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Navegando por Assunto "Lesbofeminismo Amazônico"

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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Artivismo sapatão amazônida na cultura digital como dispositivo de afeto
    (Universidade Federal do Pará, 2024-12-10) SALIMOS, Nícia Coelho; MELO, Ana Cláudia da Cruz; http://lattes.cnpq.br/4777116947247545
    A pesquisa investiga o artivismo lesbofeminista de coletivas amazônidas paraenses, as quais denomino sapativistas, focando nas expressões visuais, disponíveis digitalmente, que configuram um “dispositivo artificado de afeto sapatão”. O conceito de dispositivo é fundamentado em Michel Foucault (1979) e direcionado às interseccionalidades de gênero, raça e classe, presentes, especialmente, em bell hooks (1995; 2019) e Sueli Carneiro (2005; 2019), e será entendido como prática cultural que articula afeto, identidade e resistência LBTQ+ no contexto da cultura digital. A pesquisa busca compreender como as produções visuais e poéticas de coletivas como Sapato Preto Amazônida e Rede ALAMP, no Instagram e nos espaços físicos, expressam e constroem um imaginário de resistência e afeto, evidenciando símbolos e narrativas de pertencimento. A identificação das imagens como formas de arte é fundamentada em conceitos do artivismo, com base em Lucy Lippard (2024), e na hipótese da artificação, trazida principalmente por Ellen Dissanayake (2009). A metodologia de análise combina abordagens feministas e epistemologias sapatãs e queer, fundamentadas em autoras como Adrienne Rich (2012), Audre Lorde (2019), Glória Anzaldúa (2000; 2005), Ann Cvetkovich (2021) e Sara Ahmed (2006; 2010), que trazem perspectivas para entender a produção poética dissidente por meio da existência e do continuum lésbico, ajudando a desvendar os códigos estéticos e afetivos presentes nas imagens e ações coletivas, bem como o impacto dessas produções em ampliar a visibilidade lésbica e fomentar políticas públicas. Entre os resultados, identifica-se o artivismo lesbofeminista amazônida na contemporaneidade, que se movimenta nas redes sociais digitais, e se apropria desses espaços para dar existência e, sobretudo, ampliar, visibilizar, ressignificar imagens e aglutinar pessoas em espaços físicos ou não por meio de encontros de resistência política e cultural. Sob as perspectivas de uma poética ativista e da artificação, as sapativistas tornam-se não apenas sujeitas ativistas e protagonistas sociais, em todos os grupos analisados, mas também artivistas criativas e criadoras que dão novos sentidos às imagens, tornando-as potentes formas de afetos e afecções. Com este estudo esperamos ajudar a evidenciar as expressões artísticas historicamente dissidentes, além de contribuir com o debate sobre o papel da cultura digital na expansão e reconfiguração de discursos lésbicos e feministas das coletivas amazônidas. Algo desafiador frente aos algoritmos de mídias marcadas por um conceito de heteronormatividade compulsória, enquanto promovem novas formas de articulação política para a comunidade sáfica local.
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