Navegando por Assunto "Intraverbal"
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Tese Acesso aberto (Open Access) Aplicações da formação de classes de equivalência na intervenção analítico-comportamental ao autismo(Universidade Federal do Pará, 2017-08-22) SILVA, Álvaro Júnior Melo e; BARROS, Romariz da Silva; http://lattes.cnpq.br/7231331062174024O potencial de aplicação do conhecimento corrente sobre a formação de classes de equivalência tem muito a ser explorado. Poucos são os estudos relatados na literatura envolvendo, por exemplo, aplicações de equivalência de estímulos ao autismo. Nesta tese, além da aplicação da tecnologia de equivalência de estímulos, há a busca de aproximação de duas áreas de estudo, equivalência de estímulos e comportamento verbal que, de formas distintas, têm abordado o fenômeno comumente chamado de linguagem. Nos dois estudos aqui apresentados, investigou-se a contribuição da equivalência estímulos para a emergência de relações intraverbais em crianças com diagnóstico de Transtorno do Espectro do Autismo (TEA). O Estudo 1 avaliou a emergência de relações intraverbais via instrução baseada em equivalência. Duas crianças com TEA participaram do estudo. Após o ensino de relações de ouvinte (AB) e tacto (BC), verificou-se a emergência de relações intraverbais (AC e CA). A partir dos dados, verificou-se que uma participante, Lúcia, apresentou a emergência imediata das relações intraverbais AC e o outro participante, Lucas, apresentou baixa precisão de desempenho na primeira sessão e precisão máxima na segunda sessão. O padrão de desempenho de Lucas pode ser considerado compatível com emergência atrasada de relações intraverbais condizentes com formação de classes de equivalência. Ao mesmo tempo, estes dados permitiram questionar se o desempenho observado não se tratava de aquisição rápida das relações intraverbais em função de prompt fornecido durante o teste/treino. O Estudo 2 explorou essa questão, avaliando a aquisição de relações intraverbais consistentes e inconsistentes com formação de classes de equivalência. As duas crianças do Estudo 1 participaram do Estudo 2. Após o ensino de relações de ouvinte (A1B1, A2B2, A3B3 e A4B4) e de tacto (B1C1, B2C2, B3C3 e B4C4), os participantes foram expostos às relações intraverbais consistentes (A1C1, A2C2, C1A1 e C2A2) e inconsistentes (A3C4, A4C3, C4A3 e C3A4) com formação de classes de equivalência. Os dados mostraram que houve a aquisição apenas das relações consistentes com formação de classes para a participante Lúcia. Para Lucas não houve diferença significativa na aquisição de ambos os tipos de relação no treino AC e houve uma ligeira diferença na aquisição das relações CA, de forma que as relações intraverbais consistentes com formação de classes foram aprendidas em menos sessões ou tentativas. A partir dos dados de Lúcia, principalmente, pode-se concluir que uma história anterior envolvendo os estímulos de uma relação corrente a ser treinada facilita a aquisição desta, caso as contingências executadas anteriormente tenham favorecido a relação entre os estímulos como membros de um conjunto ou classe. Os dados relativos a Lucas também confirmam a suposição inicial de que é possível aprendizagem rápida nos testes com reforçamento e prompt corretivo. Os dados obtidos na presente tese não apenas comprovam a aplicabilidade da equivalência de estímulos, como também podem incentivar novas pesquisas a utilizar equivalência de estímulos como uma tecnologia comportamental.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Aquisição de repertório intraverbal via instrução baseada em equivalência em crianças com TEA(Sociedade Brasileira de Psicologia, 2018-09) SILVA, Álvaro Júnior Melo e; KEUFFER, Sara Ingrid Cruz; OLIVEIRA, Juliana Sequeira Cesar de; BARROS, Romariz da SilvaNos estudos aqui apresentados, investigou-se a contribuição da equivalência estímulos para a emergência de relações intraverbais. O Estudo 1 avaliou a emergência de intraverbal via instrução baseada em equivalência (EBI) em duas crianças com autismo. Após o ensino de relações de ouvinte (AB) e tacto (BC), verificou-se a emergência de relações intraverbais (AC e CA). Um participante apresentou a emergência imediata das relações AC e o outro apresentou um padrão de desempenho compatível com emergência atrasada. Com base nestes dados, o Estudo 2 avaliou o efeito da presença de EBI na aquisição de relações intraverbais. As crianças do Estudo 1 participaram do Estudo 2. Após o ensino de relações de ouvinte (AB) e tacto (BC), foram treinadas relações intraverbais consistentes (A1C1, A2C2, por exemplo) e inconsistentes (A3C4, A4C3) com classes de equivalência. Para Lúcia houve a aquisição apenas das relações intraverbais consistentes. Para Lucas não houve diferença significativa na aquisição de ambos os tipos de relação no treino AC e houve uma ligeira diferença na aquisição das relações CA. A partir dos dados de Lúcia, principalmente, pode-se concluir que EBI favorece a aquisição de novas relações. Os dados dos estudos além comprovar, podem incentivar a aplicação de equivalência de estímulos.
