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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Níveis de resiliência ecológica de quelônios continentais da Amazônia Legal
    (Universidade Federal do Pará, 2024-12-23) GUIMARÃES, Lívia Isadora de Almeida; SILVA, José Francisco Berrêdo Reis da; http://lattes.cnpq.br/1338038101910673; HTTPS://ORCID.ORG/0000-0002-8590-2462; TOLEDO, Peter Mann de; http://lattes.cnpq.br/3990234183124986
    Quelônios continentais, sobretudo amazônicos, estão entre os grupos que mais demandam pesquisas atualizadas e estudos integrados, seja no âmbito sistemático ou ecológico, cujos conhecimentos auxiliem em sua preservação, assim como serviços ecossistêmicos e ambientais desempenhados. Diante disso, o presente trabalho visa análises de níveis de resiliência climática de espécies continentais da Amazônia Legal, via correlação/interdisciplinaridade entre modelos climáticos e de pressão antrópica com proxies geoquímicos, mais especificamente isótopos de carbono e nitrogênio, com resultados que viabilizem interpretações mais precisas sobre refúgios climáticos e isotópicos (isoscapes), além de informações complementares relacionadas as cadeias tróficas. Até então, modelos climáticos foram desenvolvidos, com simulações referentes as Trajetórias Representativas de Concentração ou RCPs (Representative Concentration Pathways) e Trajetórias Econômicas Compartilhadas ou SSPs (Shared Socioeconomic Pathways) para dez espécies quelônias, dado o seu número suficiente de observações e coordenadas registradas: Chelus fimbriata; Mesoclemmys gibba; Phrynops geoffroanus; Platemys platycephala; Podocnemis expansa; Podocnemis unifilis; Rhinoclemmys punctularia; Kinosternon scorpioides, Chelonioidis carbonaria e Chelonoidis denticulata. Tais coordenadas foram intercruzadas com quatro variáveis ambientais da plataforma digital Worldclim, selecionadas pelo nível de influência sobre a distribuição das espécies, reportado na literatura, assim como reduzida intercorrelação. Tais procedimentos foram executados no software Rstudio, através do pacote Biomod2, que reúne um conjunto de algoritmos cuja matemática permitiu o desenvolvimento de rasters com informações de adequabilidade climática das espécies. Até então, P. expansa, P. unifilis e sobretudo Ch. denticulata, são consideradas as mais ameaçadas de redução populacional, enquanto Ph. geoffroannus e K. scorpioides mostram-se, até então, com menor vulnerabilidade climática. Parâmetro este que tende a se manter em circunstâncias futuras, mesmo com a interferência antrópica na região. As demais espécies também apresentam níveis de vulnerabilidade, porém mais reduzidos em relação a P. unifilis e Ch. denticulata. Pela comparação das projeções realizadas com assinaturas isotópicas de nitrogênio e carbono, oriundas de tecido ósseo dos cascos de espécimes depositados no Instituto Nacional de Pesquisas Amazônicas (INPA, Manaus/AM) e Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG, Belém/PA), com os modelos climáticos e de influência antrópica, tendem a reforçar medidas de preservação das espécies e seus nichos, como estratégia à manutenção da biodiversidade regional.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Origem e evolução do complexo granitoide neoarqueano de vila Jussara: implicações para a evolução crustal da província Carajás
    (Universidade Federal do Pará, 2022-07-15) SILVA, Fernando Fernandes da; OLIVEIRA, Davis Carvalho de; http://lattes.cnpq.br/0294264745783506; https://orcid.org/0000-0001-7976-0472
    Novas informações sobre a geologia, aliadas à obtenção de dados geoquímicos e isotópicos (U-Pb, Hf e Nd) da Suíte Vila Jussara, são apresentadas com objetivo de discutir um modelo petrogenético para os granitoides neoarqueanos da Província Carajás. Esta suíte surge como uma série de plútons com formas sigmoidais, coalescentes e alongados na direção E-W, os quais seguem a tendência regional. As áreas centrais dos plútons são levemente deformadas, enquanto que as porções marginais apresentam aspecto milonítico e são delimitadas por zonas de cisalhamento sinistral pertencentes ao sistema transcorrente da Cinturão de Cisalhamento Itacaiúnas. Esses granitoides apresentam um amplo espectro composicional, com quatro litotipos individualizados: (i) biotita-hornblenda monzogranito seriado, que é subdividido em tipos oxidados e reduzidos; (ii) biotita-hornblenda tonalito; (iii) biotita monzogranito; e (iv) granitoide porfirítico (hornblenda biotita monzogranito/granodiorito). Os dados geocronológicos U-Pb e Pb-Pb em zircão forneceram idade de cristalização de 2.74 Ga para a variedades graníticas e granitoides porfiríticos, e para a variedade biotita-hornblenda tonalito, idade de 2.76 Ga. Os dados isotópicos de Nd e Hf, sugerem que os magmas da suíte Vila Jussara não são juvenis [εNd (-3,5 a 1,5) e εHf (-1,2 a 3,5)] e foram derivados de rochas de idade mesoarqueana (TDM > 3.0 Ga). O modelo petrogenético adotado para gerar os magmas primários desta suíte admite como rocha geradora os granulitos mesoarqueanos da área Ouro Verde do subdomínio Canaã dos Carajás. Relações de campo, dados geoquímicos e isotópicos sugerem que os granitoides que compõem a Suíte Vila Jussara não são formados a partir de um único magma parental, mas por múltiplas injeções de magmas gerando extensa hibridização. Seus magmas foram colocados ao longo de estruturas pré-existentes sob regime tectônico transtensional dominado por cisalhamento puro em um contexto sintectônico póscolisional.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Petrogênese da Suíte Igarapé Gelado: implicações para o magmatismo neoarqueano da Província Carajás, Cráton Amazônico
