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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Avaliação dos picos de hormônio do crescimento nos testes de estímulo com insulina e clonidina em pacientes com diagnóstico de baixa estatura
    (Universidade Federal do Pará, 2016-12-28) PINTO, Carlliane Lima e Lins; YAMADA, Elizabeth Sumi; http://lattes.cnpq.br/7240314827308306; FELÍCIO, João Soares; http://lattes.cnpq.br/8482132737976863
    A baixa estatura (BE) é uma importante causa de encaminhamento para avaliação na endocrinologia pediátrica. A deficiência do hormônio do crescimento (DGH) precisa ser considerada quando outras causas de BE são excluídas, porém há limitações quanto ao estabelecimento de seu diagnóstico definitivo, sendo assunto de vários debates e controvérsias. Apesar de muito questionados, os testes de estímulo de GH ainda são considerados o padrão para a confirmação diagnóstica de DGH. O presente estudo objetivou avaliar a sensibilidade, especificidade e acurácia dos diferentes pontos de corte de pico de GH utilizados para o diagnóstico de DGH, sob o estímulo do teste de tolerância à insulina (TTI) e do teste da clonidina, além de identificar o melhor nivel de pico de GH para confirmar o diagnóstico por meio da abordagem da curva ROC (Receiver Operating Characteristics). Para este fim, foi realizado um estudo retrospectivo e de caráter observacional, a partir da coleta de dados clínicos e laboratoriais de 62 pacientes do serviço de endocrinologia do Hospital Universitário João de Barros Barreto (HUJBB). O padrão-ouro considerado para análise de desempenho dos pontos de corte em ambos os testes de estímulo de GH foi a resposta terapêutica. Assim, 26 pacientes que obtiveram acréscimo de altura de pelo menos 0,3 desvio-padrão ao final de um ano de tratamento com o GH recombinante humano (rhGH) foram classificados como DGH. Os pacientes que não obtiveram esse ganho foram classificados como não-DGH. Ambos os grupos partiram de estaturas médias semelhantes (p = 0,8155) e obtiverem ganho de estatura ao final do acompanhamento, porém esse ganho foi maior no grupo DGH em comparação ao não-DGH (20,5 ± 14,8 cm vs. 9,2 ± 6,7 cm, respectivamente; p = 0,0064). O grupo DGH apresentou pico mediano de GH significativamente menor em relação ao grupo não-DGH em ambos os testes (p < 0,0001). Foram definidas sensibilidade, especificidade e acurácia dos pontos de corte 3, 5, 7 e 10 ng/mL no TTI e no teste da clonidina, não sendo observada superioridade de um teste sobre o outro. Adicionalmente, foram encontrados os pontos de corte 7,92 ng/mL e 6,78 ng/mL para o TTI e teste da clonidina, respectivamente, a partir da construção da curva ROC, representando os níveis de pico de GH mais sensíveis e específicos para o diagnóstico de DGH. Concluímos que os pontos de corte encontrados neste estudo poderão representar uma ferramenta emergente na seleção de pacientes que provavelmente se beneficiariam do tratamento com rhGH, sendo eles DGH por uma causa conhecida ou mesmo DGHI.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Cartilha educativa sobre cuidados com o uso de insulina injetável no tratamento do Diabetes Mellitus
    (Universidade Federal do Pará, 2022-08-25) GOMES, Adriana dos Santos Mendes; SANTOS, Márcia Costa dos; http://lattes.cnpq.br/5450061620179886
    Introdução: O Diabetes Mellitus (DM) é um distúrbio hormonal caracterizado por hiperglicemia persistente decorrente da deficiência na produção e/ou na ação da insulina. Para o tratamento medicamentoso do DM tipo 2 (DM2) temos duas classes de drogas injetáveis: insulina e análogos de Glucagon-like peptide 1 (GLP-1), sendo a insulina o medicamento injetável mais usado na atualidade. Objetivos: Criar material educativo sobre cuidados com o uso do medicamento injetável insulina voltado para pacientes portadores de DM2; orientar de maneira clara e objetiva sobre os dispositivos existentes e sobre o preparo e aplicação da insulina; e validar a cartilha educativa junto aos juízes docentes de conteúdo (JDC) e juízes profissionais de saúde assistenciais (JPSA). Metodologia: realizada pesquisa bibliográfica, nas bases de dados MEDLINE, portal Pubmed e Scielo, a qual resultou em 2.920 publicações e destes registrados 29 artigos científicos. Com base na revisão rápida da literatura, elaborou-se a Cartilha Educativa sobre cuidados com o uso de insulina injetável no tratamento do DM2. Após a delimitação do conteúdo da cartilha, foi aplicado o Índice de Facilidade de Leitura Flesch (IFLF), com o objetivo de avaliar a facilidade com que um texto pode ser lido. Em seguida foi realizada a validação de conteúdo através da apreciação de comitê composto