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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Avaliação da distribuição das concentrações de mercúrio total em sedimentos, rejeitos, solos e solos com TPA, na bacia do rio Rato-Itaituba/PA
    (Universidade Federal do Pará, 1995-08-20) SOUZA, Jorge Raimundo da Trindade; RAMOS, José Francisco da Fonseca; http://lattes.cnpq.br/8189651755374537
    O rio Rato localiza-se na porção sudoeste do Estado do Pará, no sudeste da cidade de Itaituba, principal centro garimpeiro da região. O trecho mapeado, que possui uma extensão aproximada de 60 km, sofre grandes impactos ambientais devido a exploração do ouro. Para a avaliação da distribuição das concentrações de mercúrio total na bacia do rio Rato, foram realizadas duas campanhas de campo, coletando-se 161 amostras. A análise de mercúrio total foi realizada por absorção atômica com a técnica de vapor frio, sendo antes realizada a digestão química das amostras, por meio de H2SO4, HNO3 e V2O5. Através das análises de sedimentos de corrente, rejeito de garimpo, solos e solos com Terra Preta Arqueológica (TPA), foram determinadas as concentrações de mercúrio total, carbono orgânico e perda ao fogo, com o objetivo de se encontrar correlações entre estas três variáveis. Os valores mínimos, máximos, médios e o desvio padrão identificados no tratamento estatístico, foram utilizados como parâmetros para avaliação da poluição da área, e também para comparação com os limites máximos propostos em outros estudos, sendo as amostras distribuídas em sete grupos, de acordo com a etapa de amostragem, o tipo de amostra e o local da coleta. Em todos os tipos de materiais coletados, em que houve oportunidade de se comparar os resultados das duas campanhas de campo, estes sempre foram mais altos na primeira campanha, reflexo de uma maior atividade garimpeira, possibilitada por época de pouca chuva. Em poucas oportunidades, observou-se correlação entre o mercúrio e as outras duas variáveis (carbono orgânico e perda ao fogo), confirmando a ocasionalidade da poluição por mercúrio, observando-se que, o que define na realidade a distribuição de mercúrio no garimpo são fatores como o tipo de explotação, época de atividade e granulometria e localização das amostras, refletindo situações pontuais e específicas. Em todos os grupos, observou-se que grande parte das amostras, apresentam concentrações superiores ao background regional, concluindo-se, portanto, que o mercúrio utilizado em torno do rio Rato e seus tributários está provocando a contaminação do ambiente.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Entre o ouro e a biodiversidade: garimpos e unidades de conservação na região de Itaituba, Pará, Brasil
    (Universidade Federal do Pará, 2014) BAIA JÚNIOR, Pedro Chaves; THEIJE, Marjo de; http://lattes.cnpq.br/3764097351224416; MATHIS, Armin; http://lattes.cnpq.br/8365078023155571
    Analisa as políticas e práticas de garimpagem de ouro e unidades de conservação (UC) realizadas na região de Itaituba, Pará, a fim de compreender os impactos da política brasileira de conservação da natureza sobre as práticas da pequena mineração desenvolvida no contexto amazônico. Foram utilizados os métodos histórico e comparativo. A coleta de dados foi realizada a partir de pesquisas bibliográfica e documental; entrevistas semiestruturadas com atores sociais envolvidos com a questão; e, coleta de dados em sítios eletrônicos dos órgãos públicos relacionados. Os resultados evidenciam que a criação pelo governo federal de um conjunto de UC na região de Itaituba em 2006 foi uma resposta à opinião pública internacional diante das altas taxas de desmatamento verificadas na Amazônia no início do século XXI, mas que resultou em conflitos diretos com instituições e atores sociais locais ligados a atividade garimpeira, os quais consideraram essa ação autoritária e impeditiva ao desenvolvimento econômico regional. Apesar das UC terem ficado sobrepostas a mais de 80% das áreas de interesse e/ou de exploração de ouro na região de Itaituba, essa política de conservação não impediu a continuidade da garimpagem de ouro na região. Porém, verificou-se que tal polícia colocou em cena uma série de elementos que aumentaram as dificuldades para o garimpeiro regulamentar sua atividade e estão forçando este a permanecer ou se direcionar para a ilegalidade. As distâncias físicas entre os garimpos e os órgãos ambientais, a demora na emissão das licenças ambientais e consequentemente das Permissões de Lavra Garimpeira, as dificuldades em atender as exigências legais (em especial as ambientais) e as indefinições sobre a garimpagem no interior das UC, especialmente das Florestas Nacionais, são os principais obstáculos identificados para o ordenamento da atividade garimpeira na região de Itaituba. Ademais, verificou-se que as UC não saíram do papel, uma vez que lhes faltam funcionários, infraestrutura e recursos financeiros para o cumprimento mínimo de ações de fiscalização, educação e regulamentação, por exemplo, da atividade garimpeira que ocorre em seu interior. Com isso, embora o governo federal tenha criado as UC como alternativa a um processo de desenvolvimento sustentável para a região, na prática esses espaços protegidos estão apenas criando barreiras legais para a continuidade de uma importante atividade produtiva regional, sem proporcionar alternativas de subsistência aos usuários deste recurso.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Geologia e metalogênese do depósito aurífero do Palito, Província Tapajós, Itaituba - Pa
