Navegando por Assunto "Justifications"
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Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Efeitos de histórias do ouvinte sobre o seguimento de regras discrepantes das contingências(Sociedade Brasileira de Psicologia, 2017-12) LIMA, Fernanda Monteiro; ALBUQUERQUE, Luiz Carlos de; PARACAMPO, Carla Cristina PaivaObjetivando testar proposição sobre as características críticas da história do ouvinte que podem interferir no seguir regra discrepante, oito universitários foram expostos a um procedimento de escolha segundo o modelo. A tarefa era apontar para os três estímulos de comparação em sequência. Na Fase 1, nenhuma sequência era instruída ou reforçada. A Fase 2 era iniciada com a regra correspondente. As contingências da Fase 2 eram alteradas, sem sinalização, na Fase 3, e as contingências da Fase 3 eram mantidas inalteradas na Fase 4, iniciada com a regra discrepante. Dos oito participantes, seis apresentaram um comportamento independente e dois apresentaram um comportamento dependente de suas consequências imediatas na Fase 3. Dos seis participantes que apresentaram um comportamento independente das consequências imediatas na Fase 3, quatro seguiram a regra discrepante na Fase 4. E dos dois participantes que apresentaram um comportamento dependente das consequências imediatas na Fase 3, todos abandonaram o seguimento da regra discrepante na Fase 4. Sugere-se que a dependência e a independência do comportamento às suas consequências imediatas, antes da apresentação da regra discrepante, são variáveis críticas da história do ouvinte que podem ser utilizadas para se prever a manutenção, ou não, do seguimento subsequente de regra discrepante.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Efeitos de justificativas presentes em histórias infantis sobre o brincar social de crianças com o Transtorno do Espectro Autista(Universidade Federal do Pará, 2021-12-20) TAVARES, Dahis Moana Lobato; TEIXEIRA, Rachel Coêlho Ripardo; http://lattes.cnpq.br/7663300976857946; https://orcid.org/0000-0003-0515-7560; PARACAMPO, Carla Cristina Paiva; http://lattes.cnpq.br/9018003546303132; BRINO, Ana Leda de Faria; DIAS, Katarina Kataoka; GOMES, Daniela Lopes; http://lattes.cnpq.br/9930065472602966; http://lattes.cnpq.br/8403942546562149; http://lattes.cnpq.br/0014255351015569Justificativas são propriedades formais de regras, constituídas por relatos antecedentes verbais de eventos atuais, históricos e futuros, podendo alterar a probabilidade de um evento ocorrer e ser mantido. Histórias infantis, de um modo geral são repletas de justificativas do Tipo 5, que são definidas como descrições de exemplos de comportamentos a serem seguidos, ou não. Estudos tem apontado que as justificativas são eficazes em evocar e controlar comportamentos que tem baixa probabilidade de ocorrer. Desse modo, o objetivo dessa pesquisa foi investigar os efeitos de justificativas do Tipo 5 presentes em histórias infantis sobre comportamentos de brincar social em crianças com autismo quando a interação foi com crianças típicas treinadas para a interação. Participaram quatro crianças com autismo e cinco crianças típicas, entre 5 e 7 anos de idade. Para avaliar o repertório inicial das crianças foram utilizados como instrumentos o Verbal Behavior Milestone Assessment Placement Program, Teste de Compreensão de Histórias e o Teste de Seguimento de Instruções. Foram realizadas cinco etapas: Etapa 1: captação dos participantes; Etapa 2: testes de requisitos, com o objetivo de verificar se os participantes correspondiam aos critérios de exclusão/inclusão; Etapa 3: linha de base, com o objetivo de avaliar o repertório de brincar social antes da intervenção, registrando tempo e frequência desses comportamentos; Etapa 4: intervenção com as histórias infantis e sondagem dos comportamentos de brincar social; Etapa 5: teste de generalização (realizado apenas para um participante). O comportamento de brincar social foi mensurado em uma situação de interação social entre uma criança típica e uma com TEA. Os resultados mostraram que as histórias infantis foram eficazes em aumentar a duração de alguns comportamento salvo, tendo correlação significativamente estatística entre a quantidade de histórias apresentadas e o tempo de duração de alguns comportamentos de brincar social. Os resultados indicam que as histórias infantis com justificativas do Tipo 5 podem ser parcialmente efetivas em alterar a duração de comportamentos de brincar social quando são utilizados pares típicos treinados.