Logo do repositório
Tudo no RIUFPA
Documentos
Contato
Sobre
Ajuda
  • Português do Brasil
  • English
  • Español
  • Français
Entrar
Novo usuário? Clique aqui para cadastrar. Esqueceu sua senha?
  1. Início
  2. Pesquisar por Assunto

Navegando por Assunto "Litter"

Filtrar resultados informando as primeiras letras
Agora exibindo 1 - 3 de 3
  • Resultados por página
  • Opções de Ordenação
  • Carregando...
    Imagem de Miniatura
    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Influência de variáveis meteorológicas na produção de liteira na Estação Científica Ferreira Penna, Caxiuanã, Pará
    (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, 2009-09) SILVA, Rosecélia Moreira da; COSTA, José Maria Nogueira da; RUIVO, Maria de Lourdes Pinheiro; COSTA, Antonio Carlos Lôla da; ALMEIDA, Samuel Soares
    A avaliação da influência da exclusão da precipitação sobre a variação na produção de liteira foi realizada na Reserva Florestal de Caxiuanã – Estação Científica Ferreira Penna (1º 42' S, 51º 31' W) durante o período de março de 2001 a fevereiro de 2003, com o objetivo de identificar as principais variáveis meteorológicas e do balanço hídrico mensal que afetaram a produção e decomposição de liteira. Este trabalho foi parte do subprojeto EXPERIMENTO DE SECA NA FLORESTA (ESECAFLOR), que tinha o objetivo de estudar o impacto de seca prolongada na floresta nos fluxos de água, energia e dióxido de carbono na floresta amazônica. A sazonalidade na produção de liteira e de seus componentes (folhas, gravetos e partes reprodutivas) foi bem estabelecida, com a ocorrência da maior produção de liteira nos meses com menor precipitação. A produção total mensal de liteira variou durante o período experimental, de 294,78 kg.ha-1 a 1758,69 kg.ha-1, com um valor médio de 777,70 kg.ha-1. A produção total de liteira foi distribuída em folhas (61,40 %), gravetos (18,45 %) e partes reprodutivas (20,14 %). Os resultados obtidos na parcela sob condições naturais apresentaram uma maior produção de liteira, aproximadamente 25 %, comparada com a produção de liteira na parcela submetida à exclusão da água de chuva. As variáveis mais fortemente correlacionadas com a produção de liteira e suas componentes foram a velocidade do vento, a densidade de fluxo de radiação solar global, a densidade de fluxo de radiação fotossintéticamente.
  • Carregando...
    Imagem de Miniatura
    TeseAcesso aberto (Open Access)
    O papel de espécies arbóreas e fatores edáficos na variação espacial do sistema serapilheira em uma floresta de terra firme na Amazônia: conhecimento e perspectivas para a conservação
    (Universidade Federal do Pará, 2020-11-13) QUEIROZ, Maria Elisa Ferreira de; LAVELLE, Patrick; http://lattes.cnpq.br/5850683517396587; VASCONCELOS, Steel Silva; http://lattes.cnpq.br/0719395243841543; https://orcid.org/0000-0003-2364-8822
    A floresta ombrófila densa, também conhecida como floresta pluvial tropical, é uma formação que apresenta grande complexidade na composição, distribuição e densidade de espécies e ocupa boa parte da Amazônia brasileira. Na região, as diferenças entre comunidades de plantas e animais formam um mosaico dividido em oito áreas ou centros de endemismo, separadas pelos principais rios, com biota e relações evolutivas próprias, sendo três delas (Belém, Xingu e Tapajós) totalmente brasileiras. O centro de endemismo Belém é o mais ameaçado pelo desmatamento e investigações locais de pequena escala são fundamentais para se compreender os efeitos deste distúrbio sobre o funcionamento da floresta. A decomposição da serapilheira é um dos fatores chave deste funcionamento e ocorre em uma sequência hierárquica de processos de interação mediados por fatores climáticos (temperatura e umidade), propriedades físicas do solo, limitações químicas relacionadas às fontes de recursos e a regulação biológica (micro e macroorganismos). Nesta pesquisa, descobriu-se que sensíveis mudanças na estrutura de uma floresta primária ameaçada pelo crescimento urbano, causadas pela intensidade da dinâmica natural de sucessão, alteraram a morfologia do sistema serapilheira, uma vez que a competição dos organismos por nutrientes depauperou o solo durante a regeneração de áreas afetadas por queda de árvores. Desta forma, as condições físico-químicas do solo florestal se tornaram um filtro seletivo de espécies arbóreas e os fatores majoritários na hierarquia de decomposição, uma vez que a temperatura e umidade tiveram pouca variação no sistema. Na sequência, folhas de espécies arbóreas específicas do sistema serapilheira, que formaram uma estrutura mais fina, determinaram a diversidade de fungos saprotróficos positivamente relacionados a melhor qualidade destas folhas e do solo. Inversamente, onde a morfologia de serapilheira foi mais espessa e estruturada, houve um aumento na diversidade da macrofauna