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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Keynes’ critique of the classical and neoclassical theories of the rate of interest
    (Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 2019-03) CARVALHO, André Cutrim; CARVALHO, David Ferreira
    A teoria clássica da taxa de juros é a teoria que os economistas do mainstream herdaram de Marshall, Ricardo e Wicksell, principalmente. É, também, a mesma teoria da taxa de juros que John Maynard Keynes crítica na sua Teoria Geral por apresentar uma explicação centrada apenas para o caso especial do pleno emprego. Apesar das dificuldades, Keynes direcionou uma crítica contundente à teoria da taxa de juros dos economistas clássicos e neoclássicos. Isso só foi possível porque o raciocínio tradicional desses economistas continuou prisioneiro da armadilha da Lei de Say. Neste contexto, o objetivo fundamental do presente artigo é realizar uma leitura crítica de Keynes sobre a tradicional teoria especial da taxa de juros dos clássicos para demonstrar, desta forma, os pontos de discordância dele para com a escola neoclássica, também. A principal conclusão é que para Keynes a análise tradicional é defeituosa porque não conseguiu identificar as variáveis independentes do sistema. De fato, a poupança e o investimento são variáveis determinadas e não os determinantes da dinâmica do sistema econômico capitalista. Tais variáveis determinadas são o produto gêmeo dos verdadeiros determinantes, isto é, da propensão a consumir, da escala da eficiência marginal do capital e da taxa de juros, por isso o fluxo do montante do investimento tende a se expandir até que a eficiência marginal do capital fique ao nível da taxa de juros.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Paridade descoberta da taxa de juros da economia brasileira num ambiente de crise financeira mundial: teoria e evidência empírica
    (Universidade Federal do Pará, 2015-05) CARVALHO, David Ferreira; CARVALHO, André Cutrim
    O presente artigo tem como propósito avaliar o efeito da recente política de rebaixamento da taxa de juros básica sobre a taxa de câmbio nominal flutuante da economia brasileira tendo por fundamento a teoria da paridade descoberta de juros. O ensaio discute a teoria da paridade descoberta da taxa de juros em regime de câmbio flutuante administrado e sua validade empírica fazendo uso do modelo de cointegração com mecanismo de correção de erros.
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    Artigo de EventoAcesso aberto (Open Access)
    Política monetária de racionamento de crédito e juros altos no Brasil em 2000-2009: modelo macroeconométrico neo-keynesiano
    (Associação Keynesiana Brasileira, 2020) CARVALHO, David Ferreira; CARVALHO, André Cutrim; SANTOS, Cleyson Silva dos
    O presente artigo procurou avaliar o desempenho da política monetária de racionamento de crédito no Brasil, sobretudo o comportamento da oferta dos créditos bancários privados ante as variações na taxa de inadimplência das pessoas jurídicas tomadoras de empréstimos e, também, da taxa de juros básica determinada pelo Banco Central, no período pós implementação do tripé macroeconômico até os meses que sucederam o início da crise subprime. Diante do cenário apresentado, o objetivo fundamental do presente artigo é formalizar uma aplicação empírica baseada na teoria do racionamento de crédito de Joseph Eugene Stiglitz e de autores neo-keynesianos, aplicada ao caso do mercado monetário brasileiro, em face da política monetária de juros altos no período compreendido entre o mês de junho do ano 2000 e março do ano de 2009. A principal conclusão é que, apesar da rigidez da taxa de juros dos empréstimos, o racionamento do crédito bancário no Brasil se deve, por um lado, a política de taxa de juros alta e, por outro, pelo comportamento cauteloso dos bancos com receio da inadimplência marcado pelo excesso de prudência e, sobretudo, pela taxa básica de juros elevada.
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