Logo do repositório
Tudo no RIUFPA
Documentos
Contato
Sobre
Ajuda
  • Português do Brasil
  • English
  • Español
  • Français
Entrar
Novo usuário? Clique aqui para cadastrar. Esqueceu sua senha?
  1. Início
  2. Pesquisar por Assunto

Navegando por Assunto "Lineamento Transbrasiliano"

Filtrar resultados informando as primeiras letras
Agora exibindo 1 - 1 de 1
  • Resultados por página
  • Opções de Ordenação
  • Carregando...
    Imagem de Miniatura
    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Geocronologia U-Pb-Hf dos granitos sintranscorrentes e relações estruturais ao longo da zona de cisalhamento Sobral, noroeste do Ceará
    (Universidade Federal do Pará, 2023-04-25) SANTOS, Murilo Henrique Silva dos; GORAYEB, Paulo Sérgio de Sousa; http://lattes.cnpq.br/4309934026092502; https://orcid.org/0000-0003-1877-9756; GALARZA TORO, Marco Antonio
    O Lineamento Transbrasiliano (LTB) é uma estrutura intercontinental que se consolidou no final do Neoproterozoico. Possui aproximadamente 4.000 km de comprimento, estendendo-se do Paraguai e Argentina, cortando o centro-oeste e nordeste do Brasil, prolongando-se para o continente africano. Na porção noroeste do Estado do Ceará, este lineamento é denominado de Zona de Cisalhamento Sobral (ZCS), apresentando, majoritariamente, feições de movimentação dextral e foliação milonítica na direção NE-SW, separando os domínios Noroeste do Ceará (DNC) e Ceará Central (DCC). Os estudos realizados na escala mesoscópica, permitiram identificar granitos sintranscorrentes ao longo da ZCS com intensidades de milonitização distintas; foliações primárias totalmente transpostas por processos dinâmicos relacionados a movimentação transcorrente da ZCS, que geraram foliações miloníticas com alto mergulho (vertical/subvertical) principalmente na direção NE-SW; além de lineação de estiramento mineral horizontal; bem como cinemática predominantemente dextral, raramente sinistral. Na escala microscópica, os granitos sintranscorrentes foram classificados petrograficamente e subdivididos em 2 grupos: G1 (sienogranitos e monzogranitos miloníticos) e G2 (granodioritos miloníticos); e por meio da análise microestrutural foi possível interpretar as condições de deformação que afetaram os componentes minerais destas rochas. As microestruturas são características de deformação dúctil que recristalizaram cristais de quartzo e plagioclásio por mecanismos SGR (Subgrain Rotation) e GBM (High-Temperature Grain Boundary Migration) de alta temperatura, gerando tramas S-C, migração no limite do cristal, subgrãos, estrutura window, núcleo-manto e feldspatos fish. Os minerais micáceos apresentam feições dúcteis tipo fish indicando deformação dextral, isoladamente sinistral. A semelhança das estruturas mesoscópicas, macroscópicas e microscópicas permitem afirmar que a milonitização imposta pela transcorrência da ZCS é registrada e coerente em todas as escalas. A partir dos dados geoquímicos é possível notar que esses granitos possuem caráter ácido (SiO2 > 67%) e peraluminoso; são predominantemente de ambientes sincolisionais; e que o G2 é pouco fracionado (Rb/Sr < 0,5) com razão Rb/Sr entre 0,1 e 0,3. De outro lado, o G1 apresenta característica de suíte fracionada moderada a alta (Rb/Sr > 0,5 e < 20,5) com razão Rb/Sr entre 1,0 e 2,4. Apenas uma amostra do G1 apresenta baixo grau de fracionamento (Rb/Sr = 0,2). Há enriquecimento de elementos litófilos (LILE) que incluem o Ba e Rb são relativamente mais enriquecidos em comparação com os ETRL como o La, Ce e o Nd, e em relação aos elementos com alto campo de força (HFS) como o Th, Ti, Zr, Nb e Ta. Há também enriquecimento em ETRL em relação aos ETRP, e isto é confirmado pela leve inclinação do diagrama de ETR. As amostras de dois granodioritos miloníticos (MH-19-05 e MH-19-09) foram analisadas por meio do método U-Pb-Hf em foram obtidas as idades concórdia de cristalização em 589±6 Ma (Ediacarana) com MSWD=1,5 e de intercepto superior herdada paleoproterozoica de 2171±21 Ma (Riaciano) com MSWD=0,81 na amostra 09. Na amostra 05 foi obtida idade de intercepto superior Paleoproterozoica de 2094±37 Ma (Riaciano tardio) com MSWD=1,6. As idades Hf-TDM C na amostra 09 foram calculadas em 0,59 Ga e variam de 2,21 a 2,33 Ga e os valores εHf (0,59 Ga) são fortemente negativos variando de –11,5 a –13,4 (fontes riacianas-siderianas oriundas de retrabalhemento crustal); e em 2,17 Ga e variam de 2,50 a 3,16 Ga e seus valores εHf (2,17 Ga) variam de –6,9 a +3,7 (mistura de fontes crustais e mantélicas neoarqueanas-mesoarqueanas). Na amostra 05 as idades Hf-TDM C foram calculadas em 2,09 Ga Ma e variam de 2,56 a 2,63 Ga com valores positivos de εHf (2,09 Ga) que variam de +0,7 a +1,8 (fonte mantélica neoarqueana).
Logo do RepositórioLogo do Repositório
Nossas Redes:

DSpace software copyright © 2002-2026 LYRASIS

  • Configurações de Cookies
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Entre em Contato
Brasão UFPA