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Efeitos de Justificativas sobre o Seguir Regras por Participantes Ortoréxicos(Universidade Federal do Pará, 2018-09-17) CARDOSO, Laís Caroline Ferreira; BOTELHO, Eliã Pinheiro; http://lattes.cnpq.br/6276864906384922; https://orcid.org/0000-0002-9682-6530; ALBUQUERQUE, Luiz Carlos de; http://lattes.cnpq.br/5261537967195189; PARACAMPO, Carla Cristina Paiva; GOULART, Paulo Roney Kilpp; http://lattes.cnpq.br/9018003546303132; http://lattes.cnpq.br/7800966999068746Introdução: A investigação das variáveis envolvidas no estabelecimento e manutenção do comportamento alimentar é importante, principalmente, porque os alimentos ingeridos interferem na sobrevivência do organismo. Transtornos alimentares como a Ortorexia Nervosa podem desencadear comprometimento do convívio social dos indivíduos. Supõe-se que o comportamento ortoréxico seja controlado por regras com justificativas. Portanto, o presente estudo teve como objetivo avaliar se participantes que apresentam um repertório de comportamentos classificados de ortoréxicos, apresentam tendência a seguir regras em geral ou somente tendência a seguir regras de cunho alimentar. Método: Para isso, na primeira etapa da pesquisa, foram aplicados em 200 estudantes de nutrição de duas faculdades de Belém do Pará, o questionário de inflexibilidade (para identificar indivíduos seguidores ou não de regras) e o questionário Orto-15 como meio de identificar indivíduos com tendência a comportamento ortoréxico. Na segunda etapa houve exposição de 12 participantes (6 inflexíveis e 6 flexíveis) à uma versão informatizada do procedimento de escolha para avaliar experimentalmente a competição entre o controle por justificativas para o seguimento de regras e o controle pelas consequências imediatas. Os participantes foram a quatro fases. Na Fase 1, as sequências corretas eram reforçadas com pontos trocáveis por dinheiro em esquema de reforço contínuo. Na Fase 2, somente os participantes que deixassem de seguir a regra discrepante eram expostos à Fase 3.Nas Fases 3 e 4, era reapresentada a regra da Fase 2, mas com justificativas do Tipo 5 para ser seguida (antecedentes verbais indicadores do que observar: relatos que podem indicar exemplos de comportamentos a serem seguidos e exemplos de comportamentos a não serem seguidos). Resultados: Dos 200 estudantes, 72% apresentaram tendência para desenvolver ortorexia. Na segunda etapa do estudo, tivemos 12 participantes, onde apenas 8 passaram para a fase 3 (6 flexíveis e 2 inflexíveis), destes participantes 4 apresentavam risco para desenvolvimento do comportamento ortoréxico (2 inflexíveis e 2 flexíveis), ao final do estudo 3 destes abandonaram o seguimento de regra e somente 1 seguiu a regra discrepante até o final. Em síntese, o estudo mostrou que participantes com risco para o desenvolvimento de ortorexia são bons seguidores de regras favoráveis a uma alimentação saudável, mas que isso não vale para regras gerais associadas a justificativas do tipo 5, pois ficaram sob controle das consequências imediatas.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Efeitos de justificativas sobre o seguir regras por participantes ortoréxicos.(Universidade Federal do Pará, 2018-09-17) CARDOSO, Laís Caroline Ferreira; BOTELHO, Eliã Pinheiro; http://lattes.cnpq.br/6276864906384922; https://orcid.org/0000-0002-9682-6530; ALBUQUERQUE, Luiz Carlos de; http://lattes.cnpq.br/5261537967195189Introdução: A investigação das variáveis envolvidas no estabelecimento e manutenção do comportamento alimentar é importante, principalmente, porque os alimentos ingeridos interferem na sobrevivência do organismo. Transtornos alimentares como a Ortorexia Nervosa podem desencadear comprometimento do convívio social dos indivíduos. Supõe-se que o comportamento ortoréxico seja controlado por regras com justificativas. Portanto, o presente estudo teve como objetivo avaliar se participantes que apresentam um repertório de comportamentos classificados de ortoréxicos, apresentam tendência a seguir regras em geral ou somente tendência a seguir regras de cunho alimentar. Método: Para isso, na primeira etapa da pesquisa, foram aplicados em 200 estudantes de nutrição de duas faculdades de Belém do Pará, o questionário de inflexibilidade (para identificar indivíduos seguidores ou não de regras) e o questionário Orto-15 como meio de identificar indivíduos com tendência a comportamento ortoréxico. Na segunda etapa houve exposição de 12 participantes (6 inflexíveis e 6 flexíveis) à uma versão informatizada do procedimento de escolha para avaliar experimentalmente a competição entre o controle por justificativas para o seguimento de regras e o controle pelas consequências imediatas. Os participantes foram a quatro fases. Na Fase 1, as sequências corretas eram reforçadas com pontos trocáveis por dinheiro em esquema de reforço contínuo. Na Fase 2, somente os participantes que deixassem de seguir a regra