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Navegando por Assunto "Literatura brasileira contemporânea"

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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Eles muitos cavalos e pssica: a literatura brasileira contemporânea imersa no caleidoscópio citadino
    (Universidade Federal do Pará, 2025-02-11) COELHO, Luana da Silva; PEREIRA, Helena Bonito Couto; http://lattes.cnpq.br/9240687015870539
    Partindo do pressuposto da complexidade que é a vida nos centros urbanos, causadora de impactos sociais e psicológicos nos indivíduos que constituem essa realidade, o presente trabalho busca analisar de que forma esse espaço está sendo representado na literatura contemporânea brasileira, tendo como foco os romances Eles eram muitos cavalos (2001), do mineiro Luiz Ruffato e Pssica (2015), do paraense Edyr Augusto. Com auxílio do método da pesquisa bibliográfica e da literatura comparada, objetiva-se, portanto, a análise da cidade enquanto espaçopersonagem nos romances supracitados guiando-se pelas marcas da fragmentação romanesca, discutidas por autores como Sá (2007), Hossne (2007), Ricciardi (2007) e Macedo (2007); as formas de realismo contemporâneo, baseadas principalmente em Schøllhammer (2009; 2012; 2013), as influências das técnicas da montagem cinematográfica, elaboradas por Eisenstein (1990), Leone & Mourão (1993), Stam (2000) e Carone (1973) e traços do romance policial, teorizado por Reimão (1983) e Massi (2011). À vista disso, sendo a cidade uma temática que perpassa a história da literatura brasileira, infere-se que é notável sua recorrente presença na escrita contemporânea, posto que é o locus que reúne um conjunto de mazelas sociais. Essa temática fisgou os escritores do contexto hodierno, sendo tratada de diferentes modos e representada através das técnicas de escrita que permeiam a simultaneidade dos fatos transcorrentes das grandes metrópoles e influenciada pelo cronotopo em que cada autor e obra estão inseridos – de São Paulo, como no romance de Ruffato, a Belém e região amazônica, como no caso de Edyr.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    A memória na construção da identidade cultural em dois irmãos, de Milton Hatoum
    (Universidade Federal do Pará, 2015-06) BOLOGNIN, Renan Augusto Ferreira; ROCHA, Rejane Cristina
    Este artigo tem por objetivo discutir a maneira pela qual as estruturas do romance Dois Irmãos (2000), de Milton Hatoum, considerando-se a utilização delas como memorialísticas, evidencia identidades culturais entrechocando-se. O narrador-personagem, Nael, nos convida a conhecer um passado não inteiramente conhecido por ele, mas contado por outros personagens. Isto ocasiona uma diferenciação fragmentária não só do passado da narração e do presente da narrativa, mas também da posição ocupada por personagens no centro ou à margem da sociedade brasileira. Para estudarmos essas memórias como estruturas narrativas, embasamo-nos no Discurso da Narrativa (1995), de Gérard Genette. Já a fragmentação da ordem narrativa pelas memórias é discutida juntamente a questões relativas à fragmentação identitária. Para isso, apoiamo-nos n´A Identidade cultural na pós-modernidade, de Stuart Hall (2006)
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    A representação alegórica da ditadura militar em “O Minossauro”, de Benedicto Monteiro: fragmentação e montagem
    (Universidade Estadual de Campinas, 2004-02-26) NASCIMENTO, Maria de Fátima do; SPERBER, Suzi Frankl; http://lattes.cnpq.br/3549874708098615
    A Dissertação de Mestrado A Representação Alegórica da Ditadura Militar em O Minossauro, de Benedicto Monteiro: Fragmentação e Montagem faz análise dos elementos alegóricos constituintes do romance O Minossauro, caracterizados pela: fragmentação e montagem da obra, estratégia narrativa do escritor e relação entre a obra e o contexto social da ditadura militar no Brasil da década de 1970. A análise da estrutura do romance O Minossauro se pautou nas teorias sobre alegoria, figura de linguagem objeto de discussão entre os críticos da literatura brasileira na década de 1970. Os estudos teóricos foram complementados por entrevistas - com Benedicto Monteiro e com outros informantes –, entrevistas estas que acrescentaram importantes informações para esclarecimento e sistematização de questões relacionando vida e obra do autor. A pesquisa constatou em O Minossauro - romance representativo da produção literária da região amazônica da década de 1970 - flagrante presença de elementos alegóricos (fragmentação e montagem), empregados nas estratégias narrativas pelos escritores desse período. Essas características alinham o romance do escritor paraense a seus congêneres da década de 1970. A importância desse romance reside no fato de Benedicto Monteiro ter dialogado com este período sombrio da história brasileira e instaurado um lugar: o Pará como espaço romanesco da obra.
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