Navegando por Assunto "Lactente"
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Tese Acesso aberto (Open Access) Dinâmica de sucção disfuncional em lactentes com anquiloglossia(Universidade Federal do Pará, 2023-11) CUNHA, Bruna Mendes Lourenço; SILVA FILHO, Manoel da; http://lattes.cnpq.br/2032152778116209Introdução: O aleitamento materno é amplamente recomendado como alimentação exclusiva até os 6 meses de idade e prolongada até os dois anos ou mais. Seus benefícios são inúmeros e comprovados, entre eles estão a melhora do sistema imunológico, a alimentação rica em nutrientes e o desenvolvimento craniofacial a partir do movimento de sucção. No entanto, não são todos os bebês que conseguem mamar no seio materno em decorrência de algumas dificuldades, com a anquiloglossia. Conhecida como língua presa, ela pode restringir os movimentos da língua, dificultando a amamentação e, em alguns casos, sendo responsável pelo desmame precoce. Objetivo: Comparar a sucção infantil em lactentes com e sem anquiloglossia usando um sensor de pressão controlado por microprocessador acoplado a uma chupeta. Métodos: Cinquenta e cinco lactentes de 0 a 2 meses de idade foram submetidos ao exame clínico de anquiloglossia, em seguida foi oferecido uma chupeta de silicone conectada ao dispositivo de aquisição de pressão e a atividade de sucção foi registrada. Assim, obtivemos dados sobre a frequência de sucções dentro de uma eclosão, a duração média da sucção, a duração da eclosão, o número de sucções por eclosão, a amplitude máxima das sucções por eclosão e o intervalo entre eclosões. O teste t não pareado foi utilizado para comparações entre os grupos. Resultados: A principal diferença dos recém- nascidos com anquiloglossia em relação aos do grupo controle é que eles realizam eclosões mais longas durante a atividade de sucção. Conclusão: A duração mais longa das eclosões é provavelmente uma estratégia compensatória e pode estar por trás da dor relatada pelas mães durante a amamentação. Portanto, propomos um método para quantificar objetivamente alguns parâmetros da sucção infantil e demonstramos seu uso para auxiliar na avaliação da anquiloglossia.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Registro do perfil de sucção em lactentes com e sem anquiloglossia por dispositivo microcontrolado(Universidade Federal do Pará, 2018-08-09) BADARANE, Erika Baptista Luiz; SILVA FILHO, Manoel da; http://lattes.cnpq.br/2032152778116209Nos primeiros meses de vida, a sucção constitui a função necessária para a alimentação eficiente por via oral (VO) e para o adequado desenvolvimento motor oral. Para tanto, esta deve ser coordenada e harmônica, sendo necessários, entre outros fatores: reflexo de busca e de sucção; vedamento labial; adequada movimentação da língua e mandíbula; ritmo de sucção, eclosões de sucção alternadas com pausas; coordenação entre sucção-deglutição-respiração. A adequada movimentação da língua tem a função de realizar o vedamento anterior (aderida ao redor do mamilo) e posterior (aderida ao palato mole e faringe), a compressão do mamilo, além da organização e propulsão do bolo alimentar. Tendo em vista que na literatura não há consenso sobre a relação direta entre anquiloglossia e dificuldade de amamentação ou desmame precoce, o objetivo deste trabalho e avaliar o perfil de sucção em lactentes com e sem anquiloglossia através de registro realizado por dispositivo microcontrolado. Aos lactentes com e sem anquiloglossia, foi oferecida uma chupeta de silicone esterilizada, ligada ao dispositivo para sucção durante dois minutos. O dispositivo lê variações de pressão provenientes de um sensor conectado a chupeta. O processamento dos dados relativos as variações de pressão foi realizado por meio de filtros de Kalman e rede neural. Os resultados evidenciaram que os lactentes com e sem anquiloglossia, quando classificadas com rede neural de múltiplas camadas – Perceptron Multilayer, com topologia de 5, 10 e 20 neurônios na camada oculta, não apresentaram nenhuma segregação nos grupos classificados, ou seja, não se encontrou diferença entre eles, com valor de R (0,98) indicando forte correlação entre os grupos. Com isso, concluímos que não e possível relacionar a presença de anquiloglossia com dificuldade de amamentação, ressaltando que este estudo utilizou um método de avaliação mais objetivo quando comparado as demais pesquisas da literatura.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Segurança, imunogenicidade e eficácia protetora de duas doses da vacina RIX4414 contendo rotavírus atenuado de origem humana(2007-06) ARAÚJO, Eliete da Cunha; CLEMENS, Sue Ann C.; OLIVEIRA, Consuelo Silva de; JUSTINO, Maria Cleonice Aguiar; RUBIO, Pilar; GABBAY, Yvone Benchimol; SILVA, Veronilce Borges da; MASCARENHAS, Joana D'Arc Pereira; CAVALCANTE, Vânia Lúcia Noronha; CLEMENS, Ralf; GUSMÃO, Rosa Helena Porto; SANCHEZ, Nervo; MONTEIRO, Talita Antonia Furtado; LINHARES, Alexandre da CostaOBJETIVO: Determinar a segurança, imunogenicidade e eficácia de duas doses da vacina contra o rotavírus em lactentes brasileiros saudáveis. MÉTODOS: Foi realizado um estudo randomizado, multicêntrico, duplo-cego e controlado por placebo no Brasil, México e Venezuela. Os lactentes receberam duas doses orais de vacina ou placebo aos 2 e 4 meses de idade, juntamente com as imunizações de rotina, exceto a vacina oral contra poliomielite (VOP). O presente estudo relata apenas os resultados obtidos em Belém, Brasil, onde o número de indivíduos por grupo e os títulos da vacina viral foram os seguintes: 194 (104,7 unidades formadoras de focos - UFF), 196 (105,2 UFF), 194 (105,8UFF) e 194 (placebo). A resposta de anticorpos anti-rotavírus (anti-RV) foi avaliada em 307 indivíduos. A gravidade clínica dos episódios de gastroenterite (GE) foi determinada através de um escore com 20 pontos, onde um valor ≥ 11 foi considerado como GE grave. RESULTADOS: As taxas de sintomas gerais solicitados foram semelhantes tanto nos indivíduos que receberam a vacina como naqueles a quem se administrou placebo. Aos 2 meses após a segunda dose, ocorreu resposta em termos de IgA sérica para RV em 54,7 a 74,4% dos vacinados. Não houve interferência na imunogenicidade das vacinas de rotina. A eficácia da vacina contra qualquer gastroenterite por rotavírus (GERV) foi de 63,5% (IC95% 20,8-84,4) para a maior concentração (105,8 UFF). A eficácia foi de 81,5% (IC95% 44,5-95,4) contra GERV grave. Em sua maior concentração (105,8 UFF), a RIX4414 conferiu uma proteção de 79,8% (IC95% 26,4-96,3) contra GERV grave causada pela amostra G9. CONCLUSÕES: A RIX4414 foi altamente imunogênica com baixa reatogenicidade, e não interferiu na resposta sérica à difteria, tétano, coqueluche, hepatite B e antígenos Hib. Duas doses da RIX4414 conferiram proteção significativa contra a GE grave causada pelo RV.