de transformadores de serapilheira, em detrimento das populações de minhocas, que preferiram folhas e solo de maior qualidade. As interações solo-planta-decompositores são indicadoras da velocidade de decomposição em sistemas serapilheira, com consequente formação de mosaicos de manchas de serapilheira com dinâmicas distintas de decomposição. Assim, locais onde funcionamento da serapilheira foi classificado como Mesomull ou Oligomull foram caracterizados por manter solos com alto teor de carbono disponível e boa capacidade de troca catiônica. Sistemas de serapilheira do tipo Mull são sensíveis a variações na qualidade de solo e atividade de minhocas. Isso explicou a mudança para o sistema serapilheira do tipo Dysmull nas áreas com folhas grandes, caracterizado por baixa disponibilidade de nutrientes, conforme se confirmou nos solos destes locais, embora um funcionamento lento possa indicar um estado conservativo de matéria orgânica. A metodologia se mostrou favorável para prever mudanças em diferentes escalas que possam afetar a restauração de florestas.
  • Carregando...
    Imagem de Miniatura
    TeseAcesso aberto (Open Access)
    O papel de espécies arbóreas e fatores edáficos na variação espacial do sistema serapilheira em uma floresta de terra firme na Amazônia: conhecimento e perspectivas para a conservação
    (Universidade Federal do Pará, 2020-11-13) QUEIROZ, Maria Elisa Ferreira de; LAVELLE, Patrick; http://lattes.cnpq.br/5850683517396587; VASCONCELOS, Steel Silva; http://lattes.cnpq.br/0719395243841543; https://orcid.org/0000-0003-2364-8822
    A floresta ombrófila densa, também conhecida como floresta pluvial tropical, é uma formação que apresenta grande complexidade na composição, distribuição e densidade de espécies e ocupa boa parte da Amazônia brasileira. Na região, as diferenças entre comunidades de plantas e animais formam um mosaico dividido em oito áreas ou centros de endemismo, separadas pelos principais rios, com biota e relações evolutivas próprias, sendo três delas (Belém, Xingu e Tapajós) totalmente brasileiras. O centro de endemismo Belém é o mais ameaçado pelo desmatamento e investigações locais de pequena escala são fundamentais para se compreender os efeitos deste distúrbio sobre o funcionamento da floresta. A decomposição da serapilheira é um dos fatores chave deste funcionamento e ocorre em uma sequência hierárquica de processos de interação mediados por fatores climáticos (temperatura e umidade), propriedades físicas do solo, limitações químicas relacionadas às fontes de recursos e a regulação biológica (micro e macroorganismos). Nesta pesquisa, descobriu-se que sensíveis mudanças na estrutura de uma floresta primária ameaçada pelo crescimento urbano, causadas pela intensidade da dinâmica natural de sucessão, alteraram a morfologia do sistema serapilheira, uma vez que a competição dos organismos por nutrientes depauperou o solo durante a regeneração de áreas afetadas por queda de árvores. Desta forma, as condições físico-químicas do solo florestal se tornaram um filtro seletivo de espécies arbóreas e os fatores majoritários na hierarquia de decomposição, uma vez que a temperatura e umidade tiveram pouca variação no sistema. Na sequência, folhas de espécies arbóreas específicas do sistema serapilheira, que formaram uma estrutura mais fina, determinaram a diversidade de fungos saprotróficos positivamente relacionados a melhor qualidade destas folhas e do solo. Inversamente, onde a morfologia de serapilheira foi mais espessa e estruturada, houve um aumento na diversidade da macrofauna de transformadores de serapilheira, em detrimento das populações de minhocas, que preferiram folhas e solo de maior qualidade. As interações solo-planta-decompositores são indicadoras da velocidade de decomposição em sistemas serapilheira, com consequente formação de mosaicos de manchas de serapilheira com dinâmicas distintas de decomposição. Assim, locais onde funcionamento da serapilheira foi classificado como Mesomull ou Oligomull foram caracterizados por manter solos com alto teor de carbono disponível e boa capacidade de troca catiônica. Sistemas de serapilheira do tipo Mull são sensíveis a variações na qualidade de solo e atividade de minhocas. Isso explicou a mudança para o sistema serapilheira do tipo Dysmull nas áreas com folhas grandes, caracterizado por baixa disponibilidade de nutrientes, conforme se confirmou nos solos destes locais, embora um funcionamento lento possa indicar um estado conservativo de matéria orgânica. A metodologia se mostrou favorável para prever mudanças em diferentes escalas que possam afetar a restauração de florestas.
Logo do RepositórioLogo do Repositório
Nossas Redes:

DSpace software copyright © 2002-2026 LYRASIS

  • Configurações de Cookies
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Entre em Contato
Brasão UFPA