesquisa, ela se torna o processo, tanto da escrita quanto do pensamento, semelhante aos passos de uma metodologia cartográfica, pois esse tipo de pesquisa também reverte o sentido tradicional de método, propondo não mais um caminhar para alcançar metas prefixadas, mas o primado do caminhar que traça, no percurso, suas metas. Na análise, o enunciado que logo despontou foi sobre o “reconhecimento” dos sujeitos loucos na escola. Havia (e há ainda) a produção de roteiros e protocolos que ensinam aos profissionais de educação como reconhecer os alunos diferentes na escola. Outro enunciado que saltou aos olhos foi sobre o suposto cuidado e o sentimento de condescendência que surgia nas relações tecidas para com os alunos loucos. Levantamos também questões sobre o enunciado “educação para todos” e em como a adoção desse lema nas escolas e na educação têm criado metas e habilidades que precisam ser acompanhadas e desenvolvidas pelos alunos em período escolar. Ao investirmos nesses enunciados, desconsideramos as múltiplas formas de vida que ocupam a escola e, consequentemente, as imensas potencialidades e possibilidades de aprendizagem, existência e vida.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Educação inclusiva em tempos de pandemia: desafios para a inclusão
    (Universidade Federal do Pará, 2021-06) CASTRO, Gleyce Carvalho
    O presente trabalho tem como objetivo analisar os desafios da pandemia em relação a efetivação da inclusão de crianças com necessidades educativas especiais. A importância de discutir este tema se justifica da necessidade de compreensão da forma como o sistema educacional vem trabalhando o processo de garantia de direitos nesse momento de pandemia. Para a realização dessa abordagem utilizou-se como proposta metodológica a pesquisa qualitativa e pesquisa de bibliografias em documentos, parecer, artigos e livros de autores como Mantoan (2015), Lima (2016), Hansel, Zych, Godoy (2014), dentre outros. A pesquisa mostra insuficiência na eficácia com que as políticas educacionais estão sendo veladas nesse momento de pandemia, aponta para problemas já existentes na educação e que com o momento que estamos vivenciando tem só se intensificado. A inclusão é um processo que deve ser encarado com responsabilidade, criando possibilidades para que ocorra de forma satisfatória.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Ensino e práticas pedagógicas em Geografia para pessoas com deficiência visual na EAUFPA
    (Universidade Federal do Pará, 2025-04-15) AVIZ, Anderson da Silva; MAGALHÃES, Benedita Alcidema Coelho dos Santos; http://lattes.cnpq.br/7484794171047694; https://orcid.org/0000-0001-7536-5184
    Esta pesquisa, por meio do método de estudo de caso, buscou analisar como se materializam as práticas pedagógicas inclusivas adotadas por professores de Geografia na Escola de Aplicação da UFPA, com foco na educação de alunos com deficiência visual (DV). Adotando o materialismo histórico-dialético como referencial metodológico, o estudo analisa as contradições presentes no processo de inclusão escolar. De cunho qualitativo, a pesquisa utilizou como fontes a revisão bibliográfica, a análise documental e entrevistas com professores e coordenadores da instituição. Os resultados indicam avanços na escola, por meio dos atendimentos aos alunos e da construção de diálogos entre professores e coordenadores, impulsionados pela Coordenação de Educação Inclusiva e pelo Laboratório de Acessibilidade Curricular (LACEB). No entanto, desafios persistem, como barreiras arquitetônicas, dificuldades na formação docente e a falta de alinhamento entre as políticas educacionais e as práticas pedagógicas escolares. A análise dialética revela que a inclusão é atravessada por tensões estruturais e sociais, evidenciando a necessidade de maior articulação entre teoria e prática, tanto no ensino de Geografia quanto na realidade da escola de maneira geral. Assim, a pesquisa contribui para o debate sobre a efetividade das políticas de inclusão e destaca a importância da formação docente para garantir um ensino geográfico acessível e o direito à educação para todos os estudantes.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Gênero e deficiência: os desafios à cidadania sexual de mulheres com deficiência
