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Navegando por Assunto "Língua portuguesa - Escrita"

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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Argumentação e a formação do sujeito aluno-autor: processos de (re)significação do dizer na era digital
    (Universidade Federal do Pará, 2016-12-14) ANTUNES, Glauce Correa; RODRIGUES, Isabel Cristina França dos Santos; http://lattes.cnpq.br/0226549641470972
    O presente trabalho objetiva discutir, a partir das perspectivas relacionadas à interação verbal e gêneros discursivos postuladas por Bakhtin (2003), Bakhtin/Volochínov (2006) e Geraldi (1997) e concepções de leitura e escrita propostas por Kleiman (2013) e Antunes (2005; 2009, 2012), de que maneira podemos contribuir para ampliar as competências de leitura e escrita, promovendo a utilização contextual do gênero do discurso escolhido, a saber, a carta. Nossos estudos também se deram à luz de Rojo e Barbosa (2015), Rojo (2013) e Araújo e Leffa (2016) no tocante ao uso de novas tecnologias na escola. Quanto ao tipo de pesquisa, em relação aos procedimentos, trata-se de uma pesquisa-ação e participante; quanto à abordagem, é qualitativa, com traços etnográficos, por envolver o aprimoramento de práticas docentes por meio de interferências nossas, cujas informações foram reunidas por meio de um trabalho de campo. Os sujeitos selecionados para a pesquisa são alunos do 8º ano do ensino fundamental, da rede pública municipal de ensino, em Belém. O corpus desta pesquisa compõe-se de cartas manuscritas e postagens no Facebook produzidas pelos alunos mencionados. Como objetivo geral, pretendemos verificar em que sentido a escrita do gênero discursivo carta mobiliza diferentes saberes ao ser utilizado em práticas escolares centradas o mais próximo possível das situações linguageiras dos alunos. No que diz respeito aos objetivos específicos, pretendemos (i) apurar como esses mesmos sujeitos portam-se frente a um contexto com as singularidades do mundo virtual; e (ii) verificar de que maneira a utilização de sequenciadores do discurso propicia a construção de sentidos nessas produções. Para isso introduzimos a utilização do Facebook para que eles também se posicionem como leitores críticos, no intuito de compararmos o que diferencia sua postura crítica on-line da escrita convencional, comparando, dessa forma, os contextos de produção e as diferenças que isso implica nas escolhas lexicais. Além dos autores já mencionados, pautamo-nos em Lopes-Rossi (2008) e Solé (1998), os quais conduziram alguns dos encaminhamentos que propusemos para atingir nossos objetivos. A fim de alcançá-los e consolidar nossas análises, aplicamos uma proposta de intervenção, realizada em forma de projeto de ensino, com módulos de leitura, escrita e divulgação, o qual culminou em trocas de cartas entre alunos de escolas em diferentes municípios (Belém e Tomé-Açu) e postagens nos perfis de nossos alunos de Belém. Os resultados apontam que há mudança de postura quando o sujeito aluno-autor se depara com uma situação linguageira na qual, de fato, há um interlocutor real e a escrita torna-se significativa; e também realiza escolhas gramaticais, lexicais e fraseológicas diferenciadas ao estruturar seu enunciado frente a diferentes interlocutores.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    A argumentação em práticas de leitura e (re) escrita com alunos de 4.ª etapa da EJA de uma escola municipal de São Luís
    (Universidade Federal do Pará, 2015-08-20) SOARES, Rosangela Diniz; MENDES, Leila Said Assef; http://lattes.cnpq.br/6659267771631495
    Este trabalho analisa e caracteriza as produções de leitura e escrita do gênero carta argumentativa dos alunos da 4.ª etapa da EJA de uma escola da rede de ensino municipal de São Luís, com vistas à identificação de habilidades e competências que esses alunos já têm desenvolvidas, bem como as dificuldades que merecem ser sanadas quanto ao uso dos recursos discursivo-argumentativos na produção escrita do gênero carta argumentativa. Nesse intento, faz-se uma reflexão acerca da concepção sociodiscursiva e interacionista que norteia o estudo da língua, voltado para as práticas discursivas presentes na interação verbal, a qual só se efetua em situações reais de fala e de escrita e se materializa na forma de gêneros textuais, inclusive naqueles de viés argumentativo. Na sequência, apresentam-se as concepções de texto, gênero e discurso sob o foco da Linguística de Texto (LT), que os concebe como ação e não abstração, Marcuschi (2012). Ainda nessa perspectiva sociodiscursiva, a argumentação se efetiva como recurso de articulação à cidadania, já que possibilita aos alunos da EJA questionarem seus direitos sociais. E, para a produção dos dados que oportunizassem a verificação das dificuldades supramencionadas, utilizaram-se questionários e análise da produção escrita inicial dos alunos de dois gêneros de viés argumentativo: a carta argumentativa e a carta do leitor. Os dados são reveladores de que os alunos são competentes na percepção do ponto de vista em textos de opinião, mas têm dificuldades relacionadas ao desenvolvimento das estratégias discursivo-argumentativas do gênero carta argumentativa. Faz-se ainda uma proposta de intervenção sob a forma de uma sequência didática, objetivando o trabalho sistemático de dificuldades específicas apontadas nos dados.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Fios de metáfora em labirintos de memórias literárias: a metáfora na escrita de 8º ano do Ensino Fundamental, em uma escola pública de Tracuateua-PA
