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Navegando por Assunto "Literatura moderna - Séx. XX - História e crítica"

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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Só as coisas rasteiras me celestam: o contemporâneo e as suas insignificâncias em Manoel de Barros
    (Universidade Federal do Pará, 2017-03-16) LOPES FILHO, Antônio Augusto do Canto; GUIMARÃES, Mayara Ribeiro; http://lattes.cnpq.br/6834076554286321
    Esta dissertação tem por objetivo explorar, por meio de categorias de interpretação, as matérias poéticas na obra de Manoel de Barros. A pesquisa parte de uma discussão a respeito da crise de verso, um dos traços mais substanciais da Literatura Moderna, que, ao estudá-la revela as mudanças de perspectivas pelas quais a poesia tem passado desde os fins do século XIX até hoje. Em seguida, a utilização do prefixo des, tão recorrente nesse exercício poético, como construção autônoma das palavras: deslimites. Por fim, de que maneira os versos manoelinos inserem-se no contemporâneo; e a singular figura do ínfimo, enaltecedora das coisas do chão. O estudo construiu-se perante a indagação das questões, acima apresentadas, por meio das obras retiradas da edição de Poesia Completa (2013): Matéria de Poesia (1970), O Guardador de Águas (1989), O Livro das Ignorãças (1993), Livro Sobre Nada (1996) e Retrato do Artista Quando Coisa (1998); e é fundamentado, principalmente, com o aporte teórico de Marcos Siscar acerca da crise de verso ao questionar o estado da poesia brasileira contemporânea; de Alberto Pucheu no que se refere à descrição estabelecida por ele a Manoel de Barros: poeta-pensador, pois a origem é um argumento constante nessa poesia; de Maurice Blanchot quanto à morte da nomeação na Literatura e Giorgio Agamben a partir do questionamento do que é ser contemporâneo.
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