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Navegando por Assunto "Literatura paraense"

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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    A ética e a estética em Marajó, de Dalcídio Jurandir
    (Universidade Federal do Pará, 2012-04-26) MENDONÇA, Gerson de Sousa; FURTADO, Marli Tereza; http://lattes.cnpq.br/2382303554607592
    Dalcídio Jurandir, natural de Ponta de Pedras (Pará), empreendeu uma jornada literária em que apresenta muitos aspectos da vida sócio-cultual do arquipélago marajoara, de Belém, capital paraense, e do Baixo-Amazonas, ao longo do aprofundado Ciclo do Extremo Norte. Deste Ciclo, tem-se como objeto de estudo, a obra Marajó (vista, aparentemente, fora da trajetória de vida de Alfredo, personagem presente nos outros nove romances, exceto nesta obra), cujas ações se passam nas primeiras décadas do século XX e onde estão presentes variados aspectos da cultura amazônica. O objetivo deste trabalho é mostrar primeiramente Dalcídio Jurandir, enquanto jornalista crítico e ético, comprometido com a realidade espaço-temporal da Ilha do Marajó, seu arquipélago natal, em reportagens para jornais e revistas, a correlação de alguns artigos com trechos do romance; o espaço ocupado por ele no panorama atual da literatura brasileira, e, em seguida, fazer a análise da obra Marajó, sob o prisma da ética e, principalmente, da estética, envolvendo a linguagem, o social e a inclusão de várias histórias paralelas como elementos de composição do romance, utilizando-se, para tanto, como referencial teórico os estudos de autores como Alfredo Bosi, Afrânio Coutinho, Marli Furtado, Junito Brandão, Massaud Moisés, entre outros.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Focalização em "O Tetraneto Del-Rei de Haroldo Maranhão"
    (Universidade Federal do Pará, 2015-09-29) SILVA, Jônatas Alves da; SIMÕES, Maria do Perpétuo Socorro Galvão; http://lattes.cnpq.br/0672011058049782
    O objetivo deste trabalho é realizar um estudo do foco narrativo no romance O Tetraneto Del-Rei (1982), de Haroldo Maranhão (1927-2004). Dividido em três capítulos, o trabalho passa, primeiramente, por uma apresentação acerca de Haroldo Maranhão, sua obra e sua contribuição para a literatura do Pará e do Brasil. Em seguida, foca a linguagem do romance, com destaque para a paródia (HUTCHEON, 1989; GENETTE, 2006), por meio da qual é contestado o atributo de verdade dos textos oficiais do “descobrimento do Brasil”. Por fim, aborda o conceito de focalização, com base em Reis e Lopes (1987), com destaque para o conflito entre dois narradores, um narrador omnisciente e um narrador interno fixo. As mudanças de foco narrativo permitem ao leitor experimentar tanto a contestação da historiografia colonial brasileira, quanto o prazer do texto, como um exemplo do que Roland Barthes (2002) chamou de “texto de gozo”.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    O grotesco em Dalcídio Jurandir: Chove nos Campos de Cachoeira e Três casas e um rio
    (Universidade Federal do Pará, 2011-05-16) MORAES, Viviane Dantas; FURTADO, Marli Tereza; http://lattes.cnpq.br/2382303554607592
    A obra literária do escritor Dalcídio Jurandir revela o universo desolador e assolador em que vivem os moradores da Vila de Cachoeira do Arari, na Ilha do Marajó. O romance dalcidiano, distanciando-se da abordagem da Amazônia de paisagens deslumbrantes, retrata, de modo bastante realista, o drama humano, social e existencial de almas castigadas pelo sofrimento e pela falta de perspectiva de vida. A técnica narrativa usada pelo autor nos faz mergulhar no íntimo dos personagens, proporcionando-nos uma abordagem psicológica aguçada. Além disso, as imagens fortes relacionadas à condição emocional dos personagens nos possibilitam enxergar um universo derruído que se traduz na fisionomia destes. É o que podemos ver em relação a Eutanázio, Felícia, Irene e Lucíola, personagens que procuram a sua maneira de encarar seu conflito existencial. Este trabalho tem como objetivo fazer um estudo do grotesco no romance Chove nos Campos de Cachoeira e Três Casas e um Rio, de Dalcídio Jurandir, a partir das descrições disformes de estados de alma que se exteriorizam na aparência. De modo geral, entende-se como grotesco a categoria estética que demonstra por meio da deformidade, do baixo corporal ou espiritual o que há de mais angustiante e/ou malévolo na alma humana. Além dos capítulos dedicados à análise dos personagens, aproveitamos para levantar também uma discussão de cunho teórico, a partir dos principais estudos existentes sobre o grotesco nos quais este trabalho se inspirou, a saber, Mikhail Bakhtin e Wolfgang Kayser – autores que abordam pontos de vista diferentes e até se contrapõem. No entanto, na análise literária, ao avaliar as várias possibilidades de interpretação do grotesco, chamamos à reflexão para que, em princípio, não enxerguemos os estudos de Bakhtin e Kayser como propostas teóricas sobre o assunto, mas como possibilidades de interpretações do conceito.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Queria saber ler e escrever para mudar as faces das coisas”: uma leitura de situações educacionais na obra Chove nos Campos de Cachoeira, de Dalcídio Jurandir
    (Universidade Federal do Pará, 2015-03-27) CARDOSO, Roseli Moraes; COSTA, Gilcilene Dias da; http://lattes.cnpq.br/2934771644021042
    A escritura deste trabalho dissertativo situa-se nos interstícios entre Literatura e Educação, por meio de um estudo bibliográfico, de caráter descritivo-interpretativo, referente a situações educacionais vivenciadas pelo personagem Alfredo no romance Chove nos campos de Cachoeira (1941), de Dalcídio Jurandir. O trabalho vislumbra uma possibilidade de espreitar os modos vivenciais de uma educação amazônida presente nos rastros da literatura dalcidiana e no contexto de sua época, ouvindo os ecos dessa literatura nos itinerários da educação de Alfredo nos domínios de sua cultura, como convite para pensar a realidade educacional dos dias atuais. O texto dialoga com NIETZSCHE (2003), DELEUZE (1997), LARROSA (2001), ROSA DIAS (2010), GILCILENE COSTA (2012), FERNANDO FARIAS (2009), na perspectiva de uma educação como invenção. Em Chove nos campos de Cachoeira, a educação é um dos rios navegados pelo personagem Alfredo em sua aposta por mudança de vida e formação, uma mudança que não parte de um plano individual, pois o menino de Dalcídio perfaz o sofrido itinerário do seu povo. O pequeno marajoara alimenta o sonho do colégio Anglo-Brasileiro do Rio de Janeiro como desejo de outra educação e fuga das condições inerciais de sua realidade escolar. O ambiente da escola de Proença enseja os limites de uma dura e obsoleta realidade educacional amazônida, ainda existente nos dias atuais, marcada pelo descaso, silenciamento, abandono por parte do poder público, ausência de projetos educacionais que incentivem a permanência do aluno na escola. Condições que não apetecem o desejo de educação de Alfredo, que sonha partir de Cachoeira, da “pobre” e “diminuta” educação em seu lugarejo. Ressalta-se, no estudo, a grandiosidade literária de Dalcídio, com destaque para o valor estético da sua obra, e a grandiosidade política de sua postura quando denuncia, de forma sensível e poética, os inúmeros problemas que ainda hoje afligem o cenário de nossa Educação, como que conduzindo o leitor às veredas de suas paisagens culturais e mazelas sociais através de um olhar lírico.
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