    (Universidade Federal do Pará, 2024-09-27) MAURO, Fadia Yasmin Costa; RAIOL, Raimundo Wilson Gama; http://lattes.cnpq.br/6271053538285645; VERBICARO, Loiane da Ponte Souza Prado; MATOS, Saulo Monteiro Martinho de; GUIMARÃES, Sandra Suely Moreira Martins Lurine; BRITO FILHO, José Claudio Monteiro de; http://lattes.cnpq.br/4100200759767576; http://lattes.cnpq.br/1755999011402142; http://lattes.cnpq.br/5446022928713407; http://lattes.cnpq.br/7823839335142794; https://orcid.org/0000-0002-3259-9906; https://orcid.org; https://orcid.org/0000-0002-8835-7420; https://orcid.org
    A presente tese investiga os desafios enfrentados pelas mulheres com deficiência ao reconhecimento e exercício de sua cidadania sexual. A hipótese central é que essas mulheres experimentam barreiras significativas e únicas que comprometem o pleno gozo de seus direitos sexuais e reprodutivos, resultantes da intersecção entre sexismo e capacitismo. Para responder a esse questionamento, este estudo divide-se em quatro seções. Em primeiro momento, produz importantes conceitos, a fim de demonstrar ao leitor as escolhas adotadas por mulheres com deficiência. No segundo, trabalha a discussão entre o modelo médico e social da deficiência, a fim de apresentar os estudos feministas da deficiência e suas implicações para cidadania sexual de mulheres com deficiência. A terceira seção explora então as múltiplas violações enfrentadas por mulheres com deficiência, evidenciando o conceito de cidadania sexual e a necessidade de repensar-se a sexualidade a partir das diferentes deficiências. Na quarta e seção utilizou-se a teoria tridimensional de Nancy Fraser, que articula as dimensões de redistribuição, reconhecimento e representação como pilares essenciais para a justiça social, como resposta ao problema proposto. A metodologia adotada incluiu pesquisa bibliográfica, documental e exploratória, com foco na análise crítica de fontes teóricas e normativas sobre direitos sexuais, feminismo, deficiência e justiça. As conclusões obtidas indicam que as mulheres com deficiência enfrentam múltiplas formas de exclusão e violação de direitos, exacerbadas por barreiras físicas, atitudinais e sexuais. A tese propõe uma reestruturação das políticas públicas e das práticas sociais, visando a criação de um ambiente capaz de oferecer às mulheres com deficiência o exercício pleno de sua cidadania sexual.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Iniciativas inovadoras que promovem acessibilidade
    (Universidade Federal do Pará, 2020-05-28) VIEIRA, Mayara de Oliveira; VAZ, Cristina Lúcia Dias; http://lattes.cnpq.br/5829728118120411
    Este trabalho é resultado de uma investigação sobre “Iniciativas inovadoras que promovem acessibilidade” e partiu da seguinte indagação: quais processos e/ou produtos inovadores promovem acessibilidade de pessoas com deficiência no ensino superior? Tem como campo metodológico o método da cartografia na perspectiva de uma pesquisa intervenção com a finalidade de tornar visível processos subjetivos e acompanhar processos tanto objetivos quanto subjetivos. O estudo buscou investigar processos e/ou produtos com potencial de promover acessibilidade comunicacional, arquitetônica ou instrumental e atitudinal, seja pela solução de um problema ou de uma nova abordagem. Para isto, foram escolhidos três territórios de investigação. No primeiro sobre Acessibilidade comunicacional, pesquisou-se e produziu-se o “KitAcesso”, composto por cinco aplicativos, cinco infográficos, uma oficina e um blog de divulgação. Os aplicativos foram selecionados através de curadoria, leituras especializadas, orientações no estágio supervisionado e buscas em sites tendo como apoio critérios de seleção. Como forma de documentação foram elaborados infográficos. Para a produção dos dados da pesquisa, foi realizada uma oficina sobre os processos desenvolvidos e por fim, a criação de um blog para divulgação do kit. O segundo território sobre Acessibilidade com prototipagem rápida, também houve o processo de pesquisa e produção do “KitAcesseSol” composto pela solução de dois problemas de acessibilidade. O primeiro sobre acessibilidade arquitetônica e instrumental por meio do projeto, modelo e impressão 3D de um teclado adaptado para pessoas com baixa visão. O segundo sobre