    (Universidade Federal do Pará, 2025-04-30) MESQUITA, Caio José Soares; DALL’ AGNOL, Roberto; http://lattes.cnpq.br/2158196443144675
    A Suíte Igarapé Gelado (SIG) localiza-se próximo à fronteira norte da Província Carajás, quase no limite com o Domínio Bacajá, ao longo do lineamento Cinzento. É intrusiva em rochas metamáficas e formações ferríferas bandadas. A porção centro-leste da SIG compreende quatro variedades de rochas: tonalito a granodiorito com teores variados de biotita e anfibólio, (1) com clinopiroxênio e / ou ortopiroxênio (PBHTnGd) ou (2) desprovido de piroxênios (BHTnGd); e monzogranitos que exibem conteúdo variável de biotita e anfibólio, e podem ser (3) moderadamente (BHMzG) ou (4) fortemente reduzidos (BHMzGR). O PBHTnGd contém ferrosilita e/ou augita com hedenbergita subordinada. Os anfibólios são K-hastingsita e, subordinadamente, Fe-Tschermakita em monzogranitos. As biotitas são ferrosas, e em granitos reduzidos apresentam #Fe > 0,90. Essas micas são afins daquelas de rochas alcalinas a subalcalinas e composicionalmente semelhantes às biotitas magmáticas primárias. Plagioclásio é oligoclásio. A integração dos resultados da termobarometria e da modelagem termodinâmica e sua comparação com a paragênese presente nas rochas naturais permitiu aprimorar a estimativa dos parâmetros de cristalização (T, P, ƒO2, XH2O) e da evolução magmática. Assim, os granitos da SIG cristalizaram a pressões de 550 ± 100 MPa, superiores às atribuídas a outros granitos neoarqueanos em Carajás. A temperatura liquidus estimada para a variedade com piroxênio é de ~ 1000±50° C. Os BHTnGd e BHMzG se formaram dentro de uma faixa de temperatura semelhante ao PBHTnGd, enquanto o BHMzGR teve temperaturas líquidas mais baixas (≤900 ° C). Foram estimadas temperaturas solidus de cerca de ~ 660 ° C para as quatro variedades da SIG. O magma do BHMzG evoluiu em condições de baixa ƒO2, ligeiramente acima ou abaixo do tampão FMQ (FMQ±0,5), como os da Suíte Planalto e dos granitos reduzidos das suítes Vila Jussara e Vila União da Província de Carajás. Nos magmas das variedades PBHTnGd e BHTnGd a fugacidade do oxigênio atingiu FMQ+0,5. O BHMzGR cristalizou sob condições fortemente reduzidas equivalentes a FMQ-0,5 a FMQ-1. Os magmas das variedades monzograníticas evoluíram com alto teor de H2O (≥4% em peso), atingindo 7% no caso dos monzogranitos reduzidos. Isso é comparável ou ligeiramente superior aos níveis geralmente atribuídos aos granitos neoarqueanos de Carajás (>4%). Em contraste, a variedade com piroxênio tem um teor de água (~4%), tal como os do Enderbiro Café e do Charnoquito Rio Seco da Província Carajás, e do Pluton Matok do Cinturão do Limpopo. Com base na composição química, as rochas do SIG são ferrosas, reduzidas a oxidadas e com composição similar a granitos tipo A, semelhantes a outras suítes graníticas neoarqueanas da Província de Carajás. As idades da SIG são mais jovens do que as idades de 2,76-2,73 Ga atribuídas aos granitos neoarqueanos da Província Carajás. Uma idade concordante de cristalização de ~2,68 Ga foi obtida por U-Pb SHRIMP em zircão para a variedade BHMzGR, e idades de intercepto superior semelhantes foram fornecidas pelas outras variedades da SIG, exceto aquelas de ~2,5 Ga que se assemelham às idades do depósito IOCG Salobo associadas à reativação do Lineamento Cinzento. As zonas de cisalhamento associadas a este lineamento são responsáveis pela deformação das rochas da SIG, que moldou corpos alongados com foliação variada. Essas zonas facilitaram a migração e causaram deformação dos magmas desde o estágio final da cristalização até seu resfriamento completo, caracterizando um processo sintectônico. O sintectonismo destes granitos está associado à inversão da Bacia Carajás, e a idade de cristalização mais jovem dessas rochas indica que a inversão ocorreu até 2,68 Ga, estendendo o intervalo estimado anteriormente (2,76–2,73 Ga). A SIG exibe valores negativos a ligeiramente positivos de εNd(t)(-2,86 a 0,18) e εHf(t)(-3,3 a 0,1), e idades TDM do Paleoarqueano ao Mesoarqueano [Nd-TDM(2,98-2,84) e Hf-TDM C(3,27-3,12)]. Os valores positivos de εNd(t) e εHf(t) para a variedade BHMzGR, sugerem possível contribuição juvenil ou contaminação na fonte de seu magma. As rochas da SIG foram geradas por fusão de 19% (PBHTnGd) e 14% (BHTnGd) de granulito máfico contaminado e por fusão de 9% (BHMzG) e 7% (BHMzGR) de um granulito máfico toleítico. A área de ocorrência da SIG é marcada por hidrotermalismo que modificou localmente a composição de rochas e minerais, permitindo a lixiviação de ETR e Y que fez com que algumas amostras de BHMzG fujam do padrão dominante e apresentem características geoquímicas de granitos do subtipo A1. Além disso, esses processos foram responsáveis pela transformação do zircão, que resultou em grãos com enriquecimento em U, Th e ETRL, e aspecto maciço, que apresentam idades U-Pb de intercepto superior, ao contrário dos cristais de zircão da variedade BHMzGR que preservaram características primárias e apresentam idades Concordia.
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