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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Abordagens sobre a condição de classe das juventudes da Amazônia
    (Universidade Federal do Pará, 2017-12) ALVES, João Paulo da Conceição; ARAÚJO, Ronaldo Marcos de Lima
    Este trabalho analisa a inserção da(s) juventude(s) amazônica(s) no contexto social e a sua condição de classe. Como problema de pesquisa buscamos compreender: qual a condição de classe das juventudes da Amazônia, a partir da análise de dados oficiais sobre a(s) juventude(s) no estado do Pará? Para tanto, mediante a realização de pesquisa documental e a coleta de dados oficiais, foram organizadas as seguintes categorias de análise: Juventude urbana e violência; Juventude amazônida: trabalho/emprego e rendimentos; e Juventude amazônida e educação. A análise documental revelou que a juventude de origem trabalhadora paraense está fortemente submetida à violência urbana inclusive sob conseqüências fatais, possui uma inserção precoce e desqualificada no mercado de trabalho e que a escola não se coloca como uma alternativa capaz de promover uma formação mais humanizante a estes jovens.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Nos sertões da Província do Grão-pará: escravidão, engenhos, engenhocas e atividades econômicas no oitocentos (1810-1850)
    (Universidade Federal do Pará, 2022-09-30) MEDEIROS, Juliana do Nascimento; BEZERRA NETO, José Maia; http://lattes.cnpq.br/7000143949499821
    A pesquisa tem como objetivo principal investigar as propriedades agroextrativistas, sobretudo os sítios, os engenhos e as engenhocas, utilizando como pano de fundo a escravidão negra. Em decorrência desse objetivo analisar-se-á a estrutura de posse de cativos, empenhando-se em desvendar o universo das propriedades agrícolas dos quais esses sujeitos eram elementos fundamentais. Em vista dessa finalidade, irei traçar o perfil dos escravistas, dos escravos e das propriedades, desvendando as atividades realizadas em seus interiores que de antemão são peculiares, isto é, próprias da região Norte desse imenso país. Em um contexto histórico que vai de 1810-1850, momento de mudanças e transformações no Estado do Brasil que afeta todas as províncias; no âmbito regional o contexto é também acentuado por suas especificidades. O locus da pesquisa é o mundo rural amazônico, aqui chamado de sertão. Se entende por sertão as regiões interioranas da província que margeavam as cercanias de Belém, sendo destacadas as localidades que compunham a Zona Guajarina (Belém, Acará, Capim, Bujaru) e o Baixo Tocantins (Cametá, Moju, Abaetetuba e Igarapé-Miri), em virtude de serem nesses espaços mais tradicionais que se consolidaram as atividades agrícolas. Espaço complexo, heterogêneo e plural. Das propriedades se investiga as atividades produtivas: os meios, técnicas, ferramentas e mão-de-obra. Do produto dos engenhos e engenhocas, se enfatiza o papel da produção de cachaça de cana e aguardente de cana; em paralelo às atividades ligadas ao abastecimento provincial e ao mercado externo. Utiliza-se como fonte principal os inventários post-mortem, de forma complementar os testamentos, os relatos de viajantes, as fontes do arquivo histórico ultramarinos e os jornais.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Trabalho e organização coletiva catadoras de caranguejos em uma reserva extrativista marinha no litoral do Pará
    (Universidade Federal do Pará, 2022-10-24) SILVA, Ana Patrícia Reis da; MANESCHY, Maria Cristina Alves; http://lattes.cnpq.br/5129734199358770
    Este estudo objetiva analisar o trabalho e a organização coletiva de mulheres catadoras (processadoras) de caranguejos, na Reserva Extrativista Marinha Caeté-Taperaçu, no município de Bragança, litoral do Estado do Pará. Contribui com o debate sobre a centralidade da dimensão de gênero na construção do desenvolvimento socioambiental. Conforme o referencial teórico, nesta visão de desenvolvimento a economia não se separa da sociedade, os direitos territoriais de povos tradicionais são garantidos e a equidade de gênero é um atributo fundamental, com paridade de participação de mulheres e homens na vida social. Seguindo abordagem qualitativa, foram feitas observações e entrevistas semiestruturadas com 30 mulheres nas comunidades de Treme, Taquandeua, Rio Grande e Vila Bonifácio e entrevistas em profundidade com lideranças locais, visando: 1) reconstituir a história da catação de caranguejos e a estruturação de sua cadeia produtiva, a trajetória ocupacional das mulheres, a divisão sexual e as condições de trabalho e de inserção no mercado; 2) analisar a recém-criada Rede de Mulheres Caeteuaras. Essa associação quer gerar renda e valorizá-las como profissionais da pesca