acessibilidade arquitetônica com o projeto e modelo de uma rampa móvel de acesso ao bebedouro do prédio das pós-graduações do Instituto de Tecnologia da UFPA. No kit constam ainda um Guia sobre o processo de construção do teclado adaptado. Estes problemas foram investigados em uma curadoria de projetos, programas e produtos em sites gratuitos sobre prototipagem rápida e um levantamento na coordenadoria de acessibilidade da UFPA. No terceiro território sobre Acessibilidade Atitudinal pela Arte, foi escolhido o filme “A Forma da água” para refletir sobre acessibilidade atitudinal buscando entender como a linguagem fílmica pode reforçar estereótipos, mitos e preconceitos edificados histórico e culturalmente e também com o intuito de contribuir com o diálogo sobre inclusão. As cartografias oriundas destes territórios atravessaram o longo caminho percorrido tanto na elaboração de leis que assegurem os direitos das pessoas com deficiência como na construção de processos e/ou produtos que promovem a acessibilidade, em particular no ensino superior, com uma abordagem que buscou ser ampla sem esquecer particularidades importantes. Percebe-se um grande desconhecimento sobre os aplicativos que ajudam pessoas com deficiência e se faz necessário promover um letramento digital sobre acessibilidade na universidade. Apesar dos avanços tecnológicos, a impressora 3D ainda é pouco usada no âmbito universitário como ferramenta para promover a acessibilidade e poucos projetos simples e de baixo custo em Tecnologia Assistivas são implementados, faltando profissionais capacitados nesta área. Quanto à acessibilidade atitudinal, existe um grande silêncio que precisa ser rompido, acreditamos que a Arte é um caminho promissor ao tratar do sensível para promover encontros, que podem significar as mudanças que tanto sonhamos e uma sociedade mais inclusiva.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    “A Lei existe, mas é a gente que tem que se adaptar”: a percepção de trabalhadores com deficiência da UFPA sobre suas condições de trabalho com base na Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência
    (Universidade Federal do Pará, 2024-11-25) BARROS, Alba Daniela Pereira de; SILVA, Harley; http://lattes.cnpq.br/1485109352201821
    A dissertação aborda a inclusão das pessoas com deficiência no mercado de trabalho formal, com foco no contexto de Belém, Pará. A autora utiliza uma abordagem crítica e embasada em experiências pessoais, tanto como pesquisadora com deficiência quanto por seu convívio com sua mãe, que também possui uma deficiência física. O estudo busca identificar as barreiras e os desafios enfrentados por essas pessoas no acesso e permanência no emprego, analisando o panorama da inclusão no mercado de trabalho formal da cidade e, de modo mais específico, no campus da Universidade Federal do Pará (UFPA). A pesquisa foi realizada com base na análise de dados quantitativos da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) no período de 2007 a 2017 e por meio de entrevistas com servidores com deficiência da UFPA. A dissertação está estruturada em três capítulos, que exploram tanto o contexto histórico quanto as discussões teóricas sobre deficiência e inclusão. A pesquisa destaca a importância da representatividade das pessoas com deficiência nos espaços sociais e políticos, reforçando a necessidade de políticas públicas que garantam não apenas o acesso ao emprego, mas também a permanência dessas pessoas em condições dignas e igualitárias no mercado de trabalho.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Macroindicadores qualitativos de inclusão e a alteridade na escolarização de estudantes com TEA
    (Universidade Federal do Pará, 2024-08-08) DIOMEDES, Maria Eduarda Matos; ROCHA, Carlos José Trindade da; http://lattes.cnpq.br/7815926450187234; https://orcid.org/0000-0001-5172-9182
