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Navegando por Assunto "Leishmaniose visceral americana (LVA)"

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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Forma oligossintomática da leishmaniose visceral americana: aspectos clínico e soroepidemiológico
    (Universidade Federal do Pará, 2003) ATHAYDE, Aidalucy do Socorro Costa de; SILVEIRA, Fernando Tobias; http://lattes.cnpq.br/8106158306299969
    A leishmaniose visceral americana (LVA) é doença infecciosa, não contagiosa de evolução crônica, com altos índices de morbi-mortalidade, sendo o Brasil detentor de 90% dos casos notificados no continente Americano. No entanto, ainda não estão esclarecidos de forma objetiva os sinais e sintomas da forma subclínica da doença, ocasionando retardo ou confusão no diagnóstico da infecção. Neste sentido, o presente trabalho propôs-se a acompanhar clínica e sorologicamente a população previamente definida, a fim de caracterizar a forma oligossistomática da LVA e estudar a prevalência e incidência da infecção. Foram acompanhados 307 indivíduos infectados ou não pela Leishmania chagasi, crianças e adultos, pertencentes a 61 famílias, moradores da localidade Cabresto, Barcarena-Pará, triados através de exame clínico e laboratorial, com base na sorologia para LVA por técnica de imunofluorescência indireta, no período de janeiro/2000 a janeiro/2001. Para o cálculo da incidência da infecção e determinantes clínicos foram excluídos da amostra 06 pacientes que já haviam desenvolvido a forma clássica da doença em período anterior. A análise estatística foi realizada com auxílio do programa EPIINFO 6.04 e BioEstat 2.0 e os testes aplicados foram o Qui-quadrado, Teste Exato de Fisher e Teste G. No momento do primeiro exame (triagem sorológica), 34 (11%) pacientes tiveram sorologia positiva para a infecção, entretanto 06 desses pacientes já haviam desenvolvido as manifestações clássicas da LVA, transcorridos os 12 meses da pesquisa surgiram mais 09 indivíduos com sorologia positiva de títulos maiores ou iguais a 1/320, perfazendo um total de 43 (14%) pacientes infectados pelo parasito. Entre os pacientes infectados: as faixas etárias de maior predominância foi o sexo masculino com 28 (65,1 %); os sinais e sintomas manifestos ou percebidos pelos indivíduos oligossintomáticos (5,5%), foram: palidez cutâneo-mucosa, adenite, sopro cardíaco, perda de peso, hepatomegalia, distensão abdominal e tosse. A taxa de incidência da infecção foi de 2,9%. Nenhum dos pacientes infectados apresentou exacerbação dos sintomas ou manifestou semelhança com a forma aguda da doença, durante os doze meses de estudo, mesmo quando apresentavam títulos mais elevados da sorologia, compatíveis com àqueles de pacientes da forma clássica da LVA.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Infecção humana por Leishmania (Leishmania) chagasi em área endêmica de leishmaniose visceral no estado do Pará, Brasil: uma abordagem epidemiológica, clínica e imunológica
    (Universidade Federal do Pará, 2010) ROSAS FILHO, Mário de Souza; SILVEIRA, Fernando Tobias; http://lattes.cnpq.br/8106158306299969
    Foi realizado um estudo transeccional em um coorte de 946 indivíduos de ambos os sexos, acima de um ano de idade, residentes em área endêmica de leishmaniose visceral americana(LVA), no município de Barcarena, nordeste do Pará,Brasil.O objetivo deste estudo foi identificar indivíduos com a infecção sintomática e/ou assintomática causada pela Leishmania(L.) chagasi e estudar clinica e imunologicamente os dois tipos de infecção. Para o diagnóstico da infecção foi usado a reação de imunofluorescência indireta(RIFI) e a reação intradérmica de Montenegro(RIM), com amastigotas e antígenos de promastigotas de Leishmania(L.) chagasi , respectivamente. Os resultados foram marcados com + a ++++: Para a RIFI, os títulos sorológicos de 80-160 e de 320-640 foram dados de + a ++; em relação aos títulos de 1.280-2.560 e de 5.120-10.240 como +++ e ++++, respectivamente. Para a RIM, as reações exacerbadas (acima de 16mm) como ++++; as reações fortemente: positivas(13-15mm) como +++; moderadamente positivas (9-12mm) como ++, e fracamente positiva (5-8mm) como +. A análise da diferença entre os perfis clínico-imunológicos da infecção foi baseada no programa BioEstat 4.0 e os testes Quiquadrado e Binomial com confiança de 95%. Durante o estudo, 12 pessoas infectadas mostraram os títulos sorológicos elevados (1.280 a 10.240 IgG) com reações negativas de RIM: 5 crianças e 2 adultos desenvolveram LVA com títulos de RIFI do 2.560 (IgG) e RIM negativa. Foram detectadas 2 crianças e 3 adultos que desenvolveram infecções sub-clínicas com títulos de RIFI de 1.280 (IgG) e RIM negativa. Além disso, os dois testes permitiram a identificação de 5 perfis clínico-imunológicos diferentes entre os 231 casos da infecção diagnosticados, como se segue: 1. 77% com infecção assintomática(IA), com a RIM que varia de +/++++ e RIFI negativa; 2. 2% com infecção sintomática(IS = LVA) e 3. 1,3% com infecção sub-clínica oligossintomática (IOS), grupos com RIM negativa e RIFI que varia de +++/++++; 4. 9.9% com uma infecção sub-clínica resistente (ISR), mostrando RIM e RIFI com +/++, e 5. 9.8% com uma infecção inicial indeterminada (III), com RIM negativa e RIFI +/++. A respeito da evolução da infecção, a observação principal era que somente um único caso IS( =AVL) evoluiu do perfil III(infecção inicial indeterminada), de uma amostra de 23 casos, enquanto a maioria das infecções evoluíram aos perfis ISR(9 casos) ou ISO(5 casos), sendo que os últimos 8 casos permaneceram como perfil III.
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