e, nesse processo, abraça ideais de equidade de gênero e conservação ambiental. A hipótese do estudo é que a organização das mulheres na Rede, embora em seu início, aponta para duas direções de mudança: ajuda na visibilidade e valorização da atuação feminina na cadeia produtiva pesqueira e potencializa o desenvolvimento socioambiental do território da RESEX. A pesquisa revelou haver diferentes formas sociais de catação doméstica: a familiar, as catadoras o serviço de um patrão e as que adquirem a matéria-prima de comerciantes de fora, beneficiam e vendem. As catadoras seguem em posição subordinada, pois não controlam o produto, os preços e a demanda por seu trabalho. Nesse cenário, a Rede de Mulheres Caeteuaras pretende operar de modo inovador. Os resultados mostram que as participantes da Rede se tornam conscientes de seu status de trabalhadoras extrativistas, por meio de cursos e formações, mas ainda não conseguem alterar as práticas de trabalho e comercialização. É preciso ampliar a rede de parceiros e acessar recursos materiais e sociais. Seus projetos, contudo, apontam para novos sentidos de mercado, confirmando em parte a hipótese de pesquisa. A cozinha comunitária prevê associar qualidade do produto, saúde ocupacional e estruturas de apoio às jovens mães no cuidado com os filhos e na conciliação entre trabalho e cuidados. O estudo ratifica a importância de organizações de mulheres para o desenvolvimento socioambiental, contando com o suporte das associações da RESEX e dos poderes públicos pertinentes. Isso porque, as condições concretas em que as catadoras vivem e participam do mercado são marcadas por bloqueios estruturais, onde se cruzam barreiras de gênero e de classe, sociais e culturais.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Trabalho, saberes e práticas de pesca das mulheres ribeirinhas da ilha Saracá, Limoeiro do Ajuru (PA): resistência das pescadoras artesanais
    (Universidade Federal do Pará, 2022-12-27) GONZAGA, Raimunda Moraes Silva; RODRIGUES, Doriedson do Socorro; http://lattes.cnpq.br/1127076028303549; https://orcid.org/0000-0002-5120-2484
    O presente trabalho aborda saberes político-identitários construídos durante o processo de formação da Associação das Mulheres Trabalhadoras na Aquicultura e Agricultura da Ilha de Saracá (AMAIS), Limoeiro do Ajuru (PA). Esta pesquisa teve por objetivo analisar os saberes político-identitários das mulheres pescadoras e agricultoras no desenvolvimento de suas atividades laborais e organizativas, a partir da AMAIS. Toma-se como norte metodológico o Materialismo Histórico-Dialético, com uma abordagem qualitativa, com uso de entrevista semiestruturada, seguindo a análise de conteúdo para compreender as narrativas das informantes, a partir de suas experiências de trabalho. Como base teórica, os trabalhos de Marx (2013), Marx e Engels (2007), Rodrigues (2012), Martins (2017), Barra (2019), Furtado, (2017), Raffestin (1993), Pereira (2014), Lerner (2019), Davis (2016), Toledo (2008), dentre outros. O problema da investigação foi se constituindo nas vivências de pescadora, nas experiências acadêmicas, nos diálogos com a comunidade e nas lutas sociais. Para tanto, a pesquisa revelou em um primeiro momento que, antes mesmo de a AMAIS existir, as mulheres que a formaram já possuíam saberes relacionados às suas vivências e às suas práticas de trabalho. Contudo, no desempenho das suas funções de trabalhadoras, desenvolvidas a partir da associação, essas mulheres construíram saberes político-identitários que ressignificaram suas lutas em sua comunidade. Esses saberes foram identificados como saberes político-identitários de autonomia, pois dizem respeito ao poder de decisão própria dessa mulheres no seu trabalho sem que houvesse a interferência ou coerção externa de terceiros, o que se demonstrou um princípio de liberdade e de independência. Saber político-identitário de consciência de classe que se apresenta como uma consciência e organização coletiva de grupos minoritários em prol de uma classe. O saber político-identitário de conhecimento de causa que está relacionado ao conhecimento adquirido por meio de experiências e observação vivenciadas no cotidiano e que lhes levaram a ter uma boa base teórica sobre seus direitos de pescadoras. Identificou-se também na pesquisa que a mulheres sempre tiveram importante papel na defesa do meio ambiente, fato constatado ainda em manifestos e reivindicações em favor da Amazônia, elaborados pelas mulheres pescadoras da AMAIS. Por fim, constatou-se que, mesmo em meio à inatividade da AMAIS, os saberes que foram construídos no decorrer dos seus processos de afirmação ainda permanecem vivos, auxiliando-as nas causas sociais da região.
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