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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    As objeções de Kant aos argumentos teístas na Dialética Transcendental da Crítica da Razão Pura: uma crítica a partir de aspectos da filosofia analítica da religião
    (Universidade Federal do Pará, 2025-01-28) SANTOS, Arthur Henrique Soares dos; SOUZA, Luís Eduardo Ramos de; http://lattes.cnpq.br/7892900979434696; CORÔA, Pedro Paulo da Costa; PORTUGAL, Agnaldo Cuoco; http://lattes.cnpq.br/3785172545288511; http://lattes.cnpq.br/1568859502052989
    Uma das investigações teológicas críticas de Kant é acerca das denominadas provas teístas: os argumentos ontológico, cosmológico e físico-teológico. Kant conclui, na Dialética Transcendental da Crítica da razão pura (1787), que provas satisfatórias são impossíveis a partir de tais argumentações da razão teórica. Isso se dá, de acordo com o filósofo, porque o argumento ontológico falha e, em última análise, como as provas cosmológica e físico-teológica dependem dele, isso implica a impossibilidade de todas as tentativas de demonstrar a existência de Deus. Historicamente, isso levou ao abandono das provas teístas na filosofia. Entretanto, estes argumentos ressurgiram com a chamada filosofia analítica da religião, através de filósofos como Alvin Plantinga (1974, 2012), Charles Malcolm (1960), Richard Swinburne (2019) e William Lane Craig (1979). Diante desta recente recepção crítica da Dialética Transcendental, a presente pesquisa investiga o seguinte problema: as objeções de Kant realmente impossibilitam os argumentos teístas da razão teórica? Com isso em vista, o objetivo geral desta dissertação é realizar uma crítica analítica às objeções de Kant contra os argumentos teístas da razão teórica, a fim de defender a hipótese de que a objeção de Kant aos argumentos teístas não consegue demonstrar a impossibilidade de tais argumentos.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    A religião nos limites da crítica kantiana da razão
    (Universidade Federal do Pará, 2023-04-18) SANTOS, Fladerny Marques dos; MEIRELLES, Agostinho de Freitas; http://lattes.cnpq.br/7826494085324141
    A presente dissertação tem como propósito analisar a temática do mal radical (radikales Böse). Essa temática, conforme veremos, tem suas implicações com a filosofia prática de Kant, sobretudo após o filósofo ter consumado a formulação do Projeto Crítico, que envolve as três Críticas. Tais implicações antecedem o exame da temática realizada na obra A religião nos limites da simples razão (1793). Assim sendo, o referido vínculo está exposto de modo direto nessa obra, mas nela não é esgotado. Portanto, em nosso exame, inicialmente, interessa nos discorrer sobre os elementos principais da argumentação kantiana, os quais são condições necessárias e alargam o horizonte em que a temática religiosa conjugada à concepção do mal recebe o destaque merecido no panorama da filosofia transcendental. A noção de mal radical não deve ser resumida como uma tese religiosa ou antropológica; assim, a nossa pesquisa argumenta que o trabalho de Kant na Religião está de acordo com as suas obras anteriores sobre moralidade.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    As representações sem consciência em Kant
    (Universidade Federal do Piauí, 2015) SOUZA, Luís Eduardo Ramos de; BRITO, Aline Brasiliense dos Santos
    Kant desenvolve o tema das representações sem consciência, obscuras e inconscientes de forma fragmentária e dispersa ao longo das suas obras. Por essa razão, este trabalho tem por objetivo, primeiramente, identificar e agrupar diversas passagens em que Kant trata desta matéria em vários dos seus textos, e, posteriormente, analisar e relacionar suas ideias a fim de formar uma visão global e articulada acerca desta classe especial de representações. As posições defendidas neste texto são as seguintes: primeira, indicar que Kant compreende as representações sem consciência em sentido próximo ao das representações não conscientes; segunda, mostrar que as representações sem consciência (ou não conscientes) constituem o gênero mais amplo sob o qual estão contidas as representações obscuras e inconscientes; terceira, argumentar que estas duas espécies de representações sem consciência não são definidas de modo absoluto, mas em relação à noção de graus e de déficits de atenção, respectivamente; quarta, propor que as representações sem consciência em Kant podem ser denominadas de percepções obscuras ou indistintas, em oposição às representações com consciências, as quais podem ser designadas como percepções claras ou distintas.
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