    A presente pesquisa se propõe analisar como ocorre a qualidade de atendimento na educação especial através do emprego de macroindicadores nas dimensões de Estratégia Pedagógica e de Aprendizagem, e ainda, de Gestão Escolar, atenta às relações de alteridade entre os educandos com Transtornos do Espectro Autista (TEA) nas escolas públicas municipais de Castanhal-Pará, visando a educação inclusiva. Optou-se por uma abordagem qualitativa e características descritivas e exploratórias. Utilizou-se como procedimento para a coleta de dados, a observação e entrevista com o uso de questionários autoadministrados, com a participação de 09 (nove) professores atuantes na sala de Atendimento Educacional Especializado (AEE) e 07 (sete) gestores. Foi estabelecido um recorte de indicadores qualitativos estruturados em duas dimensões: 1) Estratégias Pedagógicas e de Aprendizagem e 2) Gestão Escolar. Estas dimensões permitiram alcançar a proposição de 10 (dez) macroindicadores. Os resultados indicaram que a dimensão 1, está em uma fase iniciante de desenvolvimento, revelando que há uma necessidade de maior suporte inicial e adaptação escolar, mesmo diante da compreensão pelos educadores da valorização e estabelecimento das relações de alteridade na escolarização de alunos com TEA, com a necessidade de uma colaboração mais efetiva e multidisciplinar entre profissionais à oferta aos serviços da saúde. Na dimensão 2, os macroindicadores apontam para indícios de iniciação à implementação das práticas inclusivas, evidenciando a falta de adequação física do ambiente escolar e a necessidade de mudanças na conscientização por parte dos educadores como áreas críticas a serem abordadas. A pesquisa, revela tanto avanços quanto desafios na promoção de uma educação inclusiva para estudantes com autismo, diante de uma crescente no quantitativo de matrículas TEA na rede o que tem acompanhado a realidade a nível nacional, porém há necessidade de um esforço conjunto para garantia de uma educação inclusiva, equitativa e mais atenta as relações de alteridade, onde todos os estudantes possam ter acesso a uma educação de qualidade independentemente de suas particularidades, nas escolas públicas municipais.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Mediação da informação para público com deficiência: em foco a biblioteca da Escola de Aplicação da Universidade Federal do Pará
    (Universidade Federal do Pará, 2022-05-30) COSTA, Ana Cristina de Almeida; CHALUB, Tânia; http://lattes.cnpq.br/6737749200665570
    A mediação da informação pode ser vista como garantia de acessibilidade, sobretudo no contexto da educação Inclusiva, criando possibilidades para que alunos da educação especial possam adquirir competência informacional para leitura, pesquisa e uso de tecnologia da informação. É importante conhecer as dificuldades e potencialidades desses usuários a fim de oferecer produtos e serviços para mediar a informação, auxiliando a escola na promoção da Educação Inclusiva. A presente pesquisa tem como objetivo geral analisar as práticas de mediação da informação para alunos com deficiência na biblioteca da Escola de Aplicação da Universidade Federal do Pará (EAUFPA), visando a identificar as práticas desenvolvidas pelos servidores atuantes na biblioteca da EAUFPA. O universo da pesquisa foi composto pela biblioteca escolar da Escola de Aplicação da Universidade Federal do Pará. A pesquisa tem caráter descritivo e está classificada como Estudo de Caso com foco nas práticas inclusivas da biblioteca da EAUFPA. O Estudo de Caso teve no diário de campo o principal instrumento para registro dos dados coletados nos documentos institucionais e nas atividades com profissionais servidores que atuam na EAUFPA. Foi realizada análise de documentos da prática no referido campo nos últimos dez (10) anos. Ao final da coleta os dados obtidos foram organizados de forma qualitativa, por meio de análise de conteúdo. Após o estudo, foi possível observar que a biblioteca da EA vem desenvolvendo algumas práticas inclusivas e tem se preocupado em melhorar a mediação da informação para o público com deficiência, com as orientações da Coordenação de Educação Inclusiva. No entanto, ainda necessita avançar para ampliar a acessibilidade, principalmente a informacional. O estudo traz informações em reflexões que poderão auxiliar a realização de projetos que incluam a todos(as) alunos(as) da referida escola, independente de condições, características e possibilidades.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    As políticas de educação inclusiva na perspectiva do ensino de surdos no município de Igarapé-Miri/PA