    (Universidade Federal do Pará, 2016-12-14) SANTOS, Gercilene Vale dos; MENDES, Leila Said Assef; http://lattes.cnpq.br/6659267771631495
    Neste trabalho, apresentamos os resultados da aplicação de uma Sequência Didática, desenvolvida em 12 oficinas. Tínhamos como objetivo geral desenvolver em alunos do 8º ano do ensino fundamental de uma escola pública de Tracuateua –PA o conhecimento da metáfora como um recurso para a produção de efeitos de literariedade em textos do gênero memórias literárias. Os sujeitos da pesquisa compunham uma turma de 30 alunos. Os textos foram analisados a partir da concepção interacionista de linguagem (BAKHTIN e VOLOCHINOV, 2004); da noção de gênero como instrumento (DOLZ e SCHNEUWLY, 2004); da categorização de metáforas conceptuais: estruturais, ontológicas, orientacionais e imagéticas (LAKOFF E JOHNSON, 2002); da classificação de metáforas literárias: totalmente inusitadas, parcialmente inusitadas e cristalizadas (ANDRADE, 2008; LAKOFF E TURNER, 1989). As razões da abordagem adotada foram a possibilidade de transformar uma preocupação de ensino e aprendizagem em pesquisa; a visibilidade que se pretende dar à metáfora como recurso cognitivo, linguístico e criativo. Analisamos, aleatoriamente, 6 (seis) produções textuais iniciais e 6 (seis) produções textuais finais, cujos resultados demonstraram ampliação da competência discursiva dos alunos: os textos compuseram um memorial intitulado Nos tempos da Maria Fumaça; a maioria apresentou metáforas literárias parcialmente inusitadas e cristalizadas, resultantes de criações de metáforas imagéticas, de extensão e elaboração de conceitos metafóricos estruturais, ontológicos e orientacionais. Esse resultado impactou positivamente no rendimento dos alunos. Concluímos que a hipótese foi confirmada parcialmente: o ensino da metáfora, conduzido em abordagem reflexiva, pode contribuir para que o aluno produza textos de memórias literárias com efeitos de literariedade.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Processos de regulação na produção escrita em Português língua estrangeira
    (Universidade Federal do Pará, 2012-10-30) SILVA, Renata de Cássia Dória da; CUNHA, Myriam Crestian Chaves da; http://lattes.cnpq.br/0057919162522146
    Este trabalho tem por objetivo geral contribuir para o desenvolvimento do ensino-aprendizagem da produção escrita em Português Língua Estrangeira (PLE) e justifica-se pela crescente demanda em formação nessa língua em diversos contextos geográficos e institucionais. Mais especificamente, procuramos investigar em que medida procedimentos de avaliação formativa favorecem a apropriação das competências de produção escrita junto a um público de PLE que frequentou aulas de português durante sete meses no ano de 2011. Para isso, buscamos elaborar e experimentar instrumentos facilitadores da regulação da produção escrita em PLE, bem como analisar como o uso desses instrumentos repercutiu na aprendizagem da produção escrita desses aprendentes na língua portuguesa. A pesquisa foi realizada com um público de estudantes estrangeiros, vindos ao Brasil no âmbito do programa de convênio PEC-G do governo federal e que se preparam para se submeter ao exame de certificação CELPE-Bras. A entrada destes estudantes em uma universidade brasileira depende da sua aprovação nesse exame nacional. Esses aprendentes precisam ler e redigir com proficiência textos pertencentes a diferentes gêneros textuais para serem bem sucedidos não apenas no exame de certificação, mas também em suas futuras atividades acadêmicas no Brasil. A fundamentação teórica permitiu-nos aprofundar, por um lado, a caracterização da avaliação formativa como dispositivo regulatório no ensino e na aprendizagem de uma língua e, por outro, a descrição dos processos da produção escrita e das exigências dessa tarefa em contexto de PLE. A investigação foi realizada mediante uma pesquisa-ação junto ao público escolhido, de modo a ajudar os aprendentes a se apropriarem dos recursos necessários para solucionar seus problemas de produção escrita. Os resultados finais deste trabalho indicam que os procedimentos formativos de coavaliação e autoavaliação favorecem a regulação da escrita em PLE permitindo aos aprendentes uma melhoria na sua produção textual e, presume-se, na sua competência textual, muito embora as atividades de ensino ou sua ausência pareçam ter uma forte importância.
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