Navegando por Assunto "Literatura portuguesa"
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Dissertação Acesso aberto (Open Access) Entre jornais, livrarias e gabinetes de leitura: a circulação dos romances-folhetins camilianos no Pará oitocentista(Universidade Federal do Pará, 2016-06-17) PAIVA, Cláudia Gizelle Teles; SALES, Germana Maria Araújo; ttp://lattes.cnpq.br/8723885160615840Camilo Castelo Branco foi um escritor de intensa produção literária, durante o século XIX produziu diversas obras que atendiam aos anseios de um público vasto, constituído não apenas de leitores portugueses, mas brasileiros, incluindo os paraenses. No Pará, os romances camilianos estiveram presentes tanto nas páginas dos jornais, nas colunas Folhetim e Venda quanto em formato livro, em espaços destinados à leitura, como as bibliotecas e os gabinetes de leitura. Observei a esse respeito, que as obras Mistérios de Lisboa (1854) e Coisas Espantosas (1862), circularam em Belém, nos dois suportes supracitados: em jornais, no periódico Diário do Gram-Pará, e em livros, na biblioteca do Grêmio Literário Português. Neste sentido, o presente trabalho tem como objetivo trazer à baila a circulação destes romances no Pará do século XIX, para assim confirmar que as obras camilianas, alcançaram notoriedade também em terras brasileiras. Além disso, pretendo demonstrar que as obras do autor lusitano, consideradas apenas reproduções do romance-folhetim francês, apresentavam, apesar do reconhecido traço folhetinesco, atributos próprios de quem as criou, o que denota a predominância de um estilo sobre uma forma.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Metaficção historiográfica em "Jangada de Pedra"(Universidade Federal do Pará, 2015-12) SANTOS, Amanda Malato; RIBEIRO JUNIOR, Francisco das Chagas; AUTIELLO, Sheila Lopes MauésO presente estudo tem como foco de abordagem A Jangada de Pedra, de José Saramago, analisando a presença de tópicos da relação história e ficção. No romance em estudo, ocorre uma separação geográfica da Península Ibérica do restante continente europeu. Partindo deste fato ficcional, o autor português organiza um romance que antecipa o caos econômico europeu, tributado pela política neoliberal ao aderir ao Mercado Comum Europeu hoje União Europeia. Portugal e Espanha navegam à deriva sem se identificarem cultural, social ou economicamente com o restante do continente. O fundamento da relação entre história e literatura no romance pós-moderno, na presente análise, orienta-se pelos conceitos de Linda Hutcheon.