    (Universidade Federal do Pará, 2021-11-11) MELO, Rosileide de Jesus de Souza; SOUZA, Alexandre Augusto Cals e; http://lattes.cnpq.br/2652815221358066; https://orcid.org/0000-0002-1424-5055
    O debate sobre a questão das políticas públicas de “inclusão” escolar é corrente e passa, necessariamente, pela reflexão mais ampla sobre os grupos que têm sido localizados nos discursos correntes da exclusão social e pela reflexão sobre a questão do direito à educação de grupos que têm sido afastados de tal direito. Nesse sentido, esta dissertação teve como objetivo perceber quais as políticas públicas educacionais “inclusivas” existentes para o ensino de Surdos no Município de Igarapé-Miri/PA. A pesquisa segue a abordagem qualitativa (GÜNTER, 2006) por não nos caber fazer julgamentos, nem permitir que conceitos já formados influenciem na pesquisa. Considerando que as técnicas de coleta de dados devem estar alinhadas à estratégia de pesquisa, utilizamos como técnica a análise documental (CELLARD, 2008; HELDER, 2006). O referencial teórico do trabalho está alicerçado nos estudos do direito à educação “inclusiva” das pessoas surdas e das políticas públicas que contemplem esses sujeitos, sobretudo as normativas em âmbito internacional, nacional e local; nas políticas públicas (CHRISPINO, 2016; DI GIOVANNI, 2009; MULLER; SUREAL, 2002); nos estudos da “inclusão” escolar de Surdos (GESSER, 2009; STROBEL, 2009, 2018; VALSECCHI; MARTINS FILHO, 2020), entre outros. O Município, conforme suas normativas, tem planejado o ensino para atender os alunos Surdos e está aderindo aos programas disponibilizados pelo Ministério da Educação como fomentador da educação especial “inclusiva” de Surdos. Os dados obtidos demostram que o Município de Igarapé-Miri foi contemplado com o Programa Educação “Inclusiva”: Direito à Diversidade, Programa e Escola Acessível, Programa Implantação de Salas de Recursos Multifuncionais, Programa Transporte Escolar Acessível e Programa Dinheiro Direto na Escola – estrutura, acessibilidade e sala de recursos. Tais programas foram cruciais para o Município estruturar sua política pública de educação “inclusiva” de Surdos. A pesquisa mostrou que comparado ao número de escolas do sistema de ensino Municipal, há poucas escolas que dispõem do Atendimento Educacional Especializado em Igarapé-Miri. Assim sendo, a criação de novas Salas de Recursos Multifuncionais é necessária para a atender mais alunos Surdos, principalmente na zona rural do Município. Mostramos a partir dos dados que o Município de Igarapé-Miri dispõe de poucas normativas sobre a educação de Surdos, contudo é preciso se atentar quanto às políticas de “inclusão” escolar de Surdos visto que a educação é um processo dinâmico e demanda novas organizações e ações locais em face dos novos questionamentos dos Surdos. Por isso a existência de uma legislação serve como ampliação de possibilidade contra a exclusão.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    A subjetividade da criança como chave de leitura para os entraves no processo de aprendizagem: a importância do laço educadora-criança no processo de inclusão
    (Universidade Federal do Pará, 2024-03-01) PAIVA, Erika dos Santos; BARROS, Izabella Paiva Monteiro de; http://lattes.cnpq.br/1803233392625209
    Sendo a educação preceito primordial e necessário para o sujeito em desenvolvimento, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), preconiza que toda criança e adolescente têm direito de ser alfabetizado. Dessa forma, compreende-se dois conceitos importantes nesse contexto: a alfabetização, definida pelo ensino de códigos e letras a qual compõe o sistema padronizado de ensino, e o letramento representado por comportamentos e técnicas que vão além do domínio e a construção dos sistemas alfabéticos e ortográficos, ou seja abrange a capacidade de interpretar e contextualizar. Embora o decreto 7.611/11 disponha sobre a importância do atendimento educacional especializado para crianças com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades, assegurar a entrada de crianças com entraves na alfabetização ou na constituição psíquica no ambiente escolar constitui um verdadeiro dilema para maior parte dos docentes do ensino regular, pois surgem inúmeros questionamentos sobre como efetivar essa inclusão. Sendo assim, a escolarização de crianças com