    (Universidade Federal do Pará, 2008-07-17) COSTA, Rodrigo de Melo; SANTOS, Márcio Dias; http://lattes.cnpq.br/6977793618030488
    O depósito aurífero do Palito está localizado na região do rio Jamanxim, município de Itaituba, e faz parte da Província Aurífera do Tapajós, SW do Estado do Pará. O depósito compreende um sistema de filões subverticais de quartzo auríferos hospedados nos granitos paleoproterozóicos Palito e Rio Novo e controlados estruturalmente por uma zona de cisalhamento de direção NW-SE. O Granito Palito é intrusivo no Granito Rio Novo e o principal hospedeiro da mineralização. Esses granitos são dois stocks oxidados cálcio-alcalinos, correlacionáveis às suítes Creporizão (Rio Novo) e Tropas (Palito), caracterizadas como granitos de arco magmático. A zona de cisalhamento é do tipo rúptil-dúctil transcorrente sinistral de alto ângulo e faz parte de uma estrutura regional denominada lineamento Tocantinzinho. Os filões maiores, de espessura métrica, são hospedados pela zona de cisalhamento principal de direção NW-SE, enquanto que os filões menores, de espessura centimétrica, são inclinados, tanto de baixo ângulo (em torno de E-W), como de médio a alto ângulo (direção NE-SW), em relação à direção principal do cisalhamento. Tal situação estrutural é compatível com o sistema de Riedel, com filões paralelos à direção principal de cisalhamento (D), filões de baixo ângulo (R e P), de médio ângulo (gash) e de alto ângulo (R’, X). Conjunto de filões do tipo stockwork também ocorre localmente. Os veios mineralizados estão sempre envolvidos por um halo de alteração hidrotermal bem desenvolvido, proporcional à dimensão dos veios e comumente brechado. Alteração fílica (quartzo + fengita +pirita) e cloritização (chamosita) são os tipos dominantes, acompanhados por alteração potássica (Kfeldspato + biotita), carbonatização (calcita + siderita) e sulfetação (pirita + calcopirita + esfalerita) de ocorrência mais restrita. O minério aurífero, hospedado nos veios de quartzo, ocorre sempre associado com sulfetos de ferro e cobre (principalmente pirita e calcopirita), além de esfalerita. Pirrotita, bismutinita, bismuto nativo e ouro ocorrem mais restritamente. Três gerações de pirita, duas gerações de calcopirita e uma geração de esfalerita foram reconhecidas . A pirita1 é substituída pela calcopirita1 a qual é substituída pela pirita2, enquanto que a cristalização de esfalerita é controlada pela temperatura e pela razão Cu/Zn do sistema, ou seja, a esfalerita substitui a calcopirita1 em condições de baixa temperatura e baixa razão Cu/Zn e, em condições de maior temperatura e razão Cu/Zn mais alta, a calcopirita1 substitui a esfalerita. O ouro está sempre associado a, ou incluso em, calcopirita, bismutinita e bismuto nativo. Gerações venulares tardias de sulfetos são representadas pela pirita3 e calcopirita2. Os principais minerais da ganga, associados com o minério, são quartzo, clorita e fengita, além de quantidades subordinadas de carbonato, fluorita, rutilo, zircão e ilmenita. O estudo das inclusões fluidas revelou três tipos de fluidos: 1) H2O-NaCl de baixa salinidade (até 2,0 %peso eq.NaCl) interpretado como água meteórica; 2) H2O-NaCl-FeCl2 de alta salinidade (45 a 50 %peso eq.NaCl) interpretado como salmoura magmática; e 3) fluido aquocarbônico (H2OCO2-NaCl) de baixa salinidade (1,0 a 1,7 %peso eq.NaCl) provavelmente de origem magmática. As condições de temperatura e pressão de formação do depósito do Palito foram estabelecidas pelo geotermômetro da clorita e isócoras calculadas a partir dos dados microtermométricos. As condições T-P calculadas para o aprisionamento das salmouras situam-se entre 335º e 405oC e 2 e 4,7Kb. As salmouras magmáticas foram interpretadas como o principal fluido genuinamente mineralizante, ou seja, o enxofre, o cloro e os metais (principalmente Au e Cu) são de origem magmática, concentrados na fase residual do magma granítico que gerou o granito Palito. As salmouras magmáticas transportaram os metais em alta temperatura (acima de 400oC) na forma de complexos clorados. A mistura do fluido mineralizante com fluidos de baixas temperatura e salinidade, provavelmente água meteórica, e a interação fluido-rocha provocaram aumento do pH e abaixamento da fugacidade de enxofre , via reações de hidrólise e sulfetação, respectivamente, as quais causaram a deposição do minério abaixo de 400oC em sítios de transtensão da zona de cisalhamento. As características geológicas, da alteração hidrotermal e do fluido mineralizante do depósito Palito são compatíveis com um modelo genético relacionado a intrusão e estruturalmente controlado. O estilo filoneano, as rochas graníticas hospedeiras da mineralização, a alteração hidrotermal (sericitização e cloritização com potassificação restrita), a associação metálica Au-Cu-Zn(Pb-Bi) e o fluido mineralizante (H2O-NaCl-FeCl2) são compatíveis com uma relação genética da mineralização com o granito Palito (intrusion related gold deposits). O granito forneceu os fluidos, os metais e calor para movimentar o sistema hidrotermal, enquanto que o cisalhamento forneceu as armadilhas estruturais para a deposição do minério.
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