discrepante eram expostos à Fase 3.Nas Fases 3 e 4, era reapresentada a regra da Fase 2, mas com justificativas do Tipo 5 para ser seguida (antecedentes verbais indicadores do que observar: relatos que podem indicar exemplos de comportamentos a serem seguidos e exemplos de comportamentos a não serem seguidos). Resultados: Dos 200 estudantes, 72% apresentaram tendência para desenvolver ortorexia. Na segunda etapa do estudo, tivemos 12 participantes, onde apenas 8 passaram para a fase 3 (6 flexíveis e 2 inflexíveis), destes participantes 4 apresentavam risco para desenvolvimento do comportamento ortoréxico (2 inflexíveis e 2 flexíveis), ao final do estudo 3 destes abandonaram o seguimento de regra e somente 1 seguiu a regra discrepante até o final. Em síntese, o estudo mostrou que participantes com risco para o desenvolvimento de ortorexia são bons seguidores de regras favoráveis a uma alimentação saudável, mas que isso não vale para regras gerais associadas a justificativas do tipo 5, pois ficaram sob controle das consequências imediatasDissertação Acesso aberto (Open Access) Efeitos de Justificativas, Seleção de Parentesco e Reciprocidade Indireta sobre o Comportamento de Dividir Ganhos(Universidade Federal do Pará, 2019-02-14) ALMEIDA, Cristiane Martinez de; CORRÊA, Hellen Vivianni Veloso; http://lattes.cnpq.br/1492707116121325; PARACAMPO, Carla Cristina Paiva; http://lattes.cnpq.br/9018003546303132; TEIXEIRA, Rachel Coêlho Ripardo; SOUZA, Regina Célia Gomes de; LOBATO, Andréa Fonseca Farias; http://lattes.cnpq.br/7663300976857946; http://lattes.cnpq.br/5576436464955236; http://lattes.cnpq.br/7074169433113207; https://orcid.org/0000-0003-0515-7560O estudo avaliou os efeitos de justificativas do Tipo 5 (variáveis constituintes de uma regra que descrevem comportamentos a serem observados) e de teorias que permitem compreender a cooperação em humanos como a seleção de parentesco e a reciprocidade indireta sobre o comportamento de dividir ganhos. Para tanto, 106 participantes foram distribuídos em oito grupos e expostos a três fases. Nas Fases 1 e 3, fichas trocáveis por itens diversos eram obtidas através de um jogo de memória. Era medido o comportamento de dividir os ganhos obtidos no jogo quantificando-se o número de fichas doadas para um parente, para uma instituição filantrópica e para si. Os grupos experimentais e controle diferiam entre si com base no número de fichas doadas na Fase 1. Os Grupos Parente 1 (experimental) e 2 (controle) eram compostos por participantes que tinham doado mais fichas para parentes. Os Grupos Instituição 3 (experimental) e 4 (controle) eram compostos por participantes que tinham doado mais fichas para a instituição filantrópica. Os Grupos Participante 5 (experimental) e 6 (controle) eram compostos por participantes que tinham doado mais fichas para si. Os Grupos Empate 7 (experimental) e 8 (controle) eram compostos por participantes que tinham doado a mesma quantidade de fichas para pelo menos duas das três opções disponíveis. Na Fase 2, era lido um texto sem justificativas para os participantes dos Grupos controle 2, 4, 6 e 8. Para os Grupos 1, 5 e 7A, era lido um texto com justificativas do Tipo 5 que descrevia uma história de filantropia. Para os Grupos 3 e 7B, era lido um texto com justificativas do Tipo 5 que descrevia uma história de cooperação entre parentes. Foram encontradas diferenças estatisticamente significantes entre a quantidade de fichas doadas para a instituição nas Fase 1 e 3 nos Grupos experimentais 1 e 5. Não foram encontradas diferenças significantes entre as doações feitas nas Fases 1 e 3 para os Grupos experimentais 3 e 7 e para todos os grupos controle. No Grupo 1, 12 de 15 participantes aumentaram ou mantiveram o número de fichas doadas para a instituição e diminuíram as doadas para o parente na Fase 3. No Grupo 5, todos os 15 participantes aumentaram ou mantiveram a quantidade de doações para a instituição na Fase 3, tendo 11 participantes diminuído o número de doações para si. Os resultados dos Grupos 1 e 5 indicam que a exposição a justificativas do Tipo 5 na Fase 2 alterou a probabilidade do comportamento de doar para a instituição filantrópica. Adicionalmente, todos os resultados em conjunto, mostrando uma tendência para distribuição dos ganhos obtidos entre as três alternativas possíveis, sugerem que esse comportamento ocorreu também sob influência da interação entre variáveis relacionadas a história da espécie e a história de vida dos participantes, na medida em que doar para parentes preserva a representatividade genética e doar para não aparentados aumenta a reputação atraindo futuros cooperadores, e que indivíduos são expostos durante a vida a regras com justificativas para ajudar parentes e pessoas necessitadas.