dificuldades na aprendizagem requer uma participação ativa das professoras, da escola e, sobretudo, da criança como protagonista de um lugar de fala diante da sua história de vida. O laço particularizado professora- criança nos casos com entraves na alfabetização possibilita que a educadora possua um novo olhar sobre a subjetividade do sujeito, dando lugar ao reconhecimento do sujeito de desejo. Este laço transferencial, segundo a psicanálise, é um meio facilitador e necessário na relação do par. Dessa forma, a pesquisa tem como objetivo discutir, a partir de um estudo de caso, a importância de a professora considerar, além das competências cognitivas, a subjetividade da criança no processo de inclusão. Para tanto, como método de pesquisa, utilizou-se à articulação de estudo exploratório de abordagem qualitativa, com o auxílio do método clínico qualitativo que lança mão de conhecimentos psicanalíticos, tais como a transferência e o inconsciente. A amostra do estudo foi composta por uma acompanhante terapêutica/ professora e uma criança, que foi convidada a participar da pesquisa por ser usuária do serviço de saúde do Centro de Atenção à Saúde da Mulher e da Criança (Casmuc) e por cursar o Ensino Fundamental, critérios de inclusão. O instrumento utilizado para coleta de dados foi o APEGI (Acompanhamento Psicanalítico de Crianças em Escolas, Grupos e Instituições), composto por roteiro de entrevista semi-dirigida e alguns indicadores que dão notícias da qualidade do laço da criança com seus outros. Os dados foram trabalhados quantiqualitativamente e foram a base para a construção do caso clínico. Foram respeitadas e seguidas todas as recomendações éticas desejáveis para a pesquisa com seres humanos. O caso de Lucas Explorador, aponta que o laço acompanhante terapêutica- criança, constituído por meio do olhar cuidadoso da profissional o qual sustentou uma aposta no que Lucas sabia e não no que não sabia, ajudou a sustentar o vir-a-ser do aluno sujeito de desejo, permitindo-lhe falar e ter voz ativa na sociedade. Assim, pode ser deixado para trás o lugar que ocupava anteriormente: o de uma criança reduzida a um rótulo a partir de um diagnóstico.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Sujeitos surdos na escola: entre a inclusão formal e a exclusão real
    (Universidade Federal do Pará, 2021-10-20) MONTEIRO, Ana Paula Lima; MOREIRA, Hélio Luiz Fonseca; http://lattes.cnpq.br/3977870273059388; RAIOL, Raimundo Wilson Gama; http://lattes.cnpq.br/6271053538285645
    O presente estudo tem como principal objetivo abordar a inclusão formal dos sujeitos surdos em escolas públicas, com base na Teoria das Representações Sociais, particularmente na perspectiva estrutural das representações. Para tanto, os objetivos específicos descrevem o processo de construção das representações partilhadas na história da escolarização das pessoas surdas, nos principais documentos nacionais e internacionais relativos aos direitos dos surdos e nos estudos empíricos realizados, em sua maioria, com professores das escolas regulares. Com base na Teoria do Núcleo Central, é possível concluir que as mudanças ocorridas na legislação brasileira, com a finalidade de incluir os surdos nas escolas em condições de igualdade com os demais alunos, constituem mudanças apenas no plano jurídico, as quais se desenvolvem no subsistema periférico, o que não altera a estabilidade do núcleo central das representações sociais dos surdos, pautadas na incapacidade, inaptidão e desqualificação de ocupar os espaços coletivos. Isso significa que, apesar de todos os avanços jurídicos e da criação de um sistema de proteção jurídica especial, os surdos continuam excluídos, dado que as mudanças formalmente constituídas no subsistema periférico não são suficientes para alterar os elementos cognitivos estabilizados no núcleo central. Assim, a educação fundamentada no respeito às diferenças linguística e cultural dos sujeitos surdos deve ser continuamente promovida, a fim de modificar as percepções sociais acerca deste grupo vulnerável, principalmente nas escolas. A pesquisa utilizou-se de documentos nacionais e internacionais, bem como de livros e trabalhos publicados em periódicos nacionais qualificados sobre o tema.
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