por Juízes Docentes de Conteúdo (JDC) e Juízes Profissionais de Saúde Assistenciais (JPSA). Para análise da validade de conteúdo da cartilha pelos 8 juízes, foi usado o Índice de Validade de Conteúdo (IVC). O instrumento utilizado para validação da cartilha pelos juízes foi a Escala de Likert, através das seguintes variáveis: Clareza da Linguagem, Pertinência Prática e Relevância Teórica. Resultados: A cartilha abordou os seguintes pontos sobre cuidado com o uso de insulina injetável: tipos de insulina existentes na atualidade, como obtê-la pelo SUS, quais os insumos necessários, como realizar sua aplicação e sobre os cuidados no descarte dos materiais utilizados. Na análise da cartilha o teste do IFLF revelou um índice de 79,94 (%), estando dentro do intervalo de 70-80, o que classifica o material como razoavelmente Fácil. Calculou-se o IVC global (média de todas as notas) para a cartilha educativa, tendo sido obtido os valores de 0,9 para clareza da linguagem, 0,97 para pertinência prática e 0,96 para relevância teórica, indicando excelente nível de concordância entre os juízes. Conclusão: Elaborada a cartilha contendo orientações claras e objetivas a respeito dos principais pontos para utilização de forma autônoma de insulina por pacientes portadores de DM2. O material educativo apresenta-se com leitura razoavelmente fácil e boa validação de conteúdo. Espera-se que esse material tenha uma boa aceitação, estimule a educação em DM e sirva como um guia prático ao paciente com DM para o dia a dia, favorecendo o desenvolvimento de habilidades, autonomia e autocuidado e que desenvolva habilidades e favoreça a autonomia e o autocuidado.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Influência da suplementação de vitamina D na variabilidade glicêmica em pacientes com diabetes Mellitus tipo 1
    (Universidade Federal do Pará, 2016-01-27) FELÍCIO, Karem Mileo; YAMADA, Elizabeth Sumi; http://lattes.cnpq.br/7240314827308306; FELÍCIO, João Soares; http://lattes.cnpq.br/8482132737976863
    Dados recentes têm sugerido que a variabilidade glicêmica (VG) poderia ser um fator independente do controle glicêmico (CG) avaliado pela hemoglobina glicada (HbA1c), para complicações do diabetes. A VG é a avaliação das flutuações diárias da glicose quantificadas através de cálculos numéricos específicos. A suplementação de vitamina D (VD), nos poucos estudos com Diabetes Mellitus tipo 1 (DM1), tem demonstrado resultados controversos sobre o CG e não há dados sobre uma possível ação desta vitamina na VG nestes pacientes. O objetivo deste trabalho é avaliar os efeitos da suplementação de VD na VG em pacientes com DM1. Realizamos um estudo prospectivo, controlado em 22 pacientes com DM1 que receberam 4.000 ou 10.000 UI/dia de colecalciferol por 12 semanas, de acordo com seus níveis prévios de VD. Os pacientes foram submetidos ao sistema de monitorização contínua de glicose (SMCG) com análise de 41.000 glicemias, avaliação dos níveis de VD e HbA1c antes e após o tratamento. Quando comparados os períodos pré e pós-tratamento não houve diferença em nenhuma das variáveis, exceto a melhora esperada nos níveis e no status de VD (26,1 ± 9,0 vs. 44,4 ± 24,7 ng/mL; p<0,01 e 1,00 ± 0,76 vs. 0,36 ± 0,66; p<0,01), respectivamente. Foram encontradas correlações entre a variação percentual (Δ) do desvio padrão da glicemia (DPG), calculada a partir do SMCG, com o Δ da insulina basal (r= 0,6; p<0,01) e com o Δ da insulina total (r= 0,6; p<0,01). Encontramos, adicionalmente, correlações entre o status de VD com o Δinsulina prandial (r= 0,5; p<0,05) e com o Δinsulina total (r= 0,4; p<0,05), indicando que quanto melhor o status de VD ao final do estudo, menor a necessidade de insulina durante o tratamento. Para estudar melhor a VG, os pacientes foram divididos em dois grupos: aqueles que melhoraram (grupo 1, N= 12 (55%)) e aqueles que pioraram a VG (grupo 2, N= 10 (45%)) avaliada pelo ΔDPG. Os pacientes do grupo 1, quando comparados ao grupo 2, apresentaram menores necessidades de insulina (Δinsulina basal= -8,0 vs. 6,3%; p<0,05) e menor frequência de hipoglicemias ao final do tratamento (12/44 (27%) vs. 21/33 (64%) hipoglicemias/ dias verificados; p<0,01). Nossos dados sugerem que a suplementação de VD em pacientes com DM1 poderia levar a uma melhora na variabilidade glicêmica associada a uma redução na necessidade de insulina em mais de 50% desses pacientes. A melhora da variabilidade glicêmica foi fortemente associada a uma redução na frequência de hipoglicemia. Entretanto, não foi possível demonstrar um efeito benéfico dessa vitamina sobre o controle glicêmico avaliado pela HbA1c.
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