Logo do repositório
Tudo no RIUFPA
Documentos
Contato
Sobre
Ajuda
  • Português do Brasil
  • English
  • Español
  • Français
Entrar
Novo usuário? Clique aqui para cadastrar. Esqueceu sua senha?
  1. Início
  2. Pesquisar por Assunto

Navegando por Assunto "Iron"

Filtrar resultados informando as primeiras letras
Agora exibindo 1 - 2 de 2
  • Resultados por página
  • Opções de Ordenação
  • Carregando...
    Imagem de Miniatura
    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Efeitos do quelante de ferro, a deferoxamina, sobre as alterações oxidativas e cognitivas induzidas pela dapsona, em modelo animal
    (Universidade Federal do Pará, 2020-11-17) MENDES, Paulo Fernando Santos; MAIA, Cristiane do Socorro Ferraz; http://lattes.cnpq.br/4835820645258101; MONTEIRO, Marta Chagas; http://lattes.cnpq.br/6710783324317390; https://orcid.org/ 0000-0002-3328-5650
    A dapsona (DDS) é um antibiótico que atua inibindo a síntese do folato, apresentando boa ação bacteriostática. No entanto, pode acarretar eventos adversos severos como distúrbios neurológicos, metemoglobinemia e hemólise. Estes distúrbios hematológicos levam a alteração da homeostasia do ferro e com isto aumenta a formação de ERO's que podem levar a um dano celular e tecidual. Esta alteração apresenta um papel importante nas doenças neurodegenerativas, seja como um agente causador e/ou intensificador nessas doenças. Neste contexto, fizemos uso de um quelante de ferro, a deferoxamina (DFX), para avaliar seus efeitos na formação de ERO desencadeadas pelo aumento no ferro livre induzido pelo uso de DDS. Para isto, foi induzido a alteração da homeostasia do ferro, em camundongos Swiss, fazendo se uso de DDS, seguido de administração de DFX. Após isto, foi realizado a dosagem de parâmetros de estresse oxidativo no hipocampo e no plasma, além da dosagem dos níveis de ferro. Nossos resultados mostraram que a DDS diminuiu a TEAC e que o tratamento com DFX restabeleceu. Além disso, a DDS diminuiu a GSH e o tratamento com DFX restabeleceu. Aumentou a LPO e o tratamento com DFX reduziu este efeito, aumentou a concentração de ferro e que foi revertido pelo tratamento com DFX. Adicionalmente, os animais foram submetidos ao labirinto aquático de Morris, onde nossos resultados mostraram que os animais tratados com DDS apresentaram uma redução na capacidade mnemônica e que o tratamento com DFX foi capaz de inibir a perda. Estes resultados sugerem que o uso de quelantes de ferro podem ser uma alternativa para reduzir os efeitos de acumulo de ferro no sistema nervoso observados nas doenças neurodegenerativas.
  • Carregando...
    Imagem de Miniatura
    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Influência da temperatura de calcinação na redução da hematita e na liberação do titânio na lama vermelha (resíduo do processo bayer)
    (Universidade Federal do Pará, 2016-12-26) VIEGAS, Bruno Marques; MAGALHÃES, Edilson Marques; CV: http://lattes.cnpq.br/1570353513360972; MACÊDO, Emanuel Negrão; http://lattes.cnpq.br/8718370108324505
    Neste trabalho foi proposto uma rota tecnológica visando a redução da hematita à magnetita e a liberação do titânio presente na lama vermelha oriunda da Hydro Alunorte. As análises de fluorescência e difração de raios X mostraram que a lama vermelha apresenta em sua composição aproximadamente 5% de óxido de titânio como anatásio e 28% de óxido de ferro nas formas de hematita e goethita. Sendo assim, a rota proposta possibilitará a obtenção de um material com características magnéticas o qual poderá ser utilizado como fonte de titânio após a extração dos compostos de ferro de forma magnética. Dessa forma, foi realizada a redução da hematita à magnetita, através de tratamento térmico em atmosfera redutora. Para a realização desta, foram realizadas misturas em diferentes concentrações de lama vermelha e carvão vegetal. Essas misturas foram calcinadas nas temperaturas de 500, 600 e 1000 ºC durante 2 horas. Em seguida, foram realizadas análises de difração de raios X, as quais mostraram que a hematita foi reduzida à magnetita em todas as condições experimentais e que para as misturas calcinadas a 1000 ºC, além da formação da magnetita, houve também a da maghemita. Através de análises de espectroscopia raman e microscopia eletrônica de varredura, verificou-se que para as temperaturas de calcinação de 500 e 600 ºC o titânio permaneceu na forma livre de anatásio, porém para a calcinação a 1000 ºC este passou para a forma combinada com ferro (ilmenita). A rota tecnológica possibilitou a formação de magnetita a partir da lama vermelha, a qual pode vir a ser extraída com a utilização de um separador magnético.
Logo do RepositórioLogo do Repositório
Nossas Redes:

DSpace software copyright © 2002-2026 LYRASIS

  • Configurações de Cookies
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Entre em Contato
Brasão UFPA