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Navegando por Assunto "Klebsiella pneumoniae"

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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Caracterização molecular de Klebsiella pneumoniae produtoras de ß-lactamases de espectro ampliado e Carbapenemase tipo KPC isoladas de pacientes hospitalizados em Belém, estado do Pará
    (Universidade Federal do Pará, 2016-12-13) MARQUES, Patrícia Bentes; LOUREIRO, Edvaldo Carlos Brito; http://lattes.cnpq.br/2685418720563351
    A resistência aos antimicrobianos em bactérias da família Enterobacteriaceae está aumentando de forma alarmante no mundo todo. As K. pneumoniae constituem um importante grupo de patógenos humanos, causadores de infecções hospitalares e comunitárias. Nestas bactérias, a produção de beta-lactamases é um dos principais mecanismos de resistência aos antimicrobianos e responsável pela falha da terapia antimicrobiana. Este trabalho teve como objetivo realizar a caracterização molecular de espécimes de K. pneumoniae produtoras de ESBL e KPC quanto a resistência aos antimicrobianos em pacientes hospitalizados em Belém-PA. Foram analisadas 124 espécimes de K. pneumoniae oriundas de um hospital público de Belém-Pará. Foram realizadas nesses espécimes testes de suscetibilidade a antimicrobianos, testes fenotípicos para detecção de betalactamases de espectro ampliado (ESBL) e K. pneumoniae produtora de carbapenemase (KPC). Posteriormente foram realizadas reações de cadeia de polimerase (PCR) e o sequenciamento de DNA para identificar os genes determinantes de resistência aos antimicrobianos. Foi observado que 83% dos isolados apresentaram o gene bla CTX-M, 85,5% o bla SHV, 83% o bla TEM e 5% o gene bla KPC. Quanto aos genes que codificam ESBL o gene bla CTX-M-71 foi isolado com maior freqüência e foi identificado em 60% dos isolados analisados. Os outros genes que codificam ESBL foram bla SHV-38 (5%), bla SHV-100 (5%) and bla SHV-12 (3,5%). O gene bla KPC-2 foi detectado em 100% dos isolados. Estas enterobactérias apresentaram fenótipos de multidroga resistência com elevados níveis para os quinolonas e aminoglicosideos. Foram observadas associações entre os genótipos e à resistência aos antibióticos. A presença de micro-organismos multirresistentes em unidades hospitalares reforça a necessidade de medidas para a rápida contenção de possíveis infecções causadas por esses patógenos.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Infecções da corrente sanguínea por Klebsiella spp. produtora de Betalactamase de espectro expandido em unidades de terapia intensiva neonatal de hospital de ensino no estado do Pará: fatores de risco para letalidade
    (Universidade Federal do Pará, 2010) ESPÍNOLA, Débora Consuelo Santos Macêdo; CARNEIRO, Irna Carla do Rosário Souza; http://lattes.cnpq.br/4389330944043163; SOUSA, Rita Catarina Medeiros; http://lattes.cnpq.br/3560941703812539
    Klebsiella spp. produtora de beta-lactamases de espectro expandido (ESBL) tem emergido como um problema comum globalmente. Entretanto, dados relativos às características clínicoepidemiológicas e ao desfecho clínico em neonatos infectados por esta bactéria gram-negativa ESBL são ainda limitados. Estudo descritivo retrospectivo analítico avaliou os fatores de risco associados à letalidade e o perfil epidemiológico das Infecções de corrente sanguínea (ICS) por Klebsiella spp. ESBL em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) neonatal de hospital de ensino no Estado do Pará, Brasil. Amostra composta por 27 neonatos, a maioria prematuros (77,8%), com a idade gestacional média de 34 semanas, variando de 27 a 41 semanas. Os episódios de ICS foram mais frequentes em recém-nascidos (RN) com peso ≤ 1500 g (40,7%), sendo que 14,8% abaixo dos de 1000g. O tempo médio de internação dos pacientes foi 40,51 dias variando de 5 a 101 dias (DP = ±29,61), com tempo médio de aparecimento da ICS de 12,2 dias após a admissão na UTI neonatal. A maioria das infecções foi provocada por bactérias da espécie Klebsiella pneumoniae (52%). A mortalidade geral encontrada foi 66,7%, com uma taxa de letalidade até o 14º dia da bacteremia de 51,8 %. O cateter vascular central (CVC) esteve presente em cerca de 60% dos RN e todos os pacientes apresentavam-se sob ventilação mecânica no momento do episódio da ICS. Quanto às variáveis associadas ao óbito até o 14° dia, apenas a inadequação da terapia antimicrobiana apresentou significância estatística (P<0,0017), já que todos os neonatos que receberam antibioticoterapia inapropriada evoluíram desfavoravelmente. As ICS causadas por Klebsiella ESBL têm se tornado um problema comum em RN prematuros com elevada mortalidade naqueles que recebem terapia inapropriada.
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